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Muito bom dia. Está com a Rádio Observador. Conferência de imprensa da Rádio Observador a começar agora. Vamos saber o que contam os jornais de Portugal e do Mundo esta manhã com o jornalista João Costa Campos. Bom dia, João.
Olá, Carlos. Bom dia.
Vamos começar com o jornal Público, com a notícia que está a marcar a atualidade: demitiu-se a ministra da Administração Interna.
Maria Luísa Amaral diz já não ter condições pessoais e políticas indispensáveis para continuar a exercer o cargo. Apresentou ontem ao presidente da República a demissão. Em junho de 2025, Maria Luísa Amaral herdou o Ministério da Administração Interna, antes tutelado por Margarida Blasco. Assumiu uma das pastas mais sensíveis do governo, que deixa agora oito meses e cinco dias depois. É Luís Montenegro quem assume transitoriamente o Ministério da Administração Interna.
Passamos para a capa do Diário de Notícias. PS e Chega querem António José Seguro já envolvido na sucessão das Forças Armadas.
Porque o governo terá, nos próximos dias, de propor ao presidente da República o nome do próximo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e também o chefe do Estado-Maior do Exército. Ambos terminam a comissão de serviço no fim do mês e, por isso, o Partido Socialista e Chega esperam que Marcelo Rebelo de Sousa consulte o presidente da República eleito, António José Seguro, antes de tomar essa decisão.
E o Correio da Manhã escreve sobre o novo coordenador da estrutura de missão de energias renováveis nomeado pelo governo.
Segundo o jornal, Fábio José Alves Teixeira não tem nem experiência profissional, nem habilitações acadêmicas na área. Foi adjunto da ministra da Cultura, mas assume agora a pasta no Ministério do Ambiente e Energia. No despacho publicado em Diário da República, pode ler-se que Fábio Teixeira possui currículo acadêmico e profissional que evidencia o perfil adequado nessa identidade de licenciamento de energias renováveis, ainda que seja apenas licenciado em Enfermagem.
Vamos agora à imprensa internacional, João. O The Guardian escreve que a Noruega teme uma invasão russa no futuro para proteger o arsenal nuclear.
É o que diz o chefe do exército norueguês. Em entrevista ao The Guardian, revela que a Noruega não descarta um ataque russo ao país para proteger as armas nucleares russas estacionadas a norte da Noruega. Este armamento seria vital para a Rússia num possível conflito com a NATO e, por isso, diz agora a Noruega, Moscovo vai fazer tudo para o proteger, incluindo invasão do território norueguês.
E no Reino Unido, o The Times destaca mais uma vez o governo de Keir Starmer, abalado pelo caso Epstein.
A pressão não para de crescer. Em causa está a nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, apesar de serem conhecidas as ligações a Jeffrey Epstein, condenado por tráfico sexual. O jornal revela agora que está a ser feita uma investigação que começa no período do mandato de Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico. Em 1999, a Polícia Metropolitana britânica iniciou uma investigação contra Mandelson na semana passada, referente às alegações de má conduta no cargo público. O primeiro-ministro Keir Starmer já terá pedido ao governo para agir em conjunto em resposta a esta polêmica que está a abalar o governo britânico.
Os destaques da imprensa nacional e internacional aqui trazidos pelo jornalista João Costa Campos. A conferência de imprensa da Rádio Observador regressa amanhã, como sempre, depois do Jornal das 6.