Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira.

Quase um mês depois da entrada massiva de migrantes em Ceuta, começam esta terça-feira a ser ouvidos no Parlamento Espanhol vários governantes chamados a dar explicações sobre a resposta à crise migratória na cidade autónoma. A ministra da Defesa é a primeira a ser ouvida. Depois de Margarita Robles, na quinta-feira, vão ser ouvidos o ministro da Presidência e a ministra da Saúde. Na sexta-feira, será a vez dos ministros dos Negócios Estrangeiros, do Interior e da ministra da Inclusão prestarem também esclarecimentos. A ronda de audições termina só na próxima segunda-feira, com as ministras da Juventude e Infância e da Igualdade. Também esta terça-feira, o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez reúne o Conselho de Segurança Nacional para analisar a situação em Ceuta. No final de julho, cerca de 72 mil pessoas entraram ilegalmente na cidade autónoma espanhola, localizada no norte de África. Cerca de 70 mil migrantes já regressaram a Marrocos, mas milhares continuam ainda na cidade. Perante a dimensão desta crise, o governo de Pedro Sánchez decidiu criar um comando único para coordenar a resposta, liderado pelo ministro da Política Territorial. A decisão surge depois de semanas de críticas à gestão da crise e dos apelos para uma maior intervenção do governo central. Seguimos com os Estados Unidos, que declararam esta segunda-feira guerra econômica contra o Irão. Mas apesar da mudança de estratégia, o secretário da Guerra norte-americano não descarta novos ataques no Médio Oriente. Questionado pelos jornalistas durante uma visita a uma fábrica de veículos militares no Wisconsin, Pete Hegseth admite que a possibilidade de novos ataques continua em cima da mesa. Hegseth promete que os Estados Unidos vão fazer aquilo que for preciso.

Se for preciso recorrer a ataques militares, assim o faremos. Se o Irão for suficientemente imprudente para ir longe demais ou meter-se com as Forças Armadas norte-americanas, faremos o que for necessário. Mas sabemos que, neste momento, é a pressão econômica que lhe está a causar mais dificuldades. Ainda assim, não estamos de maneira nenhuma a excluir a possibilidade de recorrer a ataques militares, seja no Estreito de Ormuz ou nas instalações do Irão.

O aviso de Pete Hegseth, o secretário da Guerra dos Estados Unidos. Horas antes, Washington ameaçou tomar medidas unilaterais contra os países que continuem a manter relações econômicas com o Irão. Em conferência de imprensa na Casa Branca, o secretário do Tesouro norte-americano avisa que as entidades que tenham relações com o Irão ou que facilitem a lavagem de dinheiro vão ser excluídas do sistema financeiro norte-americano. Scott Bessent diz que o tempo já está a contar.

Cada país tem uma linha de tempo definida para terminar as atividades que identificamos. Se não agirem, faremos isso de forma unilateral, através das autoridades do Tesouro americano. Qualquer entidade que facilite a lavagem de dinheiro em nome do Irão vai ser excluída do sistema financeiro baseado no dólar. O tempo já está a contar. As novas sanções que foram lançadas hoje atingem alvos digitais, tecnologia, ouro, aviação e vendas iranianas.

Declarações do secretário do Tesouro dos Estados Unidos, na Casa Branca, na tarde desta segunda-feira. Scott Bessent garante ainda que ninguém está acima das sanções norte-americanas. Há pelo menos dois países que mantêm relações econômicas com o Irão: a China, na importação de petróleo, e a Turquia, na importação de gás natural. Entretanto, Teerão já reagiu através de uma publicação. Na rede social X, o presidente do Parlamento iraniano afirma que os Estados Unidos não estão em condições de impedir Teerão de manter relações econômicas com outros países. Já o ministro da Economia iraniano revela que a República Islâmica tem um plano de dois anos para combater as novas sanções de Washington. O governante garante que o Irão já contava com estas medidas há muito tempo e acusa os Estados Unidos de apenas desejarem mais uma derrota. Na atualidade nacional, no arranque da Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, Hugo Soares deixou críticas à oposição. O secretário-geral do partido e líder do grupo parlamentar diz que José Luís Carneiro e André Ventura estão cada vez mais parecidos e impreparados para governar. Hugo Soares acusa ainda os líderes do PS e do Chega de navegarem no populismo. Para falar de José Luís Carneiro, Hugo Soares recuperou uma entrevista do líder socialista ao semanário Nascer do Sol, na qual Carneiro disse que ainda ninguém provou que há 1,6 milhões de imigrantes em Portugal. O secretário-geral do PSD lamenta que o líder do PS ponha em causa dados de entidades oficiais, como é o caso do Instituto Nacional de Estatística. Já em relação ao líder do Chega, Hugo Soares critica André Ventura por continuar a defender a redução da idade da reforma, diz que a posição significa estar a marimbar-se para o futuro dos jovens. E por estas razões, Hugo Soares conclui que nenhum dos dois está preparado para governar o país.

Há, sobretudo, uma impreparação brutal na oposição em Portugal. Nos dois maiores partidos da oposição, que de resto já o disse e queria aqui repetir, estão cada vez mais parecidos. Não é por acaso que votam tantas vezes juntos na Assembleia da República. Aquilo que eu tenho visto todos os dias, o deputado André Ventura e o deputado José Luís Carneiro, o deputado José Luís Carneiro e o deputado André Ventura. Todos os dias, todos os dias a navegarem no populismo e a demonstrarem uma total impreparação para serem alternativas de governo.

O secretário-geral do PSD lamenta ainda que Ventura se tenha referido hoje a uma taxa ilegal sobre os combustíveis. Hugo Soares sublinha que esta taxa já não é aplicada desde 2022. André Ventura insiste na demissão do ministro da Administração Interna. Defende que se o primeiro-ministro está comprometido com Luís Neves, então não tem autoridade sobre o país. O líder do Chega diz que o partido já fez a sua parte ao falar com o presidente da República e ao pedir uma comissão parlamentar de inquérito ao caso. André Ventura acusa o primeiro-ministro de não ter mão sobre Luís Neves.

O que se passa com Luís Neves é gravíssimo. Nós já fizemos a nossa parte. Lançámos uma comissão parlamentar de inquérito, pedimos ao Parlamento que faça um voto de exoneração do ministro Luís Neves. Falei

Com o Presidente da República, pessoalmente, sobre a gravidade da situação. Se o Primeiro-Ministro, por qualquer motivo que eu desconheço, está comprometido com algum grau de cumplicidade e que não tem mão de autoridade sobre o ministro Luís Neves, então não tem autoridade sobre o país. Isto é mesmo uma questão central de democracia, não tem nada a ver sequer com partidarite.

Declarações de André Ventura, que alega ainda que António José Seguro concorda com a demissão de Luís Neves. Lembra as declarações do Presidente da República, que disse que cada um tem de assumir as responsabilidades perante as suspeitas. A Polícia Judiciária desmantelou uma rede criminosa que terá burlado mais de 80 mil € a dezenas de vítimas nos últimos dois anos. Sete pessoas foram detidas, têm entre os 24 e os 48 anos, mas a investigação aponta para um grupo mais alargado e altamente organizado. É o que adianta o diretor da PJ de Braga, José Monteiro, que explica o modus operandi desta rede criminosa.

O núcleo essencial do grupo, que são sete indivíduos, prevalecia-se exatamente da pesquisa de pessoas que colocavam anúncios de venda de bens pessoais, da mais diferente natureza.

José Monteiro, diretor da PJ de Braga, que explica que estes detidos são suspeitos de sinalizar pessoas que vendiam artigos na internet, acabando depois por enganá-las. Ao longo dos dois anos em que durou a investigação, terão sido sinalizadas mais de 20 vítimas. No desporto, o Gil Vicente venceu o Casa Pia por 2 x 0 em Barcelos e soma o segundo triunfo em dois jogos do campeonato. A equipa gilista adiantou-se aos 20 minutos por Gil Martins. Já perto do intervalo, aos 45, o Héctor Hernández ampliou a vantagem através da conversão de uma grande penalidade. No final da partida, o treinador do Gil Vicente, Luís Pinto, mostrou-se satisfeito com a exibição da equipa.

Foi um jogo em que os 75 minutos iniciais foram muito interessantes. Os últimos 15, um jogo que nos obrigou a sofrer, que nos obrigou também a passar mais tempo próximo da nossa baliza e com menos discernimento quando tínhamos a bola, mas que acaba por ser um jogo em que conseguimos ser capazes de fazer coisas que queremos fazer ao longo desta época. E conseguimos também ser perigosos, apesar que ainda poderíamos ter sido mais um pouco. Acho que essas coisas são as positivas a tirarmos deste jogo e, obviamente, o resultado.

Luís Pinto, o técnico do Gil Vicente. Do lado do Casa Pia, o treinador-adjunto, Alexandre Santana, apesar da derrota, considera que a equipa esteve mais próxima do nível que pretende apresentar.

Terminamos com o dobro, mais do dobro dos remates do que o Gil, mas acabamos por não finalizar e essa estatística vale o que vale. Temos isso bem presente, mas também temos que nos agarrar àquilo que é a nossa verdade, o nosso caminho. E esse caminho hoje esteve muito mais próximo do que queremos, do que pensamos, do que aquilo que estava. E esse é o caminho. Isto é uma maratona, estamos a começar. Estamos felizes? Não. Mais uma derrota que acumulamos, mas se estivermos bem conscientes daquilo que queremos, acho que vai ficar mais fácil no futuro nós atingirmos aquilo que pensamos.

Alexandre Santana, do Casa Pia, e Luís Pinto, do Gil Vicente, na flash interview da Sport TV. Com jogo em atraso, o Gil Vicente sobe ao quinto lugar da classificação com seis pontos. Já o Casa Pia continua na última posição, ainda sem pontuar e sem qualquer golo marcado. A equipa lisboeta sofreu 10 golos nas primeiras jornadas do campeonato. Notícia de fecho neste jornal das 03:00. O essencial da informação é atualizado às 15:30.