Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
E arrancamos para o jornal das 16h, do jornal das 16h, com o João Gama.
Há uma portuguesa entre os feridos no bar que ardeu numa estância de esqui na Suíça na noite de fim de ano. É uma informação partilhada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros com o Observador. Uma mulher de nacionalidade portuguesa está entre os 119 feridos, apesar de não se conhecer até agora o seu estado de saúde. O incêndio fez ainda 40 vítimas mortais. É um número que não está fechado. Existe uma outra portuguesa que está desaparecida. O gabinete de Paulo Rangel adianta que não se sabe se está ou não relacionada com este incidente. Béatrice Pilu, a procuradora-geral do Estado de Valais, confirmou na última hora a origem das chamas.
As declarações de Béatrice Pilu, a procuradora-geral do Estado de Valais, que explicava que as informações apuradas levam a crer que o fogo teve origem em velas incandescentes ou em fogo de artifício, que foi colocado em garrafas de champanhe e que foi depois colocado demasiado perto do teto. A partir daí, ocorreu uma combustão rápida, muito rápida e generalizada. As autoridades judiciais admitem avançar com uma acusação de homicídio por negligência e é esperado ainda hoje um ponto de situação do hospital onde os feridos estão a receber tratamento.
Uma tragédia na Suíça que já levou as autoridades suíças a decretar cinco dias de luto nacional. Por cá, esta sexta-feira, dia 2 de janeiro, fica marcado pelo debate das rádios, que juntou esta manhã os oito principais candidatos à Presidência da República. Da esquerda à direita, quase todos defendem que o chumbo de um orçamento do Estado não deve necessariamente conduzir a uma dissolução do Parlamento.
A bitola utilizada por Marcelo Rebelo de Sousa durante os dois últimos mandatos presidenciais, o debate de hoje foi o primeiro que sentou à mesma mesa, na mesma sala, todos os principais candidatos a Belém, que foi organizado pelo Rádio Observador, pela TSF, Rádio Renascença e Antena Um. Da esquerda à direita, os candidatos a Belém defenderam que o chumbo do orçamento não deve levar à queda do governo, mas depois o tema mudou para possíveis desistências à esquerda, tema que chegou na voz de João Cotrim Figueiredo.
O Jorge Pinto, António Filipe, a Catarina Martins, mais provavelmente nas próximas duas semanas e meia, terem que desistir.
Eu não vou desistir. Já me fizeram esta pergunta várias vezes e eu dei sempre a mesma resposta. Acho insultuoso que a pergunta continue.
Não vai desistir dessa corrida?
Não me parece sequer que seja tema para este debate.
Também António Filipe desistiu, disse que não ia abandonar a candidatura. O tema mereceu uma provocação de António José Seguro, assegura que nunca almoçou com nenhum dos candidatos e o debate subiu de tom com a resposta de André Ventura.
António José Seguro um dia comigo, frente a frente, até me disse quais eram as eleições mais fáceis para se ser eleito, se era as deputadas, se era as eleições presidenciais.
Henrique Gouveia e Melo encontrou sinais de alarme na Justiça portuguesa e João Cotrim Figueiredo pediu que não se confunda a autonomia do Ministério Público com a falta de escrutínio. Ainda assim, os candidatos presidenciais afastam qualquer interferência direta do Palácio de Belém na Justiça portuguesa e o almirante aproveitou para pedir uma melhoria na política portuguesa, sem mencionar diretamente Luís Marques Mendes.
E o que verdadeiramente está a degradar a nossa democracia, e eu insisto neste ponto, é a verdadeiramente a opacidade.
Forneci todos os esclarecimentos que entendiam e insisto, em 18 anos não tive um problema com a Ordem dos Advogados, não tive um problema com a Autoridade Tributária, não tive um problema com o Ministério Público.
Entre muitas divergências, há um tema que mereceu a concordância de todos os pretendentes a Belém. Os oito candidatos rejeitam a possibilidade de se reduzir a Presidência da República a um único mandato.
E por falar na corrida a Belém, o presidente da República tem agenda esta tarde. Marcelo Rebelo de Sousa presta homenagem à Seleção Nacional de Futebol de sub-17.
Seleção que venceu o Campeonato do Mundo de Futebol, um feito inédito no desporto português. Marcelo Rebelo de Sousa recebeu os jogadores para prestar homenagem no Palácio de Belém, uma cerimônia acompanhada pelo repórter da Rádio Observador, João Lourenço. E João, Marcelo Rebelo de Sousa não comentou outros temas que estão a marcar a atualidade, nem o debate de hoje.
Precisamente, João, muito boa tarde. Marcelo apenas se cingiu a uma declaração curta, três a quatro minutos, para novamente saudar esta equipa de Portugal de sub-17 que, em novembro do ano passado, conquistou esse Campeonato do Mundo nos Emirados Árabes Unidos. Ora Marcelo Rebelo de Sousa voltou a destacar que este conjunto de jogadores é o mais jovem de sempre a receber condecorações por parte do chefe de Estado.
Mas ainda bem que puderam vir, porque são os mais jovens a serem condecorados da história do desporto português e do futebol português. Já havia outros condecorados muito jovens, mas tão jovens não havia. É tão justo e eu tenho uma grande honra em entregar-vos as insígnias em nome de Portugal.
Marcelo Rebelo de Sousa aqui a destacar essa juventude, os futbolistas mais jovens a receber uma condecoração, mercê que tinha prometido quando da primeira vez recebeu aqui os jogadores no Palácio de Belém, de condecorá-los já no início deste ano. Ora, estamos a dia 2 de janeiro, por isso promessa foi cumprida. Também à margem desta cerimônia, Pedro Proença destacou a qualidade destes jogadores e referiu que para 2026 espera que o ambiente dentro do futebol português seja mais saudável e mais limpo. Fica tudo dito desta cerimônia aqui do Palácio de Belém com os campeões do Mundo sub-17.
O resumo foi feito na voz do repórter João Lourenço.
E depois de Luís Marques Mendes, agora foi António José Seguro a divulgar a lista de clientes e o rendimento anual. Em 2024, o candidato presidencial ganhou mais de €54 mil.
Uma lista que foi divulgada esta tarde no site da candidatura presidencial em nome da transparência. Nessa lista, podem ler-se o nome de seis clientes, a empresa Quetzal, a Media Capital, quando António José Seguro foi comentador da CNN Portugal, e duas empresas das quais o candidato é sócio-gerente por prestar atividades de gestão e consultoria. Na lista, contam-se também os rendimentos que o candidato a Belém recebe de duas universidades, onde é professor, a Autônoma e o ISCSP, e uma das empresas das quais é sócio, a Amacor Mimos da Beira, que faturou perto de €350 mil, 88% desse valor por atividades relacionadas com o alojamento local e a venda de produtos alimentares. No total, e feitas as contas, em 2024, os rendimentos de António José Seguro ultrapassaram, por pouco, os €54 mil.
E há outras notícias a marcar a tarde desta sexta-feira, 2 de janeiro.
A TAP lançou um concurso público para vender 51% da Cateringpor, que é a empresa de catering da aviação. O valor base da venda é de cerca de 9,6 milhões de euros. As propostas para compra devem ser submetidas até o próximo dia 13 de fevereiro. O valor da venda vai reverter para o Estado português. A medida está prevista no plano de reestruturação que foi acordado com a União Europeia. A Terra tremeu no México, um sismo de magnitude 6,5 na escala de Richter atingiu o sul do país. A presidente mexicana chegou a suspender uma conferência de imprensa e assegurou que até agora não existem relatos de danos graves. Não há também informação sobre vítimas causadas. Por cá, a Polícia Judiciária anunciou a detenção do homem suspeito de homicídio na noite da passagem de ano na Figueira da Foz, com golpes de arma branca no tórax e no abdômen, o pescador de 50 anos que viria depois a morrer. O agressor é o cunhado da vítima. A detenção, em circunstâncias que não são reveladas, foi feita pela Polícia Judiciária, em colaboração com a Guarda Nacional Republicana.
E voltamos a atualizar as notícias às 16h30 com João Gama.