Danny Nozell, o manager da estrela country Dolly Parton, diz ter sido ameaçado pelo sobrinho da cantora, Bryan Seaver. A notícia foi avançada pelo site TMZ, que escreve que o empresário avançou esta terça-feira com um pedido ao tribunal de Nashville para uma ordem de restrição temporária.
Bryan Seaver, que foi o líder da equipa de segurança de Dolly Parton nos últimos 20 anos, foi o escolhido para anunciar a morte da cantora e compositora, através de um vídeo nas redes sociais. Dolly Parton morreu a 25 de agosto, aos 80 anos.
Morreu Dolly Parton, ícone da música country. Cantora tinha 80 anos
O TMZ escreve que Danny Nozell apresentou a ação em tribunal através da She’s Alive, a empresa que gere o património da artista. São referidos documentos apresentados em tribunal, em que Seaver é acusado de orquestrar “uma obscena, deliberada e cada vez mais intensa campanha de ameaças”. O sobrinho da artista é acusado de “ameaças, intimidação e coação”, depois de alegadas mensagens em que prometeu arruinar o império da artista se a empresa não lhe desse uma compensação financeira.
O site norte-americano refere que o empresário da cantora pediu uma ordem de restrição temporária, já que Bryan Seaver terá tentado extorquir o empresário ao “invocar a sua autoproclamada experiência” a nível militar, “o acesso a armas e a sua capacidade para a violência”.
“É melhor que o dinheiro dela seja mais do que eu consiga ganhar noutro sítio, senão vou lixar toda a gente. Estou prestes a tornar-me o braço da vingança de toda a minha família”, é possível ler numa das alegadas mensagens enviadas por Seaver, que o TMZ publica.
Dolly Parton. A vida e obra da mulher que quis brilhar e que nos iluminou pelo caminho (1946-2026)
O empresário da cantora revelou que decidiu despedir Bryan Seaver das funções de segurança a 15 de setembro. Noutra notícia, o TMZ já tinha avançado que Seaver teria sido expulso das propriedades da cantora. Bryan Seaver considera que foi despedido de forma “inesperada” e “inexplicável”.
Bryan Seaver nega as alegações, dizendo que as mensagens foram tiradas de contexto. Numa declaração ao TMZ, afirma que é “um militar de carreira”, que faz “negócios de armas para governos estrangeiros” e que é “um profissional de segurança e um assassino”. “No entanto, nada neste processo eram ameaças e reafirmo a maioria dos comentários que fiz.”
As mensagens, explica, eram “uma conversa franca privada com o Danny, que pensava que era meu amigo e que acha que é um gangster”. “Muitas destas mensagens são de dois tipos a desabafar com raiva e a chorar juntos ao telefone, enquanto estávamos de luto”.
[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]