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Altura para nova atualização de notícias com Miguel Viterbo Dias. Miguel, o presidente do Chega avisa o governo que o fim das reformas milionárias é condição essencial para viabilizar a reforma laboral.

O presidente do Chega está a falar nesta hora numa conferência de imprensa que convocou para falar sobre a pensão social única e também sobre a reforma laboral. E depois de ter apresentado a proposta que chamou de Lei Centeno para pôr fim a reformas milionárias, o líder do Chega avisa que esta iniciativa é condição essencial para que o Chega possa dar luz verde à reforma laboral do governo.

O fim das reformas vitalícias no âmbito laboral e político, o teto às reformas milionárias, são mesmo condições fundamentais para o Chega neste processo. No âmbito desta conversa, desta reunião, transmitirei, por isso, aquilo que entendo ser, caso o PSD decida manter a proposta tal como está ou o governo dê sinais de inflexibilidade.

André Ventura, numa declaração aos jornalistas na sede nacional do Chega sobre a reforma laboral e também o projeto de pensão social única.

Falamos de outra proposta. A líder da Iniciativa Liberal considera que a proposta de lei da prestação social única é pouco clara.

Mariana Leitão sublinha que o Executivo está a pedir ao Parlamento um cheque em branco, sem esclarecer aspectos essenciais da medida. Questionada sobre a obrigatoriedade de trabalho social associada ao acesso à prestação, a líder dos liberais diz que ainda não é possível ter uma posição definitiva, devido à falta de clarificação sobre esta lei.

É difícil perceber exatamente qual é o objetivo concreto do governo e, por isso, para lhe poder responder com total clareza, preciso eu própria ter isso bastante claro e só vamos conseguir provavelmente fazê-lo na sexta-feira, quando tivermos todas as informações por parte do governo, porque o governo também apresentou esta proposta, mas não entrou em grandes detalhes, nem tampouco foi ao Parlamento explicar o que quer que seja ainda. E por isso, nessa altura, com essas informações mais detalhadas, será possível dar-lhe uma resposta mais concreta.

Declarações de Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal, aos jornalistas, à margem de uma visita à Feira Nacional de Agricultura em Santarém, que considera que este processo está a ser conduzido com pressa excessiva e lembra que a medida até já vem do governo anterior.

Chamamos agora a este jornal Marcelo Rebelo de Sousa, o antigo presidente da República, que falou sobre leis e inteligência artificial.

Diz que as leis que existem não preveem ainda a utilização de inteligência artificial, não relaciona o tema diretamente com a reforma laboral, mas deixa esse aviso de que a legislação atual não prevê a utilização de inteligência artificial. O antigo presidente da República, que marca presença na apresentação da Carta Encíclica do Papa Leão XIV, onde estão também Paulo Portas, antigo Ministro dos Negócios Estrangeiros, também António Barreto ou ainda Paulo Rangel e Carlos Abreu Amorim, bem como o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar Branco. Ainda assim, foi Marcelo Rebelo de Sousa a falar aos jornalistas. A acompanhar estas declarações está a jornalista Laura Figueiredo. Laura, que avisos deixa o antigo presidente da República?

Boa tarde, Miguel. O antigo presidente diz que não podemos continuar a correr atrás do prejuízo em relação à inteligência artificial. Lembra que continua a avançar galopantemente e diz que as estruturas políticas, econômicas, sociais e também culturais não estão a ser capazes de acompanhar esta evolução.

Eu diria que em todas as leis, ao longo dos últimos anos, e ainda no presente, a inteligência artificial praticamente não existe. Nem na organização administrativa, nem na parte da educação, nem em muitos aspectos no domínio da seguridade social, ou da saúde ou do trabalho. Mas é em Portugal, é na Europa e é um pouco por todo o mundo. Estamos a falar de economias e sociedades muito evoluídas que não estão a ser capazes de acompanhar este desafio.

Marcelo Rebelo de Sousa, que falou aos jornalistas há pouco, depois de apresentar a Carta Encíclica do Papa Leão XIV, juntamente com Paulo Portas, António Barreto e Rui Valério, aqui na Feira do Livro, em Lisboa, onde deixou claro que, no que toca à inteligência artificial, quanto mais tarde se quiser tentar recuperar o tempo perdido, mais difícil é recuperá-lo, Miguel.

Laura Figueiredo, a acompanhar esta apresentação da Carta Encíclica do Papa Leão XIV, com este reparo do antigo presidente da República, sobre a falta de adaptação à inteligência artificial que existe no país.

O ministro da Economia garante que a esmagadora maioria dos pedidos de apoio, para quem foi afetado pelas tempestades, vai ser analisada até o final do mês.

Manuel Castro Almeida lembra que não há nenhum prazo legal. A data de 30 de junho foi um consenso estabelecido entre o Governo, as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional e as comunidades intermunicipais. O objetivo foi definir um prazo indicativo e Castro Almeida garante que só não vai ser possível cumpri-lo em três ou quatro municípios.

Procuramos estabelecer uma meta. E a meta estabelecida, por consenso entre as CCDRs e as comunidades intermunicipais, foi 30 de junho como sendo a data em que deveriam estar concluídos todos os processos de análise. Já há bastante tempo que chegamos à conclusão que em três ou quatro conselhos esse objetivo pode ser difícil, mas na esmagadora maioria dos conselhos, o objetivo continua de pé e creio que vai ser alcançado.

Castro Almeida diz que Leiria é um dos municípios onde não vai ser possível cumprir este objetivo, bem como a Marinha Grande. O ministro lembra o elevado número de candidaturas que é preciso fiscalizar, mas ressalva que estes conselhos são uma exceção à regra.

Basta dizer que só o município de Leiria tem praticamente um terço das situações. Tem mais de 10 mil candidaturas e, portanto, é compreensível que em Leiria possa demorar, mas é exceção, não é regra. Na regra, muito mais do que a regra, eu diria mais do que 90% das situações, vão ficar resolvidas até o dia 30 de junho.

Manuel Castro Almeida à margem da apresentação de uma campanha lançada hoje para sensibilizar para os riscos associados à publicidade ao jogo ilegal.

O primeiro-ministro defende a participação do setor social e privado na saúde para, dessa forma, pôr todo o sistema a trabalhar.

Regressado do Luxemburgo, onde acompanhou o presidente da República, Luís Montenegro esteve presente na inauguração de uma unidade de saúde no Hospital de Gaia e também do heliporto desta unidade hospitalar. Luís Montenegro vincou o ciclo de investimentos lançado pelo governo e diz que para construir mais hospitais, o setor público tem que andar de mãos dadas com a iniciativa privada e também com o setor social.

Temos que conciliar todos estes investimentos e devemos fazê-lo com espírito aberto, com espírito de boa gestão dos recursos públicos e de aproveitamento também das capacidades que a iniciativa privada e o setor social, porque são os três grandes pilares do sistema de saúde, sempre com a centralidade no Serviço Nacional de Saúde, é certo, mas aproveitar a potencialidade dos três para levar por diante esse objetivo.

Luís Montenegro, que ainda ouviu o presidente da Unidade Local de Saúde de Gaia e Espinho pedir um reforço do investimento e uma reformulação do SNS.

A dois dias das cerimónias do 10 de Junho, a ilha Terceira nos Açores, José Luís Carneiro fala a instabilidade do governo regional.

O governo regional que junta PSD, CDS e Partido Popular Monárquico, visitar os Açores, o líder do PS diz que vê instabilidade política na região, mas que, tal como no continente, o PS só contribui para a estabilidade.

Vi mesmo na atitude do PS dos Açores, a mesma atitude que tem existido no PS nacional em relação ao governo da República. Nós somos pela estabilidade política, nomeadamente na República, mas é evidente que compete aos governos a quem o povo deu o poder para executar as políticas, compete-lhes ser o garante da estabilidade e garantir que essa estabilidade serve os interesses, neste caso, da região e no continente, serve os interesses do país.

José Luís Carneiro que falava aos jornalistas em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, e considera ainda o secretário-geral do PS que o pedido feito pelo presidente da República e pelo primeiro-ministro para o regresso ao país dos imigrantes e lusodescendentes é uma homenagem ao programa Regressar, que José Luís Carneiro criou quando era secretário de Estado das Comunidades.

Seis horas mais nove minutos, altura para ficarmos a conhecer outras notícias que também estão a marcar a atualidade a esta hora.

Renato Veiga diz que a seleção nacional é candidata a vencer o mundial, mas não favorita. É, aliás, esse o discurso de praticamente todos os jogadores. A quatro dias de arrancar para Palm Beach, na Califórnia, a equipe nacional defronta ainda a Nigéria num jogo particular. E Renato Veiga, hoje o porta-voz da equipe nacional aos jornalistas, diz que Portugal até pode ser candidato, mas não é um dos favoritos à vitória.

Eu acho que não há que fugir à qualidade de Portugal. Acho que somos candidatos favoritos. Acho que não, acho que somos candidatos apenas e ao longo da competição, se calhar, se nos fizer essa pergunta daqui a algum tempo, logo poderei responder melhor. Agora, no momento, somos candidatos, mas não favoritos.

Renato Veiga na Cidade do Futebol, que falou ainda sobre a expulsão de Rafael Leão no amigável frente ao Chile, diz que o colega apenas tentou defender a equipe e que esse episódio espelha a união no balneário de Portugal. No plano internacional, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, deu hoje uma curta conferência de imprensa onde avisou que se o Irão retomar os ataques contra Israel, Tel Aviv responderá com força, porque está em todo o direito de se defender.

Miguel Vítor Dias está de regresso às 18h30 para nova atualização de notícias. Mais cedo, já daqui a pouco, e o Venceré.