Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Começa agora o Jornal 18, edição do jornalista Luís Soares. Luís, governo e CHEGA ainda não chegaram a acordo sobre a reforma laboral. É o resultado de uma hora e meia de reunião entre André Ventura e Luís Montenegro.
Mas as conversas continuam. O líder do CHEGA, André Ventura, falou aos jornalistas no final do encontro com o Primeiro-Ministro em São Bento. Não fechou a porta ao entendimento, mas sublinhou que ainda há questões que estão longe de um consenso.
Até ao momento, não foi possível chegar a um entendimento sobre estas matérias. Da parte do CHEGA, ficou de forma mais detalhada e mais pormenorizada a garantia e a identificação dos pontos que são para nós necessários do ponto de vista do trabalho e do ponto de vista dos objetivos. Da parte do governo e da parte do Primeiro-Ministro, ficou claro também as suas posições referentes a alguns destes pontos, onde há convergência e onde não há convergência. É evidente e é compreensível, penso que o país compreende isso, que na questão das reformas continua uma substantiva divergência entre as posições dos partidos.
André Ventura, em declarações aos jornalistas depois da reunião com Luís Montenegro. O líder do Chega diz que a eventual viabilização da proposta de lei do governo está dependente de haver um princípio de entendimento, que tem de acontecer amanhã.
Não há aqui possibilidade de ninhos. Isto não é uma questão de vamos deixar ver como é que corre depois. Há aqui questões de fundo que têm que ser alteradas e que o Chega não pode, em consciência com o que disse, e com a vida das pessoas, e com a vida dos trabalhadores, e com a vida dos empresários, não pode em consciência permitir ou viabilizar. Tem que haver nas próximas horas, durante o dia de amanhã, até se chegar ao momento do debate sobre este diploma, tem que haver princípios de entendimento. É assim que se faz. As pessoas querem saber isto com transparência.
André Ventura, em declarações aos jornalistas no final da reunião com Luís Montenegro. A reforma das leis laborais é debatida no Parlamento na próxima quinta-feira.
E o líder do PS diz não ter recebido qualquer convite do Primeiro-Ministro para uma reunião sobre a reforma laboral ou a prestação social única.
À semelhança daquilo que Luís Montenegro fez com o Chega, questionado pelos jornalistas, o secretário-geral do PS foi claro quanto a um eventual convite. Não recebeu qualquer convite, nem para tratar das questões laborais, nem para tratar da PSU. Declarações do líder dos socialistas na Nova SBE, em Carcavelos, à entrada para um encontro da plataforma Solução para um Futuro Melhor.
E depois de alcançado o acordo entre Estados Unidos e Irão, o ministro português dos Negócios Estrangeiros diz que é importante agora pressionar a Rússia quanto ao conflito com a Ucrânia.
No Palácio das Necessidades, em declarações aos jornalistas no fim de um encontro com o chefe da diplomacia da Arábia Saudita, Paulo Rangel explica que é importante aumentar a pressão sobre a Rússia, tanto por parte da Europa como por parte dos Estados Unidos.
O que é importante aqui? É aumentar a pressão sobre a Rússia. A pressão sobre a Rússia tem que ser aumentada, designadamente por parte dos países europeus, mantendo aquela que tem sido a sua linha e reforçando, e aí um novo pacote de sanções é importante, estando disponível para poder fazer conversações, nós temos falado sobre isso, mas isto tem que ser, obviamente, segundo certas condições, mas eu julgo que os Estados Unidos também têm aqui um papel importante. E aí no G7, a presença do presidente Trump e a capacidade que os restantes líderes do G7 terão para o convencer, justamente a que as autoridades russas possam sentar-se à mesa das negociações.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, em declarações aos jornalistas depois da assinatura do quarto acordo com a Arábia Saudita, que vai permitir uma isenção de vistos em deslocações diplomáticas. Paulo Rangel também garantiu que a portuguesa retida no Líbano está de boa saúde e a ser acompanhada pelo governo.
Luís, 100 dias depois da tomada de posse de António José Seguro, Duarte Marques e Rui Gomes da Silva não estão surpreendidos com a atuação do Presidente da República.
Eles que não apoiaram Seguro nas presidenciais, Rui Gomes da Silva esteve ao lado de André Ventura, diz que Seguro fez rigorosamente aquilo que se esperava, critica até a estratégia de continuidade na mira de uma reeleição.
António José Seguro vai fazer aquilo mesmo que fez Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco e Marcelo no primeiro mandato. Serem o máximo denominador comum, ou o mínimo denominador comum, neste caso, para permitir a reeleição. E a partir daí, no segundo mandato, fará o que entender. E as pessoas à direita vão se surpreendendo com umas coisas, vão dizendo bem e vão elogiando o mandato do presidente.
Rui Gomes da Silva, que esteve em debate no Explicador da Tarde Política com Duarte Marques, que começou ao lado de Marcos Mendes, mas apoiou Seguro à segunda volta, diz que o Presidente da República não está a desiludir, nem surpreender, mas sim a fazer o que se esperava.
Nesta fase em concreto que o país está a atravessar, se calar o recato de António José Seguro é mais útil ao país do que se fosse mais agitado ou se quisesse fazer da presidência um postulado de combate a um governo que não tem uma maioria. E porque o português vota num presidente da República? Vota em alguém que seja um garante da estabilidade, não um agitador.
Duarte Marques e Rui Gomes da Silva, que estiveram esta tarde no Explicador da Tarde Política para fazer um balanço dos primeiros 100 dias de António José Seguro em Belém.
E neste jornal vamos agora ao Mundial de Futebol. Já decorre a esta hora o jogo entre França e Senegal.
Jogo a contar para o grupo E, em New Jersey. Diogo Varela, o jogo começou há instantes, naturalmente ainda está com o marcador em branco.
Sim, Luís. No entanto, o Senegal até começou mais atrevido. A seleção africana, orientada por Papio, já teve um pontapé de canto, também uma aproximação à baliza de Mike Mahn. A seleção de Dieudeuchamp, com várias estrelas em campo, desde logo o capitão, Kylian Mbappé, também Doué, Dembélé, Olise, vários outros craques por aí fora, com muita presença forte neste jogo em New Jersey. Como tu referiste, muito calor também a marcar este jogo, que para já segue com quatro minutos. Estão mais de 26° em New Jersey, com uma diferença horária de cinco horas. Lá nesta altura são 15h, portanto, está o sol também em pique neste jogo que arrancou agora com quatro minutos. Também destaque para o árbitro, que é iraniano, Alireza Faghani. É quem está a arbitrar este embate entre França e Senegal, segue com 0 x 0.
O Diogo Varela vai de meia em meia hora trazendo-nos aqui informações deste jogo entre França e Senegal.
E é assim que fechamos o Jornal 18, edição do jornalista Luís Soares, que está de saída. Luís, bom jantar e até amanhã.
Até amanhã.