O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta terça-feira um plano para eliminar as regulamentações sobre as emissões de metano, medida pensada para reduzir custos aos produtores de petróleo e gás.

“Esta noite, ponho oficialmente fim às regulamentações dispendiosas e desnecessárias de [o antecessor na Casa Branca, Joe] Biden relativas ao metano, para poupar dinheiro aos consumidores e aos produtores de energia”, afirmou Trump durante um comício eleitoral em Lubbock, no Texas.

O chefe de Estado garantiu que a medida permitirá poupar 45 mil milhões de dólares (40,5 mil milhões de euros), desbloquear grandes quantidades de gás natural do Texas e produzir 210 milhões de barris adicionais de petróleo.

O anúncio do líder republicano insere-se no âmbito das promessas de impulsionar a produção nacional de combustíveis fósseis e no contexto da defesa da gestão económica que tem vindo a esgrimir na campanha para as eleições legislativas intercalares de 3 de novembro.

As normas de Biden, aprovadas em 2024, obrigavam as empresas a detetar e reparar fugas de metano em instalações de petróleo e gás, a inspecionar periodicamente os equipamentos e a cumprir requisitos mais rigorosos para os poços existentes, incluindo os de baixa produção.

A Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos também pretendia eliminar o programa “Super Emitter”, que permite que terceiros identifiquem grandes fugas para que as empresas as investiguem e reparem, assim como a flexibilização das restrições à queima rotineira de gás nos poços.

A proposta de Trump visa reverter parte dessas obrigações, embora não haja informação oficial de que a medida tenha entrado em vigor.

A decisão surge num momento em que a Casa Branca procura responder ao aumento do preço dos combustíveis, provocado em grande parte pelos efeitos da guerra contra o Irão, antes das eleições legislativas.

Alguns intervenientes da indústria petrolífera têm exercido pressão para que as obrigações de controlo de emissões sejam eliminadas, enquanto as organizações ambientais alertam que uma menor supervisão facilitaria as fugas de metano e aumentaria a poluição nas comunidades próximas das explorações.

[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]