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Lenços brancos em Alvalade. O Sporting perdeu ontem em casa, 2 x 1, frente a uma das sensações da liga, o Académico de Viseu. Fica assim a nove pontos da liderança. Pode mais logo ver o Benfica distanciar-se, caso vença nos Açores, o Santa Clara, outra das boas surpresas desta liga. É uma partida que começa às 18h45, vai ter relato e análise em direto aqui na Rádio Observador. Entretanto, já são conhecidos os adversários de Porto, Benfica e Sporting na próxima fase da Taça de Portugal. Sorteio esta manhã. Destaque para o Benfica, que vai encontrar o detentor da Taça, o Torreense. Os Leões medem forças com o União da Serra, do Campeonato de Portugal. Já o Porto vai defrontar o Paredes da Liga 3. Vamos analisar e pontuar a atualidade desportiva. Hoje tenho comigo Bruno Roseiro, Augusto Inácio, Gabriel Alves e Pedro Henriques. Boa tarde, campeões. Augusto Inácio, começo por ti. Onde é que falhou este Sporting ontem à noite? Foi só na finalização, como disse Rui Borges, ou há ali outros setores que também não estiveram bem e que levaram a esta perda de pontos no campeonato?
Boa tarde a todos. Diria que há aqui uma somatória de vários erros que fez com que o Sporting não ganhasse esse jogo. E algum azar também à mistura, diga-se. Eu diria que o Sporting parecia que não estava a conhecer este adversário, o Académico de Viseu. O Académico de Viseu ainda não tinha perdido fora, tem tido um comportamento irrepreensível e é uma equipa, por exemplo, logo na primeira jornada foi empatar ao Estádio da Luz. Parece que estão a se esquecer um bocadinho disso pelo valor desta equipa. Além disso, Bruno Pinheiro coloca esta equipa a jogar, não com o autocarro atrás, mas com um sistema tático realmente que é rigoroso, mas que acima de tudo dá liberdade aos jogadores de quando tiverem a bola poderem atacar a baliza adversária sem muitos rodeios, sem muitos toques, ser mais objetivos pra chegar lá à baliza e tentar fazer gols. Ora o Sporting cometeu aqui um erro muito grande, porque atacava muito, e bem nesse aspeto, o Hyran Cunha, foi aquele, na minha opinião, o melhor jogador do Sporting, e Maxi Ruiz também atacavam muito, mas depois esqueciam-se de fechar o flanco direito do ataque do Académico de Viseu. E foi por aí que foram os dois gols. Robin, dois cruzamentos, João Guillermo a faturar no segundo poste, sem cobertura também para poder rematar à vontade. Diria que o Sporting, na segunda parte, entrou com mais garra, com mais determinação, como era evidente. Parecia, quando marcou o gol, que o Luiz Suárez tinha realmente a oportunidade dar a volta ao resultado, mas depressa se percebeu que o Académico de Viseu equilibrou as coisas de tal maneira e marcou o segundo gol, colocando a dúvida no resultado, que naquela altura era 2 x 1. E depois aqui entra um bocadinho o azar. Bolas no poste do Maxi Pereira, do Luiz Suárez. A bola também batia no poste e não entrava, mas no conjunto geral, aquilo que eu quero realçar é a grande atitude competitiva do Académico de Viseu. Mereceu ganhar o jogo. Foi uma equipa extraordinária em Alvalade, que não temeu, não subjugou àquilo que é o nome do Sporting e o Sporting só se pode queixar de si próprio. Duas derrotas seguidas, é verdade, mas diria que muitas lacunas táticas em relação a este jogo que o Sporting teve ontem com o Académico de Viseu.
Bruno Roseiro, começa a ficar complicada a situação de Rui Borges. O estádio reagiu ontem à noite a esta derrota com vários lenços brancos. Ainda tem capital para se aguentar, Rui Borges, mais algum tempo? Até quando e que resultados poderiam inverter esta situação?
Primeiro, deixa-me dar uma nota de campeão para os adeptos do Sporting que, ao contrário do que já se viu antes, manifestaram-se quando acabou o jogo. Não é muito habitual, sobretudo quando existem estes jogos e estes contextos, continuar a apoiar a equipe e só depois, no final, manifestarem-se. Em relação ao Rui Borges, eu diria que a era Rui Borges acabou a 24 de maio de 2026. Pelos vistos, houve-
Na Taça.
Na final da Taça de Portugal, acabou a era de Rui Borges. A partir de dia 25 de maio de 2026, a própria direção do Sporting, ao tomar a decisão de manter Rui Borges, acaba por se colocar do lado do problema que existia e no mercado de verão, adensa essa posição de culpado. E por quê? Porque percebendo, na teoria, a ideia de mudar o plantel, ou seja, de reformular todo o plantel, porque era um plantel que iria sempre ter saídas, como o Ulman, por exemplo, que seria certo que iria sair. O próprio Diomande tinha esse compromisso de que mediante uma proposta de 40 milhões podia sair. O Sporting quis aproveitar para fazer toda uma reconstrução de um plantel. E eu diria que entronca o principal problema da época do Sporting, que é fazer uma reformatação total do plantel em algumas zonas, como por exemplo, o meio-campo, que continuou claramente a parecer que é a grande debilidade do Sporting e quase que contagia por osmose a defesa, ou seja, há muita gente a apontar o dedo à defesa. E eu pergunto: não será o meio-campo a contagiar por osmose a defesa, sobretudo por aquilo que não consegue fazer em termos de transições defensivas? E ontem voltou a ficar bem patente. E a reformatação foi feita demasiado Rápida, de uma forma se calhar demasiado precipitada e não de uma forma mais contínua, há um, dois, três anos, com um treinador que me parece já ter os dias contados. Olhando depois para a outra vertente, Rui Borges vai sair hoje ou amanhã? Não vai. Por quê? Porque o Sporting tem de perceber também se consegue encontrar o perfil de um treinador que consiga entrar e fazer melhor do que Rui Borges, caso contrário, não vale a pena mudar. Que Rui Borges tem os dias contados em Alvalade? Isso parece-me que sim. E de recordar que muito em breve teremos paragem para seleções, que é normalmente o período indicado para fazer esse tipo de mudanças.
Gabriel Alves, bem-vindo. Como é que viste esta derrota do Sporting e a vida complicada que Rui Borges terá, entroncando aqui no que estava a dizer o Bruno Roseiro, a direção terá de esperar também por um substituto que garanta qualidade a este Sporting e a este plantel e pode vir do Brasil, vamos ter que esperar pelo fim do Brasileirão?
Boa tarde a todos. Naturalmente que subscrevo tudo o que já aqui foi equacionado, quer pelo Augusto, quer pelo Bruno. E portanto, dando sequência à questão esta: será falta de mão de Rui Borges no balneário? Será só falta de mão dele, de capacidade dele? Ou será que substituindo-o a médio prazo está tudo resolvido? Só ele é que tem responsabilidades? O Bruno Roseiro deixou bem aqui uma nota sobre esse assunto. Eu penso que para lá de muitos aspetos muito bem focados aqui, quer pelo Bruno, quer pelo Augusto, também fica aqui aquilo que é a debilidade da equipa, mas também pensar que depois de tanto jogador ter de sair e até a hipótese de poder fazer uma boa equipa, não se fazem equipas, não se reconstroem equipas pelo estalar dos dedos. Há toda uma série de jogadores que vêm de cenas diversas, independentemente de serem jogadores de futebol, que têm que encaixar numa cena única, que é aquela que é a cena portuguesa, no caso de detalhe, a cena Sporting. Portanto, há muita coisa que é preciso ter em mente e quando se fazem reformulações e tem que se fazer a determinada altura, é preciso ter em mente tudo isso. E também perguntar, e eu deixo esta pergunta, independentemente de deixar também aqui uma nota sobre aquilo que é o banco do Sporting no jogo, a jogar, portanto, nas implicações táticas, e os bancos de todas as equipas têm que entrar no jogo. Eu também deixo essa nota, que me parece que o banco do Sporting entra pouco no jogo. Mas eu deixo aqui uma questão: há quanto tempo o Gedson Fernandes não joga? Não joga, não, ele joga, mas não joga, não dá aquela produção. E o Maxi Araújo, há quanto tempo? Será que estão à espera pelo mercado de inverno? É porque, de facto, há aqui situações de jogadores que tinham uma plenitude enorme e que essa plenitude, esse brilho, esse cristal, parece que desapareceu. E, portanto, fica aqui a pergunta: quando é que eles vão polir o cristal para voltarem a surgir? Portanto, há uma série de situações que levam a deixar muitas questões, muitas perguntas, que naturalmente agora ficaram mais acesas com duas derrotas seguidas, uma na Europa e outra na liga.
Pedro Henriques, no Sem Falta da Rádio Observador, nota 7 para Miguel Nogueira. Dizes que esta nota é muito ajudada também pelo que foi a atuação do VAR.
Sim, eu sei que vocês gostam de puxar pra arbitragem, mas eu aqui quero expandir as minhas outras teorias e ideias. A arbitragem está no Sem Falta. A rapaziada que vá lá ver, ouvir, neste caso concreto, a arbitragem com ajuda do VAR esteve bem, decidiu em lances como foi o gol anulado, foi o árbitro centro que ajudou, decidiu bem na questão do pênalti revertido, porque foi o VAR que ajudou. E resto, foi uma arbitragem positiva, porque ele também esteve bem nos lances de mão. Eu queria colocar cinco questões, ou melhor, cinco pontos. Facto, a minha incompreensão, uma reflexão, a realidade e a dúvida. O facto é que o presidente do Sporting teve a oportunidade de se ter despedido de Rui Borges antes da paragem da seleção. Preferiu, um mês e pouco depois, despedir-se do título. Tudo certo, é uma opção. A minha incompreensão é para que serve contra o Lasse fazer uma tripla alteração no minuto 80 e para que serve ao minuto 86 fazer uma tripla alteração contra o Académico de Viseu? Não consigo compreender. E daí a minha incompreensão. A reflexão, ontem o Sporting tem 11 cantos contra zero. Não se vê um dedinho de uma bola parada que tenha alguma coisa a dizer. Está aqui uma jogada de bastidores e o Sporting é extremamente perigoso. 11 cantos contra zero. Depois, a realidade, quando se vem falar e foi a resposta que deu o Rui Borges, perdão, que foi do Fernando Varandas a falar do Rui Borges, daquilo que é conquistado. Bem, o título que ele conquista é com 80% ou 60% de Rúben Amorim e a Taça de Portugal, nem vale a pena falar sobre isso. Depois, a partir daí, o ano passado foi uma época horrível para o Sporting, perdeu os títulos todos. E quando perde a Taça de Portugal contra o Torreense, e repito, não está em causa a questão do Torreense, ficou esgotado, no meu ponto de vista, aquilo que poderia ser toda a confiança que se poderia ter nesta equipa técnica, neste treinador. E esta época e ano passado ainda tinha aquela questão de não ter ganho aos grandes. Este ano, lá se conseguiu ganhar ao Braga, fora, que é sempre importante, mas à nona jornada, nove pontos e claramente o adeus ao título. Finalmente, a minha dúvida
Discurso do treinador do Sporting. Disse: "Estou focado em trabalhar, vai haver fases boas e fases menos boas, faz parte". A sério? Nem tenho mais nada a dizer sobre este discurso.
Pedro, avancemos rapidamente, temos pouco tempo, temos que ir para as notas. O Santa Clara é também uma das surpresas deste campeonato. Como é que achas que o Benfica tem de jogar para trazer os três pontos dos Açores? Pedro Henriques?
Sim, tinha desligado. O Benfica, como nós sabemos, é um Benfica que também está motivado, ou seja, está motivado pelo bom futebol que está a produzir e sobretudo com a ajuda que vem das boas exibições da Liga Europa, mas o fato é que está cinco/oito pontos do Futebol Clube do Porto e toda a gente sabe o valor do Santa Clara, o Santa Clara em casa, o relvado que não é a melhor coisa que possa existir na nossa competição e portanto vai ser um jogo, no meu ponto de vista.
Houve aqui um pequeno corte. Força, Pedro, conclui.
A partir daí, vai ser um jogo que eu acho que vai ser bastante difícil, mas o Benfica também tem que estar alavancado naquilo que tem sido uma boa exibição de forma contínua, não obstante os cinco pontos, sendo que esses cinco pontos de diferença, três foi a derrota contra o Futebol Clube do Porto. Portanto, espera-se um jogo difícil, eu acho que vai ser difícil. Agora vamos ver se o Benfica hoje não ganha, fica aqui uma almofada de muito desconforto para um Futebol Clube do Porto naquilo que é a disputa pelo título.
Samuel volta à baliza?
Eu penso que não. Eu, por acaso, acho que não. Eu sei que havia esta questão do Trubin ter vindo aqui aos jogos internacionais. A lógica era o Samuel voltar, eu acho que não volta, já agora. Portanto, eu acho que é Trubin, Bah, Sirka, Araújo, Dalot, Palhinha, Arsène, Rafa Silva, Sudakov, Prestianni e não sei se o Echeverri não vai a jogo. Perdão, e Pavlídis, peço desculpa.
E uma declaração de Marco Silva a dizer que sonha colocar em breve Scheldrup e Prestianni na mesma equipa. Augusto Inácio, vamos também à tua nota de campeão e se esperas que o Santa Clara possa dar alguma almofada também ao Sporting no que toca a ficar mais próximo do segundo lugar.
A almofada era agora para o Porto, que aumentava a vantagem sobre o segundo classificado.
É uma faca de dois legumes.
É uma faca de três legumes, é isso mesmo. Mas diria que o Benfica tem um jogo difícil, toda a gente sabe isso. O Santa Clara tem 18 pontos, está igual, tem os mesmos pontos do Sporting. Atenção, se o Santa Clara empatar, passa à frente do Sporting, fica no terceiro lugar. Mas o Benfica, claro, o Benfica está a passar por um bom momento, o Santa Clara também. Vai ser um jogo entretenido, mas vai ser um jogo muito tático, as equipas são ossos duros de roer e o Benfica vai ter que trabalhar muito para ganhar este jogo. De qualquer maneira, vou às minhas notas agora. Claramente para o Académico de Viseu, nota 18. Ganhar em Alvalade nunca é fácil. E aqui o expoente máximo está no Bruno Pinheiro, o treinador, que está a fazer um grande trabalho. E para o João Guiano, que fez dois gols e esses dois gols deram a vitória ao Académico de Viseu. Queria através disso também, nota cinco para o Sporting, que está a nove pontos. Ainda não chegamos a novembro, já está a nove pontos do primeiro lugar. Muita confusão que existe agora por Alvalade. Oxalá que as coisas se acalmem de uma forma que o Sporting possa voltar outra vez a ser aquele clube que foi e que possa continuar a dar luta neste campeonato, embora seja difícil lá chegar. Mas também queria dar nota 17, neste caso para o José Mourinho. O Real Madrid fez um grande jogo em Camp Nou, ganhou ao Barcelona e bem, Mbappé marcou dois gols. Eu diria que o José Mourinho rebitou agora mais um bocadinho e ficou com mais moral em Madrid.
Muito elogiada, uma vitória com dedo de Mourinho, diz-se também na imprensa espanhola. Bruno Roseiro, temos sempre um Gonçalo Paciência muito disponível para marcar gols ao Benfica. Para quem é que vai a tua nota de campeão e um pequeno comentário rápido a esse jogo?
O Santa Clara-Benfica é um jogo, como é óbvio, complicado para o Benfica. Diria que é normal o Benfica ganhar, atravessa um bom momento, poderá ter algumas dificuldades para marcar e desbloquear o jogo, mas a partir do momento em que consiga ganhar vantagem, diria que tem esse favoritismo. Notas. Uma nota 20 para a nossa canoagem, conseguiu a melhor prestação em mundiais de maratona, apesar de não ter conseguido o Fernando Pimenta ir ao pódio no K2 com o José Ramalho. Uma nota 20 para o José Mourinho. Muitas vezes aqui o critiquei e achei que em alguns momentos parecia-me um treinador ultrapassado, mas não há ninguém que perceba tão bem contextos como aquele que o Real Madrid ia atravessar a jogar na Catalunha contra um Barcelona que só tinha vitórias. Desde a conferência antes do jogo, até a forma como montou a equipa, nota 20, acho que foi perfeito, acho que é uma vitória de Mourinho, independentemente dos gols de Mbappé e outras boas exibições. E uma nota 9 para o Sporting, nove jornadas, nove pontos de atraso, um campeonato que já se perdeu. A última vez que isso aconteceu foi com Rúben Amorim em 22/23. Teve sucesso. A outra foi em 2012/2013, que coincidiu com a pior época de sempre do Sporting. Uma nota 9 por uma razão: não me parece que o balneário tenha líderes, parece-me que o clube tem líderes e agora está na altura dos líderes também tomarem as decisões.
Gabriel Alves, as tuas notas de campeão.
Eu começo por também dar o mesmo nove ao Sporting, mas o nove não vai só para o Rúben Amorim, vai para o Rúben Amorim e para aquilo tudo que envolve a equipa. Portanto, é um nove para o Sporting. Nove para o Sporting, mesmo. Eu vou só dar 16 a Mourinho, independentemente, de facto, de ele ter trabalhado muitíssimo bem. Muito bem aquilo que ele montou sobre o meio-campo. Onde ele ganha o jogo é no meio-campo. Muito bem a entrada de Bernardo Silva. Ave, Bernardo, apareceu e cumpriu com aquilo que era determinante e era importante naquele meio-campo. O homem do jogo marcou dois gols, obviamente, é sempre Mbappé. Melhor em campo, para mim É Bellingham, é ele que estrutura saindo de trás e colocando mais à frente naturalmente. Onde ele começou quando chegou à Espanha vindo da Inglaterra. Portanto, Bellingham é para mim a grande figura do jogo e para o Real Madrid, para Mourinho, 16 e espero aquilo que virá a seguir. Quanto à equipe do Barcelona, fica uma lição, porque perde dois jogos, um na Europa e outro frente ao Real Madrid, em dois grandes jogos, não consegue ganhar. E tendo sido muito bem marcado Lamine Yamal, não conseguiu ganhar. Portanto, acho que é uma boa reflexão para o Barcelona e para o Flick. De resto, muito rapidamente, esperar que não haja depressão meteorológica hoje nos Açores, porque esse é um aspecto que às vezes acontece de um momento para o outro, porque o melhor ataque do campeonato vai defrontar a melhor defesa. Aí está uma das melhores defesas, que tem o mesmo número de gols sofridos que o Porto, quatro. É algo para estarmos atentos.
Muito bem. Pedro Henriques, creio que falta a tua nota de hoje.
Sim, nota 20 para Rui Lacerda e Ricardo Coelho, conquistar o título mundial de maratona em C2 na Argentina, portanto, o segundo ouro da elite, que chegou mesmo no último dia e depois repetir de forma rápida Mourinho 18, Académico de Viseu 18, o João Guerreiro pelos dois gols 18, e uma nota claramente negativa para Rui Borges e para o Sporting, nota cinco.
Amanhã estamos de regresso para pontuar e avaliar a atualidade desportiva em mais uma edição de "E o Campeão É". Até amanhã.