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Não é fácil, eu sei, mas, amiga, faz parte. Encontramo-nos domingo à hora do costume. Olá, sejam bem-vindos a mais um check in, mais uma semana que passou e mais uma semana em que eu gravo à sexta-feira. Está complicado de eu cumprir o meu schedule, peço perdão, mas ontem cheguei de Lisboa outra vez. Estas últimas semanas, como eu também já falei em episódios passados, tenho ido imenso a Lisboa, então acaba por depois ser complicado de eu estar a gravar no dia e publicar no dia. Portanto, aqui estamos, sexta-feira de volta ao Porto e para a semana vai ser, espero eu, a última semana que eu vou a Lisboa, que eu estou a ir há cinco semanas seguidas, podem perceber, é cansativo. Mas fui desta vez, a um espetáculo de comédia do Pedro Teixeira da Mota. Adorei, foi mega dinâmico. Tive uma reunião também mega importante, portanto, está tudo a andar, tudo a rolar e sempre que eu vou, eu gosto imenso de ir, mas já estou um pouco cansada desta dinâmica de cá e lá. Finalmente vai terminar e depois no verão também vou abrandar. E já agora, também relativamente ao verão, eu estou aqui a pensar o mês de agosto fazer um bocadinho diferente aqui o podcast, mas mais para a frente deste episódio, eu também vos quero pedir uma opinião e queria mesmo que me ajudassem, porque estou na fase de brainstorm, de perceber aquilo que quero fazer, seja no mês de agosto, seja a partir de setembro, que eu encaro sempre como recomeço. Portanto, vamos abordar um bocadinho sobre isto também neste episódio, mais para o final. Mas vamos começar numa nota menos positiva, porque ontem foi o dia em que o Diogo Jota teve aquele acidente e que não se falava de outra coisa e continua sem se falar de outra coisa. E eu não conseguia vir aqui ao podcast sem falar disto, porque foi mesmo uma coisa que abalou o dia de ontem e continua a abalar o dia de hoje, porque acaba por ser sempre um choque. Obviamente, estes acidentes e mortes acontecem em todo lado e acidentes de carro, mas quando é uma pessoa tão mediática e com uma exposição tão grande e ao mesmo tempo que temos acesso a família, saber que ele teve um bebê há pouco tempo, que tem três filhos, que se casou há cinco dias, toda esta história, todo este enquadramento acaba por ainda tornar a situação toda muito mais dramática, para além de serem dois jovens de 26 e 28 anos a morrerem tão novos e pôr-nos a pensar na família deles, na mulher deles, nos filhos deles, pensar que, por exemplo, os filhos vão crescer, mesmo o bebê, sem conhecer o pai, é só assustador. E ontem estava a falar com amigas e mesmo com a minha mãe sobre o assunto, porque acaba por ser sempre uma coisa que nos abala muito, porque não é suposto os filhos morrerem antes dos pais, não é suposto isso acontecer, não é a dinâmica normal da vida e acaba por nos assustar muito. E de que forma é que nós podemos olhar para isto? Nós, que não temos relação com estas pessoas, é com tristeza, porque efetivamente, para mim, a notícia é muito triste, mas também como abre os olhos para nós fazermos aquilo que queremos e darmos atenção e importância àquilo que deve ter atenção. Literalmente, a vida são dois dias e acho que estas coisas nos mostram mesmo que não faz sentido. Obviamente, nós temos os nossos probleminhas do dia a dia e não devemos desvalorizar isso. No entanto, faz-nos pôr tudo em perspetiva e pensar: "Fogo, nós temos tudo". Era isto mesmo que eu estava a falar com a minha mãe ontem, que muitas vezes nós desvalorizamos aquilo que temos. Literalmente, temos saúde, temos imensa família, amigos, estamos bem, temos ótimas condições. Portanto, nós muitas vezes acabamos por nos esquecer destas coisas e ficamos presos aos nossos problemas, na nossa cabeça. E de repente, quando percebemos que em dois segundos tudo muda, tudo pode mudar, aí é que se calhar paramos e pensamos: "Fogo, dá valor ao que tens". E também a questão de que nós achamos que temos sempre tempo para fazer tudo. Olhem, uma amiga minha, por exemplo, ainda ontem, por causa desta notícia do Diogo Jota, ela está constantemente a dizer que depois do trabalho quer ir à praia dar um mergulho. Isto é um exemplo mega simples, uma coisa que ela quer muito fazer há muito tempo e está sempre a dizer: "Fica para a semana, vou depois, vou noutro dia". É uma coisa que ela quer ir fazer sozinha, só para experimentar e para arejar a cabeça após o trabalho. Ontem, porque isto aconteceu, ela disse chega de desculpas e foi e adorou. E às vezes é isto, são só pequenas coisinhas que nós estamos constantemente a adiar, porque temos tempo. Temos tempo para viver, para mudar, para dizer que gostamos, para arriscar, para dizer aquilo que queremos dizer a alguém. E acho que estas coisas acabam por ser um choque que nos abala desta forma, de nos deixar tristes, mas ao mesmo tempo nos fazer pensar. E mesmo, por exemplo, aquela pergunta que já surgiu no meu podcast em conversas: "Se soubesses que só tinhas mais um mês de vida, o que é que mudavas já hoje?" Esta pergunta muitas vezes parece ridícula, porque parece muito distante. Mas de verdade, isto não vos deixa a pensar? Porque se a vida mesmo terminasse daqui a um mês, amanhã, o que vocês fariam diferente? E se há alguma coisa hoje que nós podemos fazer para dar um passo nessa direção daquilo que acreditamos que nos vai fazer sentir melhor, vai nos deixar mais feliz, que vai valorizar as pessoas que temos à nossa volta. No fundo, aproveitar estes momentos assim mais difíceis também para ligar ao nosso momento presente. O que é que tu estás a fazer agora? As pessoas que tens à tua volta, estás a dar importância às coisas certas, estás a fazer aquilo que queres fazer, estás a adiar coisas que sempre quiseste fazer? Estás a pôr o teu sonho para depois, para depois constantemente? Se calhar o depois pode não existir. E queria deixar aqui esta reflexão, porque acho que são momentos que nos deixam sempre a pensar Eu ontem tive muitas destas conversas com as pessoas à minha volta, porque é sempre um momento difícil, principalmente para pais que têm medo e que eu acho que sentem ainda outra dimensão de tudo isto, que a minha mãe também me estava a dizer: "Tu não és mãe, tu não percebes bem a sensação do que isto é, do que isto faz sentir. É assustador pra ti, obviamente, mas enquanto mãe ainda é mais assustador ver dois filhos, já que não é um, simplesmente de um dia pra outro, de um minuto pra outro, desaparecerem". Mas bem, isto vai ser claramente o meu espinho da semana. Vou deixar aqui como nota mais negativa da semana, mas também aproveitarmos então pra refletirmos um bocadinho sobre o assunto e para a parte positiva, estou numa boa fase profissional. Recebi uma notícia incrível e isto pra fazer um bocadinho de uma ponte com aquele episódio que eu falei sobre a apatia. Lembram-se? Em que eu me sentia, e sinto um bocadinho, que estou um bocado estagnada, um bocado com pouca vontade de produzir, de aparecer, que sinto um bocadinho apatia mesmo em termos de carreira profissional. E eu até vos contei que tinha várias oportunidades a chegarem-me, mas que eu não avançava pra nenhuma delas, ou seja, nunca dizia que sim a nenhuma delas. E sabem que agora chegou uma que foi um sim imediato, que nem penso dois segundos e que foi a melhor notícia que eu recebi nos últimos tempos e fez-me mesmo pensar que às vezes eu acho que faz sentido esperar. Acho que faz sentido deixar-me no estar. É porque se não foi aquele sim imediato e se é preciso fazer tanto pensamento, tanta análise e tanto tempo de reflexão, se calhar é porque não é bem a oportunidade certa. Isto a falar da parte profissional e obviamente, isto é muito pessoal. Estou a falar do meu caso, que tenho tido algumas oportunidades, mas ainda não tinha sentido que era aquela que eu queria mesmo dizer que sim e que eu queria pôr a minha energia e o meu esforço nos próximos tempos. E chegou uma notícia e deixou-me muito feliz, muito motivada e super em linha com aquilo que quero. E foi lá, está! Foi aquele sim imediato. E eu acho que às vezes eu tenho muita vontade de fazer mais, trabalhar e crescer, mas às vezes acho que faz falta só o desafio certo pra fazer com que isso aconteça e pra que isso vá ainda noutra proporção e noutra direção. E acho que isto veio mesmo no timing certo e fiquei mesmo feliz e espero que agora seja a rampa de lançamento pra eu estar cada vez mais motivada, porque eu estava mesmo só a precisar de um desafiozinho. De uma coisa que me puxe pra fora da zona de conforto, que foi logo a primeira coisa que me perguntaram: "Mariana, não sei se estás confortável com isto, isto é muito diferente". E eu: "Claro que sim, é isto que eu quero, é isto que eu estou craving". É um desafio que me puxe completamente da minha zona de conforto, que me faça experimentar outros lados meus, outros lados profissionais meus. E este foi mesmo na musse e estou mesmo muito contente. E como eu vos estava a dizer, eu estou completamente, neste momento, com uma energia de recomeço máximo, porque agora sou julho, agosto vou pra Bali e depois setembro. Setembro do ano passado foi quando eu lancei mesmo o meu podcast. Eu sinto mesmo que setembro pra mim é um recomeço gigante. Foi quando lancei o meu podcast e foi quando eu decidi começar a ser mais ativa, entrar em todo o processo de mudança, foi setembro. Portanto, setembro pra mim tem sempre esta energia de muito mais do que janeiro, muito mais do que o início do ano. Pra mim, setembro é o início, é um recomeço enorme. E agora estou completamente na fase de abrandar e de planear setembro, que eu adoro. Sou totalmente aquela pessoa de estar constantemente a fazer planos, a fazer análises e a pensar, a refletir sobre os meses passados. Isto mais até, por exemplo, a nível profissional, de analisar números, ver o que é que correu bem, o que é que correu pior, melhor, e refazer toda a estratégia pra partir de setembro. Foi muito disso que eu fiz o ano passado e que depois me levou até, inclusive, a criar um novo podcast. Eu tinha o "Amiga Dá as Casa" e na altura foi muito este período de reflexão, que eu na altura até passei o meu agosto em Maiorca, completamente sozinha, o mês inteiro. Isto parece outra vida, completamente. Mas foi um mês que me fez, como eu também estava muito sozinha e as pessoas que lá estavam em Maiorca estavam muito numa vibe de festa, de party máxima, e eu não estava. Eu fui lá também muito pra pensar, pra organizar as coisas, pra planear as coisas do fim da marca na altura e para repensar a minha estratégia profissional. Tive muito tempo sozinha, muito tempo pra pensar. Então ainda extrapolou toda esta energia de recomeço que setembro significa. E na altura foi o que me fez mesmo definir tudo sobre o "Amiga Faz Parte", o novo podcast, etc. E agora estou um bocadinho nesta fase de, lá está, como eu estava a dizer, de abrandar, de planear setembro, de começar a analisar tudo até então. E eu queria também pedir-vos a opinião sobre o assunto, porque inicialmente, pra quem já acompanha o podcast desde o início, desde o "Amiga Faz Parte", de setembro, sempre foi na dinâmica de um episódio com convidado, um episódio a solo, um convidado, um a solo. E os a solo eram sempre de temas, sei lá, falei do meu distúrbio alimentar, contei do meu percurso na Flare, falei de produtividade, contei também a minha mudança pro Porto. Portanto, ia fazendo assim alguns updates, mas sempre tendo um tema central. E depois fazia então a cada duas semanas episódio com convidado. Quando eu mudei depois pro Observador, tivemos aqui estratégia e definimos que iria ter dois episódios por semana e então faria sentido eu fazer sempre com convidado e depois fazer os solos, ser então os check-ins, que é uma coisa mais leve, mais rápida. Estes episódios que eu estou a fazer aqui. E o que eu sinto? Sinto que o "Amiga" faz parte, e também quero muito perceber a vossa opinião sobre isso, mas sinto falta dos meus episódios a solo, gravados em estúdio, com um tema e mais longos. Mais terapia, digamos assim, que eram um bocadinho mais intensos do que estes check-ins. E sinto um bocadinho falta desses episódios e sinto que o "Amiga" faz parte, os episódios de domingo, têm pouco de mim. Inicialmente, a ideia era sempre ser um 50/50 entre aquilo que eu faço, falar sozinha, e convidados. E sinto que se foi perdendo um bocadinho isso. Eu estou numa fase agora de repensar toda esta estratégia e estou a pensar se não fará sentido voltar à dinâmica do início, literalmente dar um passo atrás. Testei isto, resultou, mas se calhar não é bem aquilo que eu quero, e queria perceber também do vosso lado, se a ideia de deixar de fazer os check-ins e passar a ser então de duas em duas semanas, solos e convidados, se faz sentido, se gostam mais, se gostam menos, e estou a criar uma sondagem entre amigas, mas também queria perceber aqui se têm uma opinião sobre isto, porque muitas vezes eu recebo mensagem de: "Ah, tenho saudades dos teus solos", etc. Eu acho que estes check-ins são mais leves, se calhar estão mais a par da minha vida do dia a dia, mas os outros acabam por ser mais intensos e com mais insights e eu tenho mais reflexões porque acabam por ser episódios muito mais pensados. No fundo, era um bocadinho isso, trazer mais de mim aos episódios de domingo. Estou nesta fase de repensar, de planear a minha viagem também para Bali, de planear o trabalho a partir de setembro. E estou motivada, estou muito motivada e é uma boa fase. E também estou numa ótima fase no que toca a desporto. Queria só dar aqui um update da situação, que estou a fazer o plano da preparação para a meia maratona, está a correr super bem. Estou a usar a Runner e estou mesmo motivada, porque a corrida é aquela cena que, quando se começa, no início custa imenso as primeiras duas, três semanas, mas quando se é regular, umas três vezes por semana, que é o suficiente, de repente é muito mais fácil. Parece que custa muito menos cada corrida, parece que somos muito mais capazes e estou nessa fase e é ótimo. No outro dia fui a um run club, que por acaso queria deixar aqui também como recomendação. Eu fui ao Oysho Run Club. Oysho é das minhas marcas favoritas de desporto. Praticamente toda a minha roupa de corrida e ginásio, e não só, é de lá. E eles têm um run club, têm vários run clubs em vários sítios da Europa, têm um em Lisboa e têm um no Porto. No Porto é terças e sábados, todas as semanas e vão dividindo entre treinos de séries e treinos de longa distância. Não é longa distância, treinos de cinco, seis quilómetros, tudo seguido. E eu fui experimentar um treino de séries, porque nunca tinha feito, e gostei imenso. Eu já experimentei vários run clubs e gosto muito da vibe social dos run clubs, mas senti que este aqui é muito mais virado para a parte de treino. E esta é a cena que eles dizem que é mais diferente no run club deles, é o fato de terem treinador todos os dias, seja aqui, seja em Lisboa, há um treinador no Oysho Run Club, que faz os planos de treino e é muito mais treino do que a parte social. Obviamente que estimula sempre a conhecer novas pessoas, porque imaginem, nós acabamos de correr, depois ficamos para aí uma hora e meia a conversa, porque se estamos todos na mesma vibe de preparar provas e focados e ir numa vibe de treino, então é bem possível que tenhamos muita conversa a fazer uns com os outros, porque estamos bem alinhados nos desafios que estamos a fazer. Então era falar de próximas provas, falar de HYROX da vida, by the way, que talvez gostasse de fazer isto no futuro. Ando com o bichinho, ando a consumir muito conteúdo à volta da HYROX. Imaginem, tem a vertente social também, mas é muito mais virado para treino. Portanto, imaginem, eu recomendo este run club, se vocês tiverem a levar a corrida um bocadinho mais a sério. Para treinar, não só para sair de casa e fazer cinco quilómetros só pela parte social. Para isso, por exemplo, o Porto Can Run Club é muito melhor nessa vibe, é muito mais a parte social e correr os cinco quilómetros. Se for assim numa vibe que vocês estão a preparar uma prova, querem evoluir na corrida, então acho que este run club é perfeito. Fica aqui a minha recomendação, se quiserem juntar a mim, eu não vou todos os dias, mas vou aparecer várias vezes. Terças é ao final do dia e é sábados de manhã. E gostei mesmo muito e é fixe, porque como estou agora na cena de treinos, sinto que tenho corrido muito mais sozinha do que com amigos, porque eu tenho o meu treino para fazer. Então já não é tanto aquela cena de vamos só sair e correr quatro quilómetros. E como eu tenho este treino, sinto que estava a fazer os meus treinos sempre sozinha, então esta comunidade eu acho que vai ajudar imenso a eu não me sentir tão sozinha e a conseguir puxar mais, principalmente nos treinos de séries, que são treinos mais exigentes. E é isso, estou muito motivada, estou muito contente por sentir que eu não preciso de me obrigar a ir treinar, a ir ao ginásio, a ir correr. Já faz parte da minha rotina, já estou naquela fase em que não preciso da motivação. É tipo, vou sair de casa, vou treinar porque está no plano e tenho que fazer. Então é muito bom sentir isto, porque lá está, como eu estava a dizer, eu acho que para começar a ser mais ativo, para começar a treinar, a fazer algum tipo de exercício, a parte inicial, as primeiras semanas, é sempre o mais complicado. Não vai haver vontade de ir, porque vai custar, vamos estar super doridos, porque já não fazemos exercício há imenso tempo e vai ser difícil, mas acho que é manter na cabeça que isto é só a fase inicial e depois mais para frente, fazendo parte da rotina, tudo é muito mais fácil. E para além disso, também ainda estava a falar com uma amiga ontem, aliás, esta semana dei esta recomendação a duas amigas que estão neste momento sedentárias, que não estão a fazer praticamente nada em termos de desporto e que acabam por sentir depois fisicamente, na saúde mental também, porque o desporto também é muito isso. E às vezes nós olhamos muito para o desporto e para o exercício como um bicho de sete cabeças, de que nós temos de passar de um oito, de sedentarismo, para fazer imensa coisa e treinar as vezes que eu treino e whatever. E acho que às vezes esquecemos que literalmente só sair de casa, agora ainda por cima está bom tempo, sair de casa, fazer uma caminhada, faz muita diferença. Eu tenho uma amiga que faz caminhadas diárias, uma hora, todos os dias, vai caminhar sozinha, e isto faz muito bem. Apanhar sol, sair de casa, andar e já é exercício muito melhor, muito mais que suficiente do que aquele que é nenhum, que se está a fazer no momento. Portanto, fica aqui também a recomendação, nem que seja assim, caminhadas de 10 minutos, sair de casa logo no início do dia, vai fazer mesmo diferença, eu juro. Às vezes nós estamos tão fechados no nosso pensamento e na nossa cabeça que parece tudo errado. E eu pelo menos sinto isso. Às vezes estou mesmo a bater mal em casa, estou sozinha, passei o dia todo fechada em casa e depois saio à rua e penso: "Fogo, era só isto, era só sair de casa, era só apanhar sol e mexer-me um bocadinho para achar que a vida não é assim tão triste e que afinal nem está tudo errado". Acho que é um bom primeiro passo para quem neste momento não faz nada e gostava de explorar um bocadinho isso. Mas pronto, olhem, o episódio hoje vai ficar mega curtinho. Estão aqui os updates da minha semana. Espero que estejam a ter uma boa semana, um bom verão. Para a semana vou para o Live, portanto, não sei em que dia é que vou gravar check-in. Espero conseguir gravar lá em Lisboa, se calhar levo o micro e gravo por lá. Mas nós ouvimos então para a semana. Espero que tenham um excelente fim de semana e um resto de semana também. Beijinho.