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Esta semana no Isto Não Passa na Rádio o tema é: canções para a vindima. Drake na abertura do Isto Não Passa na Rádio esta semana com canções para a vindima, a época dela, e o Tiago Pereira que está aqui comigo escolheu a "Passionfruit".

É verdade.

Porquê, Tiago?

Para já porque passionfruit é maracujá.

Estás a ver a malta com uma cesta às costas a curtir Drake. Em plena margem do rio Douro.

Há uma coisa interessante que é: as vindimas volta e meia atraem pessoas que não são óbvios frequentadores da tarefa. Provavelmente gente que não faz ideia do que custa e do trabalho que dá fazer uma vindima.

Já, programa turístico cultural da vindima também.

Sim, as pessoas devem cortar um cacho e depois vão fazer o brunch.

Tal e qual.

Mas isso lembrou-me que para essas pessoas esta pode ser uma boa banda sonora. Manda uma grande coolness, tem uma vibe muito despreocupada e ligeira em relação à vida no geral. E depois é uma canção que se chama "Passionfruit". Obviamente, passionfruit é maracujá em inglês, mas eu achei que ia muito bem porque esta altura é a altura em que o fruto da maior paixão é a uva, meu amigo.

Eu estou a ver a malta a ouvir Drake com uma tesoura de poda na cintura. Tesoura de poda, umas galochas. A ir socalcos abaixo. Gostei. Porque não?

Esta canção é de 2017, é do álbum "More Life" e era uma altura diferente para Drake. Era uma altura diferente para todos nós. Atenção Mas era uma altura muito diferente para o Drake.

Estava melhor na vida nessa altura?

Eu acho que pelo menos estava.

O que aconteceu ao Drake? Elucida-me.

Bifes, coisas e chatices. Ele metido com outros rappers.

Ok.

Eu acho que ele aqui também ainda não achava que era o maior.

Mas estava a caminho.

Mas a verdade é que ele foi o maior, ao nível de números, etc.

Nesta fase.

Eu já não me lembro muito bem. O ano anterior ele tinha lançado "Hotline Bling", é de 2016.

Grande sucesso.

Portanto, ele estava-

Em altas

...imparável.

Mesmo.

Também gostava de ver o Drake na vindima.

Olha, esse homem.

Imagina.

Se calhar já deve ter feito. Napa Valley ou coisa do gênero.

Espera aí. Ele é canadiano.

Sim, mas tem casas na América.

Isso deve ter.

E dinheiro para gastar.

É verdade.

Fui a um outro universo, aliás, fui a vários, mas queria começar por um universo que me leva para a colheita e para cenários rurais e agrícolas.

Tu gostas de ruralidade.

Gosto.

Faz parte da tua vida também.

É verdade. Já foste à vindima?

Não.

Bem me parecia.

Não fui.

Só queria confirmar. Na Amadora não há muita vinha.

Não faziam. Enfim.

Sabes que como eu sou da região dos vinhos verdes, era difícil não apanhar uma vindima algures. Lembrei-me da Rhiannon Giddens.

Mas aprecio o vinho verde.

Ótimo. Não é o meu favorito.

Não é o teu favorito?

É top dois, porque em primeiro lugar está o tinto e o branco ao mesmo nível, e só depois é que vem o verde.

Ok, sim senhor.

Queria falar-te da Rhiannon Giddens. Rhiannon Giddens é uma cantora que eu gosto muito, que eu acho que tu também gostas.

Aprecio.

Tem aquele lado meio americana que tu gostas.

Meio cowboyada.

Ela tinha uma canção espetacular há uns poucos anos chamada "You Louisiana Man". E dá essa coisa do algodão, das plantações, da colheita e ao que parece há um homem no Louisiana que lhe partiu o coração e ela fez esta canção um bocadinho chateada. Uma certa pinta. Ouça lá. "You Louisiana Man", Rhiannon Giddens, norte-americana aqui no "Isto Não Passa na Rádio" esta semana com canções para a vindima. Se tem um banjo, em princípio deve dar para uma colheita qualquer. Muito bem, vamos avançar agora com a música de Amália Rodrigues, a escolha do Tiago Pereira para esta "Vou Dar de Beber a Dores".

Está tudo dito.

É um bocadinho isso, não é?

Não é? Vindima, vou dar de beber a dor, canção também conhecida como a Casa da Mariquinhas.

Por acaso há uma coisa que se nota em várias canções e acho que vamos ver isso no programa de hoje, a vindima ou este trabalho agrícola, quer nos blues, quer na tradição mais popular até das lengalengas, há muito aquela coisa do amor perdido ou das solteiras.

Sim.

Ou do tipo que fez mal e elas estão a cantar enquanto esperam pelo amor que foi para não sei onde. É engraçado este universo.

É verdade, sim senhor. Esta canção não fala de vinho, mas fala de ginja. Ficas a saber. Este é um fado de Alberto Janes, a Amália Rodrigues às tantas canta que vai procurar esquecer numas ginjinhas. Mas depois faz disto uma filosofia maior, que eu acho que pode abranger qualquer tipo de bebida Ela diz: "Pois dar de beber à dor é o melhor. Já dizia a Mariquinhas".

Foi no domingo passado que passei à casa onde vivia a Mariquinhas. Mas está tudo tão mudado que não vi em nenhum lado as tais janelas que tinham tabuinhas. Do resto, do chão ao telhado, não vi nada que pudesse recordar-me a Mariquinhas e ao vidro pegado e azulado onde havia as tabuinhas. Entrei onde era a sala, agora está a secretária e um sujeito que há lengrinhas, mas não vi colchas com barra, nem viola, nem guitarra, nem espreitadelas furtivas das vizinhas. O tempo cravou a garra na alma daquela casa onde às vezes petiscávamos sardinhas, quando em noites de guitarra e farra estava alegre a Mariquinhas. As janelas tão garridas que ficavam com cortinados de chita às pintinhas perderam de todo a graça, porque é hoje uma vidraça com cercaduras de lata às voltinhas. E lá para dentro quem passa hoje é para ir aos penhores entregar ao usurário umas coisinhas, pois chega a esta desgraça toda a graça da casa da Mariquinhas. Para terem feito da casa o que fizeram, melhor fora que a mandassem para as alminhas, pois ser casa de penhor o que foi viveiro de amor é ideia que não cabe cá nas minhas recordações de calor e das saudades o gosto eu vou procurar esquecer numas ginjinhas. Pois dar de beber à dor é o melhor, já dizia a Mariquinhas. Amália Rodrigues.

Sim.

Mais uma canção para a vindima. É o tema esta semana no Isto Não Passa na Rádio. Fiquei com a sensação que na maior parte dos sítios a vindima começou mais cedo que o habitual. Antes fazia-se em setembro e assim nesta altura, final de setembro, mas houve muita vindima em agosto. Ficas a saber.

Isto já não é nada do que era, meu amigo.

Não, isto é...

Isto está tudo avariado.

É o El Niño.

Tu já viste o-

O calor que aqui vai

...o braseiro Alcântara.

É verdade e parece que os próximos dias ainda vão ser assim.

Então, mas isto nunca mais acaba? Mas isto tem algum jeito?

Por isso é que eu trouxe a "Summer Wine", porque o verão está para durar, amigo.

Nunca mais acaba.

É que nunca mais acaba e a Nancy Sinatra-

Esperem pelo Natal, por este andar.

A Nancy Sinatra e o Lee Hazlewood gravaram esta canção, creio que em 67. De resto, o Lee Hazlewood já tinha gravado esta canção com outra senhora, não me lembro o nome, mas foi esta que teve mais sucesso.

Tu achas que eu sou a única pessoa que tu conheces que já está farto disto?

De quê?

Deste calor.

Eu estou.

Pronto, estamos juntos nisso.

Estava só a ver se... Eu tenho olhado para as minhas camisolas. Tenho saudades das camisolas.

Tu estás farto para aí há dois meses.

Sim, o calor não é muito bem a minha estação. Saudades de um Heather Dome.

Não é?

Enfim, é triste. Olha, Nancy Sinatra e Lee Hazlewood. Já vamos regressar com mais canções para a vindima, para já ficamos com esta "Summer Wine".

É época dela e decidimos escolher aqui algumas canções precisamente para as vindimas, que acontecem tradicionalmente no mês de setembro. Já aqui falávamos há pouco do quão o clima tem também influenciado a época da vindima. Qualquer dia estamos a vindimar em fevereiro. Tudo é possível com estes fenômenos climáticos e este calor que parece que não vai abrandar. Por que é que Cass McCombs te lembra uma vindima?

Porque esta canção chama-se "Angel Blood". Portanto, se tu apreciares muito o teu copo, é uma associação muito forçada.

Vem aqui para um universo um bocado católico. Corpo de Cristo, sangue.

Ele lá às tantas fala do Holy Grail, etc.

Ok.

Há sempre aquela pergunta, na missa: "o que será que o padre está a beber?"

Eu calo-me.

Fica no segredo dos anjos e, assim sendo, o sangue dos anjos. Além disso, acho que Cass McCombs seria ótimo para uma vindima hipster, por exemplo.

Sim, ele tem ar disso. Estou a vê-lo a fazer isto.

Assim uma atividade solitária.

Mas tem um boné, assim desgastado, comido pelo sol.

Vai ali com a cesta, sozinho, aquela colina acima, a pensar naquilo que fez, no que não fez, no que devia ter dito.

No próximo disco de lamúrias que vais fazer.

Sim. A melancolia. E depois bebe mais um copo. E além disso, é uma grande canção. A humanidade não fala tanto quanto devia, nem ouve tanto quanto devia Cass McCombs.

É época dela e decidimos escolher aqui algumas canções precisamente para as vindimas, que acontecem tradicionalmente no mês de setembro. Já aqui falávamos há pouco do quão o clima tem também influenciado a época da vindima. Qualquer dia estamos a vindimar em fevereiro. Tudo é possível com estes fenômenos climáticos e este calor que parece que não vai abrandar. Por que é que Cass McCombs te lembra uma vindima?

Porque esta canção chama-se "Angel Blood". Portanto, se tu apreciares muito o teu copo, é uma associação muito forçada.

Vem aqui para um universo um bocado católico. Corpo de Cristo, sangue.

Ele lá às tantas fala do Holy Grail, etc.

Ok.

Há sempre aquela pergunta, na missa: "o que será que o padre está a beber?"

Eu calo-me.

Don't douse me in cider like this old tong. Angel blood, oh, angel blood like the Holy Grail. I'm hanging from your wing by my tail. I hear my angel calling me to come down. Irish eyes smiling through a permanent frown. Angel blood, oh, angel blood, hard as they come. I'm true as blood, baby, you're the one.

Se em outono presta-se esta melancolia, isto são sons de outono, Tiago, que aqui trouxeste.

Se houvesse outono. Imagina, este som desta pedal steel guitar podia ser o som das folhas a cair.

Completamente.

Mas elas já não caem. Quer dizer, caem, mas-

Mas caem verde. Eu não sei como é que está isso.

Caem à bruta quando vem uma granizada. Pau! E cai tudo de uma vez.

Estamos um bocado revoltados com a meteorologia.

Nós precisamos de férias.

Outra vez?

Claro.

Ok.

Já viste como é que nós estamos? Nós somos dois marretas.

É verdade, mas isso sempre foi um bocadinho a nossa imagem. Carlos Paião, "Vinho do Porto, Vinho de Portugal", canção com Cândida Branca Flor, que foi ao Festival da Canção em 1983, creio. Como é que esta canção não ganhou? Não consigo perceber.

Meu amigo, há tanta coisa por explicar nessa vida.

Porque é que ganhou o Armando Gama com esta balada que te dou? Mais estranho ainda, em segundo lugar ficou "A Cor do Teu Batom" de Herman José. Quer dizer, este ano foi ótimo e pelo menos entre o Carlos Paião e o Herman José com a canção do Tó Zé Brito, para mim, ia para aqui a vitória, mas não foi isso que decidiu o júri do Festival RTP da Canção de 1983, onde participou então o Carlos Paião com a Cândida Branca Flor. Carlos Paião, que teve agora em agosto um filme no cinema, o "Playback".

É verdade, sim senhor.

Li que não era bem um biopic, era mais uma viagem ao universo criativo.

Mas concentra-se num período muito específico, que tem a ver com essa canção e a participação nos festivais, etc.

Mas eu gosto muito de Carlos Paião, acho que é um grande talento da canção portuguesa.

Cantiga.

Ninguém fez melhor do que ele, se calhar, essa primeira incursão entre o popular e o pop, e o vinho do Porto é um desses exemplos.

Primeiro, a serra semeada terra a terra nas vertentes da promessa. Depois o verde que se ganha ou que se perde quando a chuva cai depressa. E nasce o fruto quantas vezes diminuto como as uvas da alegria. E na vindima vão as cestas até cima com o pão de cada dia. Suor do rosto pra pisar e ver o mosto nos lagares do bom caminho. Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado, generoso como o vinho. E pelo rio vai dourado o nosso brio nos rabelos duma vida. E para o mundo vão garrafas cá do fundo duma genta e vai descida. Vinho do Porto, vinho de Portugal e vai à nossa, à nossa beira. Lá na beira Porto, há vinho Porto, mar, há de haver porto para o nosso mar. Vinho do Porto, vinho de Portugal e vai à nossa, à nossa beira. Lá na beira Porto, há vinho Porto, mar, há de haver porto para o desconforto, para o que anda torto neste navegar. Por isso à festa não há gente como esta quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão. Vem a fanfarra e os miúdos algazarra mais o povo que se agarra pra passar a procissão. E são atletas, corredores de bicicletas e palavras indiscretas na boca da dor rapar. E as barracas, mais os cortes nas casacas, os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz. Vinho do Porto, vão servi-lo neste cálice alicerce da amizade em Portugal. É o conforto do melhor tomado aos tragos que trazemos por vontade em Portugal. Se nós quisermos entornar a pequenez, se nós soubermos ser amigos desta vez. Não há champanhe que nos ganhe, nem ninguém que nos apanhe, porque o vinho é português. Vinho do Porto, vinho de Portugal e vai à nossa, à nossa beira. Lá na beira Porto, há vinho Porto, mar, há de haver porto para o nosso mar. Vinho do Porto, vinho de Portugal e vai à nossa, à nossa beira. Lá na beira Porto, há vinho Porto, mar, há de haver porto para o desconforto, para o que anda torto neste navegar. Vinho do Porto, vinho de Portugal e vai à nossa, vai à nossa beira. Lá na beira Porto, há vinho Porto, mar

Pará de haver porto para o desconforto, para o que anda torto, mestre a navegar.

O Carlos Paião deixa-me contente.

Ora bem.

E ele faz tão bem aquela métrica daquelas letras das canções que eu fico sempre-

Ficas maluco

... fico estremecido. Este gajo é o maior. O Carlos Paião é o maior.

É verdade.

Enfim. Vinho do Porto, vinho de Portugal. Tem umas partes nesta letra que fala de vindima, mas tem umas partes em que eu acho que o Carlos Paião explorou isso noutras canções, que é: Portugal devia de ser melhor, temos de nos unir. Há aqui uma coisa de um nacional positivismo e eu acho que isso se nota em algumas canções do Carlos Paião. E mais não vou dizer, até porque há Marvin Gaye, escolha do Tiago Pereira para ouvir a seguir.

Tinha que ser, meu amigo. Canções para a vindima. Uma das melhores, já foi considerada em algumas daquelas votações que sabe Deus quem faz, como a melhor canção de sempre. Quem sou eu para negar? Pelo menos para mim, já foi a melhor canção de sempre vários dias. Depende do dia, claro, e do tempo. É a canção em que Marvin Gaye canta sobre a história em que ouviu pelas vinhas. Ele diz, "through the grapevine". Grapevine, que tem essa definição em inglês, que são as vinhas, os sítios onde crescem as uvas, é uma planta trepadeira. Mas também quer dizer a forma como mensagens passam de pessoa em pessoa, uma espécie de boca a boca não oficial, entendes?

I heard it, I heard it through the grapevine.

Se espalham informações, rumores, boatos, etc. Tem essa definição. E é Marvin Gaye. Acho que não passamos muito Marvin Gaye.

Mas devíamos. Nós devíamos, Tiago. Temos que pensar nisto.

E aqui está Marvin Gaye, pelas vinhas desta vida.

Marvin Gaye. Isto não passa na rádio, escolha do Tiago Pereira, na semana em que estamos a escolher canções para a vindima, inspiradas nessa arte nobre.

Sabes que esta versão da canção-

De apanhar a uva

... esta gravação com o Marvin Gaye não foi nem a primeira, nem a última. Esta cantiga. A canção foi escrita por uma daquelas duplas que escrevia para a Motown e foi gravada por vários artistas antes e depois do Marvin Gaye. Mas esta versão, enfim.

Ainda bem que foi.

Eu acho que a culpa é do Earl Van Dyke, que toca aquele hammond, aquele teclado que tu estás a ouvir. Eu acho que isso é que-

Faz a canção?

É. É isso e a voz

Também.

Digo eu. Eu sei lá, menino.

Vamos fechar com Oasis.

Bora.

Por quê? Tem uma canção chamada "Champagne".

E anunciaram novas datas pro ano.

É verdade. E também está aí a chegar o "Don't Look Back in Anger", o documentário a propósito desta reunião que tiveram.

Continuam a ter.

Parece uma história de irmãos desavindos.

Marcaram-

Que agora dão-se bem

...11 noites no estádio do Manchester United.

Olha, fixe. Do Manchester United?

Sendo que não é o clube deles.

Pois, é estranho. Vai haver porrada.

Eu até vou confirmar, mas é estranho.

Se calhar é pra esfregar na cara dos inimigos do United.

É pra estragar aquilo.

É pra estragar aquilo. Lembrei-me da "Champagne Supernova", porque faz parte do "What's the Story ", álbum de 1995.

Não, desculpa, não é.

É no City? É no estádio do City?

É no Etihad.

Então é no estádio do City.

Pecuei, desculpe.

1995, "Champagne Supernova".

Estava a ficar nervoso, estava a ver o que tinha acontecido.

Champanhe que também vem da uva. E é preciso vindimar pra haver champanhe. Não é das minhas bebidas favoritas, confesso.

Champanhe?

Sim.

É, também não. Mas também não mandas para trás.

Não, em princípio, não. Gosto desta imagem também, que não significa nada, o champagne supernova, há aqui uma analogia entre supernova, um fenômeno, uma estrela que deixa rastro, por exemplo, no céu, uma supernova, e o champanhe, quando se abre num festejo, também faz um bocadinho esse efeito de supernova. Bem, não sei se alguém já fez.

Muito forte.

Oasis. Atenções pra vindima. Regressamos de hoje a uma semana. Eu sou o Nelson Ferreira, esteve comigo o Tiago Pereira. Tiago, cheers.

Ora, Nelson, até pra semana.

Um abraço. [música a partir de 2:01:00]