Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Nova Iorque investiga administração Trump por abuso de informação privilegiada depois das ações subirem
- Wall Street fecha em alta devido a isenção provisória sobre produtos tecnológicos
- Presidente guineense anuncia taxa aduaneira de 10% na importação dos Estados Unidos
- Comissão Vitivinícola do Alentejo quer afastar "elefante na sala" com Mercosul
- Nvidia vai produzir supercomputadores 100% feitos nos EUA. Trump elogiou anúncio
- Tarifas a produtos farmacêuticos serão implementadas "num futuro não muito distante", diz Trump
- EUA estão a fazer "enormes progressos" na negociação com União Europeia, diz conselheiro da Casa Branca Kevin Hassett
- China suspendeu exportações de minerais e ímanes essenciais
- Bolsas europeias abrem no "verde" apesar de algum receio sobre isenções aos "chips"
- Tarifas. EUA vão negociar com Coreia, Japão e Índia
Histórico de atualizações
-
O que se passou até agora
- Os Estados Unidos e a União Europeia estão a fazer “enormes progressos” nas negociações para eliminar ou reduzir as tarifas reciprocamente impostas desde 2 de abril. Kevin Hassett, conselheiro da Casa Branca, confirmou que ambas as partes concordaram em pausar a aplicação das tarifas enquanto procuram uma solução negociada, assegurando ainda que não é esperada uma recessão económica nos EUA.
- A China anunciou a suspensão das exportações de uma vasta gama de minerais e ímanes essenciais, uma medida em retaliação às tarifas impostas pelos Estados Unidos. Esta ação ameaça comprometer o fornecimento de componentes críticos para indústrias globais, incluindo a automóvel e a de semicondutores, aumentando as tensões na guerra comercial.
- A Nvidia anunciou planos para investir na produção de supercomputadores de inteligência artificial inteiramente fabricados nos Estados Unidos, em resposta às novas tarifas de importação impostas por Donald Trump. Este movimento visa fortalecer a cadeia de abastecimento da Nvidia e atender à crescente procura por tecnologias de IA.
- As ações de diversas empresas dos EUA, incluindo o banco de investimento Goldman Sachs, registaram uma subida após ser anunciada uma isenção provisória de sobretaxas sobre produtos tecnológicos como smartphones, computadores e semicondutores. Este anúncio levou a um fecho em alta dos principais índices da bolsa de Nova Iorque.
[Já saiu o quinto episódio de “O Misterioso Engenheiro Jardim”, o novo PodcastPlus do Observador que conta a história de Jorge Jardim, o empresário que, na verdade, era um agente secreto que liderou missões perigosas em todo o mundo, tentou criar um país e deu início a um clã de mulheres aventureiras. Pode ouvir aqui, no Observador, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E pode ouvir aqui o primeiro episódio, aqui o segundo, aqui o terceiro e aqui o quarto episódio]
-
Bom dia.
Encerramos este liveblog.
Pode continuar a acompanhar a guerra comercial originada pelo pacote de tarifas anunciado por Donald Trump neste outro liveblog.
-
OPEP revê em baixa previsões de procura de petróleo para 2025 e 2026
A OPEP prevê que “as tarifas recentemente anunciadas pelos EUA” desacelerem o crescimento económico mundial e o consumo global de petróleo, razão pela qual reviu nesta segunda-feira em baixa as previsões para a procura mundial de crude em 2025 e 2026.
No relatório mensal divulgado nesta segunda-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estima que o mundo irá consumir uma média de 105,20 milhões de barris por dia e 106,63 milhões de barris por dia de crude este ano e no próximo, respetivamente.
Estes números são 150.000 barris por dia e 300.000 barris por dia inferiores, respetivamente, do que os estimados há um mês.
-
Nova Iorque investiga administração Trump por abuso de informação privilegiada depois das ações subirem
O gabinete da procuradora-geral de Nova Iorque, Letitia James, confirmou à CNN que está em curso a investigação sobre o alegado abuso de informação privilegiada por parte dos oficiais e associados da administração Trump em torno da pausa de 90 dias na aplicação de tarifas.
A investigação está na fase inicial, segundo o mesmo jornal.
-
Wall Street fecha em alta devido a isenção provisória sobre produtos tecnológicos
A bolsa nova-iorquina encerrou esta segunda-feira em alta, impulsionada pelo anúncio de uma isenção provisória das sobretaxas aduaneiras americanas sobre os produtos tecnológicos, liderados pelos smartphones e computadores, bem como pelos semicondutores.
Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,78%, o índice do tecnológico Nasdaq subiu 0,64% e o índice alargado S&P500 subiu 0,79%.
O rendimento das obrigações do Tesouro a dez anos diminuiu significativamente, para 4,38% por volta das 20h20, em comparação com 4,49% no fecho de sexta-feira.
O banco de investimento norte-americano Goldman Sachs terminou o dia a subir 1,93%, depois de ter superado as expectativas no primeiro trimestre, reportando esta segunda-feira um recorde nos mercados de capitais e nas atividades de financiamento, bem como um “desempenho sólido” na corretagem de mercadorias, divisas e rendimento fixo.
-
Presidente guineense anuncia taxa aduaneira de 10% na importação dos Estados Unidos
Presidente guineense, Umaro Sisssoco Embaló, anunciou esta segunda-feira que o país vai assumir “o princípio de reciprocidade” e fixar também uma tarifa aduaneira de 10% aos produtos importados dos Estados Unidos de América com quem admite “conversar depois”.
“Já disse que não existem Estados pequenos, existem países pequenos”, observou Umaro Sissoco Embaló, à margem de uma visita às obras de construção de um “novo hospital de referência”, em Bissau, financiado pelos Emirados Árabes Unidos.
A administração do presidente norte-americano, Donald Trump fixou uma taxa de 10% aos produtos provenientes da Guiné-Bissau, uma medida que Umaro Sissoco Embalo considera normal.
“Nós também vamos fixar-lhes as tarifas. É vice-versa (…). Trump é presidente dos Estados Unidos, Umaro Sissoco Embaló é presidente da Guiné-Bissau”, defendeu Embaló.
-
Comissão Vitivinícola do Alentejo quer afastar "elefante na sala" com Mercosul
O presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA), Luís Sequeira, defendeu esta segunda-feira que, perante o “elefante na sala” das tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, deve ser desbloqueado o acordo de comércio livre com o Mercosul.
“Nós, até há bem pouco tempo, tínhamos na Europa um problema sério de negociação com o Mercosul. Se calhar, é a altura, rapidamente, de desbloquearmos estas questões”, afirmou Luís Sequeira, em declarações aos jornalistas, em Évora, após a cerimónia de tomada de posse como presidente da CVRA.
E também o mercado do Canadá poderá ser uma solução a considerar, caso avancem as tarifas dos Estados Unidos da América (EUA) aos vinhos provenientes dos países da União Europeia, acrescentou o mesmo responsável.
“Com o Canadá, onde há relativamente pouco tempo se abriu um espaço enorme, por oposição ao espaço ocupado pelos norte-americanos, constitui mais uma opção, mais uma possibilidade”, disse.
-
Nvidia vai produzir supercomputadores 100% feitos nos EUA. Trump elogiou anúncio
A Nvidia, uma das maiores fabricantes de chips informáticos, anunciou que iria investir para produzir supercomputadores de inteligência artificial 100% feitos nos Estados Unidos, por causa das tarifas impostas por Trump.
“A inclusão da produção americana ajuda-nos a responder melhor à incrível e crescente procura de chips de IA e supercomputadores, reforça a nossa cadeia de abastecimento e aumenta a nossa resiliência”, afirmou o CEO da empresa, Jensen Huang, citado pela NBC News.
A empresa afirmou ainda que quer produzir cerca de 440 mil milhões de euros em infraestrutura de IA nos Estados Unidos nos próximos quatro anos.
Na Casa Branca, Trump elogiou fervorosamente o anúncio da empresa, considerando-o “um dos maiores” que já tinham sido ouvidos e sublinhou o papel das tarifas, a que chamou “uma das palavras mais bonitas do dicionário”.
-
Tarifas a produtos farmacêuticos serão implementadas "num futuro não muito distante", diz Trump
Falando na Casa Branca com o homólogo de El Salvador, o Presidente dos EUA, Donald Trump, avisou que os EUA iriam impor tarifas a produtos farmacêuticos “num futuro não muito distante”.
“Não fazemos os nossos medicamentos”, acrescentou Trump que sublinhou que “quanto mais depressa impuserem tarifas, mais rápido as empresas voltam”.
-
Contramedidas da UE às tarifas norte-americanas suspensas entre hoje e 14 de julho
As contramedidas anunciadas pela União Europeia (UE) para responder às tarifas aduaneiras impostas pelos Estados Unidos ao aço e alumínio comunitários estão suspensas entre hoje e 14 de julho para permitir negociações, oficializou a Comissão Europeia.
“A União Europeia suspendeu as suas contramedidas em relação às tarifas comerciais injustificadas impostas pelos Estados Unidos, a fim de dar tempo e espaço para as negociações entre a UE e os EUA”, anuncia em comunicado o executivo comunitário, que detém a competência da política comercial no espaço comunitário.
Para tal, a instituição adotou hoje — uma semana após o anúncio de tal suspensão, que se deveu à pausa temporária norte-americana na aplicação de tarifas recíprocas de 20% à UE — dois atos jurídicos que impõem e suspendem as suas contramedidas, com efeito até 14 de julho deste ano.
No total, a resposta comunitária agora suspensa abrange 21 mil milhões de euros de exportações dos Estados Unidos e, além destas, “prosseguem os trabalhos preparatórios sobre outras contramedidas da UE” que possam vir a ser adotadas.
Para Bruxelas, os novos direitos aduaneiros de Washington são “injustificados e prejudiciais, correndo o risco de causar danos económicos a ambas as partes, bem como à economia mundial”.
Certo é que a UE prefere dialogar com o seu parceiro transatlântico e, por isso, o comissário europeu do Comércio, Maros Sefcovic, está hoje em Washington para reuniões com os seus homólogos norte-americanos a fim de explorar o terreno para uma solução negociada.
-
EUA param encomendas de vinhos portugueses e da Europa
O presidente da Associação Nacional dos Comerciantes e Exportadores de Vinhos e Bebidas Espirituosas (ANCEVE), Paulo Amorim, disse nesta segunda-feira que “os EUA pararam as encomendas de vinhos portugueses e de vinhos da Europa”.
“A incerteza é terrível e com a incerteza a cadeia de distribuição nos Estados Unidos parou as encomendas de vinhos portugueses e de vinhos da Europa e, portanto, neste momento estamos a enfrentar um problema terrível e não estamos a conseguir vender”, afirmou o presidente da associação.
Paulo Amorim teme ainda que, a concretizarem-se as tarifas, a “maior parte do prejuízo seja assumido pelos produtores de vinho”, o que considera uma “injustiça gigantesca”.
-
Eurodeputado do PS propõe novo imposto na UE sobre "gigantes" tecnológicas
O eurodeputado socialista Bruno Gonçalves propôs esta segunda-feira, numa carta enviada à presidente da Comissão Europeia, a criação de um imposto na União Europeia (UE) sobre as “gigantes” tecnológicas, na sequência das “agressivas tarifas” norte-americanas.
“A Comissão deve estar preparada para propor um imposto comum sobre serviços digitais na UE”, referiu o parlamentar do PS na missiva enviada a Ursula Von der Leyen, subscrita por mais de 40 eurodeputados de todos os grupos políticos, exceto da extrema-direita.
“Podemos esperar essa proposta no contexto das agressivas tarifas de ‘Dia da Libertação’ da administração [norte-americana de Donald] Trump e/ou da recente troca de opiniões entre os chefes de Estado e de Governo da UE sobre novos recursos próprios, conforme mencionado nas mais recentes conclusões do Conselho Europeu?”, questionou Bruno Gonçalves na carta, a que a Lusa teve acesso.
-
Wall Street abre em alta após anúncio de isenção de tarifas no setor tecnológico
A bolsa de Nova Iorque iniciou a semana em alta, com os principais índices a avançarem, depois de os EUA terem anunciado uma isenção temporária de tarifas sobre o setor tecnológico.
Assim, pelas 14h46 (hora de Lisboa), o índice seletivo Dow Jones ganhava 0,83%, para 40.548,13 pontos.
Já o alargado S&P 500 avançava 1,55%, para 5.446,36 pontos e o tecnológico Nasdaq subia 1,21%, para 16.926,94 pontos.
-
Agricultores dizem sentir retração das encomendas dos Estados Unidos
O dirigente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) Vítor Rodrigues disse esta segunda-feira que já se sentem “retrações a nível das encomendas, sobretudo com origem nos Estados Unidos”, na sequência das tarifas anunciadas por Donald Trump.
“O que já se verifica, por um lado, são retrações a nível das encomendas, sobretudo com origem nos Estados Unidos, afetando vários setores, mas há também um problema que foi aqui colocado, que tem a ver com as matérias-primas das quais nós dependemos para a nossa produção”, informou o dirigente.
Vítor Rodrigues falou aos jornalistas após reunir-se, em conjunto com outras 16 associações do setor, com o ministro da Economia e com o ministro da Agricultura e Pescas, em Lisboa, no âmbito das tarifas anunciadas pelo Presidente dos Estados Unidos.
O dirigente da associação trouxe algumas preocupações para a reunião com o Governo, nomeadamente a questão da soberania alimentar, e acrescentou ainda que é necessário rever a “Diretiva de Práticas Leais Comerciais a nível da União Europeia para proibir a compra de produtos agrícolas abaixo dos custos de produção”.
-
EUA estão a fazer "enormes progressos" na negociação com União Europeia, diz conselheiro da Casa Branca Kevin Hassett
Os EUA estão a fazer “enormes progressos” na negociação com a União Europeia, revelou Kevin Hassett, diretor do National Economic Council – ou seja, um dos principais conselheiros da administração sobre política económica. Depois de Trump anunciar a “pausa” de 90 dias na aplicação das tarifas “recíprocas”, a União Europeia também congelou a entrada em vigor das tarifas que tinham sido acordadas para entrar nesta terça-feira, 15 de abril – para dar tempo aos dois lados para negociar uma solução que elimine ou reduza as taxas anunciadas.
Em entrevista à Fox News, o responsável também garantiu que o organismo que lidera “não prevê, de todo, uma recessão” económica nos EUA e acrescentou, ainda, que “não houve negociações de ações com informação privilegiada” na Casa Branca no dia em que Trump anunciou a pausa de 90 dias nas “tarifas recíprocas”. Essa suspeita, confirmada pelo partido democrata, baseia-se no aumento do volume negociado nas bolsas (NYSE e Nasdaq) momentos antes de Trump anunciar a pausa nas suas redes sociais.
MICHAEL REYNOLDS/EPA
-
China suspendeu exportações de minerais e ímanes essenciais
A China suspendeu as exportações de uma vasta gama de minerais e ímanes, o que o The New York Times alerta que ameaça cortar o fornecimento de componentes essenciais aos fabricantes de automóveis, fabricantes aeroespaciais, empresas de semicondutores e forças militares em todo o mundo.
Os materiais em causa são, segundo o jornal, usados para montar vários produtos desde carros e drones até robôs e mísseis – a saída destes produtos de vários portos chineses foi interrompida até que o governo chinês elabore um novo sistema regulamentar para a venda destes produtos ao exterior.
O risco é que esse novo sistema possa impedir permanentemente que os fornecimentos cheguem a determinadas empresas, incluindo as empresas militares americanas. Esta é uma decisão que faz parte da retaliação da China ao forte aumento das tarifas imposto pelo presidente Trump, que começou a 2 de abril.
Dois dias depois desse “Dia da Libertação”, como lhe chamou Trump, o governo chinês restringiu a exportação de seis tipos de metais pesados provenientes de terras raras, que são processados na China. Desde aí que esses produtos podiam sair do país mas apenas com licenças especiais de exportação.
-
Riscos geopolíticos geram maior pressão em décadas sobre estabilidade financeira global, segundo o FMI
Os riscos geopolíticos aumentaram especialmente a partir de 2022 e estão a gerar o maior nível de pressão visto em décadas sobre a estabilidade financeira global, segundo uma antecipação do relatório anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgada esta segunda-feira.
O capítulo em causa, intitulado “Riscos geopolíticos: implicações para os preços dos ativos e a estabilidade financeira”, refere que os conflitos, guerras, ataques terroristas e escaladas militares, a par do aumento da despesa militar média dos países em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e da imposição de sanções comerciais e transacionais, aumentaram nos últimos três anos, sobretudo, na sequência da guerra na Ucrânia.
O texto refere que um indicador que agrega todos estes elementos para captar o “risco geopolítico global” está, atualmente, no “nível mais elevado em décadas”.
Este facto aumenta os riscos para o circuito financeiro mundial decorrentes da maior possibilidade de conflitos militares diretos, que têm “um efeito desproporcionadamente maior e mais persistente nos preços dos ativos”.
-
Trump diz que, afinal, não houve isenção para "chips" e eletrónica – "ninguém se vai safar" das tarifas
Depois de, na sexta-feira, ter sido noticiado que a Casa Branca podia isentar as importações de produtos eletrónicos, Donald Trump veio esclarecer que “não há qualquer isenção” nas tarifas.
-
China. Autoridades alfandegárias dizem ter detetado salmonela em carne vinda dos EUA
A autoridades alfandegária da China anunciou nesta segunda-feira ter detetado salmonela em importações vindas dos EUA de carne de aves e, também, em farinha de ossos.
Em comunicado, a autoridade anunciou que irá reforçar a inspeção e a quarentena dos produtos importados, em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis.
O incidente surge num momento de fortes tensões comerciais entre as duas potências, causadas pelas tarifas lançadas por Donald Trump e acompanhadas pela China.
-
Diplomacia da UE discute esta segunda-feira conflito na Ucrânia e relação com Palestina
Os chefes da diplomacia dos 27 da União Europeia (UE) reúnem-se esta segunda-feira no Luxemburgo com o conflito na Ucrânia como principal tópico de agenda, num dia também marcado pelo primeiro diálogo a alto nível com as autoridades palestinianas.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, participa na reunião, que é presidida pela alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas.
O tópico das tarifas impostas por Washington à UE, e a consequente reação do bloco europeu, não consta no alinhamento oficial da reunião, mas é expectável que possa ser abordada dada a relevância e o impacto do assunto nas relações internacionais.