Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje com o estúdio bem composto, são nossos convidados o padre João Basto, o jornalista do Observador João Francisco Gomes e hoje também o padre Daniel Nascimento. São os autores do podcast da Rádio Observador, "As Histórias da Bíblia", que vai ter uma segunda temporada, estreia este domingo. Bom dia, bem-vindos.

Bom dia.

Da última vez que estiveram aqui fizeram 22 pontos, hoje trouxeram reforços para ver se chegam aos 25. O padre Daniel que se vai juntar a vocês no podcast.

Vai acontecer.

Mudar a equipa.

Mudam a equipa. Vamos a isto e enganam-se se pensam que vamos começar com perguntas sobre a Bíblia.

É, sei que é perigoso.

Queremos saber se estão bem informados sobre o vosso podcast. Qual o total de downloads em março? Não tem de ser memorizado.

João Francisco tem tido a ver as estatísticas.

O João Francisco está com ar de quem sabe.

No mês de março, eu diria que estamos ali nos 20 tal mil, 25 mil, 26 mil.

Ena, mucho. 26.218 downloads.

Isto dá quase direito a sete pontos.

Tem que dar a pontuação máxima.

Fez trabalho de casa. Cinco pontos. São 26 mil pessoas a ouvir histórias com centenas e centenas de anos, num mundo que só quer saber, ou parece querer saber só, o que aconteceu nos últimos 10 minutos. O que explica estes números? Curiosidade de quem procura na Bíblia as respostas que a política já não consegue dar?

Quem é que responde?

Eu estava a dizer ao Paulo, antes de começarmos, que é estranho o sucesso do podcast, porque nós somos três choninhas. Três nerds a falar de coisas da Bíblia. Quem é que imagina que um podcast sobre coisinhas da Bíblia vai ser um sucesso?

Padre Daniel, também se revê nesta descrição de choninhas?

O Daniel não.

Em boa verdade, eu não participei na primeira temporada.

Excluí-se já desse adjetivo.

Não foi o critério de contratação, é choninho?

Não, foi alguém que não é choninhas.

Falam do que sabem.

Sim.

Cada vez mais uma raridade.

Quem sabe disto é o Daniel. O João Francisco faz perguntas, eu estou aqui de pelintra. O objetivo é esse.

Mas as pessoas aderem, por quê?

Sim, a Bíblia, na verdade, nós dizemos muitas vezes no podcast, a Bíblia é grande literatura. E a verdade é que a Bíblia talvez seja o grande código que nos permite compreender a cultura, pelo menos a cultura ocidental dos últimos séculos. Ou seja, como é que se compreende a arte, a literatura, o teatro, sem conhecer o modo como a Bíblia nos introduziu formas de contar histórias, tipos de personagens. E estou até só a falar de uma perspectiva da Bíblia como grande objeto literário e não necessariamente até a partir da perspectiva dos crentes, que depois, obviamente, adiciona uma camada de leitura à Bíblia. Mas realmente, por exemplo, quando nós pensamos que ao longo dos últimos 10 anos, por exemplo, a tradução da Bíblia do Frederico Lourenço foi um dos grandes sucessos literários do país e talvez também possa ser um facto surpreendente, que esteve de repente nos tops das livrarias comerciais, tínhamos uma nova tradução da Bíblia, talvez isso nos indique o grande interesse que o público em geral tem por esses textos.

Padre Daniel, e o que é que o fez juntar-se aos choninhas?

O convite era mais ou menos irrecusável, na medida em que falar sobre estas coisas é um desafio, uma missão e um prazer também. Acho também que uma das razões que explica o sucesso, não só deste podcast, mas de tudo que tenha a ver com a Bíblia, é perceber que não é apenas um livro que nos fala de Deus e, portanto, uma coisa para crentes e para gente um pouquinho à margem. Não, fala muito de humanidade, tudo o que é experiência humana e qualidades e defeitos e vivências humanas, fala muito do que é o ser humano, e acho que isso é muito importante. É uma coisa que se discute até em certos ambientes universitários, mais ou menos ateus ou mais ou menos não religiosos, a importância do conhecimento da Bíblia para isto que o João estava a dizer, para perceber a cultura, para perceber a humanidade, para perceber o mundo. Assim como se estuda também a Odisseia, também a Bíblia é um código cultural fundamental para perceber aquilo que é o homem, o ser humano.

É muito fundacional. Para cinco pontos: que idade tem o Papa Leão XIV?

Eu e o João Francisco fizemos o mais difícil no conclave, que foi acertar no cardeal.

Isso é mais a vossa especialidade.

É mais a nossa especialidade.

E acertaram no vencedor.

E acertamos no vencedor. O João Francisco ganha um almoço hoje à tarde por causa disso.

É verdade, aqui no Observador. A seção de sociedade fez uma aposta interna sobre quem seria o próximo papa. Eu votei Robert Prevost e à conta disso almocei um bacalhau com todos ali no restaurante aqui bem perto.

E a idade?

Agora a idade.

Eu diria que ele foi eleito agora no final dos seus 60.

Eu diria 60 e muitos, havia batido nos 70.

Talvez.

65?

Mais.

Mais perto dos 70, diria.

Será que faz 70 agora, até? Não faço ideia.

69.

Querem fechar?

69, 68.

Vamos pôr aí uns 68, 69, não sei.

Vocês pensem que o João Francisco sabe ver as coisas, consegue ver ali o futuro. Sigam mais

Será que já fez 70?

Já.

Fez 70.

Pronto, cinco pontos. Ainda tem 70, vai fazer 71 em setembro.

Exato.

Mas foi eleito ainda com 69, certo?

Sim, mas já tem os 70. Estamos aqui a falar ainda de um pontificado muito curto. Já dá para fazer um balanço. É sempre inevitável fazer-se comparações com o antecessor. Francisco foi um papa que agradou tanto, até muito aos não crentes. Como é que está a ser com Leão XIV? Vocês olham uns para os outros.

O jornalista tem um olhar objetivo.

Realmente, como está agora a fazer, já fez um ano da eleição do Papa Leão XIV, talvez possa ser uma boa altura para fazer um balanço deste primeiro ano. A verdade é que é inevitável uma comparação direta com o antecessor, com o Papa Francisco, que realmente era um homem que tinha um carisma extraordinário e que tinha uma forma de estar no espaço público que atraiu até muita gente, mesmo fora da igreja, porque criou uma ideia de rutura, de reforma, de revolução em relação à igreja que existia no passado, embora isso às vezes seja mais uma ideia feita até do que uma realidade. O que acontece é que o Papa Leão, realmente, qualquer pessoa consegue compreender que é um homem mais discreto que o Papa Francisco, o que não significa que não esteja a fazer muita coisa. É um homem que agora, neste último mês, teve uma intervenção claramente muito decisiva em relação à realidade contemporânea.

E já lá vamos um bocadinho melhor essa matéria, como calculam.

É um homem que é capaz de também, se calhar, compreender a realidade do mundo de hoje a partir dos olhos de um norte-americano, que é também possivelmente uma vantagem diplomática que ele vai ter num pontificado que coincide com uma altura da história em que as relações entre a Europa e os Estados Unidos estão como estão.

Portanto, também achas que não é por acaso que foi escolhido um papa norte-americano?

Na verdade, eu não diria que isto tenha pesado especialmente na decisão dos cardeais. Acho que o facto de ser, por exemplo, uma figura com um passado missionário, o facto de ser um cardeal que em muito pouco tempo passou por uma série de realidades muito diferentes da Igreja, lhe deu uma capacidade de compreender essa multiplicidade de realidades, acho que talvez tenha contribuído mais do que propriamente o passaporte. Agora, não deixa de ser verdade que, subitamente, o facto de o Papa ser norte-americano não é alheio ao grau de, por exemplo, perturbação que as palavras dele criam, por exemplo, em Donald Trump.

Sim, mas, por exemplo, na história recente, até no século XX, muitos papas foram eleitos tendo sido retirados do fogo. Por exemplo, Pio XII, que foi o papa durante a Segunda Guerra Mundial, foi eleito em 39 e tinha sido núncio na Alemanha. O João Paulo II foi tirado do Bloco de Leste. Ele vem da Polônia.

Retirado do fogo.

Foi retirado do fogo. O próprio Papa Francisco é retirado do sul global. Numa altura em que começava a existir um conjunto de populismos depois da crise financeira. Portanto, muitas vezes os cardeais acabam por ir buscar gente que está dentro, claramente, desse fogo.

No olho do furacão.

No olho do furacão, exatamente. E o Papa Leão XIV é alguém que é americano sem ser americano, por exemplo, como outros cardeais no Colégio Cardinalício eram, por causa desta vasta experiência.

Todos os outros americanos seriam muito mais americanos.

Seriam muito mais americanos, sim, nesse sentido.

Vamos em frente. Estão com 10 pontos neste momento, portanto, o pleno, e não tiveram ajuda nenhuma na última.

Claramente.

Quantas pessoas entraram na arca de Noé para se salvarem do dilúvio? Esta é fácil.

Se é biblista, pessoas.

Noé e a sua família.

Pois, e quantos eram?

Quantos era a sua família?

Eu achei que esta era tão fácil.

Quantas pessoas eram?

Estas questões de números estão muito presentes ali no Gênesis.

E nem conseguirem responder quantas pessoas.

Essa espécie horrível. Não sei.

Têm que pedir ajuda, então.

Se calhar, se tivermos uma ajudinha.

Então vá. Cinco, seis ou oito?

Isso também é o mais ou menos. Dois, 100 e depois o número certo.

Devias ter posto três, que é onde ia contar que eram. Como diz a Carla, três, que é conta teus dedos. Seis ou oito.

Todos os outros animais era um de cada.

Era um casal.

Agora, Noé foi também com os filhos.

Quais são os filhos de Noé? Portanto, foi ele.

A mulher.

A mulher.

Os filhos iam ser.

Quantos filhos eram?

Três. Terá levado tipo esposas.

Exatamente.

Portanto, seis. Seis filhos e companheiros, mais a mulher.

Seis.E os vizinhos? Os vizinhos não ajudam.

Zero ajuda.

Eram oito.

Exatamente.

Chegaram lá sozinhos.

Sozinhos, mais ou menos. Está sempre caro.

Mais os animais, claro.

Sim.

Com tudo o que se está a passar no mundo, falta na Europa a resiliência de Noé para lidar com os problemas que estão à nossa porta ou temos demasiados carpinteiros a mandar e nenhum mestre de obra com voz e com visão a longo prazo?

A volta que isto foi dar.

Impressionante. Vocês sabem que entre espados há uma coisa que é: hoje é o dia de São José. São José era carpinteiro, carpinteiros fazem confessionários, vamos falar das confissões. É exatamente a mesma coisa isto aqui. Eu acho que uma das grandes coisas da história de Noé é que nós nem falámos de Noé necessariamente nesta temporada, fica para uma próxima, mas Noé tem uma coisa castiça que é: Deus não renova o mundo sem nós. Às vezes nós temos uma certa ideia, uma certa ecologia, que aquilo que é puro são os animaizinhos, a natureza e os seres humanos até seriam prescindíveis, nós é que estamos aqui a estragar. E realmente, no dilúvio, existe ali um gesto de recriação, mas a verdade é que Deus não dispensa que a humanidade faça parte desse gesto de recriação, o que mostra claramente, não sei se estou a responder à sua pergunta, que nós também não podemos prescindir do contributo que os seres humanos têm. E às vezes parece-me que tendemos a ter uma visão muito dualista.

Mas não falta um mestre de obras para liderar essa missão?

Há muito poucos bons canalizadores. E se calhar na política também há dificuldade em contratar, não só as pessoas mais intelectuais, mas também bons canalizadores. Pois, façamos.

Noé diz-nos uma coisa também muito importante e atual, parece-me, que é uma oportunidade de recomeços, uma nova esperança, que parece que está tudo a correr mal, que vai toda a gente morrer, mas fecha-se a porta e abre-se uma janela.

Geralmente diz-se aqui nestes prestigiados programas de política que há quem não venda um projeto para o país. E Noé, para todos os efeitos, tinha um projeto. Assessorado por Deus, mas tinha um projeto. Não é agora os políticos virem para aqui dizer que têm um projeto que também lhes foi suprado por Deus, também me parece um bocado exagerado.

O projeto não era bem dele.

Sim.

Era mais-

Mais um mestre de obras

...o homem da execução. Que é uma coisa que vos falta também.

Sim. Nós também tínhamos vários políticos que diziam que tinham que decidir, está decidido e vamos para a frente.

Faça-se.

Faça-se, como Deus diz na Bíblia. Pois, mas às vezes falta um bocadinho. Não sei se foi em off, no nosso grupo, que nós falámos sobre isso, que há um conjunto de obras que podiam ser feitas. Eu sou de Viana do Castelo e agradecia um TGVzinho. Pois agradecia, sim, umas coisas.

Falta o homem do leme.

Sim, porque reparem, isto já não tem nada a ver com o nosso programa, mas eu vou mais rapidamente de Viana a Aveiro do que vou de Viana a Melgaço, que é no mesmo distrito. Cria muitas distâncias territoriais, muitos contrastes dentro do mesmo território.

Sim, não te preocupes que eu vou para a margem sul e às vezes parece que demoro uma eternidade. Às vezes é mais rápido ir para Viana do que atravessar a ponte.

Compreendo.

Compreendemos bem. Bom, vocês estão com as respostas na ponta da língua. Vamos a mais uma agora. Agora vamos olhar para os laureados do Prêmio Nobel da Paz. Só houve duas entidades na história que ganharam este Nobel, esta categoria, mais do que uma vez. Duas entidades. Digam uma delas. Digam uma.

Diga-me uma. Entidades que ganham uma vez, a União Europeia ganhou uma vez.

Sim, mas aqui é o caso em que ganharam mais do que uma.

Não sabia que podia ganhar mais do que uma vez.

Ele repete às vezes, com falta de ideias.

Há tão poucas.

Há tão poucas.

Esta é aquela pergunta que foi feita para nós não termos os 25 pontos.

Sim, porque as outras vocês tinham no bolso.

Sim, mais do que uma vez. A FAO?

Não faço ideia.

João Francisco, tu estás muito calado.

Incapaz.

ONU?

A não ser que deem outra. Eu acho que vamos ter que ir para a escolha múltipla.

Espera. A FAO, o Paulo disse que não estávamos longe.

Porque aquelas organizações das Nações Unidas são várias.

FAO, UNICEF.

Pensei que era porque a FAO está em Roma, e Roma, igreja, Bíblia.

Não fomos assim tão longe, nós não fazemos essas associações.

Era carpinteiro.

Nós fazemos sucedâneos.

A FAO está ao lado do Circo Máximo, Circo Máximo, gladiadores, gladiadores, Império Romano.

Podemos dar a ajuda.

Vamos tender à escolha múltipla.

No caso, como há aqui duas hipóteses que estão certas, eu vou dar quatro hipóteses, que eu espero que não sejam assim tão caras. Cruz Vermelha Internacional, Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, UNICEF, Médicos Sem Fronteiras.

Eu diria a UNICEF.

Uma vocês já disseram há pouco e nós não apanhámos.

Foi a UNICEF.

Eu acho que foi a UNICEF, eu disse. E o senhor padre disse UNICEF.

Achas que estou a ser muito bonzinho?

Acho. Bem, mas já estão com a escolha.

Bloqueamos essa, então.

Nós trabalhamos com Nosso Senhor, Nosso Senhor castiga.

Dizem que fecham a UNICEF.

Vocês têm connections. Estamos conexos.

Fecham a UNICEF?

Fecharam a UNICEF.

Não oiçam o que o Paulo diz. É a UNICEF?

Eu estava a votar UNICEF.

Pronto, não é.

Não é? Eu avisei.

Ouviste o Paulo ou não ouviste o Paulo? É a Cruz Vermelha Internacional que teve três vezes o Nobel da Paz, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados teve duas vezes. Isto remete-nos agora mesmo para a questão deste confronto que de repente aconteceu entre o papa e Donald Trump. O padre João Paulo já há pouco falava, recorreu à história para mostrar outros exemplos em que situações mais ou menos semelhantes acontecem. Há memória de um confronto destes?

Há, memória até o próprio João Paulo II, que às vezes é visto como modelo do papado nos últimos anos, teve vários confrontos com os presidentes americanos por causa da Guerra do Golfo

Os presidentes americanos é que não respondiam naquele tom.

Não respondiam naquele tom, mas realmente, também na história, uma vez o presidente dos Estados Unidos, já não me recordo, que é depois de Lincoln, creio eu, não me estou a lembrar bem do nome, tem uma declaração no Congresso, daqueles discursos do estado da nação, um bocado virado contra os católicos, porque nos Estados Unidos o sentimento anticatólico já vem até de certos pais fundadores. Não é estranho. Aliás, a Igreja tem sempre relações conturbadas ou bipolares com alguns países. Acontece aqui na Europa com a França, que tem sempre uma relação às vezes tensa e às vezes de grande amizade. E nós temos também uma relação tensa e de grande amizade com os Estados Unidos, porque era um mundo novo. Há até durante o século XX e XIX algumas tensões com a Igreja americana, que entendia que, como vivia no mundo novo, precisava também de um novo ritmo e de se distanciar de Roma para evangelizar aquele território. Portanto, não é raro que com os Estados Unidos, que também não são bem um país, são um continente, exista este tipo de tensões entre os papas e outros líderes políticos. Aconteceu com a Guerra do Golfo e com a invasão do Iraque do Bush pai, ou da guerra no Iraque com o Bush pai.

Portanto, nada de novo.

Nada de novo debaixo do sol. É uma expressão bíblica também, já agora, hoje no podcast da Bíblia.

E vamos aprender muitas coisas. Última questão, estamos com 15 pontos. Esta é oferecida.

João Francisco virou os olhos.

É verdade. Como se chama o clássico dos Monty Python que satiriza a era do Novo Testamento?

"A Vida de Brian". Plim, plim, plim.

"Always look on the bright side of life".

Riem-se muito ao ver aquilo ou não?

Eu gosto muito de Monty Python.

É um filme fantástico.

Eu acho que prefiro o "Meaning of Life", que satiriza a questão entre os católicos e os protestantes, mas "A Vida de Brian" é espetacular. "Always look on the bright side of life". E agora terminamos a cantar todos.

E os líderes da Igreja reagem bem ao humor e à sátira?

Eu acho que sim. O Papa Francisco mostrou isso também.

Sim, quando chamou os humoristas.

Em Israel, mesmo às vezes com uma certa tensão, há muitos grupos que satirizam o Antigo Testamento. Nós às vezes é que somos até muito comedidos em Portugal a falar sobre estas coisas.

Também foram muito comedidos nesta comissão de inquérito. Fizeram 20.

20 pontos.

Fizeram a marca. Mas sabiam tudo. Sabiam tudo.

Vamos fazer a remontada na terceira temporada.

Padre João Bastos, padre Daniel Nascimento, João Francisco Gomes, muito obrigada por terem vindo à comissão de inquérito. São os autores do podcast da Rádio Observador, "As Histórias da Bíblia". A segunda temporada estreia este domingo, é logo a seguir ao "Jornal das 9".