O Conselho Geral Independente (CGI) informou esta terça-feira que foram recebidas quatro candidaturas para escolha do presidente e de um vogal não financeiro e sete candidaturas ao procedimento de escolha do vogal responsável pela área financeira da RTP.
Numa nota, o CGI informa que, “encerrado hoje, 15 de setembro, às 18h00, o prazo de apresentação de candidaturas ao Conselho de Administração para o mandato 2027–2029, foram recebidas quatro candidaturas ao procedimento de escolha do presidente e de um vogal não financeiro e sete candidaturas ao procedimento de escolha do vogal responsável pela área financeira”.
A admissão das candidaturas recebidas “fica sujeita à verificação posterior do cumprimento dos requisitos previstos nos respetivos procedimentos”, refere o CGI.
Nos termos dos Estatutos da RTP, “o CGI procederá, nos próximos meses, à avaliação das candidaturas admitidas e às diligências necessárias à indigitação dos membros do Conselho de Administração, de acordo com as regras e os critérios previamente publicitados e cumprindo as formalidades legalmente previstas”.
O processo “será conduzido com transparência, objetividade, igualdade de tratamento e imparcialidade, salvaguardando a independência e a missão de serviço público da RTP”.
O CGI não divulgou os nomes dos candidatos, nesta fase do processo, mas de acordo com fontes contactadas pela Lusa, Nicolau Santos, atual presidente da RTP, que vai no seu segundo mandato, recandidata-se, contando com o administrador Hugo Figueiredo, este no seu terceiro mandato.
Segundo as mesmas fontes, Luís Castro, apresentador do programa Sociedade Civil, apresentou também candidatura, contando com Luísa Ribeiro, que foi administradora com pelouro financeiro da RTP entre 2021 e 2024.
Pedro Mota Carmo recandidata-se à administração da RTP, depois de o ter feito em 2021. Foi presidente executivo da NOS Lusomundo Cinemas, tendo passado pela Sport TV, PT e TV Cabo.
Outro dos nomes é Francisco Teixeira, atual country manager da WPP em Portugal e antigo jornalista, adiantaram as mesmas fontes.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]