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Começa agora o Jornal da Uma, edição de Miguel Vieira. Miguel, começamos com André Ventura, que esclarece a esta hora a possibilidade do social-democrata Rui Cristina vir a integrar as listas do Chega às legislativas.

Ainda não se pronunciou André Ventura sobre essa possibilidade. É esperado que o faça nestas declarações à margem do almoço-debate promovido pelo Fórum de Administradores de Empresas, um almoço no Hipódromo de Campo Grande, onde está o repórter do Observador, Mário Silva da Costa. Mário, confirma se Rui Cristina vai mesmo integrar as listas do Chega?

Simplesmente diz: "Bom, nós vamos ganhar porque estamos à frente nas sondagens".

Vamos ouvir as declarações de André Ventura, Miguel Vieira, vamos ouvir.

16,6%, já era o número que estava a contar?

Sim, segundo eu vi esta manhã, o Chega está agora já colado ou empate técnico, com uma diferença de quatro pontos da Aliança Democrática. Isso não me surpreende. Eu vi há pouco quando vinha no carro, que esta sondagem com distribuição de indecisos, segundo as contas que estão a ser feitas pelos sites próprios, se aproxima dos 20%, com 19,4%. Não me surpreende, porque é o apoio que nós sentimos na rua, mas levanta uma questão, e por isso é que eu tenho insistido nela, e lamento que o doutor Luís Montenegro não queira responder a ela, que é: o cenário de hoje mostra claramente que há uma maioria entre o PSD e Chega, e mostra que o PS ficará à frente, em bruto, desses resultados. É importante que os dois protagonistas, e aqui refiro-me a mim e ao doutor Luís Montenegro, digam o que é que vão fazer neste cenário. Eu não tenho dúvidas. Eu nessa noite pegarei no telefone, ligarei para o doutor Luís Montenegro e direi: "Temos condições para formar um governo em Portugal". É importante que o doutor Luís Montenegro diga se vai telefonar para o André Ventura ou se vai telefonar para o Pedro Nuno Santos, porque é importante que o eleitorado saiba que governo é que vamos ter depois do dia 10. E outra pergunta, porque se nós estamos a quatro pontos da aliança, significa que o Chega pode vencer as eleições à direita. E nesse cenário, o compromisso nosso é de formar um governo com o PSD e com a Iniciativa Liberal. Se o PSD e a Iniciativa Liberal preferirem juntar-se ao PS para formar um governo contra o Chega, também é importante que se diga aos eleitores isso. E aí as pessoas escolherão e verão quem é que tem condições de formar esse governo. O que não podemos ter é o doutor Luís Montenegro, eu assisti, vocês fizeram o vosso trabalho, a dizer que não responde porque tem uma voz interior que lhe diz que agora tem é que dar respostas aos portugueses. Quer dizer, essa voz interior andou desaparecida durante meses. Agora, subitamente, ganhou uma voz interior que lhe diz que não tem que responder a questões nenhumas e que a agenda dele não é a agenda do país. Bom, mas o país tem que saber.

Dizer que não vai ser viabilizado um governo minoritário do PS.

Eu ouvi o segundo principal concorrente da AD dizer o contrário, e não ouvi Luís Montenegro dizer que concordava com isso. E, portanto, eu gostava mesmo de ouvir em viva voz dizer assim: se o PSD ficar atrás do PS e o Chega atrás do PSD, se o PSD está disposto ou não a formar um governo, ou se vai abster-se perante o governo do Partido Socialista. Essa é a primeira questão. Segunda, se o Chega ultrapassar o PSD, e penso que haverá novas sondagens nos próximos dias, em que esta distância ficará cada vez mais curta, é importante que o PSD diga, caso o Chega vença as eleições à direita, se o PSD está disponível a ser parte de um governo ou se vai viabilizar o governo do PS. Porque eu quando peço clarificação, também a dou. Da nossa parte, é claro, o Chega nunca viabilizará um governo do Partido Socialista. Tenha 26, 36, 28, não viabilizaremos um governo do Partido Socialista. Mas é importante que o doutor Luís Montenegro diga ao que vem e que não se feche em casa à espera que os resultados cheguem no dia 10 de março.

A estratégia de estar a apresentar vários nomes do PSD nas últimas semanas não aumenta esse ambiente de crispação com o PSD para uma estratégia pós-eleitoral.

E tem alguma novidade quanto a Rui Cristina?

E Maló de Abreu?

E Maló de Abreu já estava anunciado, penso que já está confirmado. Penso, não tenho certeza. Por círculo fora da Europa. Eu não creio que aumente nenhum nível de crispação. Isto mostra a desagregação profunda que um dos principais partidos vive. Mas tal como eu disse, os senhores estavam presentes na segunda-feira, eu compreendo perfeitamente. Se eu fosse, não líder de um partido, mas deputado, e estivesse numa coligação que diz que vai viabilizar um governo do PS, eu também saía. Eu dizia: "Olhe, não é este o projeto em que eu me incluo, vou-me embora, vou para outro partido". O único que diz que o único que pode ganhar ou que pode governar e que diz que não viabilizará um governo do PS é o Chega. Portanto, eu compreendo perfeitamente que estas saídas existam. Nos próximos dias teremos mais indicações de cabeças-lista. Nós estamos a fechar esse processo e esse trabalho. Em todo o caso, eu hoje posso vos confirmar que o doutor António Pinto Pereira será o nosso cabeça-lista pelo distrito de Coimbra. É um orgulho muito grande que tenha aceito este desafio. Vai certamente enriquecer as listas do Chega e vai nos permitir ter um grupo parlamentar muito diverso, competente, com passado, com credibilidade, para podermos apresentar uma solução para governar Portugal.

E o Rui Cristina?

Não tenho novidades sobre isso.

E queria perguntar se o que falou em sábado será o programa completo do Chega ou não?

Sim, nós no sábado teremos um grande evento com várias partes que ajudaram na construção deste programa, com várias entidades independentes, com várias personalidades, e onde apresentaremos o programa eleitoral do Chega, tal como aliás eu me tinha comprometido e tal como nos comprometemos com os portugueses.

Já com as decisões que saíram do PSD?

Vamos ver, no sábado. Está? Muito obrigado.

As declarações de André Ventura aos jornalistas aqui a anunciar que António Pinto Pereira vai ser cabeça de lista pelo partido no círculo eleitoral de Coimbra e a revelar também que o programa eleitoral do Chega vai ser apresentado no próximo sábado. Quanto à possibilidade de Rui Cristina, antigo deputado do PSD, que se desvinculou do partido, integrar as listas do Chega, André Ventura não confirma esta informação, não dá mais detalhes. Sabe-se apenas que ontem o líder do Chega tinha sido questionado sobre esta possibilidade e tinha respondido que, a acontecer, seria uma grande mais-valia para o partido poder contar com Rui Cristina.

Está bom. Por agora, saber se Rui Cristina vai ou não, como foi aventada a possibilidade, vir integrar as listas do Chega às eleições legislativas de 10 de março. A reportagem aqui em direto do Hipódromo do Campo Grande, com o repórter do Observador, Mário Silva da Costa.

Ainda na política, Paulo Raimundo desvaloriza a sondagem conhecida hoje que dá à CDU a única subida entre os partidos de esquerda.

Vale o que vale. É a reação do secretário-geral comunista em Faro, ao final da manhã, a uma sondagem da Intercampus para o Jornal de Negócios, Correio da Manhã e CMTV, dá à CDU 3,9% das intenções de voto, um crescimento de 1,6 pontos percentuais face a dezembro. A CDU é a única candidatura de esquerda a registar uma subida. Ainda assim, Paulo Raimundo desvaloriza e diz que o importante mesmo é resolver os problemas do país.

Nós somos os únicos a registar a subida? Está a ver? Dá para tudo. São sondagens, é como tal. Vale o que vale. Quanto a essa sondagem, vocês acompanharam-nos. Estivemos aqui nestes contactos com estes trabalhadores, com esta gente, dizendo que não têm capacidade de responder às necessidades, o problema dos salários muito baixos. Isto é um problema geral no país, mas no Algarve com uma dimensão particular, tendo em conta até a dimensão do turismo, da hotelaria, o que isso implica na precariedade, na vida das pessoas, nas dificuldades de poder aceder à habitação, a um teto. Isso é que é preciso resolver e é nessa sondagem que nós estamos empenhados todos os dias, não só para criticar, mas para apresentar soluções.

Paulo Raimundo, ao final da manhã, declarações captadas pela RTP3 em Faro. O secretário-geral do PCP afirma ainda que um voto na CDU é um voto de protesto para combater os grandes grupos económicos.

Já o PAN fecha a porta a um acordo com a Aliança Democrática.

Por causa das posições de CDS e Partido Popular Monárquico, Inês de Sousa Real dá o exemplo do posicionamento de Gonçalo da Câmara Pereira e Nuno Melo sobre os direitos das mulheres. A entrevista ao programa de rádio Observador Sob Escuta, a líder do PAN critica ainda o presidente da República, o Bloco de Esquerda, mas sobretudo Miguel Vieira Dias, as posições da Aliança Democrática.

A coligação do PSD ao CDS e ao PPM pode afastar o PAN como hipótese, caso a Aliança Democrática precise de mais parceiros para uma maioria parlamentar.

O PAN já deixou bem claro que não está disponível para se estar a viabilizar um governo cujos valores não se aproximem dos valores do PAN.

Inês de Sousa Real aponta as posições de Nuno Melo e Gonçalo da Câmara Pereira como fatores impeditivos.

Uma aliança supostamente democrática em que traz Gonçalo da Câmara Pereira, que em cada palavra que diz é um atentado aos direitos das mulheres, ou até mesmo com o Nuno Melo e o CDS, que procura reavivar as touradas ou até mesmo em matéria dos direitos das mulheres.

E se à esquerda essa possibilidade de consenso parece ter mais força, a líder do PAN não deixa de apontar o dedo aos parceiros privilegiados do PS.

Quando em 2021 o governo foi dissolvido, porque não foi dada a oportunidade de o Orçamento de Estado ir à Assembleia da República ser discutido na especialidade, eu recordo que foi o Bloco de Esquerda que basicamente estendeu a passadeira vermelha à extrema-direita e que estendeu a passadeira para a crise política que o país tem agora. Portanto, Mariana Mortágua tem a sua cota de responsabilidade naquilo que o país está a viver.

Ainda assim, a crítica a Mariana Mortágua não impede um possível acordo.

Nós não temos problemas em sentarmo-nos à mesa com quem está disponível para fazer avanços em prol do país.

Embora no que às propostas diga respeito, o PAN tenha também proximidades à direita.

Não faz sentido que os utentes sejam penalizados e que não haja alternativas, nomeadamente através daquilo que possa ser o recurso ao privado, sempre que não seja possível assegurar no público. Mas porque não temos esse preconceito ideológico.

Inês de Sousa Real entende que neste caso não havia alternativa, mas critica o presidente da República por ter como primeira opção a marcação de eleições.

Marcelo Rebelo de Sousa também contribuiu para a instabilidade política que o país tem vivido. É a segunda vez que o faz. E esta ameaça constante de dissolução, porque recordo que ainda não fomos a eleições e já alertou que poderá ainda vir a dissolver o Parlamento novamente caso não haja uma estabilidade. Nós sabemos onde é que quer chegar Marcelo Rebelo de Sousa. Há aqui um saudosismo por Passos Coelho.

A líder do PAN, que afasta a possibilidade de deixar a liderança do partido, mesmo que falhe os objetivos eleitorais.

Miguel Vieira Dias com os destaques da entrevista à líder do PAN, que quer voltar a ter um grupo parlamentar. Atualmente, Inês de Sousa Real é a deputada única do partido, que parte para as eleições de 10 de março, mais próxima de um acordo à esquerda, apesar de na Madeira, o PAN até ter feito um acordo parlamentar com o PSD.

E Miguel Vieira, continuam esta terça-feira a serem conhecidos alguns dos nomes que vão encabeçar as listas do PS às eleições legislativas.

O caso de Marina Gonçalves, ministra da Habitação, que é cabeça de lista por Viana do Castelo, Eurico Brilhante Dias, que desempenhou funções de líder parlamentar do PS, é o primeiro da lista por Leiria. Em Vila Real, a escolha recaiu em Álvaro Bleza, o atual presidente da CEDES. Uma escolha que não agrada ao presidente da concelhia local. José Silva critica que a escolha tenha recaído em alguém sem ligações ao distrito.

Não está naturalmente em causa a pessoa que foi escolhida. Como é lógico, isso não é uma questão pessoal, é uma questão de princípio. Ou seja, nós achamos inaceitável que nos seja imposto um cabeça de lista quando nós temos pessoas mais que válidas no distrito, não apenas em Vila Real, mas em todo o distrito, capazes de desempenhar esse lugar. E por isso, achamos que é uma situação que não deveria ter ocorrido e não aceitamos. E nós, tendo em conta essa situação, resolvemos ficar de fora. Não podemos especular com isso.

As críticas do presidente da concelhia do PS de Vila Real à escolha de Álvaro Bleza para encabeçar a lista de candidatos às legislativas de 10 de março.

A coordenadora do Bloco de Esquerda chama a atenção para a necessidade de preservar o património cultural das cidades.

Mariana Mortágua visitou esta manhã a Academia de Amadores de Música, em Lisboa, e lamentou a perda de património no centro das principais cidades do país.

Ninguém compreende que escolas que ontem foram importantes, como a Escola Superior de Teatro de Música, tenham sido deslocadas para outras zonas periféricas da cidade, para depois os edifícios serem vendidos para serem criados hotéis. E que o Estado tenha tido mão nisto. Não só não travou este processo, como o agravou. E hoje os centros das cidades, falo de Lisboa, onde estamos, mas o mesmo exatamente se aplica ao Porto neste momento. Hoje os centros das cidades já não são para as pessoas, para as coletividades, para os centros culturais, para as lojas históricas, são apenas reproduções de qualquer outra cidade na Europa ou no mundo, onde só há turistas, não há pessoas.

A líder do Bloco de Esquerda, num registo captado pela RTP. Mariana Mortágua foi ainda questionada pelos jornalistas sobre possíveis cenários pós-eleitorais e também sobre as críticas em relação a uma eventual nova geringonça. Mariana Mortágua optou por não responder.

Miguel, falamos agora da guerra no Médio Oriente. Nas últimas 24 horas morreram 24 soldados israelitas.

Nunca tinham morrido tantos militares de Israel num só dia. Vinte e um homens morreram soterrados na sequência do desmoronamento de dois edifícios no centro de Gaza. Foi aberta uma investigação. O primeiro-ministro de Israel já reagiu. Benjamin Netanyahu lamenta a morte dos militares, claro, e promete continuar a lutar até à vitória absoluta.

E olhamos agora para o cinema. São conhecidos daqui a pouco os nomeados aos Oscars da Academia de Hollywood e há um filme português na corrida, Miguel.

"Um Caroço de Abacate", da autoria de Ari Zara, está na shortlist para o galardão de melhor curta-metragem de imagem real. Se conseguir a nomeação, será o segundo filme português a alcançar o feito. O primeiro foi "Ice Merchants", no ano passado. O filme foi realizado por João Gonzalez e produzido por Bruno Caetano. O jornalista Vasco Maldonado Correia falou com a dupla de cineastas, que agora faz parte da Academia, para perceber como funcionam as votações para as nomeações dos Oscars. A nomeação para um Oscar é um caminho longo, que começa muito antes do momento do anúncio. Primeiro, é preciso passar por uma fase de pré-seleção. Os autores de "Ice Merchant" já passaram por este processo. O produtor Bruno Caetano explica que existem duas vias diferentes para a qualificação.

Uma é ganhar um prémio qualificante, num dos muitos festivais de cinema que há pelo mundo fora. A outra maneira de ser qualificado é através da exibição do filme durante o período de uma semana em cinemas em Los Angeles.

O poderio financeiro dos grandes estúdios é uma vantagem nesta corrida, cenário que João Gonzalez, realizador de "Ice Merchant", não considera ideal.

São filmes que normalmente, em regra geral, não são os mais fortes, diria eu.

Feita a qualificação, é a altura de escolher os nomeados. A dupla portuguesa faz agora parte da Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood e pôde votar pela primeira vez. Uma tarefa que não é fácil.

Depois de escolher 10, às vezes fico na dúvida: será que gostei mais deste, mais do que aquele? Por que eu gostei mais desse e não tanto daquele? E aí há sempre um desafio. É preciso ali uma longa conversa comigo próprio para tentar perceber o que eu vou selecionar este ano.

E se no passado os membros da Academia tinham acesso aos potenciais candidatos através de cassetes ou DVDs, nos tempos modernos foi encontrada uma solução mais prática.

Nós temos acesso a uma plataforma premium, de certa forma, de muitos filmes que não chegaram ao cinema, etc. Ou filmes que estrearam há pouquíssimo tempo em festivais e não estão disponíveis em mais lado nenhum, porque são filmes que vão estar na corrida aos Oscars e, portanto, nós temos que ter esse acesso.

Um longo caminho da produção à nomeação. Agora membros da Academia, João Gonzalez e Bruno Caetano garantam que a experiência se vai repetir nos próximos anos. Os agora membros da organização, que entrega anualmente os Oscars, foram entrevistados pelo jornalista Vasco Maldonado Correia. Os nomeados para os grandes prémios do cinema são conhecidos hoje, daqui a pouco, uma cerimônia agendada para 13h30, hora de Lisboa. A grande cerimônia, a cerimônia de entrega das estatuetas, está agendada para o próximo dia 10 de março.

E Miguel Videra, é agora 13h16. Que outras notícias estão a marcar esta hora?

O primeiro-ministro da Hungria convidou o chefe de governo sueco para visitar o país e discutir a entrada da Suécia na NATO. O anúncio foi feito esta manhã por Viktor Orbán na rede social X. Tanto a Hungria como a Turquia têm atrasado a adesão do Estado escandinavo à Aliança Atlântica. Hoje, precisamente, o Parlamento turco vota a adesão da Suécia à NATO, uma ratificação aguardada há mais de um ano por parte dos aliados ocidentais de Ankara. Oito mortos, 41 feridos graves é o balanço da campanha de segurança rota aviária, que decorreu durante uma semana e terminou ontem. Das oito mortes, seis resultaram de colisões, duas de despistes de motociclos. No fecho deste jornal, Rita, sabes que dia é hoje?

Hoje é dia 23 de janeiro.

O Dia Mundial da Liberdade. E embora em Portugal o Dia da Liberdade seja muitas vezes associado ao 25 de abril, a ONU definiu que hoje é o Dia Internacional para que todos recordem que são livres para realizar as próprias escolhas, traçarem o futuro e tomarem decisões. Esta data, proclamada também pela Unesco, é celebrada em vários países do mundo.

Isso quer dizer que em Portugal festejamos duas vezes por ano o direito à liberdade.

Podemos dizer que temos sorte em ser um país livre, que celebra e proclama este direito. 23 de janeiro, Dia Mundial da Liberdade. E é fazendo uso da minha liberdade que termino por aqui esta edição do Meio da Tarde.

E é assim que fechamos então o jornal da uma edição de Miguel Videra. Está de regresso daqui a pouco, à 13h30, com a Síntese de Notícias. Até já!