Um triunfo do Sporting nas meias-finais frente ao CV Melilla conseguido apenas na “negra”, uma vitória do Guaguas diante do Benfica por 3-0, uma decisão que iria juntar o campeão português e o campeão espanhol naquele que seria também um “desempate” entre países na Taça Ibérica, depois da vitória do Guaguas em 2023 e do triunfo do Sporting em 2024. Agora, depois de um ano de interregno em que a prova acabou por não se realizar, chegava esse duelo de tira-teimas entre ambos e foram os leões que começaram a temporada oficial como tinham terminado a última época: em festa com a conquista de mais um troféu.

Apesar do triunfo dos espanhóis no primeiro set por 25-22 numa Gran Canaria Arena com menos público do que se antevia, a formação de João Coelho, que estreou algumas caras novas para esta temporada como Jorge Alayo ou João Rafael, entre outros, teve uma resposta forte à desvantagem, venceu o parcial seguinte por 25-21 e voltou a ser superior no terceiro set pelo mesmo resultado. A final estava encaminhada para o conjunto verde e branco, que depois de uma larga vantagem no quarto parcial permitiu uma recuperação na parte final do Guaguas mas voltou a ser mais forte na hora da verdade, ganhando por 25-19 e fechando o triunfo.

No final do encontro, e depois da distribuição das medalhas a todos os participantes (o Benfica ficou com a terceira posição, após vencer o CV Melilla por claros 3-0), Sergey Grankin, experiente distribuidor russo de 41 anos, foi eleito o MVP de um torneio que não contou com Edson Valencia, um dos principais destaques dos verde e brancos que, após vencerem Campeonato, Taça de Portugal e Supertaça em 2025/26, depois do Campeonato, da Supertaça e da Taça Ibérica em 2024/25, voltam a entrar a vencer na época.

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