A receita por quarto na Área Metropolitana de Lisboa subiu em 2025, destacou o Turismo de Lisboa, com o seu presidente, Carlos Moedas, a salientar uma etapa “menos centrada no crescimento em volume” e focada na “consolidação de valor”.
“O turismo em Lisboa e na sua Área Metropolitana reforça uma trajetória de valorização em 2025, com os dados do INE a confirmarem um sinal claro de maturidade no posicionamento do destino, com a receita por quarto disponível (RevPAR) a subir para os 114,46 euros (+ 2,2%), impulsionado por um aumento de 2,6% no preço médio do alojamento de 3, 4 e 5 estrelas (155,87Euro)”, indicou esta quinta-feira a Associação de Turismo de Lisboa, em comunicado.
A associação sublinhou ainda o aumento da oferta de quartos em 2,3% face a 2024, enquanto a ocupação-quarto registou uma queda de 0,3%, “uma vez que reflete uma aposta assumida na qualificação da procura e na criação de maior valor por estada“.
Para Carlos Moedas, presidente da Câmara Municipal de Lisboa e da Associação de Turismo de Lisboa, citado em comunicado, estes números mostram que “Lisboa e a sua Área Metropolitana está a consolidar um modelo assente na geração de maior receita por visitante com impacto positivo na qualidade de vida do território“.
“Lisboa entra em 2026 numa nova etapa do seu ciclo turístico: menos centrada no crescimento em volume e assumidamente focada na consolidação de valor ao serviço das pessoas“, considerou o autarca.
Os Estados Unidos continuaram a ser o principal mercado emissor para a Área Metropolitana de Lisboa, com 17,2% do total e 1.199.773 hóspedes, seguido de Espanha, com 8,6% (599.809), e Brasil, com 7,8% (544.224).