Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Ideias Feitas na Rádio Observador com Alberto Gonçalves. Olá, Alberto, bem-vindo.

Olá, Ricardo, boa tarde.

E hoje quero ir até Nova York.

Não é mau, há sítios piores.

Não. É um bom sítio para se beber café.

Quero ir a Nova York e quero recuperar uma personagem recorrente aqui no Ideias Feitas, e também é uma das novas e recorrentes esperanças da extrema-esquerda internacional. É o atual mayor de Nova York, o senhor Mandani, e que conjuga duas características que o tornam potencialmente perigoso, ou que poderiam torná-lo potencialmente perigoso. A primeira característica é que, por mais que tenha tentado disfarçar durante a campanha eleitoral, é um apoiante do jihadismo, ou pelo menos já mostrou suficiente simpatia por figuras e causas, por exemplo, ligadas ao Hamas, já mostrou suficiente antipatia por Israel. A outra característica potencialmente perigosa do senhor Mandani é, conforme tentou mostrar durante a campanha eleitoral, é ser comunista. Mas por sorte, sobretudo dos nova-iorquinos, dos que votaram nele e principalmente dos que não votaram, ambas as características potencialmente perigosas do senhor Mandani têm sido anuladas por uma terceira, que é de ser um completo tonto. Ele parece um especialista em dizer coisas sem qualquer conexão com a realidade e como não sabe o que diz, vê-se constantemente forçado a desdizer o que havia dito. Portanto, é um especialista em recuos. Não tenho tempo no Ideias Feitas, precisava de meia hora para fazer um inventário exaustivo das promessas de campanha não cumpridas. Faço apenas um resumo muito breve e lembro algumas das maravilhas que o senhor Mandani prometeu para Nova York: transportes públicos gratuitos, infantários gratuitos, supermercados e mercearias públicas, subida brutal de impostos para os ricos, ou os denominados ricos, que em Nova York não é difícil de encontrar, o aumento do financiamento das bibliotecas, o alojamento dos sem-abrigo, a criação de um departamento de segurança comunitária. Não me perguntem, não faço ideia do que seja. Reformas policiais e por aí fora. E não cumpriu nada de nada. Está há sete meses no cargo. Não cumpriu nada de nada, nada do que seria positivo, nem nada do que seria um desastre e, em suma, nada daquilo em que a cabecinha dele teima em divergir do mundo dos factos. Ora, a mais recente promessa do senhor Mandani conciliava o seu antissemitismo, a aversão dele por democracias, o amor pelo Islão mais violento e o aplauso à extrema-esquerda. Portanto, era uma compilação mais ou menos perfeita. A promessa consistia em mandar prender o primeiro-ministro israelita, caso este visitasse Nova York a pretexto da Assembleia Geral das Nações Unidas ou por outro pretexto qualquer. É uma promessa que o senhor Mandani já repete há algum tempo e que voltou a repetir muito recentemente. No dia 18 de julho, portanto há quatro dias, ele disse numa entrevista a um podcast do New York Times, que a sua equipa jurídica estava em conversa ativa sobre a possibilidade de prender Netanyahu na visita às Nações Unidas em setembro e que o via como criminoso de guerra. Três dias depois, ontem, 21 de julho, o senhor Mandani, adivinhem lá, recuou e admitiu no antigo Twitter, no X, que não tem autoridade para mandar prender ninguém. E pelo meio, entre o dia 18 e o dia 21, o Donald Trump, sem sequer citar o mayor de Nova York, aproveitou para o enxovalhar e escreveu naquela rede social, na Truth Social, que Netanyahu não será preso nos Estados Unidos de maneira nenhuma e que quem devia ser preso são os líderes do Irão, que chacinam dezenas de milhares dos seus próprios cidadãos e que por acaso, e só por acaso, imagino eu, o senhor Mandani jamais criticou. O mais engraçado desta história é notar que os nova-iorquinos andam há tempos imemoriais, mais ou menos desde que existem, a gozar com os rústicos do interior dos Estados Unidos. E não tenho ideia de os rústicos alguma vez terem eleito ou elegido figura tão ridícula. No que toca à falta de discernimento, os rústicos hoje podem e devem, e de certeza gozam com os nova-iorquinos. Isto faz lembrar, só mesmo para terminar, Ricardo, o pormenor de um certo município mais instruído de Portugal, ou aquele em que há mais licenciaturas, insistir em eleger o doutor Isaltino de Moraes, mas atoinuante comparado com o senhor Mandani, o senhor Isaltino ser praticamente um Lincoln.

Obrigado, Alberto, e até amanhã.

Até amanhã, Ricardo.

Antes de seguir viagem, quer garantir uma revisão de confiança e a bom preço? Na MyForce. Poupe até 45% na revisão oficial com garantia da marca. Na MyForce encontra um serviço de confiança que respeita o plano de manutenção do fabricante. Visite uma oficina MyForce ou marque já em myforce.pt. MyForce, o futuro da reparação automóvel.

Mãe, se o vidrão no vidrão, papel no papelão e pilhas no pilhão, as desculpas para não separar o lixo, tipo: "Estou de férias e não faz diferença", vão para onde? Para o Desculpão?

Começa por reciclar as desculpas e nas férias, não deixe de separar o lixo. Vamos lixar o lixo. Um apelo da Agência Portuguesa do Ambiente, com apoio do Fundo Ambiental e com financiamento do Sustentável 2030, Portugal 2030 e União Europeia.

Este verão, descubra o mundo com quem sabe viajar. Pinto Lopes Viagens, há mais de 50 anos especialistas em viagens em grupo. Descubra o encanto de uma viagem cultural, das viagens com autores, com especialistas ou o novo conceito mais exclusivo, PLV Small Group Travel. Visite pintolopesviagens.com e reserve já as suas férias. Pinto Lopes Viagens. Damos lugar a novas histórias.

A fruta por si só é sempre saudável. Isso que não haja nunca confusão.

Mariana Chaves é nutricionista.

Uma pessoa não olha para um iogurte a achar que está com uma fatia dourada.

Aprender a Comer. Às terças, depois das 16h30, na Rádio Observador.

O açúcar aumenta muito a glicemia, o açúcar no sangue. Por isso é que eu digo que é dispensável.

E sempre em podcast. Este programa tem o apoio do Continente.

A vida passa a comer. E assim, com a maior variedade de frescos produtos de qualidade das marcas Continente e refeições prontas a levar sempre aos melhores preços, toda a gente come melhor. Continente, é de toda a gente.

Rádio Observador, são 18h59 em Portugal continental e na Madeira, menos um minuto