Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Três horas. As notícias com João Costa Campos.
Boa noite. Começamos pela Síria, juntou-se à Coligação Global para a derrota do Estado Islâmico. A Coligação coordena operações militares, partilha de informações e ajuda humanitária desde 2014, reunindo esforços de dezenas de países na região para combater o Estado Islâmico. A posição síria surge depois da visita oficial do presidente interino Ahmed Al-Sharaa à Casa Branca, onde esteve reunido com Donald Trump. O objetivo é eliminar os vestígios do grupo extremista e travar o fluxo internacional de combatentes estrangeiros que chegam à região. Os Estados Unidos vão permitir que a Síria retome operações na embaixada em Washington, reforçando a cooperação em matéria de segurança e luta contra o terrorismo. A Síria juntou-se à Coligação Global para a derrota do Estado Islâmico. Em Portugal, a agenda nacional da inteligência artificial vai chegar ainda este ano. É uma garantia deixada pelo ministro da Reforma do Estado. Gonçalo Matias esteve de visita à Web Summit, em Lisboa, em substituição de Luís Montenegro, na cerimônia de abertura. Diz que a agenda nacional da inteligência artificial está nos planos do governo para este ano e justifica os atrasos com a complexidade do processo.
Não há nenhum atraso, é uma estratégia que tem complexidade. A inteligência artificial muda todos os dias. Há a procura todos os dias por novas realidades, os GPUs todas as semanas mudam e nós estamos em contato com o melhor que se faz no mundo para garantir que esta agenda vai estar ao nível do que Portugal quer ser, que é um dos países na Europa líderes na digitalização.
E o governo está a desenvolver algum deles?
O governo português tem estado a apoiar os vários projetos, as várias empresas. Temos uma candidatura junto à Comissão Europeia para uma AI Giga Factory e Portugal tem estado a acompanhar muito de perto essa realidade.
E vai ser formalizada ainda este ano?
Já está a ser formalizada, exatamente.
Declarações de Gonçalo Matias, captadas pelo Observador. O ministro da Reforma do Estado garante que a estratégia nacional para a inteligência artificial vai chegar em breve. Olhamos para a reforma laboral. A ministra do Trabalho considera inoportuno o anúncio da greve geral feito pela UGT, que se junta nessa paralisação à CGTP. Essa greve, que é esperada para o dia 11 de dezembro. A ministra Rosário Palma Ramalho admite que espera que a greve caia por terra, entretanto, até porque, lembra a ministra, há negociações a decorrer.
O diálogo social aqui é só de fachada, que é o que estou a ouvir dizer. Na verdade, isso não se coaduna com a metodologia que nós seguimos, porque se fosse de fachada, nós chegávamos lá, cumpríamos calendário e acabou. Apresentávamos logo uma proposta de lei. Não foi isso que aconteceu. Senhora ministra, vai continuar a tentar negociar com as centrais sindicais? Sem dúvida. Não da parte da CGTP, que se pôs à margem da negociação, mas da parte da UGT, considero extemporâneo fazer agora este anúncio, porque nós estamos sentados à mesa a negociar.
A ministra do Trabalho desvaloriza, diz que há tempo para negociar. Caso não se chegue a um acordo em concertação social, Palma Ramalho aponta outro cenário.
Se não chegarmos, naturalmente, o governo passará à fase seguinte, que é discutir na Assembleia, mas é muito diferente ir discutir na Assembleia com acordo ou sem acordo. Evidentemente, o governo não está disponível para retirar toda a proposta e gostará de manter as linhas mestras dessa proposta, que é flexibilizar alguns regimes, como eu já lhe disse, garantir e reforçar as garantias dos trabalhadores numa série de matérias, compaginar o exercício do direito de greve com os serviços mínimos em setores vitais e promover a contratação coletiva de uma forma mais dinâmica.
Rosário Palma Ramalho, a ministra, quer manter várias propostas do governo, como a restrição de alguns direitos de parentalidade, bem como ao teletrabalho. E sobre as propostas de alteração à lei laboral, Ana Mendes Godinho diz que são prova de que o país está perante um retrocesso histórico. A antiga ministra socialista acusa Rosário Palma Ramalho de ser incapaz de negociar com as centrais sindicais.
Os acordos só são possíveis quando há capacidade de diálogo e há capacidade de encontrar soluções comuns. Se à partida tem dificuldade em encontrar as motivações que levam a determinadas propostas e retrocessos civilizacionais, difícil é depois encontrar os pontos e os diálogos. Portanto, é fundamental que haja capacidade de diálogo efetivo.
A ex-ministra do Partido Socialista, Ana Mendes Godinho, em declarações ao Observador. Nas presidenciais, Henrique Gouveia e Melo insiste que não se candidatou à Presidência da República por causa de um mal-estar com Marcelo Rebelo de Sousa e recusa ter pressionado o governo de António Costa. Em entrevista à RTP, o almirante falou sobre as alegadas exigências que terá feito enquanto chefe de Estado-Maior da Armada junto do governo para a compra de dois submarinos. O candidato a Belém nega qualquer chantagem sobre o governo de António Costa.
O título do artigo indiciava que eu estava a fazer chantagem com o governo. Isso era uma coisa muito feia que me atribuíram e que eu não gostei. E, portanto, nesse momento, achei que não tinha também condições para continuar a exercer as minhas funções de forma normal dentro da defesa, porque atribuírem a um chefe militar que está a fazer chantagem com o governo para continuar nas Forças Armadas, julgo que era uma coisa muito grave que não podia ser passado incólume.
Coveiro Melo criticou também os candidatos à Presidência da República apoiados por partidos. Diz que são cavalos de Troia das estruturas partidárias e que isso não é o ideal para a Presidência da República.
Essas dependências serão jogadas no momento oportuno se eles não corresponderem aos anseios dos interesses que os promoveram. Eu não gostaria de ver na presidência um cavalo de Troia de nenhum partido. Desculpe, a presidência não é isso, a presidência não é partidarizada. Nós devemos concorrer, pessoas independentes, com mais apoios ou menos apoios à Presidência da República, porque é isso que faz sentido num sistema semipresidencialista.
Coveiro Melo, esta noite em entrevista à RTP, nega mais uma vez ter decidido concorrer à Presidência da República por causa de um mal-entendido com o presidente da República. Também Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado sobre o assunto, garante ser um presidente que cultiva boas relações com todos. Ontem foi divulgada uma passagem de um livro em que o almirante revela ter decidido avançar para a corrida a Belém depois de ter lido que Marcelo Rebelo de Sousa queria travar essa candidatura. Marcelo Rebelo de Sousa recusa qualquer mal-estar.
Eu acho que o presidente não deve comentar nem os presidentes anteriores, nem os seguintes, por maioria de razão, os candidatos à sucessão. E esse é um bom princípio. O presidente em funções nunca lhe aconteceu ter relações minadas com ninguém. Não sei se é uma qualidade, se é um defeito, mas é assim, a maneira de ser desse presidente é que cultiva relações com toda a gente.
Marcelo Rebelo de Sousa, em declarações captadas pela Sic Notícias, em Luanda, nas comemorações dos 50 anos da independência de Angola. A IGAS enviou para o Ministério Público as conclusões sobre a gestão das cirurgias adicionais no Hospital Santa Maria. É o que adianta a CNN Portugal. O alarme soou quando foi noticiado que o dermatologista Miguel Alpalhão ganhou mais de €400.000,00 em 10 sábados de trabalho adicional. Os inspetores falam em falta de controle a um médico que tinha liberdade para propor e realizar cirurgias. O relatório já foi enviado ao Ministério Público, onde decorre nesta altura um inquérito-crime.