Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Abrimos agora a conferência de imprensa, espaço onde passamos em revista algumas das notícias em destaque na imprensa nacional e internacional. Eu sou a Nadine Soares, comigo está o jornalista João Costa Campos. Bom dia, João.
Olá, Nadine, bom dia.
Começamos com a capa do jornal Público, com destaque mais uma vez para a saúde.
E os protagonistas desta quarta-feira são mesmo os médicos tarefeiros. Preparam-se para paralisar as urgências do Serviço Nacional de Saúde. Mais de mil prestadores de serviço fazem parte de um grupo nas redes sociais que está a avançar com uma paralisação geral, que vai avançar assim que sair o diploma do governo, que propõe baixar o valor por hora que recebem os médicos tarefeiros.
Na capa do Diário de Notícias, há três cidades portuguesas que vão receber ajuda da Europa para melhorar a mobilidade.
E são Braga, Cascais e Vila Nova de Gaia. Em causa, um financiamento global de 38 milhões de euros. É um apoio do Instituto Europeu para a Tecnologia. Estas cidades vão receber apoios para inovar em matéria de mobilidade.
O Jornal de Notícias desta manhã dá destaque à área da imigração.
Porque foi atingido o recorde de menores estrangeiros que entraram sozinhos em Portugal. Os pedidos de asilo dispararam para mais de 150%. Só no ano passado, 204 crianças chegaram a Portugal desacompanhadas. A maioria delas, Nadine, vem da Gâmbia.
E no Correio da Manhã, a educação também está em destaque, João.
Porque os professores vão receber mais por horas extra e com retroativos ao ano letivo 2024/2025. O Ministério da Educação vai passar a pagar as horas extraordinárias com base no horário letivo de 22 a 25 horas e não no horário completo de 35 horas semanais. Este ajuste representa um aumento remuneratório para milhares de docentes, mas isto não é novidade. O que é novidade é que o Ministério da Educação assegura que este aumento começa a chegar aos professores já em dezembro, a par do apoio à deslocação.
Passamos agora à imprensa internacional. Começamos pelos Estados Unidos com o Washington Post, no rescaldo da noite eleitoral.
Em jogo estiveram governos estaduais, câmaras municipais e assembleias legislativas estaduais. O Washington Post dá conta de uma grande noite para o Partido Democrata, a começar por Nova Iorque, onde elegeu Zohran Mamdani como presidente da Câmara de Nova Iorque, é o primeiro muçulmano a comandar a maior cidade dos Estados Unidos. O Partido Democrata conseguiu ainda outras grandes vitórias. Tirou dos republicanos, por exemplo, o governo da Virgínia, onde elegeu a primeira mulher para o cargo de governador, e reforça o resultado na Nova Jérsia. O jornal diz que estes resultados são interpretados como uma derrota política do presidente Donald Trump. O presidente norte-americano disse que o Partido Republicano perde estas eleições apenas por uma razão, porque o nome de Donald Trump não estava nos boletins de voto.
Já o jornal The Independent fala do esfaqueamento deste fim de semana num comboio no Reino Unido.
O jornal diz que Anthony Williams, o suspeito deste ataque, pode estar ligado a uma série de outros ataques violentos no Reino Unido. A polícia britânica está a investigar outros três incidentes que envolvem ataques com faca em Peterborough, incluindo o esfaqueamento de um adolescente de 14 anos e um ataque numa barbearia que aconteceu poucas horas antes deste ataque no comboio, na zona de Cambridge. As autoridades acreditam que todos estes episódios estão interligados e estão conectados à mesma pessoa. Anthony Williams está a ser acusado de 10 tentativas de homicídio após o ataque num comboio que se dirigia para Londres e que feriu 10 pessoas, nove delas estão em estado grave.
Em Espanha, o El País fala da demissão do presidente da Comunidade Valenciana.
Diz que a revolta venceu Carlos Mazón, que renunciou ao cargo após uma onda de indignação pública relacionada com a gestão das cheias que mataram 236 pessoas em Valência, durante o funeral de Estado, que aconteceu nos últimos dias, em honra destas vítimas. Carlos Mazón foi vaiado e insultado pelas famílias das vítimas das cheias em Valência. O El País dá conta de que o líder do Partido Popular, Feijóo, tinha a intenção de não reconduzir o presidente da Comunidade Valenciana como candidato à Comunidade Valenciana. Demite-se agora, Mazón deixa fortes críticas ao governo de Pedro Sánchez, diz que a resposta do governo central espanhol foi insuficiente. Este é um episódio que, segundo o El País, marca um momento crítico para o governo de Valência, um ano depois das cheias na região.
Alguns dos destaques da imprensa nacional e internacional com o jornalista João Costa Campos. A conferência de imprensa está de regresso amanhã.