A taxa de inflação de novembro desacelerou, em termos homólogos, para 2,2%, menos 0,1 pontos que no mês anterior, confirmando o dado preliminar divulgado no final do mês.

Os preços continuam a subir, mas a um ritmo menos acelerado. A inflação sem produtos alimentares não transformados e energia desacelerou para 2%, o que compara com os 2,1% em outubro. Os preços na energia até continuaram a cair: mas ficaram pela queda de -0,8% quando no mês anterior a descida foi de 1,2%. Nos produtos agrícolas a variação foi de 6%, menos 0,1 pontos que em outubro.

O vestuário e calçado e as comunicações registam variações negativas, mas as maiores diminuições acabaram por acontecer no vestuário e calçado e nos restaurantes e hotéis. Já nos transportes os preços aceleraram. Apesar de os preços dos restaurantes e hotéis terem desacelerado não deixam, no entanto, de ser dos que mais pesam na inflação, tal como os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas.

A variação homóloga das rendas de habitação por metro quadrado foi 5% em novembro de 2025 (valor idêntico no mês anterior). “Todas as regiões apresentaram variações homólogas positivas das rendas de habitação, tendo a Madeira registado o aumento mais intenso (7,3%)”, indica o INE. O valor médio das rendas de habitação por metro quadro registou uma variação mensal de 0,3%.

A variação mensal, em novembro, foi negativa de -0,3%.