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O Governo da Madeira (PSD/CDS-PP) quer reforçar os meios do Serviço Regional de Proteção Civil com drones concebidos para vigilância e combate a incêndios, indicou esta sexta-feira o chefe do executivo, Miguel Albuquerque.

“Vamos começar a desenvolver o projeto na ARDITI [Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação]. É um dos objetivos que temos, criar um drone, à semelhança de um que existe em Israel, para apagar fogos urbanos no centro da cidade”, anunciou.

Miguel Albuquerque falava na cerimónia de assinatura de contratos-programa com as sete associações humanitárias de bombeiros voluntários da região, no valor global de 7,9 milhões de euros, que decorreu no Funchal.

O socorro na Madeira vai ser de vanguarda ao nível do país. Vamos ser os melhores, os mais eficazes e os mais avançados”, disse, sublinhando a importância da interação entre os centros de ciência e as corporações de socorro.

O chefe do executivo madeirense, também líder da estrutura regional do PSD, reforçou que um dos desafios da região passa pelo investimento em drones para vigilância e combate a incêndios.

Albuquerque garantiu, também, que o Governo Regional vai continuar a apoiar as corporações de bombeiros.

A ajuda de 7,9 milhões de euros, formalizada esta sexta-feira em contrato-programa, abarca sete associações humanitárias de bombeiros voluntários e corresponde à comparticipação financeira permanente prevista para o ano de 2026.

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de São Vicente e Porto Moniz vai receber 960.427 euros, a de Santana 834.374, a da Ribeira Brava e Ponta do Sol 993.867, a de Câmara de Lobos 1,088 milhões, a da Calheta 948.981 e a do Porto Santo 1,1 milhões.

A maior fatia — 2 milhões de euros — foi atribuída à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Madeirenses, sediada no Funchal.

Além das corporações de bombeiros voluntários, o arquipélago conta com três corporações municipais, nomeadamente no Funchal, Santa Cruz e Machico.