Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Está aberta a conferência de imprensa da Rádio Observador. Nos próximos minutos passamos em revista os destaques de imprensa nacional e internacional. Eu sou o Carlos Pedro, a edição de hoje é do jornalista Hugo Fortunato de Oliveira. Bom dia, Hugo.
Bom dia, Carlos.
Vamos começar pelo semanário "Expresso", que escreve que há números de telemóvel, e-mails e moradas de figuras do Estado, incluindo o líder das secretas, à venda na internet.
Os dados pessoais de centenas de milhares de portugueses estão disponíveis através de plataformas comerciais de agregação de contactos. Entre os visados estarão o presidente da República, membros do Governo, responsáveis dos serviços de informações, magistrados, elementos das forças de segurança e gestores de grandes empresas. O "Expresso" falou com um especialista italiano em cibersegurança, que identificou a exposição destes dados e entregou um relatório às autoridades portuguesas. Em menos de um minuto, o informático mostrou ao jornal como é fácil conseguir o número de telefone, o e-mail ou até mesmo a morada de casa de, por exemplo, um juiz.
Seguimos com o "Diário de Notícias". Portugal atingiu o terceiro valor mais elevado de área ardida desde 2016.
São mais de 30 mil hectares consumidos pelas chamas até ao dia 15 de julho. Portugal registou quase 5 mil incêndios rurais. São valores elevados quando comparados com os dos últimos anos, com a área ardida a ser a terceira mais extensa desde 2016. Os números representam um aumento de 67% desta área ardida e de 9% no número de incêndios face à média dos 10 anos anteriores.
Já o "Jornal de Notícias", Hugo, faz manchete com os lares e as creches que têm de acabar hoje as obras para não ficarem sem o dinheiro do PRR.
Só no Porto, 16 instituições arriscam-se a devolver mais de 11 milhões de euros. Tudo porque as instituições particulares de solidariedade social estão de fora do regime de conclusão substancial aplicado a outros investimentos públicos, que permite considerar cumpridas as metas quando as obras atingem cerca de 90% de execução. Há negociações em curso entre as instituições sociais e o governo para alargar este regime às IPSS, mas para já, o setor alerta que vários projetos não vão conseguir cumprir os prazos definidos.
Passamos agora à imprensa internacional. No "El País", lê-se um grande destaque para Ceuta. O jornal espanhol fala de um colapso na fronteira.
Milhares de pessoas atravessaram esta quinta-feira a fronteira marítima entre Marrocos e Espanha a nado. Pelo menos 18 pessoas morreram, muitas outras chegaram exaustas e feridas, sem condições, mas houve também quem tenha celebrado conseguir chegar a solo espanhol. O centro de acolhimento temporário da cidade está lotado e sem capacidade para receber todos os recém-chegados. Centenas de pessoas aguardam assim nas imediações, numa situação que as autoridades locais descrevem como uma emergência humanitária.
Ainda lá por fora, no "The Guardian", destaque para um incêndio a poucos quilómetros de uma central nuclear. Milhares de pessoas tiveram de ser evacuadas.
Tudo aconteceu em Suffolk. O fogo, que consumiu mais de 80 hectares de vegetação, levou as autoridades a declarar situação de emergência. O incêndio surge numa altura em que metade da Inglaterra está oficialmente em situação de seca e depois de um dos meses mais intensos de sempre em matéria de fogos rurais no Reino Unido. Só em julho houve quase 400 incêndios florestais na Inglaterra e nos países de Gales.
Ficam os destaques da imprensa nacional e internacional hoje com o jornalista Hugo Fortunato de Oliveira. A conferência de imprensa regressa na próxima semana.