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  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 4.000 operacionais em 46 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 00h50:

    • 4.091 operacionais estão no terreno a combater 46 incêndios em todo o território do continente português;
    • Mais de 1.300 meios terrestres estão envolvidos no combate aos fogos;

    Há oito incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: Freixo de Espada à Cinta, Arganil, Mirandela, Trancoso, Montalegre, Sabugal, Tarouca e Carrazeda de Ansiães.

    O fogo que mobiliza mais meios é o que está a lavrar em Piódão, Arganil: estão no terreno 1610 operacionais, com o apoio de 539 veículos terrestres.

    [Governo decide que é preciso invadir a embaixada para pôr fim ao sequestro. É chamada uma nova força de elite: o Grupo de Operações Especiais. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. Ouça no site do Observador o quinto episódio deste podcastplus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Bom dia,

    Obrigado por terem acompanhado este artigo em direto. Ao longo desta quarta-feira, vamos continuar a cobrir neste novo liveblog a evolução dos fogos que assolam o território nacional.

    Quase 3.700 operacionais combatem chamas esta manhã. Com 1.600 bombeiros, fogo de Arganil é o que mais preocupa

    Obrigado por continuar connosco.

  • Ferido grave no Sabugal apresenta queimadura extensa

    O homem que ficou ferido com gravidade no incêndio no Sabugal, na terça-feira, apresenta “uma queimadura extensa”, estando a ser “avaliado e estabilizado” no serviço de urgência do Hospital de São João, no Porto, adiantou à Lusa fonte hospitalar.

    Fonte do Hospital de São João, no Porto, referiu na terça-feira à noite que a vítima “apresenta uma queimadura extensa e encontra-se a ser avaliado e estabilizado no SU (serviço de urgência).

  • Em Chaves fogo tem três frentes, uma arde com intensidade

    O incêndio que entrou em Chaves, vindo de Espanha, tinha pelas 23:00 três frentes ativas, uma a arder com grande intensidade, com a aldeia de Bustelo a causar mais preocupação, disse hoje o segundo comandante sub-regional do Alto Tâmega.

    Bruno Sarmento referiu que os meios estão posicionados para proteção a esta localidade e acrescentou que a frente que arde com mais intensidade é a que segue para o Santuário de São Caetano, na direção do concelho de Montalegre.

    O comandante disse que esta vai ser uma noite de muito trabalho, tal como se perspetiva que aconteça durante todo o dia de quarta-feira.

    De acordo com o segundo comandante da sub-região do Alto Tâmega e Barroso, até ao momento foram atingidas três casas devolutas e um armazém agrícola.

    O incêndio entrou hoje no concelho de Chaves, proveniente da Galiza, Espanha, pela zona de Cambedo da Raia e tocou em várias aldeias como Agrela, Torre, Couto, Vilela Seca, Outeiro Seco e a zona empresarial de Chaves.

    O vento forte foi a principal dificuldade para o combate às chamas.

    Na segunda-feira, o fogo já tinha passado a fronteira na zona de Vilar de Perdizes, concelho de Montalegre.

    Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 23:20 estavam mobilizados 376 operacionais e 121 viaturas para esta ocorrência que, em território nacional, teve início às 10:25 de segunda-feira, em Vilar de Perdizes.

  • Fogo em Vila Flor mantém uma frente ativa mas perdeu intensidade

    O fogo que lavra no concelho de Vila Flor, no distrito de Bragança, mantém uma frente ativa, mas perdeu intensidade, estando a dirigir-se a uma área que já ardeu na segunda-feira, disse hoje o presidente da Câmara.

    Em declarações à agência Lusa, Pedro Lima afirmou que ainda se mantém uma frente ativa “medonha” e “bastante grande”, no “fundo da aldeia” de Vale Frechoso, em Vila Flor, mas agora lavra com “muito menos intensidade” e em direção a uma área que já ardeu na segunda-feira.

    O vento, que tem estado a dificultar o trabalho dos bombeiros, também acalmou, indicou o autarca.

    “No concelho de Vila Flor já estamos um bocadinho mais tranquilos”, referiu.

    No concelho de Alfândega da Fé, também no distrito de Bragança, há igualmente a registar uma frente ativa na freguesia de Eucísia, estando o fogo a dirigir-se para o Itinerário Complementar (IC) 5, onde a estrada está cortada entre Junqueira e Alfândega da Fé, indicou o vice-presidente da União das Freguesias de Eucísia, Gouveia e Valverde.

    “Há aqui uma janela de oportunidade para apagarem o fogo”, disse Miguel Vieira, que acrescentou que os bombeiros estão na estrada para conseguirem apanhar o incêndio que está a “diminuir a intensidade”.

    No entanto, o autarca receia queFogo o panorama possa mudar porque o fogo já esteve apagado, mas reacendeu.

    “Nós já o vimos apagado e, de um momento para o outro, reacendeu, tudo mudou. É só o vento mudar e o cenário muda”, disse.

    O incêndio que deflagrou em Mirandela, no domingo, chegou a várias aldeias do concelho de Vila Flor, como Trindade, Benlhevai, Valbom, Santa Comba da Vilariça e Vale Frechoso.

    Também chegou ao concelho de Alfândega da Fé, às localidades de Vilares da Vilariça, Vilarelhos, Valverde e Eucísia.

    Pelas 23:15 combatiam aquele incêndio 350 operacionais e 118 veículos, segundo a página de internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

  • Rui Rocha garante que pedido de ajuda ao Mecanismo Europeu não foi tardio e dependeu de uma "análise operacional"

    Confrontado com a pergunta de porque é que o Governo apenas acionou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil ao fim de 20 dias de incêndios, o Rui Rocha defende que esse é um “mecanismo de último recurso para os países participantes” e que foi acionado após uma “análise operacional” feita pelos técnicos.

    “Não é o Secretário de Estado ou o primeiro-ministro que decide acionar”, afirmou, adiantando que o pedido foi feito “assim que foi comunicado ao governo que havia essa necessidade”.

    Conforme já tinha sido noticiado, Rui Rocha confirmou que o pedido — oficializado na sexta-feira, 15 de agosto — resultou da falha em extinguir o fogo na serra da Lousã.

  • Secretário de Estado defende que resposta tem sido "positiva" à exceção de "descoordenações momentâneas"

    Confrontado com as críticas feitas por vários autarcas e populares que a resposta dos dispositivo nacional de combate aos incêndios tem sido insuficiente, Rui Rocha considera que, face às circunstâncias, a resposta tem sido “positiva”.´

    No entender do Secretário de Estado da Proteção Civil, os operacionais distribuídos pelo país em prevenção “permitem que tenhamos uma taxa de sucesso no ataque inicial superior a 90%”.

    Os casos onde esse ataque não debela logo o fogo, argumenta, foram motivados por “circunstâncias anormais”, como “as trovoadas secas que provocaram o incêndio de Piódão, Arganil e Sátão” ou os “ventos também completamente anormais e convectivos”. Nessas circunstâncias, “muitas vezes, a propagação do fogo é muito mais rápida do que a capacidade de mobilizar meios”, explica.

    Como resultado, “temos tido frequentemente quatro ou cinco incêndios de grande dimensão que ocupam milhares de operacionais”.

    Face a estas circunstâncias, Rui Rocha defende que “a forma como dispositivo tem respondido, apesar de todas estas incidências, tem sido positiva”, pese as “descoordenações momentâneas” motivadas pela “complexidade dos teatros de operações”.

  • Área ardida em Chaves poderá ultrapassar os 3.000 hectares

    O presidente da Câmara de Chaves disse que a velocidade de progressão do incêndio que entrou hoje no concelho, vindo de Espanha, foi “absolutamente excecional”, estimando que possa ultrapassar os 3.000 hectares de área ardida.

    Nuno Vaz referiu que “muito provavelmente” a área ardida hoje poderá atingir os 3.000 a 4.000 hectares, um valor equivalente a um outro incêndio que atingiu o concelho em julho de 2022, percorrendo as mesmas aldeias, mas em sentido inverso.

    Em 2022, a área ardida foi de 3.368 hectares.

    O autarca disse que a progressão do fogo foi muito rápida e aleatória, por causa do vento forte que atingiu rajadas de 40 quilómetros por hora e que a prioridade dos operacionais foi proteger pessoas e casas.

    Referiu ainda que já há alguns dias que este concelho do norte do distrito de Vila Real estava a ser ameaçado pelo incêndio que lavra na Galiza, em Espanha, e que hoje entrou no município pela zona de Cambedo.

    Na segunda-feira, já tinha chegado a Vilar de Perdizes, no concelho vizinho de Montalegre.

    “Os que estão envolvidos no combate a este incêndio têm realçado que a velocidade a que ele progride é absolutamente assinalável”, salientou o autarca.

  • Secretário de Estado da Proteção Civil cita condições climatéricas favoráveis para não prolongar estado de Alerta

    Vigente desde 2 de agosto e prolongado por quatro ocasiões, o estado de alerta decretado pelo Governo termina às 23h59 desta terça-feira, 19 de agosto. Em entrevista à SIC Notícias, Rui Rocha explicou porquê.

    “A partir desta noite vai haver uma descida da temperatura que vai colocar as temperaturas aos níveis habituais de agosto e com a humidade a ser bastante maior do que foi nos últimos dias”, afirmou.

    Antes, foi necessário mantê-lo porque “estamos há 25 dias com condições meteorológicas de grande severidade, não há memória neste século de termos um período tão prolongado com tão baixa humidade, com o vento que se faz sentir estes dias e com altas temperaturas”.

    Este aliviar da situação foi, adiantou, o principal aspeto que fez o Governo “não prolongar a situação de alerta”, mas não foi o único, já que as restrições que impunha têm “consequências para atividades que ficam condicionadas”.

  • Fogo na Pampilhosa da Serra voltou a descontrolar-se durante a tarde

    O incêndio que lavra na Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, voltou a ficar descontrolado durante a tarde de hoje, tendo posto novamente várias aldeias em risco, disse o presidente da Câmara.

    “Apesar de uma noite [de segunda para terça-feira] calma e que trouxe alguma tranquilidade e de se achar que as linhas de fogo estavam reduzidas a apenas alguns reacendimentos, esses reacendimentos originaram, novamente, grandes fogos”, afirmou à agência Lusa Jorge Custódio.

    Segundo o autarca, o fogo voltou a ficar descontrolado durante a tarde e o concelho continua a ter várias frentes ativas, que colocaram em risco aldeias, “algumas delas por onde o fogo até já tinha passado, mas que voltou a queimar o que não havia sido queimado”.

    “Enfim, é o que temos”, desabafou.

    De acordo com Jorge Custódio, o incêndio continua a ameaçar as aldeias do Esteiro, Porto de Vacas, Machialinho, Adurão, Carregal do Zêzere e Dornelas do Zêzere.

    O fogo tem “uma extensão considerável” e já terá consumido cerca de sete mil hectares no concelho, segundo estimativas dos serviços municipais, avançou.

    A estratégia para a noite repete-se, dia após dia: “Tentar, com a diminuição da temperatura e aumento da humidade, ter mais uma noite de combate para, enfim, novamente, reduzir o fogo”, disse.

    O autarca referiu que, até ao momento, não tem conhecimento de casas de primeira habitação afetadas no concelho.

    A Pampilhosa da Serra já tinha sido afetada por um outro fogo iniciado na Covilhã, em 10 de agosto e dado como dominado no dia 13, estando desde quarta-feira a braços com o grande incêndio que começou em Arganil, também no distrito de Coimbra, e que se estendeu aos distritos de Castelo Branco e Guarda.

    “Estamos há uma semana e meia sem dormir”, lamentou Jorge Custódio.

  • Fogo na Pampilhosa da Serra voltou a descontrolar-se durante a tarde

    O incêndio que lavra na Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, voltou a ficar descontrolado durante a tarde de hoje, tendo posto novamente várias aldeias em risco, disse o presidente da Câmara.

    “Apesar de uma noite [de segunda para terça-feira] calma e que trouxe alguma tranquilidade e de se achar que as linhas de fogo estavam reduzidas a apenas alguns reacendimentos, esses reacendimentos originaram, novamente, grandes fogos”, afirmou à agência Lusa Jorge Custódio.

    Segundo o autarca, o fogo voltou a ficar descontrolado durante a tarde e o concelho continua a ter várias frentes ativas, que colocaram em risco aldeias, “algumas delas por onde o fogo até já tinha passado, mas que voltou a queimar o que não havia sido queimado”.

    “Enfim, é o que temos”, desabafou.

    De acordo com Jorge Custódio, o incêndio continua a ameaçar as aldeias do Esteiro, Porto de Vacas, Machialinho, Adurão, Carregal do Zêzere e Dornelas do Zêzere.

    O fogo tem “uma extensão considerável” e já terá consumido cerca de sete mil hectares no concelho, segundo estimativas dos serviços municipais, avançou.

    A estratégia para a noite repete-se, dia após dia: “Tentar, com a diminuição da temperatura e aumento da humidade, ter mais uma noite de combate para, enfim, novamente, reduzir o fogo”, disse.

    O autarca referiu que, até ao momento, não tem conhecimento de casas de primeira habitação afetadas no concelho.

  • Fogo em Carrazeda de Ansiães com duas frentes ativas

    O incêndio que deflagrou hoje em Carrazeda de Ansiães, no distrito de Bragança, tinha pelas 21h30 duas frentes ativas, segundo o comandante dos bombeiros locais.

    Em declarações à agência Lusa, o comandante Abílio Félix disse que as chamas consomem para já apenas mato e que não há habitações em perigo, embora a aldeia Seixo de Ansiães se encontre na linha de fogo. “Ainda está longe. Esperamos que não chegue lá”, vincou.

    O incêndio começou por volta das 13h30, ainda arde com alguma intensidade e o combate está a ser dificultado pelo vento, acrescentou.

    Às 21h30 estavam a combater as chamas 130 operacionais, apoiados por 38 viaturas.

    Durante a tarde, um meio aéreo também esteve no teatro de operações.

  • Dominado fogo no concelho de Nisa

    Um incêndio em povoamento florestal que deflagrou hoje à tarde no concelho de Nisa, distrito de Portalegre, foi dado como dominado às 20h00, revelou à agência Lusa fonte da Proteção civil.

    A fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou que o incêndio deflagrou na zona de Arez, tendo o alerta sido dado às 17:52.

    As chamas consumiram uma área de mato, pasto e sobreiros, e não houve registo de feridos nem de habitações afetadas, adiantou.

    Segundo o comando sub-regional, estiveram envolvidos no combate às chamas 129 operacionais, apoiados por 35 veículos e sete meios aéreos.

  • Detido homem suspeito de atear fogo florestal no concelho de Loulé

    Um homem de 29 anos foi detido na segunda-feira por suspeitas de ter ateado um incêndio cinco dias antes em Vale Covo, no concelho de Loulé, no distrito de Faro, informou hoje a PJ.

    “O suspeito terá ateado o incêndio com recurso a chama direta, durante a noite, numa zona isolada, utilizando para tal combustível”, refere a polícia num comunicado enviado às redações.

    Segundo a PJ, as altas temperaturas que se faziam sentir “potenciaram a rápida propagação do incêndio, pondo em risco floresta e habitações”.

    “O incêndio só não assumiu maiores proporções em virtude da pronta intervenção dos bombeiros sediados, nesta altura do ano, na localidade do Barranco do Velho”, acrescenta-se na nota.

    De acordo com a PJ, o detido já tinha sido investigado pelo mesmo tipo de crimes, sendo agora presente a um primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação.

  • Aviões suecos atuaram todo o dia na zona do Sabugal

    Os dois aviões suecos de combate a incêndios que estão em Portugal estão a atuar desde a manhã de hoje no Sabugal, anunciou a proteção civil, que tem ativado o protocolo de cooperação transfronteiriço com Espanha.

    Em resposta à Lusa numa conferência de imprensa hoje realizada, o segundo comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Ribeiro, explicou que os “dois aviões médios Fire Boss que vieram da Suécia no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, começaram a atuar na manhã de hoje no teatro de operações de sabugal, onde, de acordo com a informação até às 18h30, ainda se mantêm em operação”.

    Segundo José Ribeiro, “tem sido cumprido o protocolo de ajuda mútua entre Portugal e Espanha para as zonas transfronteiriças”, particularmente nestes dias.

    “Atuamos de forma automática naquilo que é a linha de 25 quilómetros, quer dentro do território espanhol, quer dentro do território português, numa articulação que é automática e natural”, adiantou.

    José Ribeiro, disse que ao fim de uma semana de intenso esforço no combate aos fogos na zona centro e norte do país, o cansaço começa a sentir-se.

    “Naquilo que é o nosso conceito de operação, prevê-se que as equipas sejam rendidas ao fim de um determinado período e essa é uma questão que é analisada por todas as entidades que integram o dispositivo”, disse.

    “Nos teatros de operações mais complexos, e destaco aqui a ocorrência de Piódão, instalámos um conjunto de zonas de descanso para os operacionais em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa”, para fazer “essa gestão de esforço” no terreno, acrescentou o segundo comandante nacional da proteção civil.

  • Autoestrada 24 cortada em Chaves

    A Autoestrada 24 está cortada ao trânsito na zona de Chaves, entre os nós de Vila Verde da Raia e do Casino, devido a um incêndio que atravessou a fronteira, já tocou várias aldeias e chegou à zona empresarial, disse fonte da GNR.

    A fonte referiu que a A24 está cortada entre os quilómetros 1 e 7, na zona do concelho de Chaves, no norte do distrito de Vila Real.

    O incêndio está a ter uma progressão rápida e aleatória, empurrado pelo vento com rajadas de atingem os 40 quilómetros por hora.

    O fogo que lavra na Galiza há várias semanas entrou hoje em Chaves, em direção a Cambedo e lavrou em direção a Agrela, Torre, Couto, Vilela Seca, entrou na zona empresarial e progrediu para Outeiro Seco.

    Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), para esta ocorrência que teve início, em território nacional, às 10h25 de segunda-feira, em Vilar de Perdizes (Montalegre), estavam mobilizados, pelas 19h50, 310 operacionais, 98 veículos e dois meios aéreos.

  • Marcelo justifica postura da MAI: "Admito que quem acaba de chegar há dois meses esteja a descobrir os problemas e as respostas a dar"

    À saída do funeral de Carlos Dâmaso, o ex-autarca de Vila Franca de Deão que morreu a combater um incêndio, Marcelo Rebelo de Sousa falou aos jornalistas quanto à atuação do Governo neste período — em particular a postura da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral.

    “Admito que quem acaba de chegar há dois meses esteja a descobrir os problemas e as respostas a dar”, afirmou, assumindo ainda assim que “é natural que as pessoas queiram respostas imediatas”.

    Questionado se essa inexperiência justifica a reticência da ministra em responder às perguntas dos jornalistas, Marcelo retorquiu “isso também se aprende”. “Eu próprio aprendi”, acrescentou, lembrando que as críticas de que ele e o Governo foram alvo após os fogos de 2017 foram “muito mais violentas”.

    Adiantando que compreende ser fundamental comunicar à população, Marcelo afirma que “nem sempre quem está perante situações de sufoco é capaz de perceber isso e responder em conformidade”.

    No entender do Presidente da República, há um consenso de que “terminada esta época — que não sabemos quando termina — há reflexões a fazer”, havendo “coisas a mudar e a melhorar”. “Não é este o tempo ainda”, frisou.

  • Dominado incêndio na Lomba em Gondomar

    O incêndio que deflagrou esta tarde na Lomba, Gondomar, com duas frentes ativas, já se encontra dominado desde as 19:15, mas ainda não está em fase de resolução, disse à Lusa fonte do Centro Municipal de Operações de Socorro.

    As chamas obrigaram ao corte de um troço da Estrada Nacional 222 junto à zona da Avenida do Miradouro.

    Segundo fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, o alerta foi dado às 16:36 para um “incêndio de grande intensidade” numa zona de mato.

    De acordo com o ‘site’ da Proteção Civil, pelas 19:20, encontravam-se no combate às chamas 154 operacionais apoiados por 49 meios terrestres.

  • Mais de 100 operacionais e sete meios aéreos combatem fogo em Nisa

    Um incêndio em povoamento florestal que deflagrou hoje à tarde no concelho de Nisa, distrito de Portalegre, está a ser combatido por cerca de 100 operacionais apoiados por sete meios aéreos, disse fonte da Proteção Civil.

    A fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo indicou à agência Lusa que o fogo deflagrou na zona de Arez, tendo o alerta sido dado às 17:52.

    As chamas estão a consumir uma área de mato, pasto e sobreiros, adiantou.

    Às 19:00, segundo a fonte do comando sub-regional, estavam envolvidos no combate às chamas 103 operacionais, apoiados por 25 veículos e sete meios aéreos.

    A mesma fonte acrescentou que à mesma hora não havia registo de feridos nem de casas em risco.

  • Um ferido “estabilizado” e outro com “prognóstico reservado” internados em Coimbra

    O bombeiro da Covilhã que sofreu ferimentos graves, no acidente de viação que vitimou mortalmente outro operacional, “está estabilizado” e outro ferido grave de um incêndio da Guarda encontra-se com “prognóstico reservado”, disse hoje fonte da ULS de Coimbra.

    Conforme disse à Lusa fonte oficial da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra, o bombeiro dos voluntários da Covilhã, transportado em estado grave e de helicóptero para os Hospitais da Universidade de Coimbra foi operado ainda no domingo e “está estabilizado”.

    Segundo o Comando Sub-Regional das Beiras e Serra da Estrela de Emergência e Proteção Civil, o acidente aconteceu no domingo na aldeia de São Francisco de Assis, no concelho da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, tendo vitimado mortalmente Daniel Bernardo Agrelo, de 44 anos, que foi hoje sepultado na localidade de Peso.

    Os voluntários deslocavam-se para combater um incêndio na localidade de Quinta do Campo, Fundão, referiu o Ministério da Administração Interna.

    Este incêndio, que começou na quarta-feira em Arganil, no distrito de Coimbra, já atingiu três concelhos do distrito de Castelo Branco (Castelo Branco, Fundão e Covilhã) e o município da Covilhã informou hoje à tarde que as chamas estão fora de controlo, devido “à intensidade do vento”.

    Nos Hospitais da Universidade de Coimbra encontra-se também um ferido grave num incêndio que deflagrou na sexta-feira na aldeia de Pêra do Moço, no concelho da Guarda, que se mantém com “prognóstico reservado”, disse hoje à Lusa fonte da unidade de saúde.

    Diogo Cecílio, enfermeiro no Hospital Sousa Martins, na Guarda, sofreu queimaduras graves quando auxiliava os populares no combate às chamas em Vila Franca do Deão, onde morreu Carlos Dâmaso, de 43 anos, ex-autarca da junta de freguesia local, enquanto combatia o fogo que deflagrou na aldeia vizinha de Pêra do Moço e avançava em direção a Vila Franca do Deão.

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