Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Rádio Observador. Começamos com um esclarecimento: afinal, vão ser 24 os militares da GNR que vão reforçar o dispositivo de controle de fronteiras no Aeroporto General Humberto Delgado, e não dez, como indicou uma fonte policial à Agência Lusa. A mesma fonte dava conta que os militares começavam a trabalhar no sábado. De acordo com o porta-voz da Guarda Nacional Republicana, estes homens começam a trabalhar, sim, na terça-feira. Não se sabe durante quanto tempo os militares vão trabalhar na zona de chegadas para fazer o controle de documentação de passageiros. O PS quer um debate de urgência no Parlamento, precisamente sobre este tema do controle de fronteiras e, muito em particular, o que levou o Executivo a determinar a suspensão do novo sistema europeu de controle de passageiros. O Partido Socialista quer ouvir a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, e o ministro da Presidência, António Leitão Amaro. O requerimento vai dar entrada na próxima sexta-feira, tem caráter potestativo, ou seja, o debate é mesmo de ser agendado, mesmo que não seja essa a vontade da maioria dos deputados na Assembleia da República. A iniciativa é revelada pelo deputado do PS, Luís Testa, à Agência Lusa. Luís Testa, que esta manhã, aqui na antena do Observador, expressava dúvidas e preocupações em torno desta decisão do governo de suspender o novo sistema de controle de passageiros.
Adotamos um sistema robusto para dar cumprimento a normas comunitárias na entrada de fronteiras do espaço europeu. E, portanto, como esse sistema está a causar entropias no aeroporto de Lisboa, nós pura e simplesmente eliminamos a aplicação do sistema. Isso não pode acontecer.
É o que diz o deputado do PS, Luís Testa. O Partido Socialista quer ainda explicações do governo sobre as falhas graves no controle de passageiros detectadas pela Comissão Europeia. Ainda sobre este tema, Luís Marques Mendes. Considera que as medidas do governo para resolver as filas de espera no aeroporto de Lisboa pecam por tardias, um senão sublinhado hoje pelo candidato a Belém, Luís Marques Mendes.
Acho que a decisão que o governo tomou nesta matéria é positiva, mas é tardia. Primeiro, podia ter sido tomada mais cedo. Podia e devia ter sido tomada mais cedo, mas é uma decisão muito positiva.
Positiva, mas que peca por tardia, defende Luís Marques Mendes. Os subscritores do Manifesto dos 50 lamentam que os apelos para uma reforma na Justiça tenham caído em saco roto. Em entrevista há pouco à Rádio Observador, um dos coordenadores do movimento, Augusto Santos Silva, sublinha que não foi dado qualquer passo.
Lamentamos que em 2025, apesar dos incessantes apelos às instituições e às forças políticas democráticas para realizarem uma reforma da Justiça, nenhum passo concreto se tenha dado no sentido dessa reforma. Regozijamo-nos, contudo, com o facto de ter crescido a consciência da opinião pública sobre a necessidade da reforma da Justiça, porque como está, o estado da Justiça é inaceitável.
Augusto Santos Silva, entrevistado pela jornalista Francisca Reis, chama a atenção para dois casos em que, na ótica do ex-presidente da Assembleia da República, a Justiça devia ter atuado de forma diferente.
Nós relevamos mais dois exemplos recentes, que a nosso ver, demonstram a necessidade de o Ministério Público corrigir o rumo que tem seguido. O primeiro exemplo foi as condições em que a averiguação preventiva ao primeiro-ministro foi aberta e arquivada. E o segundo exemplo foi esta notícia, que saiu na sexta-feira, segundo a qual cerca de 100 pessoas viram os seus dados pessoais devassados no contexto do inquérito aberto pelo Ministério Público ao juiz Ivo Rosa.
O antigo ministro de governos PS pede ao Procurador-Geral da República, Amadeu Guerra, que esclareça devidamente a opinião pública sobre o que se está a passar no Ministério Público. Para além de Augusto Santos Silva, são subscritores deste Manifesto dos 50, Maria de Lourdes Rodrigues, Rui Rio, Vital Moreira ou David Justino. Há 10 administrações hospitalares que terminam neste último dia do ano o mandato, uma informação revelada por fonte da direção executiva do SNS à Agência Lusa, no dia em que o Observador avança que o Conselho de Administração do São José, em Lisboa, liderado por Rosa Valente Matos, não vai ser reconduzido. A atual presidente vai ser substituída por Miguel Paiva, é hoje presidente da ULS de Entre Douro e Vouga e militante do PSD. O secretário-geral do PS já veio acusar o governo de exonerar administrações hospitalares por razões políticas. Estamos em contagem crescente para a noite de passagem de ano. Ao longo da tarde, aqui temos dado conta de algumas celebrações na rua. Já demos conta da celebração na Avenida dos Aliados, no Porto, também na Baía de Cascais. A esta hora rumamos ao sul do país para assinalar a passagem de ano em Quarteira. Vai ter como palco o Jardim Filipe Jones. As celebrações começam precisamente a esta hora, às 19h, com a atuação do DJ F. Mouth. Depois, às 22h, os Xutos & Pontapés, que aqui ouvimos em fundo, até à meia-noite, altura do fogo de artifício, o espetáculo pirotécnico que vai marcar esta noite de passagem de ano na Quarteira. Depois, à 00h30, é a vez de subir ao palco o DJ Overwoł, para esta noite de celebração da chegada do novo ano. Xutos & Pontapés vão estar na Quarteira e ficam aqui também neste final de edição das 19h.