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A AutoEuropa esteve fechada entre sábado e terça-feira e já anunciou que vai voltar a parar entre os dias 27 de setembro e 4 de outubro. Em Mangualde, a fábrica do grupo Stellantis também tem sofrido paragens de produção a um ritmo quase mensal devido à falta de semicondutores produzidos no sudoeste asiático.

No Reino Unido, há fábricas a fechar temporariamente devido à escalada do preço do gás natural. A energia cara e a escassez de semicondutores,  agravada pelas falhas na cadeia logística, são fenómenos distintos, mas encaixam-se num conjugação de condicionantes que muitos já apelidaram de tempestade perfeita. E que está, no mínimo, a atrapalhar a retoma.

Desde o início da pandemia, em 2020, que as organizações de análise económica previam uma retoma muito forte após uma recessão sem precedentes a nível mundial. Mas não era certo quando é que essa retoma ia acontecer — da segunda metade de 2020 passámos para a segunda metade de 2021 — e se teria o mesmo ritmo em todas as geografias.

O que não se antecipou logo foi o impacto profundo que a paragem económica forçada teria em vários elos da cadeia produtiva e logística a nível mundial e quanto tempo esta demoraria a arrancar para responder a uma procura que espera, e por vezes desespera, com falta de matérias-primas ou com a escalada do preço de combustíveis como o gás natural. Quanto tempo vai durar esta turbulência? Que setores estão a ser mais afetados? Os preços estão a subir?

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