Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Não se fala de outra coisa. Carla Jorge de Carvalho, tens aqui um caso curioso que pode ser lido no Observador.
Sim, é uma notícia da Agência Lusa, mas fala-se disso em todo lado. Já sabemos que viajar para Cingapura pode ser interessante, mas é preciso ter cuidado com as regras, porque elas são para ser levadas mesmo a sério, o que não fez um jovem francês de 19 anos que resolveu lamber uma palhinha e voltar a colocá-la numa máquina automática, mas fez mais do que isso. Achou que era boa ideia filmar-se e publicar esse vídeo.
Que engraçado.
Rapidamente se tornou viral, como é evidente. E com isto tudo, e com esta brincadeira de mau gosto, por um triz que não foi parar para a prisão, não foi condenado a uma pena de prisão. O tribunal acabou por ser condescendente e aplicar-lhe apenas uma multa de €406. De facto, é muito pouco, até para alguns casos conhecidos de decisões judiciais em Cingapura. Isto foi em março deste ano. Ele publicou esse vídeo nas redes sociais, aparece a lamber uma palhinha antes de a voltar a colocar no dispensador de uma máquina automática de sumo, num centro comercial de Cingapura. Isto provocou um verdadeiro escândalo nesta cidade-estado, conhecida pelo rigor com que as leis devem ser cumpridas. Arriscava até três meses de prisão, como dizia, foi a julgamento, admitiu os factos, acabou por ser multado apenas por atentado à ordem pública. Sim, atentado à ordem pública e na leitura da sentença foi muito claro. Os juízes consideraram que, tendo em conta a natureza da infração e a idade, não iam ser aplicadas outras medidas alternativas, como por exemplo, trabalhos comunitários.
Ou duas bofetadas na cara. Às vezes, de alguma maneira. Não se pode dizer isto. Isso não se pode dizer.
Não podes dizer isso.
Que idade é que ele tem? Desculpe.
19 anos.
19. Já tem uma boa idade para ser juiz.
Sim, aliás, ele está em Cingapura com um visto de estudante, mas depois disto deve regressar a França em setembro, e vai continuar os estudos em França, onde não sei se os colégios franceses lhes darão outro tipo de educação. Mas em cima da mesa estava o prejuízo que causou à empresa, que teve de substituir 500 palhinhas da máquina.
Por causa da porcaria.
Por causa de uma brincadeira sem sentido nenhum. Mas é preciso ter atenção, ainda no ano passado, e este caso também é recordado nos jornais, um australiano, 26 anos, foi condenado a nove dias de prisão, expulso e banido de reentrar em Cingapura por ter agarrado Ariana Grande. Se calhar lembras-te deste caso, durante a estreia de um filme, o "Wicked". Ele tentou agarrá-la. Nada simpático, mas a pena foi pesadíssima.
Aquela zona do globo sofre muito com o turismo australiano, que é um bocadinho agressivo.
Descontrolado.
Descontrolado, sim.
Estão ali mais à mão, também.
Estão ali mais à mão. É mais ou menos como os ingleses na orem Albufeira. Ali é um bocadinho os australianos naquela zona.
Só que as regras não são as mesmas.
E ali as regras apertam.
Se vai a Cingapura, não lamba a palhinha.
Por favor. Olha, queria só destacar muito rapidamente, só li ontem esta história que está no Observador, as joias de €86 mil, duas stylists e um saco do IKEA, o desaparecimento que expõe um setor sem regras. É uma peça da Joana Moreira, da Sânia Fiatz e da Inês Correia, que está em destaque no Observador. Parece que após uma gala do programa de televisão The Voice, em janeiro, perdeu-se o rastro a peças de joalharia que estariam avaliadas em mais de €86 mil. Oitenta e seis mil euros, pelo que percebi, era o preço de fabrico, de produção das joias. No mercado, poderiam ascender a 300 e qualquer coisa mil euros. O caso já chegou ao Ministério Público e é aqui quase um policial que mete muitos intervenientes, a própria produção do programa, os stylists da empresa de transportes, quem fez as próprias joias, que foram usadas por uma apresentadora digital do programa, a Maria Petronilho. Nem sabia que já existia esta designação de apresentadora digital.
Apresentadora digital. Também me surpreendeu. Tem muito surpreendido.
Mas ela terá usado. Isto é costume, não é, Carla? Mesmo as próprias roupas de alguns apresentadores poderão ser emprestadas.
Sim, sobretudo nesses momentos de grande visibilidade, as marcas têm interesse em investir.
Em investir, as apresentadoras sejam digitais ou físicas. E aconteceu aqui um desaparecimento de um conjunto de joias bem valioso e agora aqui um atirar de culpas de um lado para o outro, mas está aqui uma história quase policial.
Já é policial.
Já é policial, Ministério Público, que podem ler então em observador.pt.
Há um avanço, mas eu agora não estou a encontrar aqui a IKEA com a sua capacidade de reagir a estes grandes acontecimentos. Fez um anúncio, eu não estou a encontrar a frase.
Por causa do saco?
Por causa do saco. Podes ficar com as joias e nós ficamos... Eu não consigo ser rigorosa a dizer, mas é muito engraçado com uma grande capacidade de encaixe à notícia em que sem querer ficou colocada no meio.
Muito bem, está feito o Não Se Fala de Outra Coisa, edição desta sexta-feira.