Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O incêndio que teve início em Arganil, e que já atingiu três concelhos do distrito de Castelo Branco (Castelo Branco, Fundão e Covilhã), mantém no terreno 1.668 operacionais, com 565 viaturas. E dos cinco principais o que mobiliza mais meios.

    • José Pedro Aguiar-Branco anunciou que a reunião da comissão permanente da Assembleia da República sobre a coordenação do combate aos incêndios será a 27 de agosto, às 15h, e terá a presença do primeiro-ministro.

    • Morreu um homem que trabalhava numa zona de corta-fogos do incêndio em Mirandela. A vítima mortal caiu da máquina que utilizava para criar uma zona de terreno para dificultar o avanço das chamas.

    • O helicóptero Super Puma enviado pelo governo francês chegou esta tarde à Base Aérea de Monte Real. O equipamento, que tem capacidade para descargas de três mil litros de água e chega acompanhado por uma equipa de cinco elementos, começa a operar ao inicio da manhã de quinta-feira, estando previsto permanecer em território nacional pelo menos até ao próximo domingo.

    [Governo decide que é preciso invadir a embaixada para pôr fim ao sequestro. É chamada uma nova força de elite: o Grupo de Operações Especiais. “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Um comando paramilitar tomou de assalto uma embaixada em Lisboa e esta execução sumária no Algarve abalou o Médio Oriente. Ouça no site do Observador o quinto episódiodeste podcastplus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Encerramos aqui o liveblog desta quarta-feira. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos sobre os incêndios em Portugal neste novo artigo em direto.

    Linha de comboios da Beira Baixa e autoestrada A23 já foram reabertas. Cerca de 2700 operacionais no terreno

  • Cinco principais fogos eram combatidos às 00:30 por mais de 2.800 operacionais

    Mais de 2.800 operacionais combatiam pelas 00:30 de hoje os cinco principais fogos em Portugal continental, com o que teve início em Arganil a mobilizar mais de metade dos meios, de acordo com a Proteção Civil.

    Segundo a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), as cinco ocorrências mais significativas mobilizavam 2.815 operacionais, apoiados por 897 meios terrestres.

    O incêndio que começou na semana passada em Arganil, no distrito de Coimbra, já atingiu três concelhos do distrito de Castelo Branco (Castelo Branco, Fundão e Covilhã) e mantinha no terreno 1.668 operacionais, com 565 viaturas.

    A circulação na linha da Beira Baixa entre Lardosa e o Fundão continuava na madrugada de hoje cortada, assim como a circulação na Autoestrada 23 (A23) entre o nó da Lardosa e Fundão Sul e a Estrada Nacional (EN) 18 entre Soalheira e Alpedrinha.

  • Dominado fogo em Sintra mas A16 permanece cortada

    O fogo que começou na quarta-feira à noite no concelho de Sintra, distrito de Lisboa, foi dado como dominado pelas 00h30 de hoje, mantendo-se cortada a Autoestrada 16 (A16), adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

    O incêndio com início pelas 22h50 de quarta-feira em Raposeira, Algueirão-Mem Martins, no concelho de Sintra, e que consumiu zona de mato, foi dado como dominado pelas 00:30 e em conclusão pelas 00h40, indicou fonte do Comando Sub-regional da Grande Lisboa.

    Devido ao fogo, foi cortada a A16, entre os quilómetros 2,7 e 13,6, situação que se mantinha pelas 00h45 de hoje, ainda de acordo com a mesma fonte.

    Pelas 00:45, estavam no local 104 operacionais, apoiados por 30 viaturas, segundo a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

    *Notícia atualizada às 1h05

  • Combate decorre favoravelmente em Chaves

    O combate ao incêndio em Chaves estava a decorrer favoravelmente pelas 22h30, com duas frentes ativas a “ceder aos meios”, disse à agência Lusa o comandante sub-regional do Alto Tâmega e Barroso.

    Artur Mota referiu que, pelas 22h30, as frentes ativas, na Cocanha e em Bustelo, ardiam com “média intensidade” e que o resto do perímetro do fogo estava a “entrar em rescaldo”.

    Por esta hora, não havia situações a inspirar preocupações, depois de uma tarde em que as chamas estiveram no parque empresarial, em Outeiro Seco, na zona industrial da Cocanha, mesmo às portas da cidade de Chaves, e em Bustelo.

    As próximas horas vão ser, segundo Artur Mota, de muito trabalho de rescaldo, contenção e de trabalho das cinco máquinas de rasto que estão no terreno, onde o vento continuava a soprar com muita intensidade.

    Pelas 22h45, segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam mobilizados para esta ocorrência 500 operacionais e 159 meios terrestres.

  • Fundão disponibiliza apoio social e psicológico

    A Câmara do Fundão, no distrito de Castelo Branco, disponibilizou apoio social e psicológico aos seus munícipes na sequência da extensão e gravidade do incêndio que lavra no concelho, afirmou hoje a autarquia num comunicado.

    “Face à extensão e gravidade das frentes de fogo no concelho do Fundão, o município do Fundão tem em funcionamento uma linha de apoio social, 961 382 115, e uma linha de apoio psicológico, 966 398 185”, indicou a câmara, ressalvando que ambos os contactos têm “o custo de uma chamada para a rede móvel nacional”.

    A autarquia destacou que através daquelas linhas de apoio é possível pedir bens essenciais e alimentos, comida para animais e apoio psicológico.

    Segundo a nota, as linhas estão a sempre a funcionar para dar resposta a situações urgentes.

  • Dominado fogo em Alfena no concelho de Valongo

    O incêndio que deflagrou hoje à tarde em Alfena, no concelho de Valongo, distrito do Porto, foi dado como dominado pelas 19h57, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

    De acordo com o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, o fogo foi dado como dominado pelas 19h57 e não há registo de feridos ou danos.

    Os meios continuam mobilizados no local e estão a decorrer as operações de rescaldo, acrescentou.

    O alerta para o fogo em Alfena foi dado pelas 15h02.

    Pelas 22h00, estavam no local 100 operacionais, apoiados por 32 viaturas, de acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

  • Autarca da Covilhã diz que o pior “já terá passado” após momento caótico

    O incêndio que lavra na Covilhã esteve hoje “caótico” entre as 17:00 e as 19:30, mas parece que “o pior já terá passado” disse à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal, Vitor Pereira.

    “Parece que o pior já terá passado. Há muitos pontos quentes, sobretudo na zona de Dominguizo, Vales do Rio e Unhais da Serra. Houve uma altura caótica entre as 17h00 e as 19h30”, afirmou à Lusa, pelas 21h15, o presidente do município da Covilhã.

    Vitor Pereira, que se encontrava na frente de fogo, enalteceu o trabalho que os bombeiros fizeram na defesa da localidade de Vale de Cerdeira, na freguesia de São Jorge da Beira.

    “Defenderam a localidade sem que fosse necessário retirar de lá as pessoas. Um grande trabalho dos bombeiros e destaco também a coragem e abnegação com que os populares defendem as suas aldeias e os seus pertences”, disse.

    Questionado pela Lusa sobre a presença de meios no terreno, o autarca disse que tem que falar de dois planos distintos: um primeiro de grandes profissionais onde se incluem os bombeiros e profissionais de Proteção Civil e um segundo, de quem superintende, tem que organizar, articular e criar as sinergias para que se possa fazer frente a estas tragédias e enfrentá-las com maior robustez.

  • Autoestrada 24 reabriu no sentido Chaves – Espanha

    A Autoestrada 24 (A24), em Chaves, reabriu ao trânsito pelas 21h15 no sentido Casino — Espanha, depois de ter estado cortada nos dois sentidos devido ao incêndio que lavra na zona de Chaves, segundo a GNR.

    Por causa de uma forte reativação do fogo esta tarde, junto ao parque empresarial de Outeiro Seco, em Chaves, a A24 foi cortada pelas 15h20, nos dois sentidos.

    Fonte da GNR disse que a A24 reabriu pelas 21h15, no sentido Casino (Chaves) — Vila Verde da Raia, na fronteira com Espanha, mantendo-se fechada no sentido contrário para as operações dos bombeiros.

  • Hotel em Unhais da Serra não foi evacuado

    O hotel H2O, em Unhais da Serra, não foi evacuado, confirmou o alojamento através das redes sociais. “O mesmo se encontra a funcionar normalmente mesmo face às circunstâncias adversas a que foi sujeito”, diz o comunicado.

    Esta quarta-feira o fogo chegou perto do hotel, que fica em Unhais da Serra, tendo alguns canais de televisão noticiado que os hóspedes poderiam ser evacuados para uma praia fluvial próxima.

    “As medidas preventivas foram tomadas desde segunda-feira pelos responsáveis da unidade e por todos os colaboradores e o apoio fundamental prestado pela corporação de Bombeiros da Covilhã e da GNR que permitiram garantir a segurança de todos os hóspedes que desta forma não abandonaram”, a unidade hoteleira.

  • Fogo em Seia já chegou às partes mais altas da Serra da Estrela

    O incêndio em Seia continua próximo de Alvoco da Serra, mas sem ameaçar casas, e, durante a tarde de hoje, chegou às partes mais altas da Serra da Estrela, afirmou o presidente da Câmara.

    Depois de uma noite em que foi possível circunscrever o incêndio, tal como nos dias anteriores, as chamas voltaram a ganhar intensidade durante a tarde, levando à reposição do confinamento em Alvoco da Serra, em Seia, disse à agência Lusa Luciano Ribeiro.

    “A aldeia não está em perigo, mas o fogo continua nas imediações”, notou.

    De acordo com o autarca, durante a tarde, o incêndio foi mais intenso nas encostas da Serra da Estrela, “tendo chegado também às partes mais altas do Parque Natural”.

    “Nessa fase, o incêndio tomou vários caminhos, um deles em direção aos Piornos e Unhais da Serra e outra por aquilo que é designado como o quilómetro vertical — um percurso de desporto de natureza muito famoso no Alvoco para a Torre — e, portanto, ao final da tarde, o fogo estava nessa encosta a começar a lamber o planalto da Torre [o ponto mais alto de Portugal continental]”, explicou o presidente da Câmara de Seia.

    Além de Alvoco da Serra, Vasco Esteves de Baixo e Outeiro da Vinha continuam a inspirar preocupação por parte do município, acrescentou.

  • "Estamos entregues a nós próprios", diz presidente da Câmara da Covilhã

    “Estamos entregues a nós próprios. Se não fosse a generosidade, a força e a coragem dos nossos populares, isto seria ainda pior do que está a ser”, disse Vítor Pereira, o presidente da Câmara municipal da Covilhã, em declarações à TSF. O autarca afirma que a situação no concelho “é muito grave” e destaca que o maior problema no combate às chamas é a “falta de meios”.

    “Estamos no meio de uma localidade denominada Dominguizo, que está a ser assolada pelas chamas,numa parte substancial do seu perímetro. Estamos a fazer o que é possível”, afirma o autarca, que explicou que os meios aéreos não puderam operar durante o dia devido ao fumo.

    Em Dominguizo os moradores estão confinados e as chamas avançam para Vales do Rio e Unhais da Serra, onde os cerca de 80 hóspedes de um hotel foram colocados sob aviso diante da situação, relatou anteriormente a SIC Notícias. De acordo com o autarca, “bombeiros estão a fazer uma defesa perimétrica ao hotel”.

  • 65 incêndios até às 17h00, cinco deles preocupam mais as autoridades

    O continente português registou até às 17h00 de hoje 65 incêndios, especialmente no Norte e Centro, nos quais estiveram empenhados 1.714 operacionais, com o apoio de 456 veículos e 174 missões aéreas.

    Num balanço do dia de incêndios rurais feito pelo segundo comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Ribeiro, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, foi divulgado também que na tarde de hoje havia cinco incêndios mais preocupantes, dois deles começaram esta quarta-feira.

    Os incêndios de Piódão, no distrito de Coimbra, Santo António, na Guarda, e Vilar de Perdizes, em Montalegre, vêm de dias anteriores, e os de Figueira de Castelo Rodrigo e Valongo, que deflagraram hoje também são considerados preocupantes.

    As cinco ocorrências mobilizavam 2.775 operacionais, apoiados por 896 veículos e com o apoio ainda de 29 meios aéreos.

  • Área ardida em Chaves já ronda os 5.000 hectares

    O incêndio que lavra em Chaves, vindo da Galiza (Espanha), já terá atingido os cerca de 5.000 hectares de área ardida, mantendo às 20h00 duas frentes ativas, estando uma a ceder aos meios, segundo a Proteção Civil.

    O comandante sub-regional do Alto Tâmega e Barroso, Artur Mota, disse à agência Lusa que se estima que o fogo que entrou pela aldeia transfronteiriça de Cambedo da Raia, tenha consumido uma área a rondar os 5.000 hectares.

    As chamas consumiram mato, floresta e zonas de olival, soutos e vinha.

  • Linha da Beira Baixa, A23 e EN18 estão interditadas desde as 18h

    A circulação na linha da Beira Baixa entre Lardosa e o Fundão está cortada assim como a circulação na Autoestrada 23 (A23) entre o nó da Lardosa e Fundão Sul e a Estrada Nacional (EN) 18 entre Soalheira e Alpedrinha.

    Segundo fonte do Comando Territorial de Castelo Branco da GNR, pelas 20:10, estava cortada a ferrovia da Beira Baixa entre a freguesia de Lardosa (concelho de Castelo Branco) e a cidade do Fundão.

    A mesma fonte adiantou à agência Lusa que a A23 está interditada entre o nó de Lardosa (Castelo Branco) e Fundão Sul e a EN 18 está cortada entre Soalheira e Alpedrinha, no concelho do Fundão.

    Estas interdições estão em vigor desde as 18h e são provocadas pelo incêndio que lavra no concelho do Fundão, que está já no perímetro urbano de Soalheira.

    As alternativas a estas vias de comunicação passam pelo recurso à EN 233 , em direção a S. Miguel D’Acha-Capinha-Peroviseu e sair em Alcaria.

  • Fogo atinge zona industrial de Chaves e queima toneladas de lenha

    Um incêndio atingiu a zona industrial da Cocanha, em Chaves, ameaçou várias empresas e queimou, pelo menos, uma grande quantidade de lenha para venda, obrigando à união de esforços entre bombeiros, funcionários e proprietários.

    Testemunhas no local disseram à agência Lusa que na empresa de venda de lenha estavam armazenadas cerca de 200 toneladas, estando o fogo a consumir uma grande parte desta material.

  • Gouveia e Melo visita aldeia de Ourondo durante os incêndios

    O candidato à Presidência da República, Henrique Gouveia e Melo, visitou a aldeia de Ourundo na passada terça-feira, 19 de agosto, enquanto decorria um incêndio. Nas redes sociais, o almirante partilhou um vídeo em que aparece a falar com populares, o qual nomeou: “A realidade de muitos portugueses”.

    “Nestas aldeias e vilas do interior, os portugueses não desistem e combatem os incêndios, muitas vezes sozinhos, para salvar os seus bens e as suas propriedades”, escreveu o candidato a Belém nas redes sociais.

    “Hoje em Ourondo, falei com verdadeiros heróis e heroínas anónimos e senti-me verdadeiramente tocado pelas histórias que me contaram”, escreveu ainda Gouveia e Melo.

  • Frente de Seia passa para a Covilhã e avança em direção às Penhas da Saúde

    Uma das frentes do incêndio rural de Seia passou hoje à tarde para o concelho da Covilhã e avança em direção às Penhas da Saúde e Unhais da Serra, afirmou o município covilhanense.

    A frente que progredia no Alvoco da Serra, no concelho de Seia (distrito da Guarda), passou para o concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco), estando a avançar “da zona da Torre [da Serra da Estrela] para a zona das Penhas da Saúde e Unhais da Serra”, afirmou a Câmara Municipal da Covilhã, numa publicação na rede social Facebook.

  • Fogo no Fundão chega à Soalheira e A23 e EN18 podem ser interditadas

    epa12308543 Firefighters battle the flames during a forest fire that began five days ago near Aldeia de Piodao, in Arganil, and spread to Silvares, in Fundao, Portugal, 18 August 2025. Forest fires have burned in Portugal 185.753 hectares to date, causing two deaths, including a firefighter, and several injuries, most of them minor, and completely or partially destroyed primary and secondary residences, as well as farms, livestock operations, and forest areas.  EPA/MIGUEL PEREIRA DA SILVA MIGUEL PEREIRA DA SILVA/EPA

    O fogo que lavra no Fundão está a chegar ao perímetro urbano da localidade de Soalheira, informou hoje a Câmara Municipal, acrescentando que está a ser ponderado o corte da A23 e da EN 18.

    “O fogo está a chegar ao perímetro urbano da localidade de Soalheira e encontra-se no alto da serra da Gardunha, prevendo-se a descida da encosta em direção à aldeia histórica de Castelo Novo”, divulgou este município do distrito de Castelo Branco, numa nota publicada na sua rede social de Facebook.

    A Câmara do Fundão adiantou ainda que está a ser ponderado o corte da Autoestrada 23 (A23) e da Estrada Nacional (EN) 18 e pede à população que evite deslocações desnecessárias para evitar riscos e para não interferir com as operações de socorro.

    Entretanto, o fotojornalista da agência Lusa em serviço no local confirmou, às 18:30, o corte da A23, nos dois sentidos, em direção a norte, no sentido Lardosa-Fundão.

    Este incêndio, que deflagrou no dia 13 (quarta-feira) em Arganil, no distrito de Coimbra, já se estendeu também aos concelhos de Pampilhosa da Serra e Oliveira do Hospital (distrito de Coimbra), Seia (Guarda) e Covilhã e Castelo Branco (Castelo Branco).

  • Ponto da situação dos incêndios em Portugal Continental: mais de 4.100 operacionais em 54 incêndios

    O ponto de situação dos incêndios em Portugal pelas 18h50:

    • 4.135 operacionais estão no terreno a combater 54 incêndios em todo o território do continente português;
    • Mais de 1.300 meios terrestres e 39 meios aéreos estão envolvidos no combate aos fogos;

    Há oito incêndios classificados pela Proteção Civil como ocorrências significativas: Figueira de Castelo Rodrigo, Arganil, Mirandela, Fafe, Valongo, Sabugal, Carrazeda de Ansiães, Sátão e Montalegre.

    O fogo que mobiliza mais meios é o que está a lavrar em Piódão, Arganil: estão no terreno 1576 operacionais, com o apoio de 530 veículos terrestres e 11 meios aéreos.

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