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E o mundo de futebol parou: os 12 maiores clubes de futebol da Europa (e do mundo) anunciaram a sua intenção em criar uma Superliga Europeia, substituindo a UEFA Champions League. Esta consiste numa prova (semi) fechada a 20 clubes, em que os 15 membros permanentes têm participação garantida, sendo os restantes 5 apurados por meio dos seus resultados nas competições nacionais.

Como em (quase) tudo no mundo dos negócios, a razão para a criação desta competição parece ser estritamente financeira. Se consideramos a estrutura de receita dos 20 clubes mais ricos do mundo, percebemos que cerca de 45% é proveniente dos direitos de transmissão televisiva das competições em que participam. Este montante é diretamente proporcional ao número de espetadores impactados, sendo influenciado por duas variáveis: (i) o número de jogos e (ii) a audiência média dos jogos.

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