Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Seguimos com a Guerra Traduzida, na Rádio Observador e com a jornalista Diana Rosa para falar agora da imprensa ucraniana e da situação de Pokrovsk. Zelenskyy garante que ninguém está a pressionar os soldados para morrerem em nome de um conjunto de ruínas.
Porque a cidade já tem alguma destruição, como é natural, o presidente ucraniano admite que a situação em Pokrovsk continua muito difícil, mas garante que vai apoiar os soldados, especialmente os comandantes que lá estão, para que controlem a situação. O cenário pode ser muito penalizador para a Ucrânia, reconhece, mas assegura também que o mais importante são os militares que estão na linha da frente. É uma notícia do Ukrainska Pravda. Zelenskyy admite as dificuldades para conter os avanços das forças russas, mas sublinha que as Forças Armadas da Ucrânia não podem abandonar o leste do país, porque o povo ucraniano não iria entender essa decisão. E o ponto, diz o chefe de Estado, é que não há fatores de dissuasão para a Rússia. A Ucrânia ainda hoje recusou que Pokrovsk tenha sido tomada ou cercada pelas forças russas, garante que os combates continuam dentro do perímetro urbano.
E a Ucrânia usou mísseis de longo alcance, mísseis Flamingo, são de fabrico próprio, e utilizou estes mísseis para atacar a Crimeia e também território russo.
Ataques levados a cabo na última noite, é o que escreve o Kyiv Independent, citando o Estado-Maior ucraniano. As Forças de Defesa da Ucrânia atacaram várias dezenas de alvos como parte dos esforços para degradar as capacidades militares, logísticas e económicas da Rússia. O Flamingo, Miguel, é um míssil de fabrico ucraniano, como disseste, que foi descrito pelo presidente Zelenskyy como o míssil de maior sucesso que a Ucrânia possui atualmente. Este equipamento tem um alcance declarado de 3000 quilômetros, o dobro do alcance dos mísseis Tomahawk, e uma ogiva de uma tonelada. Na Crimeia, ocupada pela Rússia, as armas ucranianas atingiram um terminal petrolífero, um hangar de helicópteros e também locais onde as forças russas armazenam e preparam drones. Foi ainda atingido um radar de defesa aérea. Na região ocupada de Zaporizhzhia, as forças ucranianas atacaram um depósito de petróleo perto de Berdyansk. O Estado-Maior ucraniano adianta também que foram atingidos vários locais em território russo, sem especificar exatamente estas localizações.
Entretanto, Zelenskyy visitou hoje soldados ucranianos na região de Zaporizhzhia.
E foram discutidas medidas de apoios e reforço, bem como a utilização de drones, de acordo com a Ukrainska Pravda. Zelenskyy reuniu-se com os soldados da Brigada de Assalto de Montanha Independente da Zakarpattia e que está a defender nesta altura a área de Stepohriske, onde falou com comandantes militares a implementação de programas de aquisição de drones. O presidente ucraniano visitou também a Brigada Mecanizada Independente, que defende a frente de Orikhiv. Admitiu novas medidas de apoio e reforço na frente de combate.
Os Estados Unidos da América dizem que não é possível aplicar mais sanções contra a Rússia.
É o que considera o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que Washington praticamente já atingiu o limite na imposição de novas sanções. Defende que não há muito mais para ser sancionado, depois de terem sido visadas as maiores empresas petrolíferas russas. Foram declarações depois da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros do G7, que decorreu esta quarta-feira no Canadá. De acordo com Rubio, os Estados Unidos vão agora concentrar esforços em garantir o cumprimento das sanções que já existem, em vez de impor novas sanções. Defendeu ainda que os parceiros europeus devem desempenhar um papel mais ativo contra a chamada Frota Sombra da Rússia, visto que um número significativo dessas embarcações opera precisamente junto aos territórios europeus. Questionado sobre se a Rússia está realmente a procurar a paz, Rubio respondeu que isso só pode ser avaliado através de ações. Certo é que, Miguel, Moscovo já deixou claro que quer o resto da região do Donetsk e, obviamente, os ucranianos não vão concordar com isso.
Ponto final na Guerra Traduzida.