Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Cinco horas. As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira.

E começamos com o Mundial. Sem ainda ter entrado em campo, Portugal já está nos 16 avos da competição. A equipa das Quinas beneficia dos resultados do grupo H e assegura a qualificação, independentemente do resultado do jogo frente à Colômbia. A seleção nacional chega assim a esta partida com um novo fôlego. Ainda assim, independentemente das contas do grupo, o objetivo passa por terminar a fase de grupos da melhor forma. Na antevisão ao encontro, Diogo Costa admitiu que ainda não se sabe de que forma a Colômbia vai abordar a partida. Ainda assim, o guarda-redes garante que Portugal está preparado para se adaptar a qualquer cenário e responder às dificuldades que o jogo possa apresentar.

Sim, talvez não seja uma seleção que vá jogar em bloco baixo. Ou vai. Acho que, tal como nós temos respeito por eles, eles também têm o nosso respeito e devemos estar à altura para o que for necessário e adaptar-nos o mais rapidamente para levar o que é o mais importante, que é a vitória.

A garantia de Diogo Costa, o jogo frente à seleção da Colômbia marca a estreia de Portugal em partidas do Campeonato do Mundo com recintos abertos. A equipa colombiana já está habituada a este tipo de clima, mas Rúben Neves garante que Portugal não vai sofrer com as altas temperaturas de Miami.

Temos muitos jogadores também, o meu caso, por exemplo, que jogo na Arábia Saudita, também já estou muito habituado a isso. Portanto, eu acho que não vai haver essa vantagem da parte da Colômbia. Nós trabalhamos imenso para conseguirmos igualar essa vantagem. Sabemos que temos as nossas qualidades e vamos lutar para ganhar o jogo e esperar que isso não afete nem a nós nem a Colômbia, porque queremos um grande jogo de futebol.

O calor não vai ser um problema para a seleção, diz Rúben Neves. Portugal realizou esta sexta-feira o último treino de preparação para este jogo. Antes do início dos trabalhos, a equipa das Quinas cumpriu um minuto de silêncio em memória das vítimas dos sismos na Venezuela. Na antecâmara do Portugal-Colômbia, a Rádio Observador foi conhecer um grupo de folclore colombiano cujos fundadores, Maria Miguel Marques, vieram para Portugal por causa de uma necessidade do SNS.

Há 15 anos, o Ministério da Saúde português contratou 42 médicos colombianos para preencher as falhas nos centros de saúde de Lisboa e do Algarve. Seis anos depois, surge entre alguns desses médicos e amigos colombianos estabilizados no país, o grupo Folclor Colombia. Até hoje, todas as semanas, o grupo de folclore reúne imigrantes colombianos para divulgar uma Colômbia alegre em Lisboa, mas também para criar uma comunidade. É o que nos conta o diretor do grupo, Carlos Pérez.

O principal objetivo nosso é divulgar a cultura colombiana, mostrar uma Colômbia alegre. Mas o segundo objetivo do grupo é criar uma comunidade de colombianos. Também aqui encontram soluções às diversas necessidades que implica a migração, como encontrar um trabalho, onde arranjar um local para viver. Está tudo relacionado com o entorno de amizade.

Paula Garçom, uma jovem imigrante membro da Folclore Colombia, explica que este grupo se destaca por estar bem integrado em Portugal.

Nós tivemos um festival há dois meses e foi em Santarém. Também foi um festival internacional. Nós vamos realmente representar um país e também estão outros países, mas eles vêm mesmo do país de origem. Nós somos quase um dos únicos países que somos estrangeiros, mas moramos mesmo no próprio país. Eu acho que as pessoas gostam imenso disso.

E no jogo contra Portugal, o irmão de Paula, Santiago Garçom, que integra também o grupo Folclore Colombia, está decidido que é Colômbia a equipa que vai apoiar.

100% por Colômbia. Muito amor e muita esperança. Eu estou agradecido por estar cá, mas é o meu país de nascença e sempre vou estar agradecido por ele.

O grupo Folclore Colombia vai estar presente no Terreiro do Paço para ver o jogo entre a Colômbia e Portugal.

A jornalista Maria Miguel Marques, que foi conhecer o Folclore Colombia, que já tem presença garantida no Terreiro do Paço para esse Portugal-Colômbia. Ainda no Mundial, estão decididas as contas do grupo H. Cabo Verde fez história e passa à próxima fase em segundo. Pela frente, já sabe que vai ter a Argentina de Lionel Messi. A Espanha carimbou também a passagem aos 16 avos, em primeiro lugar. Já Uruguai e Arábia Saudita ficaram pelo caminho e abandonam assim a competição. A esta hora decide-se outro grupo, o grupo G. A Nova Zelândia joga com a Bélgica, já o Egito defronta o Irão. O jornalista João Lourenço está a acompanhar estas duas partidas ainda em curso, estão agora a ser retomadas. João, por agora, quem segue, quem lidera este grupo?

Neste momento há liderança partilhada entre Egito e a Bélgica, com, neste caso, destaque para a seleção do Egito. Isto porque, apesar do empate pontual, a equipa que tem Mohamed Salah como principal referência, tem vantagem na diferença de gols marcados, ou seja, passaria em primeiro, com a conjugação dos resultados que estão a acontecer Agora, uma primeira parte que teve mais golos na partida entre o Egito e o Irão. Neste momento está empatado a um golo, com os dois golos da partida a serem marcados ainda nos primeiros 15 minutos da partida, e dar conta ainda de uma penalidade falhada de uma cara bem conhecida do futebol português. Medhi Taremi, ao minuto 11, conseguiu falhar esse pontapé da marca do castigo máximo. Já em Vancouver, onde a Bélgica tenta chegar a esse primeiro posto do grupo, a equipa belga vence por um golo a zero frente à Nova Zelândia. Especial destaque para Leandro Trossard, o médio-esquerdo do Arsenal, que apontou um golo. Também teve um remate ao poste antes desse tento ainda único desta partida. Vamos continuar a acompanhar estes dois jogos que vão definir o desfecho final deste grupo G. Apenas dar novamente conta dessas, passe a redundância, contas. É o Egito que lidera o grupo, mas, neste caso, empate pontual com a Bélgica, por isso está tudo em aberto para esta segunda parte.

Está tudo em aberto. O jornalista João Lourenço com o ponto da situação no grupo G até ao momento. Na atualidade internacional, Teerão prometeu e cumpriu. A Guarda Revolucionária Iraniana diz que as forças navais do país atacaram vários pontos onde o exército dos Estados Unidos estava posicionado. Os iranianos prometem ainda uma resposta mais contundente, caso Washington volte a atacar. Esta noite, os Estados Unidos lançaram uma nova vaga de ataques contra o Irão, em resposta à violação do acordo de cessar-fogo. Num comunicado emitido pelo Comando Central dos Estados Unidos, as forças norte-americanas dizem ter atacado armazéns de mísseis e drones iranianos para responder a uma agressão injustificada por parte dos iranianos. Os novos ataques surgem na sequência de um ataque a um cargueiro no estreito de Ormuz. Estes são os primeiros ataques registados entre os dois países desde o memorando de entendimento celebrado entre Washington e Teerão. O escalar das tensões entre os dois Estados acontece também numa altura em que o Líbano e Israel assinaram um acordo trilateral com Washington. O documento prevê a retirada parcial das Forças de Defesa de Israel do sul do Líbano. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, classifica o acordo como o início do início. Já Benjamin Netanyahu encara este entendimento como um golpe para o Irão. Isto porque, segundo o primeiro-ministro israelita, Israel permanece na zona de segurança enquanto o Hezbollah não se desarmar. Já chegaram à Venezuela as equipas de resgate de El Salvador, México, República Dominicana, Suíça, Equador, Espanha, Chile, Colômbia e Estados Unidos. A informação que foi confirmada pela presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que adiantou ainda que as equipas de resgate da Alemanha, Países Baixos e Itália estão a caminho para se juntarem às operações de busca e salvamento. Portugal tem dois aviões a caminho da Venezuela. Partiram hoje de Beja com ajuda humanitária e equipas de resgate para apoiar as operações no país. Isto numa altura em que a terra voltou a tremer na Venezuela. Um novo sismo de magnitude 4,9 foi sentido no país. O epicentro foi a cerca de 80 km de Caracas, na região de Aragua, a uma profundidade de 35 km. A agência Reuters avança que o abalo também foi sentido na capital Caracas. O novo sismo acontece depois dos dois abalos de magnitudes superiores a 7, que abalaram o país na quarta à noite. Desde então, foram registadas várias réplicas. E continua a subir o número de mortes na sequência dos sismos de quarta-feira. São já 920 as vítimas mortais confirmadas. Há ainda a registar mais de 3300 feridos. Já os desaparecidos são mais de 50 mil, entre as vítimas mortais, há a lamentar 28 portugueses e lusodescendentes. Notícia de fecho neste jornal das 05h00. A informação é atualizada às 05h30.