Momentos-chave
- O que aconteceu até agora:
- Trump promete "imunidade" a militares iranianos que se rendam
- Kuwait diz ter repelido ataque de míssil; sirenes de alerta soam no Bahrain
- Secretário da Defesa dos EUA: "Ainda agora começámos a lutar. Se acham que viram alguma coisa, esperem"
- Congresso rejeita resolução para limitar poderes de Trump na guerra contra o Irão
- Trump usa discurso a jogadores de futebol para elogiar poderio militar americano
- Portugal repatria 186 pessoas do Médio Oriente
- Contrariando sondagens, Trump diz que os americanos "estão a adorar o que está a acontecer" no Irão
- Soam alarmes em Israel após Irão ter lançado mísseis balísticos
- Israel está neste momento a atacar Beirute, no Líbano
- Alemanha diz que não vai enviar mais forças militares para o Médio Oriente
- Curdos negam planear enviar elementos armados para o Irão
- Israel diz que destruiu 80% das defesas aéreas do Irão
- "A diplomacia, para já, perdeu a voz". Marcelo critica ataque norte-americano ao Irão
- Guerra no Irão avança para a "próxima fase", que inclui "jogadas surpresa", avisa líder militar israelita
- Teerão está pronta para invasão terrestre e seria "um desastre para inimigos", diz MNE iraniano
- Embaixada dos EUA no Kuwait suspende operações
- Portugal ativa Mecanismo Europeu de Proteção Civil para repatriamento de cidadãos
- Teerão não procura cessar-fogo nem negociações com EUA, afirma MNE iraniano
- Presidente de Israel diz que Espanha "joga jogo estranho e incompreensível" e incumpre papel na NATO
- Ucrânia ajuda EUA a combater drones iranianos com "meios" e especialistas
- Trump exige que "vergonhoso" Presidente de Israel perdoe Netanyahu "hoje"
- Exército quer reforçar treino e inovação face a contexto internacional “incerto e volátil”
- Trump diz que tem de estar envolvido na escolha do próximo líder do Irão e recusa filho de Khamenei: "Um peso pluma. Inaceitável"
- Ministro israelita diz que subúrbios de Beirute "vão parecer Khan Yunis", cidade destruída em Gaza
- Trump: Espanha é um país "falhado", Reino Unido "desilude - devia apoiar sem questionar"
- Ouvem-se novas explosões em Teerão. Israel ordena evacuação
- Azerbeijão fecha espaço aéreo mais próximo do Irão por doze horas
- Israel lança 13ª vaga de ataques contra Teerão (é a segunda do dia)
- Explosões repetidas perto do aeroporto internacional de Abu Dhabi
- Refinaria de petróleo atacada no Bahrain
- Ataques israelitas mataram 102 pessoas no Líbano desde segunda-feira
- Já foram retirados dos Emirados Árabes Unidos 131 portugueses. Chegam na sexta-feira
- Reino Unido envia mais quatro caças para o Qatar
- Irão diz ter atacado base norte-americana no Iraque
- Israel lança segunda fase da guerra e vai atacar bunkers onde há mísseis escondidos
- Azerbaijão coloca tropas no "mais alto nível de prontidão" e quer que Irão responsabilize culpados por ataque com drone
- Fumo em Riade depois de diplomatas terem sido aconselhados a procurar refúgio seguro
- Israel faz aviso de evacuação raro para vários bairros nos subúrbios de Beirute
- NATO elogia Trump mas diz que sem aliados europeus EUA teriam tido "muita dificuldade" em lançar ataque
- Irão acusa EUA e Israel de atacarem duas escolas a sudoeste de Teerão
- Israel e Emirados Árabes Unidos intercetam mísseis e dezenas de drones iranianos
- Irão atacou grupos curdos
- Ataques iranianos "não ficarão sem resposta", afirma Azerbaijão
- Países da União Europeia "pagarão, mais cedo ou mais tarde" se continuarem em silêncio sobre guerra, diz Irão
- Irão nega ter lançado mísseis contra o Azerbaijão
- Reino Unido pede a todos os britânicos que vivem nos Emirados Árabes Unidos que se protejam dos ataques iranianos
- Kaja Kallas acusa o Irão de "semear o caos" ao espalhar a guerra para os países do Golfo
- Artigo 5º da NATO "não está em discussão" após incidente com míssil iraniano na Turquia, diz Mark Rutte
- Abu Dhabi. Queda de destroços de drone intercetado provoca seis feridos
- Zelensky diz que Ucrânia está aberta a troca de tecnologia ou armamento com países do Golfo
- França autoriza "temporariamente" a presença de aeronaves norte-americanas nas suas bases aéreas
- Forças israelitas concluem "onda de ataques no coração de Teerão"
- Irão está sem internet há 120 horas
- Registadas explosões no Qatar. Defesa aérea interceta vários mísseis
- Mísseis e drones caíram perto do Aeroporto de Nakhchivan, no Azerbaijão
- Segundo navio de guerra do Irão dirige-se para as águas do Sri Lanka
- Secretário da Defesa do Reino Unido viaja para o Chipre após interceção de drones que se dirigiam à base aérea britânica
- Irão afirma que Estreito de Ormuz está fechado apenas para navios europeus, israelitas e norte-americanos
- Itália planeia enviar ajuda para defesa aérea aos países do Golfo
- Petroleiro norte-americano estará "em chamas" após ataque do Irão, relata imprensa iraniana
- Petroleiro sofre explosão ao largo do Kuwait, provocando derrame de petróleo
- Alto funcionário do Hamas terá morrido em ataque israelita durante a madrugada
- "Continuem até ao fim, estamos convosco", terá dito Hegseth ao ministro da Defesa israelita durante chamada telefónica
- Irão nega ter lançado míssil contra Turquia
- EUA preparam-se para um conflito que "poderá durar 100 dias ou mais"
- "EUA vão arrepender-se amargamente do precedente que abriram": Irão ameaça atacar navios dos EUA após ataque com torpedo a navio iraniano
- Telavive ataca unidade aérea do Hezbollah no Líbano
- Israel lançou "onda de ataques de larga escala" contra Teerão
- Irão lança nova vaga de ataques contra Israel e países do Golfo
Histórico de atualizações
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.
Numa escala de 1 a 10, Trump dá “12 a 15” à intervenção militar dos EUA contra o Irão
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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O que aconteceu até agora:
- Os Estados Unidos e Israel intensificaram a sua ação militar contra o Irão, com as Forças de Defesa de Israel a realizarem uma “onda de ataques de larga escala” contra Teerão, visando infraestruturas do regime iraniano. A operação tem como objetivo destruir centros de comando e outras instalações críticas, num esforço conjunto para debilitar as capacidades militares iranianas.
- A resposta iraniana incluiu uma nova vaga de ataques, com a Guarda Revolucionária a lançar operações combinadas de mísseis e drones contra posições de Israel e bases norte-americanas no Golfo. Esta escalada de violência continua a provocar tensão na região, afetando diretamente civis e infraestruturas críticas dos países envolvidos.
- O Secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que a campanha militar dos EUA e Israel está longe de terminar, prometendo uma intensificação das operações para garantir a derrota do regime iraniano. A confiança nos recursos militares norte-americanos foi destacada, sublinhando a capacidade dos EUA de sustentarem uma guerra prolongada.
- A NATO condenou os ataques indiscriminados perpetrados pelo Irão na região, mas o artigo 5º da aliança, que compromete todos os seus membros a uma defesa conjunta em caso de ataque, não está em discussão neste momento. A reação da NATO tem como foco o reforço das defesas antimísseis na região e o apoio aos aliados afetados, sem envolvimento direto no conflito.
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Trump promete "imunidade" a militares iranianos que se rendam
Ainda esta tarde, durante o discurso que fez durante a receção à equipa de futebol do Inter de Miami, Donald Trump voltou a apelar aos militares e à Guarda Revolucionária do Irão que se rendam, prometendo-lhes imunidade caso abandonem as armas.
“Vamos dar-vos imunidade”, afirmou, sublinhando que caso se rendessem estariam a ficar do “lado certo da história” e teriam a garantia de estar “em perfeita segurança”. Caso contrário, “enfrentaram a morte garantida”.
“Também apelamos aos diplomatas iranianos por todo o mundo que peçam asilo e nos ajudem a moldar um novo e melhor Irão, com grande potencial. É um país com grande potencial. Há um futuro muito melhor para o Irão. Está a começar agora. Vai ser, penso eu, um grande futuro”, afirmou.
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Kuwait diz ter repelido ataque de míssil; sirenes de alerta soam no Bahrain
Continua a avolumar-se a tensão nos países do Golfo, de acordo com a Al Jazeera.
O Ministério da Defesa do Kuwait disse que a defesa aérea do país conseguiu repelir o ataque de um míssil que penetrou no espaço aéreo do Kuwait.
No Bahrain, soaram esta noite as sirenes de alerta, com avisos para que os cidadãos e residentes procurem abrigo.
Os Estados Unidos estarão, ao mesmo tempo, a evacuar a sua embaixada no Kuwait.
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Curdos. A ambiciosa e arriscada aposta dos EUA e de Israel para derrotarem a República Islâmica e o regime dos ayatollahs
“Seria fantástico” para Trump que os curdos iniciassem uma revolta no Irão, que ajudaria a derrotar o regime dos ayatollahs. Grupo étnico mantém reservas e não esquece histórico de abandono dos EUA.
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Secretário da Defesa dos EUA: "Ainda agora começámos a lutar. Se acham que viram alguma coisa, esperem"
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, está neste momento a dar uma conferência de imprensa ao lado do almirante Brad Cooper, comandante do Comando Central dos EUA, que está a conduzir as operações militares no Irão.
Depois de longos elogios à robustez e à ferocidade dos militares norte-americanos na missão no Irão, Hegseth diz que o Irão está a cometer um “grave erro de análise” ao considerar que os EUA estão a esgotar a sua capacidade militar.
“O Irão espera que não consigamos aguentar isto”, afirma o governante. “Não falta vontade americana”, acrescenta, dizendo que os EUA vão honrar os seis militares que morreram aumentando a dedicação à missão.
“A nossa vantagem continua a aumentar”, afirma Hegseth, destacando que as munições à disposição dos EUA permitem continuar a guerra “enquanto for preciso”.
“Ainda agora começámos a lutar. Se acham que viram alguma coisa, esperem”, sustenta o governante, acrescentando que os EUA têm capacidade para controlar o calendário da guerra.
Ao seu lado, o almirante Brad Cooper destacou que, desde o primeiro dia até agora, os ataques iranianos com mísseis balísticos reduziram em 90%, enquanto os ataques com drones reduziram 83%. Além disso, mais de 30 naviso já foram destruídos.
Cooper destacou ainda o apelo ao povo iraniano para que fique nas suas casas enquanto os EUA e Israel continuam a combater o regime iraniano, antes de saírem à rua para tomar o controlo do país.
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Congresso rejeita resolução para limitar poderes de Trump na guerra contra o Irão
O Congresso norte-americano voltou a rejeitar uma resolução para limitar os poderes do Presidente Donald Trump na guerra no Médio Oriente.
Com 219 votos contra e 212 a favor, a resolução que obrigaria Trump a pedir autorização ao Congresso para qualquer ação militar contra o Irão foi rejeitada.
A votação dividiu-se, praticamente, de acordo com a divisão partidária: apenas quatro democratas votaram contra e dois republicanos a favor.
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Trump usa discurso a jogadores de futebol para elogiar poderio militar americano
O Presidente dos EUA, Donald Trump, está a receber na Casa Branca a equipa de futebol Inter de Miami (onde joga Lionel Messi), vencedora da última edição da MLS, e aproveitou o arranque do seu discurso aos futebolistas para falar da guerras no Irão.
Durante a intervenção, Trump repetiu várias vezes que as forças armadas iranianas estão acabadas e que Teerão já não tem força aérea, defesa aérea nem capacidades de comunicação.
“A marinha deles desapareceu, 24 navios em três dias, são muitos navios”, disse Trump. “Não têm força aérea, não têm defesa aérea, todos os aviões deles desapareceram.”
Trump acrescentou ainda que 60% dos mísseis iranianos e 64% dos lançadores de mísseis também foram destruídos.
“Mas eles são duros e querem lutar”, acrescentou.
Trump gabou-se ainda do poderio militar norte-americano, ao mesmo tempo que admitiu: “Estamos a usá-lo mais do que eu gostaria de o usar, para ser honesto.”
Trump aproveitou ainda o discurso para voltar a ameaçar Cuba, dizendo que será o próximo alvo.
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Portugal repatria 186 pessoas do Médio Oriente
Os ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Defesa anunciaram hoje que está em curso uma operação de repatriamento de 186 pessoas, quase todos portugueses, com chegada prevista na sexta-feira.
Segundo comunicado conjunto dos dois ministérios, a operação envolve um avião C130 da Força Aérea Portuguesa e uma aeronave A330 fretada à TAP Air Portugal.
O voo fretado transporta 147 passageiros, dos quais 139 são portugueses e oito estrangeiros (da Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos da América e Peru), estando a sua hora de chegada por confirmar.
Na missão que envolve o voo militar seguem 39 passageiros, dos quais 24 são portugueses e 15 estrangeiros (França, Grécia, Brasil e Israel).
Está previsto que este voo chegue ao Aeroporto de Figo Maduro esta sexta-feira às 05h00 e o secretário de Estado das Comunidades estará presente para receber os cidadãos repatriados.
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Contrariando sondagens, Trump diz que os americanos "estão a adorar o que está a acontecer" no Irão
O Presidente dos EUA, Donald Trump, diz que os norte-americanos estão “a adorar” o que está a acontecer no Irão.
Numa entrevista ao Politico, Trump desvalorizou as recentes sondagens que indicam que a generalidade dos norte-americanos se opõem à intervenção dos EUA no Irão.
“As pessoas estão a adorar o que está acontecer”, afirmou Trump, que também prometeu que não se ficará pelo Irão no que toca a derrubar regimes e sugeriu que fará o mesmo em Cuba.
“Cuba também vai cair”, assinalou Trump.
“Estamos a abater uma ameaça aos EUA, uma grande ameaça, e a fazê-lo como nunca ninguém o fez antes”, disse ainda, garantindo que os EUA têm “milhares e milhares” de munições enquanto a força militar iraniana está “dizimada”.
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Soam alarmes em Israel após Irão ter lançado mísseis balísticos
Estão a soar neste momento os alertas em Telavive, no centro de Israel e na Cisjordânia depois de o Irão ter lançado mísseis balísticos contra o território israelita, diz o jornal Haaretz.
O mesmo jornal tinha dado conta, antes, de que um míssil balístico iraniano explodiu no centro de Israel sem que tivesse havido um alerta prévio com sirenes.
A imprensa israelita diz ainda que, depois do início dos ataques contra Beirute, foram também disparados rockets a partir do território libanês contra Israel.
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Israel está neste momento a atacar Beirute, no Líbano
Israel está neste momento a atacar a capital do Líbano, Beirute.
De acordo com o jornal Haaretz, as forças armadas israelitas começaram a “atacar infraestrutura do Hezbollah” nos subúrbios de Beirute, segundo informação dos próprios militares israelitas.
A Sky News dá conta de que se estão a ouvir explosões na cidade libanesa — num dia em que Israel emitiu ordens de evacuação para os subúrbios da cidade.
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Alemanha diz que não vai enviar mais forças militares para o Médio Oriente
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Alemanha adiantou hoje que não vai enviar forças militares adicionais para o Médio Oriente.
“A Alemanha não planeia, neste momento, enviar nenhuma capacidade militar adicional”, disse o ministério em comunicado.
No comunicado o ministério reiterou as declarações do ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, que no Parlamento declarou que “a Alemanha não é parte deste conflito”.
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Curdos negam planear enviar elementos armados para o Irão
O Governo Regional do Curdistão negou os relatos de que está a planear enviar elementos armados para o Irão: “São completamente infundados”. Garantiu numa publicação nas redes sociais que “não faz parte de nenhuma campanha para expandir a guerra e as tensões na região”.
Reports that speak about a role of the Kurdistan Region and the allegations claiming that we are part of a plan to arm and send Kurdish opposition parties into Iranian territory are completely unfounded. We categorically deny them and affirm that they are being published… pic.twitter.com/886YdwOFdU
— Kurdistan Regional Government (@Kurdistan) March 5, 2026
“Pelo contrário, apelamos à paz e à estabilidade na região. Condenamos veementemente os ataques cobardes contra a Região do Curdistão e apelamos ao governo federal e à comunidade internacional que intervenham a fim de pôr fim a estes ataques e proteger a nossa terra, o nosso povo e a nossa região”, lê-se na publicação.
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Israel diz que destruiu 80% das defesas aéreas do Irão
O chefe do Estado-maior israelita disse hoje que Israel já destruiu 80% das defesas aéreas do Irão, alcançando uma “quase total superioridade aérea”.
O general Eyal Zamir disse ainda, citado pelo New York Times, que Israel destruiu cerca de 60% dos lançadores de mísseis balísticos do Irão.
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NATO reforça defesa contra mísseis balísticos após ataque a Turquia
A NATO reforçou a sua defesa contra mísseis balísticos em toda a Aliança, após os ataques iranianos na região que visaram a Turquia, anunciou hoje um porta-voz do Comando Supremo Aliado na Europa (SHAPE).
O chefe do Comando Aéreo da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental) também recomendou que a defesa antimísseis balísticos seja mantida “neste nível elevado até que a ameaça representada pelos contínuos ataques indiscriminados do Irão na região diminua”, indicou o porta-voz do SHAPE, o coronel Martin O’Donnell, na rede social X.
“Este ajustamento dá ao Comandante Supremo Aliado na Europa exatamente aquilo de que ele precisa para defender a Aliança contra a atual ameaça”, acrescentou.
Os embaixadores dos 32 Estados-membros da NATO, hoje reunidos em Bruxelas, manifestaram o seu apoio a esta medida e condenaram veementemente o ataque do Irão à Turquia na quarta-feira, sublinhou o porta-voz.
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"A diplomacia, para já, perdeu a voz". Marcelo critica ataque norte-americano ao Irão
O Presidente da República criticou o ataque dos Estados Unidos da América ao Irão durante um discurso breve na cerimónia de tomada de posse do general João Cartaxo Alves, novo chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na segunda-feira.
“A diplomacia, para já, perdeu a voz, e, com ela, o multilateralismo, as organizações internacionais e os princípios e regras de direito internacional. São invocados quando são para justificar a posteriori factos consumados”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, citado pelo Expresso.
A cerimónia não contou com jornalistas e só foi anunciada com 45 minutos de antecedência. “O mundo está mais perigoso, mais instável, mais casuístico, a viver de interesses e da sua transação, e com a gestão ao ritmo de um clique de emoção imediatista. Mesmo quando o que se faz parece estratégico e a pensar para além do dia seguinte, logo aparece o desmentido a ritmo alucinante. Dá-se um passo e depois se verá o que fazer”, afirmou.
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Um travão comercial dos EUA a Espanha é uma "agressão à União Europeia". O que dificulta o embargo que Trump prometeu fazer
Trump ameaçou travar qualquer negócio com Espanha. Pode não ter legitimidade legal, mas tal pode não impedir que vá para a frente. Mas, mesmo assim, há entraves pelo caminho.
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Macron anuncia plano para impedir que o Líbano “seja arrastado para a guerra”
O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou hoje um plano para impedir que o Líbano “seja arrastado para a guerra”, através de apoio às autoridades de Beirute nos seus esforços para desarmar o grupo xiita libanês Hezbollah.
Numa mensagem nas redes sociais, o Presidente francês afirmou que manteve conversações ao mais alto nível com as “partes interessadas”, com o objetivo de “estabelecer um plano para encerrar as operações militares que o Hezbollah e Israel estão atualmente a realizar em ambos os lados da fronteira”.
Emmanuel Macron anunciou também o envio imediato de ajuda humanitária para os milhares de deslocados no Líbano, que resultaram da intensificação dos confrontos militares entre as forças israelitas e as milícias do Hezbollah, desde o início da ofensiva israelo-americana contra o Irão, principal aliado do grupo libanês.
“Pelo Líbano, devemos agir. Tudo deve ser feito para impedir que este país, tão próximo de França, seja arrastado para a guerra”, disse Macron, em resposta a um apelo nesse sentido do homólogo libanês, Josef Aoun.
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Guerra no Irão avança para a "próxima fase", que inclui "jogadas surpresa", avisa líder militar israelita
A guerra no Irão está a avançar para a “próxima fase”, que vai incluir “jogadas surpresa”, disse esta quinta-feira o Chefe do Estado-Maior General das Forças de Defesa de Israel, Eyal Zamir.
“Estamos agora a transitar para a próxima fase da campanha, na qual vamos intensificar os ataques contra os alicerces do regime e as suas capacidades militar”, disse Zamir.
“Temos jogadas surpresa adicionais à nossa disposição, que não pretendo revelar”, afirmou ainda.