A mulher de 46 anos suspeita de ter mandado matar o ex-companheiro, com quem viveu em união de facto durante oito anos, ficou em prisão preventiva, anunciou esta quinta-feira a Polícia Judiciária (PJ).

Em comunicado, a PJ referiu que “as diligências de investigação realizadas permitiam reunir elementos probatórios que conduziram à detenção da suspeita, que ficou em prisão preventiva” após o primeiro interrogatório judicial.

A detenção foi feita em cumprimento de um mandado emitido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Viseu.

A mulher está “fortemente indiciada pela prática de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada”, do qual foi vítima o ex-companheiro de 43 anos.

Segundo a PJ, os factos em investigação terão ocorrido em julho, “após a arguida ter contratado um seu conhecido, com antecedentes criminais pela prática do mesmo tipo de crime, pedindo-lhe para que matasse o seu ex-companheiro, de quem se tinha separado em abril“.

A suspeita terá definido “os termos, local e dia em que o crime iria ser realizado, o que só não aconteceu porque o ‘contratado’ denunciou a situação ao ofendido”, acrescentou.