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E o Campeão é a edição especial para analisar as escolhas de Jorge Jesus. Está feita a primeira convocatória como selecionador português com quatro novidades. Esperavas ainda assim mais novidades, Gabriel Alves? Muito bem-vindo.

Boa tarde. Olhando bem para a situação, fico algo admirado com a convocatória de alguns jogadores. Começo pelo Rafael Leão, mas como o Jorge Jesus diz, e portanto explicita: "Eu tenho 13 jogadores aqui que são importantes, convocados, 13 jogadores que já trabalharam comigo."

Parece ter sido o critério mais importante. Falou dele mais do que uma vez nas respostas aos jornalistas.

Mais. Focou, sublinhou, voltou. E a verdade é que 13 jogadores para ele são importantes, porque em 25 é mais de metade, e naturalmente são os jogadores que vão dar continuidade àquilo que ele vai expor aos jogadores que não treinam, e naturalmente são futebolistas, portanto, dentro daquilo que é o grupo, seus auxiliares, entre aspas, mas base para aquilo que é o desenvolvimento do jogo, que ele também diz que obviamente que vai modificar tudo que é a identidade, a começar pelo próprio treino. Portanto, isto é uma convocatória que é a primeira. Nesta primeira convocatória, naturalmente, ele tem a base que vem de trás, mas tem os tais 13 jogadores. Uma novidade aqui que eu acho interessante que é a de Fábio Silva, porque é um futebolista que tem tido nos últimos anos sempre uma boa reputação estrangeira, digamos, por onde tem passado e está a passar uma vez mais por um bom momento. E naturalmente esta sua vinda à seleção é, de fato, um ar fresco, pelo menos de novidade. Rafael Leão, que já percebi, não vai jogar na ala, porque "eu é que sei", disse, estou citando Jesus. Ele vai jogar num posicionamento diferente, como primeiro avançado. Vamos esperar é que Rafael Leão queira jogar futebol, porque Rafael Leão ultimamente não joga futebol, quer na Itália, quer na Turquia. Tivemos a oportunidade e vamos vendo aquilo que fez na Itália nos últimos tempos, eu diria mesmo nos últimos dois anos, e o que está a fazer na Turquia nesta primeira fase, que é realmente algo. Portanto, os treinadores estiveram errados com Rafael Leão. Estamos cá curiosos para ver Rafael Leão noutra posição, noutra situação. Quanto ao mais, é um discurso de selecionador que começa, cauteloso. Não tem, portanto, aquilo que se pode dizer nenhum de futuro, que isto vai ser assim, assado. Ele disse: "Vou fazer uma equipa à minha imagem, como treinador, como sou". E tem aqui a nota que diz, quando convoca o Gonçalo Inácio e é questionado pelo momento de forma do futebolista e capitão do Sporting Clube Portugal, ele diz: "Comigo, ele vai jogar bem". Portanto, vamos estar cá para ver.

Augusto Inácio, muito bem-vindo também a esta emissão especial de "E o Campeão É...". O que achaste destas escolhas de Jorge Jesus? Alguma surpresa que te tenha impactado mais ou não há aqui grandes destaques e há até uma continuidade com o que vinha sendo as escolhas de Roberto Martínez?

Boa tarde a todos. Não há grandes destaques. Aquilo que se pode aqui estar a falar é que Rafael Leão tem tido sempre a primazia de ser convocado, mas para o Jorge Jesus, parece que o Rafael Leão não conta para uma das alas, conta como um avançado. É nesse sentido que o Jorge Jesus disse da convocatória do Rafael Leão. De resto, há aqui uma surpresa que normalmente era sempre convocado e deixou de o ser. Não sei se estou enganado ou não, o Pedro Neto, acho que não foi convocado.

Está convocado.

Ah, está convocado. Era a dúvida que eu tinha, ainda bem, porque eu estava aqui assim: "Mas o Pedro Neto não foi convocado? Isto é uma surpresa." Quem não foi das últimas vezes que foi convocado e que não foi agora, foi o José Sá, o Nélson Semedo, o Samu Costa, o Gonçalo Guedes, que saíram de convocatórias anteriores. Havia a expectativa também do Matheus Fernandes, do Rodrigo Mora e do Gonçalo Paciência. Não foram desta vez, não quer dizer que com isso não vão para a próxima, mas diria também, e era uma pergunta que faltou dizer ou perguntar ao Jorge Jesus, onde é que ele está a contar com o Matheus Nunes. Se está a contar o lateral, que é o lugar que ele está a jogar no City, ou se está a contar com o médio. Como se sabe, o Matheus Nunes era médio e não era lateral, mas se está a contar como lateral ou como médio. Era uma pergunta que eu gostaria que fosse feita para se tirar aqui algumas dúvidas. De resto, é tudo normal dentro daquilo que se esperava que fosse, porque também não se esperava que fosse uma convocatória que seria uma revolução, que não existia, nem tinha razão de existir, sinceramente.

Pedro Henriques, queria também a tua opinião. Falou-se também aqui algumas vezes nesta conferência de imprensa de Cristiano Ronaldo. "Está com o Jorge Jesus e está para jogar, estando em forma", foram as palavras de Jorge Jesus. As cinco Bolas de Ouro não contam para Jorge Jesus, mas que lá tem um estatuto diferente, lá isso tem. Também apontou ali o gol 1000, talvez só no Al-Nassr. Não sei o que isso poderá dizer de Cristiano Ronaldo em termos de longevidade nesta seleção, mas como é que olhas para esta convocatória? Algum grande ausente? Alguma grande surpresa?

Bom dia a todos, uma vez mais. Uma vez que a convocatória foi feita por Jesus, eu diria que é Jesus e os seus 25 apóstolos. Vamos lá ver se isto corre bem em termos daquilo que é o presente e o futuro. Eu queria dizer que é lógico que não há uma grande revolução sob o ponto de vista de nomes, porque realmente Samuel Soares, Palhinha, Nuno Tavares e o Fábio Silva. Fábio, não é o Flávio. Ele erradamente chamou-lhe Flávio, assim como trocou o nome do Luís Freire, mas é tipicamente a Jorge Jesus. Eu acho que a grande diferença está exatamente naquilo que é o papel que alguns jogadores que estão nesta seleção vão poder desempenhar. E já foi aqui referenciado. Porque ele, como sabemos, privilegiando o quatro-quatro-dois, a postura deste quatro-quatro-dois que ele tem é muito baseada num segundo avançado e não num terceiro médio. E eu acho que isto é uma grande revolução. Isto faz toda a diferença, se calhar não nos nomes, mas na interpretação e papel que cada um vai desempenhar. E é aqui que nomes como o João Félix ou o próprio Rafael Leão podem ter um encaixe diferente. Reparem que nós vemos Rafael Leão e João Félix sistematicamente nas faixas, embora o João Félix, às vezes, a fazer o tal papel de segundo avançado. E a ideia dele é que o Rafael Leão é um primeiro avançado, que foi ele que lançou, até falou do gol que marcou no Sporting, Porto, e também a questão do João Félix como segundo avançado a desempenhar, e que no futuro ele vai amadurecer, vai se tornar um primeiro avançado. E isto é uma alteração profunda sob o ponto de vista daquilo que vai ser não tanto mudança de nomes, mas mudança do modelo de jogo, etc. E outro aspecto, que é a convicção que ele mantém. Eu acho que isso é um bom sinal, não é uma questão de teimosia, mas é uma questão de confiança naquilo que ele produz e que ele faz. E a melhor resposta que ele dá, independentemente de concordarmos ou não, é porque no fundo ele diz que os jogadores têm que ter estes dois momentos, que é o momento de estarem individualmente para já a jogarem e depois jogarem e estarem a render. E por isso veio a pergunta do Gonçalo Inácio, mas ele diz que o Gonçalo Inácio comigo, comigo é com ele, vai jogar bem. E esta é uma convicção que eu aprecio bastante na questão de Jorge Jesus. Depois, eu acho que podia ter havido aqui uma marcação de diferença também em termos de seleção, embora a seleção não viva o melhor momento e se calhar o próprio Jorge Jesus também não é muito dessas coisas, naquilo que era a inovação, que muitas vezes se faz quando é os Mundiais, etc., na maneira como fazes a convocatória. Achei-a um bocadinho pobrezinha e acho que podia ser um bocadinho mais profissional nesse aspecto, mas às vezes o simples é melhor do que o complexo. Eu estou falando em termos plásticos, em termos daquilo que vimos. E depois o fato, também já foi aqui falado, que ele fala muito naquilo que é importante e são treinos os jogadores com quem ele já jogou, e ele coloca várias vezes isso em cima da mesa, o ênfase que dá, porque no fundo é a base com que ele vai partir. Não quer dizer que depois no futuro, e começando a trabalhar com outros jogadores, não possa fazer essas alterações. Inclusive quando falou na parte dos centrais, quando fala no Rúben, quando fala no Tomás Araújo, porque os conhece, já jogou com ele. Também a questão do guarda-redes, o Samuel Soares, será o terceiro guarda-redes, muito provavelmente, mas o fato de ter 24 anos e ele apontou muito para aquilo que é o presente, mas também para o futuro. Jogadores com 20 e poucos anos, e as quatro novidades encaixam um bocadinho nisso, e que daqui a uns anos garantem a tal juventude que é bastante importante. E depois a questão que falaste aqui, que perguntaste, que tem a ver com a questão do Cristiano Ronaldo. Eu acho que o Cristiano Ronaldo a sair da seleção, e há de sair mais tarde ou mais cedo, obviamente, não sabemos se ele vai terminar a carreira este ano ou não. Eu acho que pode-se pensar sempre assim: "Então, mas se ele vai sair, só vai fazer mais um ano, se calhar faria sentido começar já a trabalhar com aqueles com quem ele vai contar no objetivo do Europeu ou do Mundial". Mas eu acho que ele pensa neste momento na Liga das Nações, e bem, que é um título para ganhar, pensa naquilo que o Cristiano Ronaldo pode aportar, primeiro porque joga, porque está a marcar gols, e daquilo que depois é o papel. Fizeram essa pergunta, ele não abordou muito essa questão, ou pelo menos lateralizou, que é o papel que o Cristiano Ronaldo pode ter, e que embora as pessoas digam que pode ser menos positivo, eu acho que será sempre positivo, quer no balneário, quer na relação com os colegas, quer depois quando vai a jogo, quer inclusivamente na relação que tem com os adversários e com as próprias equipes de arbitragem. Portanto, o Cristiano Ronaldo vai se tirar dele o máximo rendimento possível. Provavelmente, não vamos vê-lo a jogar 90 minutos, tenho quase a certeza disso. Se calhar até podemos ter circunstâncias em que ele pode aparecer no banco, dada a densidade de jogos que vai haver, e não estou aqui a considerar nenhuma lesão, e eu acho que faz muito bem, até porque o Cristiano Ronaldo vai ter que merecer uma saída anunciada, a não ser que se lesione, obviamente, mas uma saída anunciada e com toda a pompa e circunstância que o Cristiano Ronaldo merece e tem que ter. Termino. Não há grandes novidades nesta convocatória sob o ponto de vista de nomes, é verdade, mas há uma ideia que fica aqui, que é a maneira como esses jogadores vão ser colocados e posicionados, alguns deles, vai ser completamente diferente. E eu acho que essa é que é a grande novidade para este momento, que é o pontapé de partida. Se calhar daqui a dois anos no Europeu, já nem falo na Liga das Nações, teremos a falar, porque é normal, vão surgindo outros jogadores, foram aqui apontados quantos jogadores de qualidade que nós temos e que se calhar vão para a seleção sub-21, mas que estão na mira. E termino com mesmo isto, foram 25 jogadores, não 40. Eu, por acaso, prefiro uma convocatória nesta fase mais curta, mais concisa e mais assertiva. Gostei da simplicidade do Jorge Jesus, contrasta naturalmente com toda a educação e todo o gentleman que era o antigo selecionador, mas há uma coisa que fica aqui garantidamente, minha opinião. Eu tinha muitas respostas zero e vazias do outro selecionador. Não dizia absolutamente nada às perguntas que fazia. Muito honestamente, isto para mim é uma crítica. E o Jorge Jesus, dentro da sua simplicidade, mesmo trocando o nome do selecionador do sub-21, dizendo que é o Flávio, a simplicidade do Jorge Jesus faz uma coisa: responde a tudo. Podemos não gostar das respostas, mas responde a tudo. E eu gosto disso e acho que isso pode ser o bom caminho para a seleção.

Gabriel Alves, só um comentário também final. Estava aqui a reparar que o Luís Freire está a anunciar também os sub-21. Estão convocados Flávio Gonçalves, Rafael Nelly, Mezian Soares, nomes que também se falam por estar um pouco à porta da seleção. O que é O que podemos esperar do futebol de Portugal com estas escolhas que Jorge Jesus fez hoje, a começar já quinta-feira contra o País de Gales, em pleno Estádio José Alvalade?

Há uma nota do Jorge Jesus que eu achei extremamente interessante, foi dizer que tem conversado exatamente com Luís Freire. E eu acho que isso é fundamental, esse tipo de diálogo, porque está naquilo que é a parte base daquilo que é depois a seleção A. Portanto, diria, no último andar antes de chegarem à principal seleção. E Luís Freire, eu já aqui evoquei, que há tempos deu uma excelente entrevista no Canal 11, onde abordou todos estes problemas relacionados com aquilo que é o futebol de jovem e obviamente com aquilo que é o trabalho dos próprios jogadores depois nos clubes, que sai um bocadinho daquilo que o Jorge Jesus disse há pouco, porque a questão de ter só dois ou três, mas jogam lá fora. Jogam lá fora, mas aqueles que são, de facto, de grande dimensão são aqueles que foram dimensionados nos próprios grandes clubes, onde praticamente todos, diria 90%, foram dimensionados ao nível da classe elite do futebol português. Enfim, há sempre a exceção para confirmar a regra. Agora, eu acho que é um bom trabalho existente entre Jorge Jesus e Luís Freire, que pode e vai ser certamente positivo, mas tem que haver mais solidez, porque ainda há dias li, em relação ao Brasil, por exemplo, quando o Grêmio tem praticamente hoje só jogadores estrangeiros, lá do Brasil, e nem sequer são de nenhuma seleção, no Brasil vai-se escrevendo e vai-se dizendo: "Queres ser campeão do mundo? Queres voltar a ser campeão do mundo?" É isto que se vai colocando ao próprio Brasil. O negócio está, neste momento, a incidir de tal forma naquilo que é o desenvolvimento. E tudo bem, o que disse Jorge Jesus, o trabalho de base da seleção, dos clubes, tudo bem. Mas se nós olharmos para os clubes, em primeiro lugar, está o negócio do jogador. Aquilo que o jogador pode render sendo emprestado, sendo vendido com uma outra cláusula, que me parece que também era uma coisa que poderia e deveria ser ultrapassada, que é a chamada cláusula do medo. Um clube grande, seja ele qual for, empresta o jogador Y ao clube Z, que é um clube de média ou mesmo de baixo da tabela, não pode jogar. Isso até é um desincentivo para quem tem o desafio de poder mostrar aquilo que são os seus jogadores.

Alguma nota para esta primeira convocatória de Jorge Jesus, Gabriel?

Eu gosto da forma como ele esteve. Não foi arrogante, não foi: "Eu é que sei, eu é que sou." Teve a sua identidade, o seu caráter. Aquilo que ele diz: "A equipa vai jogar como eu." Claro, e acho bem. "Com aquilo que é o meu projeto. Estes jogadores vão obviamente evoluir nesse sentido." E deixou sempre, e já aqui focamos, que eu e o Pedro, 13 jogadores que já trabalharam comigo vão ser a base, vão ser extremamente importantes para este pontapé de saída.

Agostinho Inácio, pedia-te também uma última nota a esta convocatória e já agora também um comentário às reais possibilidades de Portugal revalidar este título de Liga das Nações, ou pelo menos ter aqui um arranque com estes primeiros quatro jogos com Gales, Noruega e Dinamarca.

A sensação que eu fico é que o Jorge Jesus, quando disse que 13 jogadores já tinham jogado com ele, é porque vai ser a base da seleção. E digo isto por quê? Porque para os treinadores, seja Jorge Jesus ou outro treinador qualquer de seleção, não tem tempo para treinar. Ou seja, os jogadores têm muito pouco tempo e tem que ser muito na base da teoria, que ele vai ter que explicar muitas coisas. E esses 13 jogadores que já jogaram com ele já sabem como é que ele joga, já sabem o empenho deles, como é que o Jorge Jesus os quer. E por isso é que eu digo que pode ser a base da seleção nacional. E por isso ele não vai ter muito tempo, vai estar em competição. E tu dizes-me assim: "Mas Portugal tem hipótese de ganhar a Liga das Nações?" Tem, como qualquer uma outra tem daquelas consideradas do top, porque tem excelentes jogadores. Agora, o Pedro Henriques disse uma coisa com que eu concordo completamente. É que ele diz, e não tem medo de dizer, que os jogadores vão jogar mais e que o formato, da forma como Portugal vai jogar, pode ser completamente diferente daquilo que tem jogado ultimamente. E naturalmente, quando ele diz que gosta de jogar com mais um avançado e menos um terceiro médio, pode ser realmente uma nota bem positiva daquilo que pode ser um jogo de futebol ofensivo de Portugal.

Pedro Henriques, para terminar, estamos também mais perto de revalidar este título com estas escolhas e com o Jorge Jesus?

Eu acho que é sempre mais fácil a Liga das Nações do que qualquer outro título, nomeadamente o Europeu e o Mundial, pelo grau de dificuldade, obviamente, e porque a Liga das Nações, embora seja um formato que eu gosto muito, porque o grupo A e o grupo B, ou seja, vais sempre fazer jogos de grau de natureza muito difícil, mas as seleções aproveitam muito esses jogos. Eu diria que não põem a carne toda no assador, a não ser que cheguem ali a meia-final, final, o que significa que às vezes pode haver algum facilitismo na perspetiva de quando jogas com outras seleções que possam ser mais complicadas. De qualquer maneira, sim, é possível. Somos claramente candidatos à Liga das Nações, mas eu acho que o grande foco neste momento será claramente a prestação e o que vai acontecer. Eu sei que falta muito tempo, mas o muito tempo passa rápido e é daqui a dois anos no Europeu. De qualquer maneira, nota, já agora, para terminar também. Vou dar nota 20, porque é a primeira convocatória de Jorge Jesus.

Uma nota de esperança e expectativa.

Exatamente. Esperança, expectativa e, sobretudo, pela simplicidade com que o Jorge Jesus se apresentou. Ele não faz de propósito, obviamente, mas eu acho que até o ingante, que para outra pessoa poderia ficar mal por ser uma incorreção, de Fábio Flávio, o selecionador do sub-21.

O João Neves quase também não entrava na lista ali com o Ruben Neves. Confundiu-se ali um pouco.

Exatamente. Resumindo e baralhando, a simplicidade do Jorge Jesus é aquilo que eu acho que vai ser a simplicidade que os tais 13 jogadores já o conhecem, os outros também, obviamente, na relação que ele vai ter com o balneário, com a estrutura, com os jogadores e, portanto, nota 20 para esta convocatória.

Pedro Henriques, Gabriel Alves e Agostinho Inácio ajudaram-me aqui neste "E o Campeão É" especial a analisar as escolhas de Jorge Jesus. Vamos falar de desporto também depois do Jornal da Uma, numa nova edição de "E o Campeão É".