Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Irão acusa os Estados Unidos de tentarem criar uma falsa perceção de apoio internacional ao destacarem o número de copatrocinadores de uma resolução da ONU sobre o Estreito de Ormuz. A missão iraniana na ONU sublinhou que, caso os EUA provoquem uma nova escalada, todos os Estados copatrocinadores partilharão a responsabilidade com Washington pelas consequências.
    • Durante a visita oficial à China, Donald Trump afirmou que as relações entre os EUA e a China estão a melhorar, apesar de ainda existirem divergências. Xi Jinping felicitou Trump e ambos discutiram questões sensíveis como Taiwan e o conflito no Irão, com ênfase na importância de evitar armas nucleares no Irão e na necessidade de reabrir o estreito de Ormuz.
    • Donald Trump concluiu a sua visita a Pequim manifestando impaciência com o Irão e reafirmando o desejo de alcançar um acordo que evite que o país detenha armas nucleares.
    • A situação no Médio Oriente mantém-se tensa com ataques israelitas no Líbano e em Gaza, que resultaram em numerosas vítimas. O cessar-fogo entre Israel e o Líbano foi prolongado por mais 45 dias.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Renato Seabra matou Carlos Castro, isso ninguém contesta. A pergunta a que os jurados têm de responder é outra: o jovem modelo português pode ou não ser responsabilizado pelo crime? Sentiu raiva ou estava mentalmente perturbado? Ouça o sexto e último episódio de “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o Podcast Plus do Observador narrado pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro episódio, aqui o quarto episódio e aqui o quinto episódio]

  • Chegamos ao fim deste liveblog, onde acompanhámos a atualidade geopolítica durante esta sexta-feira. Pode continuar a seguir todos os desenvolvimentos em tempo real nesta nova ligação.

    Muito obrigado.

  • Irão alerta EUA para custos económicos crescentes provocados por "guerra por escolha"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que os norte-americanos vão suportar custos económicos crescentes decorrentes do que descreveu como uma “guerra de escolha” contra o Irão.

    “Deixando de lado o aumento do preço da gasolina e a bolha do mercado bolsista, o verdadeiro problema começa quando a dívida e as taxas das hipotecas nos EUA começam a disparar. O incumprimento no financiamento de veículos já está no nível mais alto em mais de 30 anos. Tudo isto era evitável”, escreveu Araghchi numa publicação na rede social X.

  • Hezbollah reivindica 33 ataques contra forças israelitas no sul do Líbano

    O Hezbollah afirmou que os seus combatentes lançaram 33 ataques contra soldados israelitas no sul do Líbano na sexta-feira. Em comunicado, o grupo disse ter utilizado de rockets, drones, bombas de beira de estrada e artilharia, relata a Al Jazeera.

    Os ataques, segundo a emissora, visaram concentrações de tropas israelitas e veículos blindados posicionados em várias aldeias fronteiriças e zonas montanhosas no sul do Líbano.

  • Irão acusa EUA de tentarem "fabricar uma falsa imagem" de amplo apoio internacional

    A missão do Irão junto das Nações Unidas acusou os Estados Unidos de tentarem “fabricar uma falsa perceção” de amplo apoio internacional, ao destacarem o número de copatrocinadores de um projeto de resolução da ONU sobre o Estreito de Ormuz, apresentado com o apoio do Bahrein.

    “Caso os EUA desencadeiem uma nova escalada, todos os Estados copatrocinadores vão partilhar a responsabilidade internacional com Washington pelas consequências. Nenhuma desculpa política ou cobertura diplomática poderá absolvê-los da responsabilidade de facilitar, viabilizar e legitimar a agressão dos EUA”, escreveu a missão do Irão na ONU numa publicação no X.

  • Seis mortos e 22 feridos na sequência de um ataque israelita a um centro de saúde no sul do Líbano

    Um ataque aéreo israelita contra um centro de saúde em Harouf, cidade no sul do Líbano, matou seis pessoas, incluindo três paramédicos, avança a Al Jazeera. O ataque provocou ainda 22 feridos.

  • Colono israelita filmado a matar um cão numa aldeia palestiniana na Cisjordânia

    Os meios de comunicação palestinianos divulgaram imagens de um homem mascarado, alegadamente colono israelita, a agredir repetidamente um cão de guarda durante um ataque à aldeia de Atara, na Cisjordânia, perto de Ramallah, relata o The Times of Israel.

    Segundo os moradores, o animal não resistiu aos ferimentos e acabou por morrer pouco depois.

    Entretanto, o jornal Haaretz confirmou que o homem era israelita e indicou que fazia parte de um grupo de colonos que invadiu, esta quinta-feira, a aldeia palestiniana de Atara.

  • Ataques aéreos israelitas provocam vários mortos no Líbano

    Israel realizou ataques aéreos contra a cidade de Mansouri, no distrito de Tiro, no Líbano, visando a zona costeira. Foram registadas vítimas, embora o número exato de mortos e feridos permaneça ainda por confirmar, relata a Al Jazeera.

  • Embaixador israelita nos EUA aponta "grande potencial para sucesso" das negociações com o Líbano

    Depois de o segundo dia de negociações entre israelitas e libaneses em Washington ter concluído com uma nova extensão do cessar-fogo entre as duas partes, o embaixador israelita nos Estados Unidos classificou os diálogos como “francos e construtivos” e sublinhou que estes vão continuar em duas linhas diferentes: política e securitária.

    “Vai haver altos e baixos, mas o potencial para o sucesso é grande. O que vai ser fundamental nas negociações é a segurança dos nossos cidadãos e dos nossos soldados”, escreveu Yechiel Leiter nas suas redes sociais.

  • "A China é agora a potência responsável e o adulto na sala"

    Bernardo Valente diz que Trump pode ceder em Taiwan para ganhar influência. O professor de Relações Internacionais defende que ataques provam que Putin não quer paz e que a Ucrânia é escudo da Europa.

    Ouça aqui o episódio na íntegra.

    “A China é agora a potência responsável e o adulto na sala”

  • Zelensky diz que Moscovo está a planear ataques contra edifícios públicos em Kiev, mas também países da NATO

    Na sequência do ataque da passada madrugada, que matou 24 pessoas em Kiev, Volodymyr Zelensky afirmou que Moscovo está a planear mais ataques semelhantes. “Temos documentos russos que delineiam alvos para ataques em Kiev e noutras cidades russas — infraestruturas políticas e militares onde a liderança política e militar podem estar, incluindo aqui em Bankova [localização do palácio presidencial]”, declarou o Presidente ucraniano na sua declaração diária.

    “Eles têm estado a alimentar este plano há muito tempo e agora, depois do Irão, estão novamente ativos — a tentar localizar-nos e aos nossos movimentos”, alertou o chefe de Estado. Mas os novos planos russos não visam só a cúpula política e militar ucraniana, disse Zelensky, insistindo que a Rússia pode visar os países da NATO, especificamente a partir da Bielorússia.

    “Os russos intensificaram a sua atividade nos diálogos com Alekansdr Lukashenko. Eles querem a Bielorússia muito mais envolvida na guerra e querem lançar operações agressivas precisamente do território bielorusso — quer contra a direção Chernihiv-Kyiv na Ucrânia ou contra um dos países da NATO que fazem fronteira com a Bielorússia”, elaborou, acrescentando que pressionou os aliados sobre essa possibilidade.

  • Número de mortos em ataque israelita em Gaza sobe para sete. Israel diz que matou líder do Hamas em Gaza

    Subiu para sete o número de mortos num ataque israelita contra um prédio residencial no oeste da Cidade de Gaza, numa nova violação do cessar-fogo assinado em outubro do ano passado.

    O ataque terá matado o líder militar mais importante do Hamas na Faixa de Gaza, Izz al-Din al-Haddad, que assumiu a liderança do braço armado do grupo palestiniano depois de a ofensiva israelita no território ter matado todas as patentes mais altas, noticiou a imprensa israelita.

    Num comunicado assinado pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Defesa israelitas, Al-Haddad é identificado como “um dos arquitetos do massacre do 7 de Outubro” e responsável por ter “mantido em cativeiro com crueldade extrema” os reféns israelitas raptados nesse mesmo dia. “Ele recusou-se a implementar o acordo liderado pelo Presidente dos EUA, Trump para o desarmamento do Hamas e a desmilitarização da Faixa de Gaza”, pode ler-se ainda.

  • Trégua entre Líbano e Israel prolongada por mais 45 dias, anunciam EUA

    A dois dias de o cessar-fogo entre Israel e o Líbano chegar ao fim, as duas partes concordaram numa nova extensão da trégua, por um novo período de 45 dias, depois de “diálogos altamente produtivos”. O anúncio foi feito pelo porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, que tem mediado os diálogos.

    Tommy Pigott anunciou ainda que que as delegações libanesas e israelitas irão reunir-se novamente em Washington a 29 de maio para uma discussão sobre questões securitárias e posteriormente a 2 e 3 de junho para discutir questões políticas.

  • Ataque aéreo israelita matam três pessoas e fazem 30 feridos na Cidade de Gaza

    Um ataque israelita contra um prédio de apartamentos e um carro, a oeste da Cidade de Gaza, matou três pessoas e deixou pelo menos 30 pessoas feridas. A informação é avançada pela Al Jazeera, que cita uma fonte dos serviços de emergência.

  • Mahmoud Abbas defende na ONU que palestinianos não podem ser ignorados

    O Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, defendeu esta sexta-feira na ONU que o povo palestiniano não pode ser ignorado e ninguém tem o direito de determinar o seu futuro, enquanto se assinalava a ‘Nakba’, o êxodo de 1948.

    Desde 2023, ao abrigo de uma resolução da Assembleia Geral, a ONU assinala oficialmente o aniversário da ‘Nakba’, “catástrofe” em árabe, período durante o qual cerca de 750.000 árabes da Palestina fugiram ou foram expulsos das suas casas aquando da criação do Estado de Israel.

    “Assinalar este aniversário é um reconhecimento de uma injustiça histórica contra o povo palestiniano, que permanece enraizado na sua terra, e representa um passo na direção certa para reparar essa injustiça”, afirmou Mahmoud Abbas num discurso lido pelo embaixador palestiniano na ONU, Riyad Mansour.

  • Pentágono trava envio de tropas para a Polónia e para a Alemanha

    No âmbito do processo para reduzir o número de tropas norte-americanas estacionadas na Europa, o Pentágono travou o envio 4 mil soldados para a Polónia esta semana e de um outro destacamento que deveria acontecer em breve para a Alemanha, avança a Associated Press, que cita dois oficiais norte-americanos com conhecimento da decisão.

    A ordem de cancelamento foi dada por Pete Hegseth, em vez de ordenar o regresso das tropas que já estão estacionadas nos países, algo que já tinha sido noticiado, avançaram as fontes. Inicialmente, Washington anunciou apenas a redução de tropas na Alemanha, mas Donald Trump já admitiu que o mesmo poderá acontecer noutros países do continente.

  • Ucrânia recupera terreno pela primeira vez desde o verão de 2024. E são os drones que dão superioridade a Kiev

    É a primeira vez desde o verão de 2024 que o território conquistado pela Rússia é inferior ao recuperado pela Ucrânia. Superioridade de Kiev, e número de mortos, baixa moral das tropas russas.

    Ucrânia recupera terreno pela primeira vez desde o verão de 2024. E são os drones que dão superioridade a Kiev

  • Líder do Hezbollah iraquiano acusado de planear ataques contra comunidades judaicas nos EUA

    As autoridades federais norte-americanas anunciaram hoje uma acusação criminal contra Mohammad Baqer Saad Dawood Al-Saadi, por estar a planear uma série de ataques contra comunidades judaicas nos EUA, incluindo um ataque contra uma sinagoga em Nova Iorque. Desde que a guerra no Irão começou, Al-Saadi é acusado de já ter planeado 18 ataques no Canadá e na Europa, noticia o New York Times.

    A acusação das autoridades norte-americanas identifica o homem como comandante do Kataib Hezbollah, uma milícia iraquiana com ligações à Guarda Revolucionária do Irão, e diz que deverá ser presenta a um tribunal federal em Manhattan ainda esta sexta-feira. A acusação não detalha quando nem onde é que o homem terá sido detido.

  • Israel matou mais de 220 combatentes do Hezbollah esta semana, anuncia Exército

    Faltam dois dias para chegar ao fim o cessar-fogo entre Israel e Líbano, mediado pelos Estados Unidos. Mas a afirmação de uma trégua não impediu Israel de continuar a ofensiva militar no sul do Líbano e ataques aéreos no país.

    Esta semana, o Exército israelita realizou mais de 440 ataques contra aquilo que identificou como sendo “infraestruturas da organização terrorista Hezbollah” e matou mais de 220 “terroristas da organização terrorista Hezbollah”, segundo relatou nas suas redes sociais.

  • Cimeira China-EUA. "A montanha acabou por parir um rato"

    Bruno Cardoso Reis afirma que o encontro entre Donald Trump e Xi Jiping teve resultados limitados. Para o historiador, as promessas de compra de aviões foram modestas face ao peso das duas economias.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Cimeira China-EUA. “A montanha acabou por parir um rato”

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