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Vogue escolhe Papa Leão XIV como um dos "mais bem vestidos" de 2025

Este artigo tem mais de 6 meses

A 8 de maio, na varanda da Basílica de São Pedro, Leão XIV aparecia pela primeira vez aos fiéis como Papa. A Vogue destacou as vestes desta saudação como estando entre as melhores de 2025.

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NurPhoto via Getty Images

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Sete meses no cargo chegaram para que o Papa Leão XIV fosse incluído na lista de 55 pessoas “mais bem vestidas” do ano para a revista Vogue. O chefe da Igreja Católica está acompanhado por nomes como Bad Bunny, Rosalía e Timothée Chalamet.

Na edição publicada a 11 de dezembro, a Vogue descreve Leão XIV como um Papa que “acabou com os gostos mais humildes do seu antecessor” — e pelos quais Francisco era conhecido —, mas que manteve o alfaiate do argentino e “preservou o seu legado papal ao escolher trajes bem ajustadas à ocasião”. Acrescenta o jornal espanhol ABC que, mais do que o alfaiate, Leão XIV manteve a batina branca, que os pontífices vestem desde aproximadamente 1556.

A revista destaca as vestes da sua primeira saudação após ser eleito Pontífice como o seu melhor outfit de 2025. No dia 8 de maio, na varanda da Basílica de São Pedro, Leão XIV aparecia pela primeira vez aos fiéis como Papa: levava uma mozeta de cetim vermelho e uma estola bordada a ouro de vermelho vinho, combinadas com uma cruz pendurada num fio de seda dourado.

A Vogue destacou ainda o convite de Leão XIV a “lendas do cinema”, como Monica Bellucci e Cate Blanchett, para uma visita ao Vaticano, como uma tentativa de “modernizar a imagem da Igreja” e até “satisfazer a sua própria paixão pelo cinema”, que não esconde.

Num tom cómico, a revista remata a sua avaliação a Leão XIV dizendo que poder-se-á encontrar o Papa, “realisticamente, a percorrer a Cidade do Vaticano no papamóvel”, mas “nos nossos sonhos, a incluir o Festival de Cinema de Sundance na sua agenda papal (se Deus quiser)”.

Também Bad Bunny foi um dos destacados por “desfilar pelo tapete vermelho com fatos marcantes e por atuar com uma mistura eclética de peças que mostram um senso magistral de cor e de padrão com uma nostalgia irónica na medida certa”. No caso de Rosalía, elogia-se o facto de a cantora espanhola “se voltar para Deus e para um [vestido] McQueen vintage”. De Timothée Chalamet são destacados “os seus impecáveis fatos largos e lenços de seda, que substituem as gravatas”.

*Texto editado por Cátia Andrea Costa

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