Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Arresmas de milhões.
Arresmas.
Foram investidos muitos milhões nos Certificados de Aforro.
Muitos milhões, as tais resmas que tu dizes.
Paletes.
Então, quantas paletes? 5,45 mil milhões de euros. Neste momento ainda não dissemos a ninguém o que é.
Eu disse Certificados de Aforro.
Disseste? Devias ter deixado suspense. Foi o dinheiro aplicado no ano passado.
Diz outra vez.
5,45 mil milhões de euros. Cinco mil milhões, mais 45 milhões de euros. Ao longo do ano todo.
Sim.
E em termos líquidos, isto é, há entradas e saídas sempre, porque há pessoas que vão resgatando também os Certificados de Aforro. Isto já é o saldo entre uma coisa e outra, o saldo positivo. Portanto, houve muito mais dinheiro a entrar do que a sair, neste montante precisamente. Isto é uma enormidade, fazendo aqui as contas, pelos 253 dias úteis do ano passado, foram, em cada dia útil, 21,5 milhões € por dia que foram aplicados em Certificados de Aforro, o que demonstra a popularidade do produto. Isto é dívida pública, no fundo, investindo em Certificados de Aforro, estamos a emprestar dinheiro ao Estado e ele paga-nos um juro, que neste caso está indexado à Euribor a três meses. A Euribor a três meses andou em dezembro ali na casa dos 2,057. Portanto, muito próxima dos 2%. É um pouco abaixo da inflação, enfim, deixar lá o dinheiro também significa perdas para a inflação, embora depois haja alguns prémios por antiguidade do investimento. Isto é, à medida que deixamos lá o dinheiro investido, vai havendo algum aumento da taxa de juro que compensa isso. Mas é isto, no fundo, um produto muito popular, melhor do que os depósitos, claramente, em termos de juros. Os depósitos andam ali na casa agora de 1,3 a 1,4% de juro, mas também não têm a flexibilidade de tirar o dinheiro quando precisamos, como têm os depósitos, de qualquer maneira. Aí está, foi uma estrela ainda 2025.
Olha, não somos da função pública, mas quem é, pode esperar aumento em fevereiro.
Foi fechado o acordo já. Foi fechado só agora e daí não entrar já o aumento no processamento de salários de janeiro. O aumento da função pública vai ser processado em fevereiro, com retroativos, obviamente, ao início do ano. Portanto, vai cair mais dinheiro na conta do que é habitual daqui a um mês, quando se receber o ordenado de fevereiro. Estamos a falar de atualizações de 56,58 € por mês, com um mínimo de 2,15%. Ou seja, quando os 56 € e picos são inferiores a 2,15%, é o 2,15% de aumento que se aplica. É um valor em linha com a inflação, para que não haja perda de compra. Depois também há ajustamentos aqui no subsídio de refeição. Tudo isso vai acontecer então daqui a um mês. Nessa altura, o dinheirinho a mais que cai na conta, não contem com ele sempre todos os meses, porque no fundo estão a receber o aumento referente a dois meses. Depois a coisa estabiliza lá pra março.