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Está no ar o "E o Campeão É" para mais uma edição de fim de semana. Eu sou o Miguel Cordeiro, comigo em estúdio, claro, João Costa e Silva e conosco para o comentário diário à atualidade desportiva, Pedro Henriques, João Pinto e João Castro. Bem-vindos, bom dia, bom domingo. Hoje já vamos falar do futebol, daquilo que aconteceu com a seleção nacional ontem na Arménia, mas antes disso vamos falar de hóquei em patins. Pedro Henriques, Portugal venceu a França na final, conquistou o Europeu depois de um arranque com três derrotas nesta competição que se jogou em Portugal, precisamente em Paredes. Isto é um feito ainda superior ao que fez Fernando Santos em 2016 com a seleção de futebol?
Não dá para comparar. Eu acho que o desporto tem a sua dimensão e tem a sua diferenciação, obviamente. Até porque Portugal ontem conquistou o 22º título europeu, se não estou em erro. Se não é isso, é uma coisa parecida. E Fernando Santos e Portugal têm um título europeu.
Não, o meu ponto não era nesse sentido, era no sentido de Fernando Santos conquistou de empate em empate e aqui foi preciso perder três jogos para depois vencer.
Sim, o novo modelo é totalmente diferente e eu, no meu ponto de vista, sou dos defensores deste modelo e já tinha ontem dado um "la mire" porque nós o que tínhamos antes era uma semana perfeitamente enfadonha, em que Portugal, por exemplo, ficava no grupo da França, a Espanha ficava no grupo de Itália, só havia um jogo bom, o resto era tudo goleadas, os pavilhões estavam vazios, era uma grande seca. Depois iam para as meias-finais e para a final. Então tínhamos três jogos bons, que eram os dois das meias-finais, normalmente as quatro principais equipas, e a final. Com este novo modelo, o que é que acontece? Tudo despachado em seis dias e em seis dias só há um dia que não tem tanto interesse. Quer dizer que no primeiro dia temos dois jogos de alta rotação, que foi Portugal e Itália, Espanha e França, depois no segundo dia tivemos Portugal e França e a Espanha com Itália, terceiro dia tivemos Portugal e Espanha e a França com Itália. Ou seja, o que é que tivemos? Tivemos três dias com dois jogos com mais alta rotação. O quarto dia, que antes até era para descanso, agora é para os quartos de final, serve para afinar pontarias, rodar jogadores, é aí que aparecem as goleadas por causa do cruzamento com o outro grupo. E depois voltamos às meias-finais e a uma final com mais dois dias, com mais três jogos. E este modelo é extraordinário. As pessoas que fazem a crítica em relação a este modelo ou não acompanham o hóquei em patins ou não se lembram da seca que era uma semana a ver Portugal, Espanha e França a golear para depois toda a gente estar à espera do último e do penúltimo dia. E assim temos todos os dias de altíssima voltagem. Gosto deste modelo. Ficámos todos surpreendidos com as três derrotas de Portugal. Havia também muitas críticas em relação à seleção para alguns jogadores que estavam de fora. Eu também fui um desses críticos, porque parecia que havia ali jogadores que tinham claramente cabimento. E depois, a questão que se coloca é que se não dás resposta em campo, se calhar dás mais razão a quem faz esse tipo de análise crítica. De repente houve o tal dos quartos de final, deu alguma moral contra Andorra e depois nós também tínhamos ficado com essa boa sensação, quer com Espanha, primeira parte, e quer com a Itália, que Portugal podia dar mais. A França foi talvez dos três jogos aquele menos bem conseguido, mas que de alguma maneira batemos de igual para igual e, portanto, poderia acontecer algo deste género. E depois da vitória perante a Espanha e da maneira como foi, ontem estava ali uma força, uma vibração muito positiva. Portanto, parabéns a Portugal, parabéns à seleção portuguesa por aquilo que conseguiu ontem. Da maneira também como conseguiu, uma vez mais, à boa maneira portuguesa, com a expulsão no último minuto, eles a jogar cinco para quatro, sem guarda-redes. Criou-se ali um elã e mesmo assim marcámos um golo, portanto, extraordinário. E para o público, que eu acho que se esteve fantástico, e em especial para os adeptos do Hóquei Barcelos, que tinham lá uma claque especial, que foi fazer um acompanhamento, sobretudo nestes jogos mais importantes, e estão de parabéns, porque deram outra dimensão ao pavilhão.
João Pinto, tu ontem estiveste aqui conosco no "E o Campeão É". Falávamos claramente e estávamos otimistas para esta final, mas um pouco receosos depois dessas três derrotas. Ficaste surpreendido com a força de Portugal ontem diante da França?
Eu estava à espera que Portugal fosse buscar forças onde ainda não tinha mostrado que as tinha. Era uma final, íamos jogar em casa e portanto, era normal que este tipo de atitude viesse ao de cima. Acho que foi uma vitória bem conseguida, um jogo bem conseguido. Agora, aquilo que o Pedro Henriques está a dizer do ponto de vista do espetáculo e de se ver em televisão, para quem acompanha outras modalidades, ver Portugal perder três jogos na primeira fase e Portugal continuar em prova, é estranho. E o selecionador francês, que também é português, acabou por referir, acabou por dizer que Portugal chega aqui e ganha, mas há aqui qualquer coisa. Portugal ganha um jogo e é campeã. E portanto, há qualquer coisa neste modelo que parece o caratê kid, em que ele só tem que ganhar um duelo para ser campeão. Mas seja como for, fica o mérito, fica o título e é uma alegria sempre Portugal ser campeão europeu.
João Castro, qual é a tua opinião em relação a este modelo, que ontem já também foi aqui discutido pelo Pedro Henriques, e se a vitória de Portugal ontem mediante a exibição também foi justa?
Olha, devo-te dizer que o nosso Paulo Freitas é o nosso Mister Miyagi. Porque realmente consegue, depois de uma entrada um bocado em falso, porque são os jogos mais difíceis de vencer e justamente com o público de Paredes a puxar muito pela seleção. Eu gosto muito de hóquei e eu acho que o Pedro Henriques tocou num ponto sensível, que realmente os primeiros dias das competições era para ver quem é que goleava mais. Muitas vezes decidia-se quem passava em primeiro ou em segundo só pela questão dos golos, porque eram goleadas Se calhar não ajudavam muito a divulgar o hóquei. Agora é mais competitivo. O selecionador francês tem que também se habituar às novas regras. Como agora a Liga dos Campeões mudou, o passado já lá foi. E portanto, tem que estar competitivo em todos os jogos. E Portugal bem fez uma grande exibição, faz uma grande vitória. Repara que Portugal vence a Espanha e vence a França e portanto, acho que é justo. Acho que a equipa foi crescendo. Houve muitas críticas. Lembro que até o próprio Benfica fez um comunicado contra a convocatória da seleção nacional, colocando essas dúvidas. Mas a verdade é que temos que dar razão ao selecionador. Chegou lá, teve dificuldades, conseguiu suprimir as dificuldades e acaba em grande forma com mais um grande título para Portugal.
Vamos ao futebol. Portugal jogou ontem frente à Arménia, em Yerevan, um jogo que tinha sido apontado como complicado pelo terreno em que era o encontro, pelo estado do relvado, que já se esperava que não fosse o melhor, pelas dificuldades passadas que a Arménia tinha colocado a Portugal, porque ela nunca tinha vencido para lá da margem mínima a jogar na Arménia. E o único jogador que tinha, antes deste encontro, marcado a Arménia, tinha sido Cristiano Ronaldo, que tinha feito um hat trick e tinha marcado um golo em jogos anteriores. Era o único jogador português que sabia o que era marcar na Arménia. De repente, João Félix e Cancelo juntaram-se também a essa lista de jogadores que sabem o que é marcar em território da Arménia. Ronaldo também marcou mais dois. No final, João Pinto, podemos dizer que Portugal tornou fácil o que podia ser difícil?
Exatamente. Quando aquele primeiro golo entra logo aos 10 minutos, todos nós que tínhamos dito que o jogo se calhar ia ser mais complicado do que parecia, ficámos a parecer um bocadinho tolos, porque o jogo estava mesmo a ser muito fácil. E a atitude de Portugal, a maneira como Portugal entrou no jogo, como levou o jogo tão a sério. E se somarmos a capacidade de cada um dos jogadores, temos uma seleção fabulosa, uma equipa muito boa. E todos unidos, todos com uma missão muito delineada. Realmente pareceu fácil demais e o resultado ao intervalo já indicava isso, que Portugal ia ganhar, ia ganhar de uma maneira fácil e que os jogadores que jogaram foram todos bem escolhidos e, portanto, mérito total. É aquele jogo que no fim da partida, o público está todo a fazer vénias a gritar Martínez, porque realmente é uma grande estreia na fase de qualificação, é um grande jogo de futebol e é também uma maneira fantástica de dizer presente e de mostrar ao mundo que nós vamos ao Mundial e vamos com tudo.
E pequena provocação, este Félix calçava que nem uma luva no Benfica ou não?
Sim, calçava. Ia jogar pelo meio, e portanto é o tipo de jogador que o Bruno Lage queria. Fomos buscar o Sudakov. Ontem foi muito criticado na seleção ucraniana, mas sim, era este Félix que o Bruno Lage queria.
João Castro, vitória por 5 a 0. Há com certeza aqui muitos pontos positivos. Há algo que não te pareceu tão bem nesta vitória? Fica difícil com números assim. Não, acho que não há nada a apontar à seleção. Acho que quando começas a jogar no meio-campo com João Neves e Vitinha, tens meio caminho andado, e com o Bruno Fernandes, para fazer uma boa exibição. Quando colocas realmente os melhores jogadores ou em melhor forma, sobretudo num setor tão importante para o jogo como é o meio-campo, e não inventas a pôr o Neves a lateral-direito e metes o Cancelo, que fez um grande jogo também, tens o melhor lateral-esquerdo do mundo, que é o Nuno Mendes, portanto, acabas sempre por ajudar a equipa a desenvolver um bom futebol. Obviamente que o golo cedo, e o João apontou isso, ajuda sempre, destrói por completo, se calhar, a estratégia da Arménia. E depois Portugal, lá está, o Ronaldo é sempre o Ronaldo, sempre a faturar, o Félix a melhorar. E depois a sequência toda dos gols ajudou bastante Portugal. Basta ver que depois, até na segunda parte, entraram logo a marcar. E portanto, acho que foi um belo jogo da seleção portuguesa, que se calhar tornou o jogo fácil. As pessoas hoje devem estar a pensar: a Arménia realmente foi fácil, mas eu acho que temos que estar este lado. Acho que Portugal tornou o jogo fácil pela competência, pela atitude e, sobretudo, se calhar, pelas escolhas iniciais do selecionador.
Pedro Henriques, Cristiano Ronaldo, mais dois gols pela seleção, chega aos 140, chega aos 942 na carreira e continua a ser o ponta-lança da seleção, indiscutível praticamente nesta altura. O que achaste desta exibição e também dessa parceria que ontem vimos, Cristiano Ronaldo, João Félix, que são colegas agora de equipa no Al-Nassr. Pode ser aqui uma dupla para tirar proveitos para esse mundial do próximo ano?
Sim, eu vou tentar responder com uma coisa que tinha posto aqui daquilo que era a minha observação em relação ao jogo, que é o Diogo Costa espetador, Cancelo extraordinário regresso, o Félix extraordinária surpresa, o CR7 faminto, o João Neves faltou uma bicicleta, tem que pedir ao João Almeida, e depois o Vitinha para mim um verdadeiro pêndulo. Cristiano Ronaldo, ao fazer, como disseste muito bem, 140 da seleção, 942, está a 58 gols dos mil, que eu deduzo, pelas minhas contas, que se calhar no mundial vai bater esse recorde, vamos lá ver.
Estás a ser otimista, 58 gols até o mundial?
Sim. Não é só nos jogos do Al-Nassr, que ele vai ter jogos, vai ter aqui mais uns jogos pelo meio. A Arménia, as repescas de Irlanda, olha que vai encher, é capaz de lá ir bater, vamos lá ver. Senão obrigas o homem a estar mais um ano no Al-Nassr a fazer mais qualquer coisa. Não, mas acima de tudo, eu acho que a grande surpresa aqui para mim é-
O João Castro aceitava que fosse no Sporting.
Exatamente. É ver o João Félix, se calhar, logo a titular, sinal que
Se calhar, aquilo que ele fez, o destino que ele tomou, estando ao lado do Cristiano Ronaldo numa competição onde ele vai fazer, de certeza, muitos gols e vai ser muito feliz e vai fazer com que o aspecto mais importante para trabalhar o João Félix é a parte emocional, mesmo que seja numa liga que a gente possa dizer que é menor e que ele, se calhar, em Espanha e tal, ou em Portugal, se calhar não faria tantos gols ou não tinha tanto sucesso. O fato é que ele lá vai ter, vai marcar gols, vai ser titular na maior parte das vezes e isso emocionalmente vai ser bom. E se isso, depois, uma vez que vai jogar ao lado do Cristiano Ronaldo, fizer com que esta dupla, claro que não são só dois, pois há os outros jogadores todos, isso possa trazer proveitos para a seleção, melhor. Eu recordo-me que muitos sucessos das seleções de uma maneira geral, mesmo as portuguesas, inclusivamente, era quando agarravas em dois, três jogadores do Porto ou do Benfica, ou do que é que fosse, ou do Sporting. Jogadores que estavam habituados a jogar entre eles no mesmo clube e que muitas vezes, agora vou dizer uma palavra que gosto muito, que está na moda, que é tornar o futebol mais associativo e fazem com que as equipes, neste caso a seleção, tenham mais proveitos. Portanto, gostei do que vi. Agora segue-se a Hungria, que empatou ontem 2 x 2 na Irlanda. Acho que vai ser uma fase de apuramento relativamente tranquila e para afinar estratégias e pontarias e quiçá um ou outro jogador que possa surgir. E agora também estou curioso em relação à equipe que vai aparecer no próximo jogo, mas isso falaremos mais à frente.
Muito bem. Vamos falar ainda de basquetebol. João Pinto, ontem disseste que já era positivo e que tínhamos que entregar uma bola de basquete em Espanha por termos ficado à frente. Estivemos perto de levar uma bola de basquete à Alemanha ou achas que a Alemanha sempre teve o jogo controlado, apesar da insistência de Portugal?
Eu acho que a insistência de um quarto período de um jogo de basquete é desnecessário.
Podíamos ter acabado ao intervalo, não é?
Sim, ou ao intervalo ou ao terceiro período e depois perdíamos por um ou por dois, mas dizíamos: "Olha, para nós está bom, para vocês também". Porque aquele quarto período foi desnecessário. Realmente eles arrancaram de uma forma, a Alemanha acerta ali três ou quatro triplos seguidos, cria um fosso muito grande e emocionalmente foi pena, porque tinha sido bem mais justo para aquilo que foi o esforço dos portugueses terem chegado até mais perto do fim com uma possibilidade ainda de surpreender. Os alemães não deram hipótese nesse início do quarto período. Até essa altura do jogo, o jogo foi equilibrado, Portugal jogou muito bem. Depois talvez seja a componente física ou emocional a dar um bocado conta dos nossos rapazes, seja como for. Foi uma atuação brilhante, foi um Europeu muito bom e têm que vir realmente muito orgulhosos daquilo que fizeram e isso antes de numa próxima ocasião fazerem um bocadinho mais.
João Castro, uma derrota frente à Alemanha, uma das seleções mais difíceis, ainda assim com boa prestação portuguesa, deixa bons indicadores para o futuro esta participação portuguesa?
Olha, deixa claro bons indicadores, foi contra a campeã do mundo, a Alemanha. Portanto, eu acho que Portugal deu aqui pequenos passos importantes rumo, se calhar, a uma maior competitividade, como aconteceu também em outras modalidades, e havemos lá chegar. Falta-nos um quarto, falta-nos o quarto período, conforme o João Pinto disse, e bem. Já aguentamos três períodos e já combatemos frente a frente com três. Falta-nos ali um quarto.
Na basquetebol é importantíssimo. Essa capacidade física quando chega esse último quarto é importantíssimo.
Exatamente. Às vezes é física e também mental.
Sim.
Mas a verdade é que acho que demos passos muito importantes para esta evolução. Se calhar falta ter capacidade de ainda gerar mais jovens com talento, mas isso já era uma conversa aqui para uma hora, se calhar com alguns especialistas do basquete, mas vejo também muitos jovens agora a jogar basquete. Portanto, há um crescimento todo sustentado, que obviamente ali se sabe quanto mais os jogadores portugueses jogarem competições mais difíceis, e neste caso, temos jogadores da NBA, é importante depois colher para a seleção, é tentar colocar realmente mais jogadores em outros campeonatos mais difíceis, por exemplo, como o espanhol, e lá chegaremos. É uma questão de tempo.
Pedro Henriques, as tuas notas sobre esta prestação da seleção portuguesa de basquetebol?
É um processo. É bom relembrar que quando analisamos os desportos per si e na comparação com os outros, há desportos que socialmente não são tão tradicionais como outros em determinados países, e o basquetebol é um deles. Nós, portugueses, sempre fomos mais baixos que os outros e o basquetebol está sempre muito associado à questão da altura. E, portanto, é um processo. As coisas têm-se vindo a inverter nesse aspecto. E depois, como foi dito aqui muito bem, o fato de termos alguém que neste momento está no mais alto nível do basquetebol é sempre importante. É assim em todas as modalidades. Quando ganhas uma medalha olímpica, quando um ciclista faz qualquer coisa, vês logo mais malta a pedalar na rua ou a correr, ou o que quer que seja. E portanto, é bom que vamos tendo cada vez mais jogadores em campeonatos competitivos, porque são esses jogadores que muitas vezes fazem com que os nossos jovens possam--
E perdemos o Pedro Henriques.
Tal como está aqui costume falar, que é sobretudo a questão do desporto escolar e toda a estrutura pensada, que muitas vezes não é assim tão pensada quanto isso, para que junto das federações façam as modalidades crescer e sobretudo ir buscar, temos tanta gente, tanto jovem, tanta gente que não faz atividade física e atividade desportiva, não têm que ser todos o Neymar, mas todos podem praticar atividade física e desportiva e quiçá também basquetebol.
Meus caros, vamos avançar para as notas de hoje. Começamos por ti, João Pinto, nota e campeão.
Vou dar aqui uma nota 15 à final da Supertaça Feminina, hoje às 17h15. O Benfica-Torreense, um Benfica renovado, que em homenagem àquela grande jogadora americana, também repinou uma série de jogadores à concorrência. O Benfica foi repinar ao Sporting, foi repinar até ao Torreense, a Salomé Prata. E é um Benfica que aparece com uma nova equipe técnica, portanto, há algum entusiasmo, alguma curiosidade à volta deste novo passo no futebol feminino do Benfica, que aparece muito forte e com muita expectativa por parte dos associados e, portanto, força Benfica, vamos ganhar, mas mais do que tudo, que seja um grande jogo.
João Castro.
Olha, vou dar nota 20 à seleção portuguesa de Hóquei Patins, obviamente, é um título europeu, e vou dar aqui uma nota 15 também à estreia do Luís Freire à frente da seleção sub-21. Acho que Portugal fez um belíssimo jogo, boas ideias, jogadores no sítio, e é sempre importante entrar com uma vitória, sobretudo com uma boa exibição.
Pedro Henriques.
Olha, vou dar a Portugal. Portugal não é ao quadrado, nem é ao cubo, é quatro vezes, é no expoente máximo, que é Portugal da seleção de futebol na rota do sucesso, do hóquei patins com muita emoção, do basquetebol cumprimos e o João Almeida potente.
João Almeida que continua nessa luta pela volta à Espanha, que vamos continuar a acompanhar ao longo desta semana. Está feita esta edição de "E o Campeão É". Bom fim de semana.