Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

"Guerra Traduzida", de regresso com a Diana Rosa e com os destaques da imprensa da Rússia. Diana, começamos com a Cimeira da Paz que vai acontecer este fim de semana na Suíça. A Rússia diz que a declaração conjunta que vai sair da cúpula internacional não vai incluir a exigência da retirada de tropas russas da Ucrânia.

Isto por causa da posição de vários países que atribuem grande importância às relações que mantêm com a Rússia, em particular países asiáticos e do Médio Oriente, é o que se pode ler na Agência TASS. O rascunho do documento vai incluir apenas três dos 10 pontos deste plano elaborado por Volodymyr Zelensky. Espera-se que a declaração final reflita a questão da segurança das centrais nucleares e da segurança alimentar, também a libertação dos prisioneiros e o regresso das crianças que a Rússia foi acusada de raptar. O documento sublinha também que é necessário o envolvimento de todas as partes para alcançar a paz e salienta a importância da participação da Rússia nas discussões sobre este assunto.

Seguimos com uma notícia do "Izvestia". As forças russas garantem que continuam a fazer avanços no terreno. Desta vez, Diana, ocuparam mais duas aldeias, uma em Lugansk, outra em Kharkiv.

O anúncio foi feito hoje pelo Ministério Russo da Defesa. Além disso, em Kupiansk, também na região de Kharkiv, foram derrotadas várias formações das Forças Armadas da Ucrânia. Como resultado, o inimigo, e estou aqui a citar as palavras do Kremlin, perdeu mais de 560 militares, cinco veículos e vários equipamentos de guerra. Ainda, de acordo com a Rússia, dois depósitos de munições de artilharia das Forças Armadas Ucranianas que foram destruídos.

E a fechar: uma mulher russa foi presa na Dinamarca por suspeitas de colaborar com os serviços secretos de Moscovo a partir de Copenhaga.

De acordo com o Serviço Dinamarquês de Segurança e Inteligência, citado pelo "Komsomolskaya Pravda", a cidadã russa recebe dinheiro há vários anos de um fundo estatal russo que supostamente serve para contratar informadores em localizações-chave. A Embaixada da Rússia em Copenhaga exigiu que as autoridades dinamarquesas libertassem imediatamente esta mulher, uma vez que o Kremlin considera a detenção uma provocação flagrante. O mesmo aconteceu na Polónia anteriormente. Foram detidas nove pessoas por suspeitas de cooperação com os serviços secretos russos.

Fica por aqui.