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Cai o pano na edição 25/26 da Primeira Liga. As contas finais desta edição, que termina com o Futebol Clube do Porto como campeão nacional, estão em destaque nesta edição de "O Campeão É". Hoje com o Gabriel Alves, o João Pinto e também o Pedro Henriques. Eu sou o João Costa e Silva. Primeiro de tudo, falar da festa dos Dragões na cidade invicta. Fizemos questão de acompanhar tudo por aqui na Rádio Observador. A festa estendeu-se do estádio até à zona da Ribeira, terminou depois na Avenida dos Aliados e com a habitual recepção na Câmara Municipal. Não faltou também uma homenagem merecida a Jorge Costa. O Futebol Clube do Porto, que ontem venceu o Santa Clara em casa por 1 x 0, valeu um autogolo de Sidney Lima. O Futebol Clube do Porto que termina o campeonato com 88 pontos, mais seis do que o Sporting, oito que o Benfica. E precisamente esses dois, Sporting e Benfica, ontem lutavam por uma vaga na Champions. Sorriu ao Sporting. Nada mudou em termos de classificação nesta última jornada. João Pinto, muito bom dia. O Benfica até venceu por 3 x 1 na Amoreira. Aqueles 15 minutos à Benfica logo a abrir foram preponderantes para esse resultado final. O Benfica que termina invicto, sem qualquer derrota, mas vamos à tua avaliação final, 34 jornadas depois.

Olá, bom dia. Trinta e quatro jornadas depois, um campeonato do mundo depois, também há uma série de fatores a contribuírem para isto. Se as contas se fazem no fim, o fim é agora. E aquilo que fica a ideia é que o Benfica podia ter feito mais, podia ter metido mais o pé, podia ter corrido mais um bocadinho, podia ter planeado melhor o seu plantel, mas não está assim tão longe da verdade. Aliás, há dois anos que nós sentimos isso, que ficamos muito perto de poder fazer qualquer coisa a que almejamos, a ser campeões, a ganhar taças e que falta sempre aquele bocadinho de planeamento, de estrutura, de sorte, de boas decisões. Há sempre qualquer coisa que falta. E ontem não faltou nada. Os primeiros 20 minutos foram muito bons. O Benfica faz três gols e depois aquilo que aconteceu no fim do jogo, para mim, é a imagem do ano todo. Ou seja, é o Sporting a marcar sem precisar e o Benfica a sofrer, porque não se esforça. E é esse bocadinho, esses últimos instantes, esse último metro que falta ao Benfica, que tem faltado nos últimos anos e que é preciso arranjar.

João Pinto, é inevitável também falar sobre as palavras de Mourinho. A escolher bem as palavras, até parecia um pouco emocionado. Não deu grandes detalhes sobre a sua decisão, se fica ou não no Benfica, mas daquilo que ouviste, soou-te a despedida?

Não, não me soa a despedida. Soa-me a um homem muito cauteloso, muito experiente, que tentou fazer as coisas para deixar tudo a meio caminho, para poder ir ou para a direita ou para a esquerda, conforme o valor das propostas, porque já não anda cá há dois dias e, portanto, aquilo que eu gostava era que ele ficasse, aquilo que eu gostava era que ele renovasse ou não, mas que ficasse com poderes reforçados, isso sim. Agora, percebo que o Real Madrid é o Real Madrid, portanto, não se fecha a porta ao Real Madrid.

Veremos o que acontece, saberemos em breve essa decisão de José Mourinho. Gabriel Alves, o Sporting consegue ficar em segundo lugar, mesmo depois de perder em Alvalade com o Benfica, ter tido semanas complicadas, até com sobrecarga de jogos e muitas lesões. Acaba por fazer também a mesma pontuação do ano passado. Pergunto-se a culpa é do Futebol Clube do Porto, que fez uma época particularmente brilhante, nomeadamente a primeira volta, que foi fora de série.

Bom dia. Não, o Futebol Clube do Porto fez aquilo que é o seu papel, foi campeão. Entrou para este campeonato com projeto e concretizou dentro daqueles princípios a que se empenhou e esteve sempre atento, devidamente estruturado, com treinador jovem, com desafio, com jogadores jovens também com desafio e os que já vinham de trás também com desafio e, naturalmente, com uma massa associativa que percebeu que tinha o Futebol Clube do Porto diferente daquilo que foi a transição de uma época de décadas para uma nova filosofia e obviamente que esse desafio foi conquistado. Não haja dúvidas nenhumas que o Futebol Clube do Porto é um grande vencedor deste campeonato, por tudo e mais alguma coisa, até pela filosofia que implementou em termos de campeonato. Quanto ao Sporting.

Continue, Gabriel.

Quanto ao Sporting, fez aquilo que eu diria uma boa época. Falta-lhe, de facto, o título, mas ainda pode ir buscar um título nacional, que é a Taça de Portugal, vai jogar com o Torriense dentro de oito dias. Tem uma bela prova na Champions, verdade? Levou o nome do futebol português bem alto e bem longe, só foi destronado por um dos finalistas, que vai disputar também dentro de 15 dias a final com o atual ainda campeão europeu, Paris Saint-Germain. Portanto, é um Sporting que acaba por ter, e certamente aprendizagem, que naquilo que é o seu projeto e dentro daquilo que é tentar estar no melhor em tudo e em todas, que tem que ter outro tipo de estrutura, isto é, outro tipo de consistência. E o seu mercado de inverno foi desastroso e por isso pagou. Se o mercado não tivesse sido assim, e naturalmente, se calhar, teríamos tido um Sporting a discutir com o Futebol Clube do Porto o título de campeão. Portanto, de certaines maneiras, tem coisas boas. Tem um jogador chamado Luís Soares.

Melhor marcador

28 gols. Quando ele chegou, eu disse que ele, no mínimo, marcava 20. Lembro-me perfeitamente. Já lá vão vários meses. Marcou 28 só no campeonato. Lá fora marcou bastantes mais, ficou a um do Gyökeres. E isto porque: "O Gyökeres foi embora." Calma, o Gyökeres é um grande jogador, marcou o Sporting, mas este também vai marcar, só que são jogadores diferentes, tipologias diferentes e obviamente isso foi visto na relva, jogo a jogo. É uma situação que me parece interessante de realçar. Eu quero só dizer aqui uma coisa que me parece também bonita. Muito rapidamente, a despedida do Morita ontem. Foi de grande nível a saída deste jogador asiático, que é de facto uma civilização nipónica fantástica. A dignidade com que os adeptos do Sporting e a dignidade com que o jogador se despediu. A vida, a profissão, assim é, as escolhas, naturalmente, mas tudo com muita honra. Foi de facto um grande momento. E o outro que está para sair, e dizia há pouco o João Pinto, e bem, o Sporting marca e se calhar já não há necessidade, não se está a saber, foi o Willman, que certamente vai sair, tudo leva a crer, e disse adeus ao seu público de Alvalade com um golo.

A juntar essas despedidas, a também de Pizzi, que aos 36 anos abandonou a competição e fez também uma despedida muito bonita na Amoreira, nesse jogo também muito simbólico frente ao Benfica. Pedro Henriques, vamos à tua análise, a este fechar de contas na Primeira Liga. Sei que te doem as pernas a esta hora.

Muito.

Vamos a essas contas. Sporting em segundo lugar, Benfica em terceiro. Tu ontem já antecipavas que nada ia mudar nesse sentido.

Exatamente. Bom dia, doem-me as pernas, para as pessoas perceberem que doem-me as pernas, é que eu vim fazer a primeira corrida da Federação Portuguesa de Futebol, aqui no Estádio Nacional. Estou aqui já no meio das bifanas, entre petiquistas e portistas. Já me ofereceram cerveja, licorata, essas coisas. Estive com o Pepe, com o Ruên, esta malta toda que veio aqui também participar, vamos entregar prémios. É a minha primeira corrida depois de ter feito 70 anos. Quanto ao ontem, sim, não houve grandes surpresas. Normalmente não há grandes surpresas, mas depois há aqueles momentos que já foram aqui realçados, épicos. Toda a festa do Porto é de realçar. A questão do Benfica que resolveu-se cedo, mas estava-se dependente de terceiros, neste caso, digamos, do Sporting. A despedida do Morita, o último golo a marcar no Alvalade mesmo a acabar, provavelmente também despedida. A saída do Pizzi, que acho que é uma coisa extraordinária. É só visto. Quem viu a televisão percebeu a grandeza que o Pizzi tem, toda a família. De repente o jogo parece que deixou de existir para a gente fazer um corredor no meio do jogo, uma coisa extraordinária, fantástica. E depois também cá em baixo, naquilo que são as descidas, com aquele golo.

Já aí vamos. Pedro.

Ok, só queres nas subidas? Pronto.

Não, mas posso ir a ti, até porque...

Não, é só para dizer que nas subidas, já agora para completar, porque também vou chegar nas subidas, realmente também foi mais ou menos aquilo que se estaria a pensar, até pelo grau de dificuldade que os jogos tinham, mas o Estrela da Amadora acaba por ser aquele jogador a marcar dois gols, o herói, mesmo a acabar, toda aquela festa, empatar em Braga, que não era nada fácil, embora o Braga estivesse descontraído, mas é uma extraordinária equipa e por isso também se manteve um bocadinho esta lógica e agora vamos ver também, não só as duas finais da taça, feminina e masculina, temos ainda a I Liga que também vai ser muito interessante ver este Torriense altamente motivado, a ver o que é que pode fazer.

Nessas contas pela permanência, tínhamos quatro equipas à mercê, o Nacional, Estrela da Amadora, Casa Pia e Tondela. O Nacional venceu o Vitória por 2 x 0. O Estrela conseguiu o empate já nos minutos finais, 2 x 2 frente ao Braga na Pedreira e empurrou o Casa Pia para o playoff. O Casa Pia que empatou em Rio Maior com o Rio Ave. Já o Tondela perdeu em Arouca por 3 x 1. Gabriel Alves, cai o Tondela, que até se antecipava que podia ensaiar aqui uma remontada, vamos lhe chamar assim, pelo bom momento que estava a viver. O Casa Pia está no playoff com o Torriense. Imaginavas este cenário?

Sabes que quando se está no fim da tabela, todos os cenários são possíveis. Esta é que é a grande verdade. Cai o Tondela, o Casa Pia que parecia que estava-- ainda tem um ar para respirar, mas acima de tudo, há um Torriense viçoso, cheio de vontade de regressar. Vai ser um playoff muito interessante de seguir. Eu quero só deixar aqui uma nota para a Associação de Futebol do Minho, não posso deixar, porque é um comportamento. Braga quarto, Famalicão quinto, Gil Vicente sexto, Moreirense sétimo e a surpresa pela negativa do Vitória Sport Clube em nono, se esperaria que estivesse mais acima. Mas de qualquer maneira, ter entre os primeiros 10, nada mais, nada menos que um, dois, três, quatro, cinco, é fantástico.

Sim, e há esse troféu que o Vitória conquistou também esta temporada de se assinalar. Apesar deste final de época com menos fulgor.

Vá lá, contrapõe, ameniza o facto de ficar em nono.

Isso mesmo.

Mas é a Associação de Futebol do Minho, tem estes clubes todos nos primeiros 10. Atenção a isto.

João Pinto, o Casa Pia tem agora pela frente o Torriense, que está numa boa fase, tem essa final da Taça de Portugal frente ao Sporting. O histórico deste playoff costuma ser mais favorável para equipes da Segunda Liga. O Aves no ano passado conseguiu a permanência, é certo, mas o que achas que vai acontecer?

É difícil prever, até porque o jogo em casa do Casa Pia continua a não ser em casa. Eles conseguiram estar três anos na primeira divisão e não jogar um único jogo em casa. Mas o Torriense está muito forte, o Torriense está realmente com grande fulgor. Eu não sei muito bem como é o calendário, quantos dias depois do jogo comPara a final da taça que se joga com o Casa Pia. Podem também sofrer desse mal, ou seja, ter uma série de jogos muito exigentes, muito perto uns dos outros. Mas tirando isso, acho que são duas equipas que se podem equivaler. São duas equipas, uma com muito boa técnica, a do Torreense e a do Casa Pia, que tem dias em que mostra tudo e depois outros dias em que não aparece. Se eu tivesse que apostar, apostava no Torreense, mas obviamente o Casa Pia tem muita experiência de primeira divisão e isso joga a favor deles.

Claro, e veremos o que é que vai acontecer neste capítulo. É a jogada duas mãos, portanto, tudo pode acontecer nesse sentido e veremos para quem sorri a subida ou a permanência. Entretanto, o Académico de Viseu também está de regresso à Primeira Liga, 37 anos depois, acompanha o Marítimo, que já tinha confirmado o título e também essa subida. O Torreense, como já disse, vai ao playoff com o Casa Pia. Na promoção à Liga 2, depois do Amarante, junta-se também a Académica, que carimbou ontem essa subida ao segundo escalão do futebol nacional. Muito bonita também a festa da Briosa na cidade de Coimbra, nesses festejos. O Belenenses que vai ao playoff. Resta saber se o Sportinguense, Paços de Ferreira e ainda a outra equipa que está aqui em jogo, deixem-me só consultar aqui.

O Farense.

Exatamente, o Farense que pode também jogar esse playoff. Aliás, hoje temos um grande jogo entre Farense e Portimonense, duas equipas do Algarve. Uma delas pode descer à segunda liga ou até jogar esse playoff. Hoje também é dia de final da Taça de Portugal feminina. Temos muito aqui para falar neste domingo. João Pinto, eu vou até ti porque o teu Benfica joga aqui esta final inédita frente ao Futebol Clube do Porto, o Benfica que está mais habituado no feminino a estas andanças, a estas fases finais, Liga dos Campeões, competições nacionais. Vai levar o caneco para casa hoje no Jamor?

Não é garantido. O Futebol Clube do Porto fez um grande investimento na equipa feminina, ganhou de arraso a Segunda Liga, o que não se estranha estar na final da Taça de Portugal. Portanto, uma equipa da Segunda Divisão que chega à final da Taça de Portugal tem os seus méritos. O Benfica é campeão nacional, tem um plantel muito bom, tem gente muito capaz. Portanto, acho que o Benfica é favorito, sim, atribuiria favoritismo ao Benfica, mas não diria que está garantido, até porque as miúdas do Futebol Clube do Porto vêm com a força toda para poder ganhar esse primeiro título para a equipa do Vila as Boas, claro.

A motivação está em alta. Pedro Henriques, tu estás por aí a sentir o pulso. Não sei se podemos chamar o nosso repórter infiltrado.

Podes.

Que ambiente é que se vê por aí, já agora?

Olha, o ambiente está a ficar bom, porque neste momento estão a sair daqui 4 mil pessoas que vieram correr e estão a começar a chegar benfiquistas acima de tudo, que é normal. Deduzo que a malta do Futebol Clube do Porto também esteja a chegar. Estará no outro setor, porque eles normalmente fazem isso, separam os dois setores. Eu estou na parte que pelo menos importa estar na final, que é a zona onde estão colocadas as maltas aqui, mas já há muita gente por aqui, o que deduzo ainda por cima a Federação Portuguesa de Futebol fez uma coisa muito gira, que é, por exemplo, no meu caso concreto não é preciso, porque até vou estar a trabalhar, mas quem vem correr ou quem vem à corrida, eles obtêm sempre dois bilhetes. O que é que isso significa? Obtêm dois bilhetes que as pessoas podem escolher ir ou ao Benfica ou do Porto. Portanto, há aqui muita gente que vai entrar só por vir à corrida, portanto vai estar um estádio muito composto. Quanto ao jogo em si, em teoria, obviamente, o Benfica, com a equipa poderosa que é, tem tudo a seu favor para ganhar, mas é uma grande final e da mesma maneira que não deu como certo que o Sporting possa ganhar ao Torreense, também não dou como certo que o Benfica pode ganhar ao Futebol Clube do Porto, porque essas equipas de liga abaixo, e o Futebol Clube do Porto construiu uma equipa poderosíssima, vêm com toda a motivação. E depois há aqui uma certa rivalidade que vem, obviamente, desta questão do FC Porto e ainda por cima o Porto ontem com a festa de campeão e muitas aquelas mensagens contra tudo e contra todos. Eles vão jogar muito com esse tipo de atitude. Agora o ambiente está bonito e os que estão no estádio podem não ter as melhores condições. Mas isto é mítico. Eu esteve aqui em 2013 numa final da Taça de Portugal, na altura o Mourinho era o treinador do Futebol Clube do Porto, ganhei essa final. Isto aqui é mítico. Se não têm condições, ponham as melhores condições que isto é o sítio certo para a final da Taça de Portugal.

Gabriel Alves, muito rapidamente. É uma final, portanto, não sei se queres atribuir um grau de favoritismo especial a uma destas equipas, Benfica ou Futebol Clube do Porto.

Acima de tudo, acho que é muito bom para o futebol feminino, uma boa festa, um hexacampeão, que é o caso do Benfica, um Futebol Clube do Porto que andava arredado do futebol feminino e que esta direção o trouxe para o seio daquilo que é a sua política desportiva. Muito bem, um grande emblema a norte do país e com o país inteiro, naturalmente, a olhar, a trazer o futebol feminino, a dinamizar, a ajudar a dinamizar ainda mais o futebol feminino numa festa que, acima de tudo, é isso que se quer, que essa festa ganhe, que seja um hino àquilo que é o desporto.

E vamos ter relato em direto dessa final da Taça de Portugal feminina entre Benfica e Futebol Clube do Porto. O jogo começa às 17h15. A emissão especial arranca um pouco depois das 16h30 aqui na sua rádio. Destaque também noutras notícias lá fora. Xabi Alonso é o novo treinador do Chelsea.

Sem barulho. Quietinho. Sem barulho, sem novelas. Ok.

Assume aqui o clube londrino depois da passagem pelo Real Madrid, assina um contrato válido por quatro temporadas. É um regresso ao Chelsea, agora como treinador. Vamos às notas de campeão. Vou começar por ti, Pedro Henriques, estás cansado, vais primeiro.

Exatamente. Obrigado. Vamos poder descansar e preparar-nos também para a festa da final da Taça. Olha, podia dar vários campeões, por tudo o que a gente já falou aqui, todos hoje ou ontem, mais concretamente, foram só campeões, desde o campeão que ganha o campeão nacional, desde os que sobem, desde os melhores marcadores, etc. Mas olha, vou dar destaque hoje à final aqui da Taça de Portugal feminina. O futebol feminino merece exatamente esse patamar, que está cada vez mais a crescer. Também os parabéns à Federação Portuguesa de Futebol pela organização em si, porque já me apercebi que isto realmente está com um nível elevado, mas também pela corrida onde eu participei, que é a primeira corrida da Federação Portuguesa de Futebol e, portanto, mais uma grande organização. E estou a dar os parabéns nesta mistura que também faz com o atletismo. E portanto, num dia muito feliz em que se faz uma final da Taça de Portugal com uma corrida que vocês promovem. Nota 20.

Notas positivas deixadas aqui pelo Pedro Henriques. João Pinto, vamos às tuas.

Nota 21 pro Pizzi, que realmente merece ser o 21º jogador do Benfica no mural do Estádio da Luz. Tarda, mas espero que não falhe. E depois uma nota 10 pro Estrela. 9,5, porque 9,5 é 10, que se conseguiu safar com 30 pontos, que é um bocado abaixo daquilo que normalmente se diz, dos 31, 32 pontos pra se manter na primeira divisão.

Fez mais um do que a época passada.

Exatamente. E o Estrela safa-se com 30 pontos e mais uma vez passa já mesmo em cima do gongo.

Gabriel Alves, vamos às tuas notas.

20 para Pep Guardiola, com o 31º título da carreira. 20 para Bernardo Silva, 20º título no Manchester City, que estende ao trio português que está ao serviço do clube inglês e também ao quarteto do Paris Saint-Germain e aos legionários portugueses que vão conquistando e mostrando o futebol português lá fora. Vou dar 20 à bonita festa do Porto pelo título, tirando partido daquilo que é a beleza da cidade do Porto e o seu Rio Douro pra os levar para a festa final. Vou dar distinção ao Pizzi, porque de facto é distinção, mas não quero deixar também de dar um 18 a Roger Schmidt, antigo treinador do Sport Lisboa e Benfica, que foi o último a dar-lhe um título, uma carreira bonita, excelente em termos de Champions, e vou dar uma nota tipo medalha de prata pra José Mourinho, porque conseguiu ser terceiro invicto.

Gabriel Alves, cheio de notas nesta edição de "O Campeão É". Gabriel, João Pinto e também Pedro Henriques nesta edição de domingo. Amanhã estamos de regresso à mesma hora. Aliás, amanhã, na hora habitual de semana, logo depois do "Jornal da Uma". Um abraço a todos.