1232,2kWh poupados 1232,2 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Exposição "A Graça da Desgraça" sobre Mário Viegas até dezembro em Almada

Este artigo tem mais de 6 meses

Composta, sobretudo, por imagens cenográficas captadas em palco, ainda que com imagens de estúdio, "A Graça da Desgraça — Comédia e Tragédia em Mário Viegas" tem curadoria de Paulo Baptista Ribeiro.

O curador explica ainda que a mostra é composta por reproduções de obras do "importante espólio" de Mário Viegas doado ao museu
i

▲O curador explica ainda que a mostra é composta por reproduções de obras do "importante espólio" de Mário Viegas doado ao museu

J. Marques - 10

▲O curador explica ainda que a mostra é composta por reproduções de obras do "importante espólio" de Mário Viegas doado ao museu

J. Marques - 10

Dezanove fotografias de parede e um teatro de papelão construído por Mário Viegas em criança figuram na exposição A Graça da Desgraça sobre o trabalho deste ator, a inaugurar sexta-feira, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada.

Composta, sobretudo, por imagens cenográficas captadas em palco, ainda que contenha imagens de estúdio, A Graça da Desgraça — Comédia e Tragédia em Mário Viegas tem curadoria de Paulo Baptista Ribeiro, do Museu Nacional do Teatro e da Dança (MNTD)

No teatro de papelão construído por Mário Viegas em criança, em vez dos fantoches criados pelo ator, a mostra exibe uma composição videográfica, com uma série de excertos de atuações do artista, individual ou acompanhado.

Inaugurada na sexta-feira, pelas 18h30, a exposição acompanha a nova criação da Companhia de Teatro de Almada (CTA) — Elogio do Riso, um espetáculo de Hajo Scüler, Rodrigo Francisco e Maria Rueff, que interpreta.

Entre as fotografias de cena de Mário Viegas, que fazem parte do espólio doado pelo ator ao MNTD, e que estão reproduzidas na mostra, constam imagens dos trabalhos Baal, a mesma do cartaz da mostra, Papa sobre papa, Deus os fez, Catástrofe Beckett, Chapéu de palha de Itália e Suicidário.

Mário gin tónico, Godot, Rei das Berlengas, Krapp, Endgame, Festa é festa e D. João VI são outras imagens expostas.

Desenhos de Mário Viegas sobre a peça O Fantasma no Teatro ABC, e outro, em estilo banda desenhada, sobre a apresentação de Mário gin tónico no “Teatro Experimentali do Puôrto”, como está grafado no desenho, mostram-se também em Almada.

Outro lado da exposição consiste na Auto-Photo Biografia (não autorizada) de Mário Viegas, livro de grande formato escrito pelo próprio ator antes de morrer e lançado postumamente pela sua irmã, com quase 250 páginas com fotografias, recortes, banda desenhada e outros apontamentos pessoais que detalham a vida e carreira do ator, que nasceu em Santarém em 1948 e morreu em Lisboa, em 1996, aos 47 anos.

Num vídeo gravado para a CTA pelo curador da mostra, disponível na página do Teatro Municipal Joaquim Benite na rede social Instagram, Paulo Baptista Ribeiro explica a escolha do título da exposição com o facto e de o humor em Mário Viegas “ter sempre um lado trágico”.

“E o que Mário Viegas nos tenta dizer, citando, por exemplo, Samuel Beckett, é que não há nada mais engraçado que a desgraça”, frisa Paulo Baptista Ribeiro.

O curador explica ainda que a mostra é composta por reproduções de obras do “importante espólio” de Mário Viegas doado ao museu, numa exposição em que tentam retratar “o humor negro, trágico-cómico de um conjunto de peças e filmes e também outro tipo de ‘performances’ da carreira de Mário Viegas”.

Patente até 21 de dezembro, na Galeria de Exposições do Teatro Municipal Joaquim Benite, a mostra pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 12h00 às 21h30, e, aos domingos, das 12h às 19h.

Com produção de Ana Miffon e André Caldeira, a mostra tem design de Miguel Abreu. No inventário do museu estiveram Inês Oliveira e Manuela Gomes dos Santos, e, na biblioteca, Ana Sofia Patrão.

[Chegou o histórico debate entre Soares e Freitas. E o socialista já conseguiu o voto dos comunistas sem “olhar para o retrato” dele. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador sobre as Presidenciais de 1986. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.