Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Vamos continuar a acompanhar a atualidade nacional no novo artigo em direto que agora abrimos.

    Madrugada sem grandes incidentes na região Centro. Registadas mais de 1.500 ocorrências na terça-feira

  • Partidos avaliam necessidade de adiar debate quinzenal por causa de situação em Coimbra

    Esta noite, os líderes parlamentares mantiveram contacto sobre a possibilidade de ter de ser adiado o debate quinzenal com o primeiro-ministro que está marcado para esta quarta-feira. A decisão depende da situação em Coimbra.

    Ao que o Observador apurou, existe abertura para esse adiamento por parte de alguns partidos, como o PS. A situação está a ser avaliada, ao minuto, entre os responsáveis políticos.

  • Administração Interna, a pasta de todas as polémicas

    A pasta da Administração Interna não é fácil de gerir. E por isso poucos são os ministros com longas permanências no cargo. Blasco resistiu porque o governo caiu. Maria Lúcia Amaral seguiu a tendência

    Administração Interna, a pasta de todas as polémicas

  • “Medidas do Governo são insuficientes para populações”

    Paula Santos (PCP) considera que o Governo falhou na resposta às tempestades e deixou populações sem apoio. Critica também que as medidas são tardias e insuficientes para resolver os problemas. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “Medidas do Governo são insuficientes para populações”

  • "É preciso experiência política que a ministra não tinha"

    Rui Pedro Antunes, editor de política do Observador, considera que faltou experiência política a Maria Lúcia Amaral para exercer cargo de MAI. Sublinha forma como ex-ministra geriu incêndios de 2025. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “É preciso experiência política que a ministra não tinha”

  • “Tempestades vieram acelerar processo de demissão da ministra”, diz APG-GNR

    Maria Lúcia Amaral “demonstrava uma grande impreparação” para a pasta que lhe foi confiada, considera César Nogueira. “Não conhecia as matérias de todo e por isso achamos nós que o próprio primeiro-ministro tem responsabilidade pela nomeação.”

    O líder da Associação dos Profissionais da Guarda teme que o processo negocial relativo à GNR seja mais arrastado, tanto quanto ao estatuto remuneratório que “é urgentíssimo” como a convergência das reformas que, explica o líder sindical, reduz o valor a receber de pensão. “A grande maioria dos profissionais vão ter menos cerca de 30% na sua pensão de reforma e um corte substancial”, avisa.

    Segundo César Nogueira, existem vários nomes no PSD que já passaram pelo MAI “noutras funções” e que podem vir a ser alternativas para o cargo de ministro. Questionado sobre nomes, o líder sindical preferiu não os precisar.

  • "A responsabilidade é do Primeiro-Ministro"

    Eduardo Cabrita, ex-ministro da MAI, afirma que a responsabilidade política é do primeiro-ministro. Critica ainda a gestão do Governo que desvalorizou a prevenção e falhou na resposta às crises. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “A responsabilidade é do Primeiro-Ministro”

  • "Problema vai do primeiro-ministro até à incapacidade do Governo"

    Paulo Muacho, deputado do Livre, considera que a gestão das catástrofes não é problema exclusivo da Ministra da Administração Interna. Aponta também o dedo ao timing da demissão da MAI. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “Problema vai do primeiro-ministro até à incapacidade do Governo”

  • "Foi um trabalho invisível sem consequências positivas"

    Fernando Silva, ministro sombra do Chega, critica a forma como Maria Lúcia Amaral geriu as tragédias deste inverno. Diz que não basta a ministra afirmar que trabalha, é preciso mostrar os resultados. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “Foi um trabalho invisível sem consequências positivas”

  • "Gouveia e Melo não me parece descabido"

    O líder parlamentar da IL diz que Maria Lúcia Amaral não tem capacidade de comunicação, nem espírito de liderança para o cargo. Considera que o ex almirante reúne algumas competências para a função. Ouça aqui a Resposta Pronta da Rádio Observador.

    “Gouveia e Melo não me parece descabido”

  • Ana Abrunhosa diz que nunca falou com a Ministra de Administração Interna durante o mau-tempo

    Questionada na RTP Notícias se falou com a ministra da Administração Interna demissionária, Maria Lúcia Amaral, durante toda a gestão do mau tempo, a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa respondeu: “Não. Nunca falei”.

    “Tenho falado muito e bem com a senhora ministra do Ambiente que é quem tutela a APA e que tem feito uma gestão excecional das barragens, dos caudais e é isso que me interessa”, acrescentou.

  • Maria Lúcia Amaral “não tinha muito perfil” para cargo de ministra, diz ANBP

    Fernando Curto, que preside à Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), considera que a ministra demissionária da Administração Interna apresentava “uma fragilidade em termos de decisão”, e que perante as tempestades, “teria que haver uma decisão mais rígida”.

    “Muitas das coisas que aconteceram ao longo ao longo deste tempo todo foram algumas situações que podiam ter sido remediadas e ter sido de outra forma em termos de decisão, em termos da prontidão”, salienta o representante dos bombeiros. “É muito importante não só a atividade, a decisão política, mas também a decisão técnica e operacional. E para isto, sinceramente, nem todas as pessoas estão talhadas para ser ministras da Administração Interna e acho que a senhora ministra estaria também nesse contexto.”

    Contudo, Fernando Curto frisa ser necessário “um ministro que tenha poderes para dar um murro na mesa”. Com esse novo ministro ou ministra, “vamos começar de novo outra vez”: “Do zero. Já começámos do zero tantas vezes. E chegamos a um ponto em que o País vive o que está a viver.”

    “Quando acontecem todas estas calamidades, esforçamo-nos mas depois sentimos que na realidade, já passou. Mas não houve nenhumas alterações de orgânica de fortalecimento dos bombeiros e andamos nisto”, lamenta. “É um ciclo que vai prejudicando o País. Vão morrendo pessoas, vai havendo um prejuízo brutal e depois não vemos a disponibilidade financeira para investir e fortalecer esta área.”

  • Demissão da ministra “peca por tardia”, defende líder do SINAPOL

    “Uma pessoa que não tem qualquer tipo de empatia” e que “não faz esforços para o diálogo social, não faz esforços para que haja o relacionamento institucional e diplomático saudável entre as partes”. Assim caracteriza Armando Ferreira a ministra demissionária Maria Lúcia Amaral, e vai mais longe: “É uma pessoa que vai ficar de facto na História de ser uma das piores ministras da Administração Interna que nós já tivemos”.

    Ao Observador, o líder do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL) frisa que, nas tempestades que antecederam a saída da governante, “ficou demonstrada a fragilidade que todos nós temos quando, de um momento para o outro, vemos a acontecer no nosso país aquilo que costumamos só ver na televisão a acontecer no país dos outros”.

    “Que isto seja um alerta para o senhor primeiro-ministro e para o próximo ministro da Administração Interna, de que tem que vir com um sentido de cooperação com os representantes das forças de segurança dos sindicatos, no sentido de vir melhorar a causa pública da segurança e não de vir afrontar, porque não é isso que vai ser bom para o País”, continua Armando Ferreira.

    “O próximo ministro tem que vir com um sentido de diálogo construtivo com os sindicatos e com uma retórica muito comunicativa e não como a senhora ministra tinha de embate em que não estava disponível para fazer absolutamente nada”, remata.

  • Marcelo Rebelo de Sousa recusa comentar timing da demissão: "É uma situação complexa"

    Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado sobre a decisão de Maria Lúcia Amaral, mas o Presidente em exercício recusou comentar se a demissão peca por tardia.

    “A senhora ministra entendeu que não tinha já condições, como dizia o comunicado. Transmitiu essa vontade ao senhor primeiro-ministro e eu aceitei esse pedido”, disse.

    Vincando que não ia “dizer mais nada” sobre o caso, Marcelo Rebelo de Sousa rematou: “Quem tomou a decisão, tomou; ponderou as circunstâncias, entendeu que não tinha condições.”

    “É uma situação complexa”, afirmou ainda.

  • Da estabilidade política à eutanásia. O que pensa Seguro?

    Presidente eleito foi pressionado a tomar posições em campanha que o vincularam em áreas como Saúde, Justiça ou Defesa. E também sobre impostos ou matérias de consciência. O que pensa, afinal, Seguro?

    Da estabilidade política à eutanásia. O que pensa Seguro?

  • Saída de Maria Lúcia Amaral era “inevitável”, assinala ASPP/PSP

    Paulo Santos, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP-PSP), considerou ao Observador que a saída de Maria Lúcia Amaral era “inevitável”.

    “Havia muitas dificuldades de comunicação, porque a senhora ministra da Administração Interna não tinha, na nossa opinião, a sensibilidade de compreender aquilo que nós dizíamos e que efetivamente tinha alguma dificuldade em dar respostas àquilo que eram as nossas reivindicações”, explica ao Observador.

    “Aquilo que nós pretendemos é que venha para ministro da Administração Interna alguém que tenha a noção daquilo que é a complexidade deste Ministério, que venha com vontade de resolver problemas, mas tenha também a legitimidade política por parte do Governo e do seu primeiro-ministro, para que possa resolver questões com com autonomia e a todos os níveis”, de forma a “cumprir o acordo que foi celebrado com os sindicatos da PSP e as associações da GNR em julho de 2024”, numa referência aos aumentos do suplemento de risco negociados com Margarida Blasco.

    “O senhor primeiro-ministro, enquanto responsável máximo do Governo, é que traça a linha política e a ação política do Governo. Terá que ter o devido cuidado e a devida atenção para ter este ministério ativo”, concluiu o líder sindical.

  • Demissão de Maria Lúcia Amaral "era a única saída", defende líder do Bloco de Esquerda

    O coordenador do Bloco de Esquerda defendeu que “a demissão da ministra da Administração Interna era a única saída”, face à gestão que o Governo tem feito da crise que o país atravessa.

    “Entre a falta de prevenção e o erro na resposta, o Governo falhou no seu dever mais básico: proteger o nosso povo. Milhares de famílias pagaram o preço da incompetência e do abandono. O país exige mudanças, não apenas demissões”, escreveu José Manuel Pureza na rede social Instagram.

  • Rui Rocha: escolher Hugo Soares para assumir Administração Interna pode levar à queda do Governo

    O antigo líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, pronunciou-se sobre a demissão da ministra da Adminsitração Interna — mas focou-se na escolha da próxima pessoa que deverá assumir esta pasta.

    O liberal deixou claro que, caso a escolha seja o presidente do grupo parlamentar do PSD, será o primeiro passo para a queda do Governo.

    “Se a escolha de Montenegro para o MAI for Hugo Soares, tratar-se-á de uma decisão de enorme coragem que pode mesmo, a prazo, significar o fim deste governo”, escreveu na rede social X.

  • Montenegro "vai perdendo o controlo do Governo" a pouco e pouco, diz Ventura

    O líder do Chega também já reagiu à saída de Maria Lúcia Amaral do Governo e considera que “é a prova da incapacidade do Governo em gerir todas as adversidades” que o país tem vivido nos últimos dias.

    Para André Ventura, esta decisão prova que Montenegro “vai perdendo o controlo do Governo”, passo a passo, “da saúde à administração interna”, lê-se na sua publicação na rede social X.

    “Quanto mais tempo vai demorar até serem resolvidos os outros ‘erros de casting’ deste Governo?”, remata.

  • PAN: demissão de ministra "já era expectável"

    A líder do PAN também já reagiu à saída da ministra da Administração Interna e disse que “já era expectável”.

    “Ou existe de facto uma visão de Luís Montenegro em que passa a dar prioridade à prevenção (…) ou então, seja qual for a figura que colocar neste cargo, vamos estar sempre a correr contra os prejuízos”, alertou Inês Sousa Real em declarações à TSF.

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