Cerca de 60 artistas e bandas, de vários países, atuam entre esta quarta-feira e sábado no 10.º Festival MIL, na Casa Capitão, em Lisboa, que junta concertos e uma convenção dedicada à indústria da música emergente.
Os vários projetos, de países como Angola, Cabo Verde, Bélgica, França, Reino Unido, Brasil, Espanha e Portugal, vão atuar nos cinco palcos da Casa Capitão, de acordo com a organização do festival, em comunicado.
Esta quarta-feira, atuam os portugueses MAQUINA., Rita Onofre e Tomé Silva, a antiga vocalista da banda indie brasileira Carne Doce, Salma Jô, a belga cheapjewels e o duo de eletro-rock brasileiro Hate Moss, radicado em Itália.
Para quinta-feira, estão convocados os portugueses B Fachada, Alex D’Alva, Expresso Transatlântico, Manga Cava e OkA, os espanhóis BLAYA, Hofe, Paco Pecado, Las Petunias e Queralt Lahoz, os franceses Chéri e Flippeur, os britânicos green Starr, os brasileiros Bia Soull, Lau Ro, Colar de Rapariga, estes últimos radicados em Lisboa, e o caribenho Hey Bony.
O cartaz de sexta-feira inclui a estreia do projeto Novelaço, dos brasileiros Luca Argel e Jhon Douglas, radicados em Portugal, que irão reinterpretar repertório das telenovelas das décadas de 1980 e 1990.
No mesmo dia, atuam também Afreekassia, Afrokillerz, Andre Droga, Indus, Lambada de Serpente, MC Luanna, Bernarda, Carmen Lancho, Bianca Steck, Active Boyz, DENNYH, Gayance, Gisela Mabel, Hause Plants, LZ e RAISSA.
O MIL encerra no sábado com Bluay, Grupo Pilon, Pikika, damoridemort, H.LLS, I’A’V, obelga, Candura, Duques do Precariado, Mordo Mia, Mantis, HeyRicoo, Filloas, Fillas de Cassandra, Helena Casella e marta.
O passe geral para o festival custa 28 euros e os bilhetes diários, 12 euros. Além disso, está disponível um bilhete Pro, que custa 50 euros.
No entanto, há concertos de entrada gratuita, caso dos que acontecem esta quarta-feira no Sótão e no Terraço.
“Já nos restantes dias, o bilhete dá acesso ao Sótão, ao Rés do Chão e ao Anexo – Unicorn Stage. O acesso ao Terraço é gratuito, e há um quinto palco, exterior, de entrada livre, cortesia da DICE.fm e da editora e distribuidora Altafonte”, refere a organização.
Além de dezenas de concertos, a programação inclui debates, oficinas e encontros profissionais, que “vão potenciar oportunidades de negócio, colaboração e reflexão sobre os desafios e tendências do setor da indústria da música”.
A convenção tem entrada livre, mediante inscrição.