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Já está conosco o Pedro Jorge Castro para o Esplendor e a Infâmia. Bem-vindo, Pedro. Esta semana há um esplendor que nos diz muito e que é a estreia do ranking de podcasts, onde o Observador conseguiu 35 nos primeiros 100 lugares. Vais falar sobre isso?
Como não?
Vai sim.
A sério. Já adivinham as cenas. Não podia não falar. Deixe-me só dizer que a existência do ranking é um bem em si, para todos, independentemente dos lugares que o Observador ocupa ou não ocupa. É um fenómeno de transparência que de repente se instala no mercado pela forma fidedigna como isto é medido. Só para recordar, isto não é com inquéritos. A Marktest vem diretamente ao sistema dos publishers ver exatamente quantas pessoas ouviram o quê.
Então tu dizias que os inquéritos faz pessoas saberem. Explica como é que é na rádio.
Isto é um contraponto em relação ao outras audiências, aquilo que normalmente são as audiências da rádio, que é feito, isso sim, com 6 mil inquéritos por chamada. Depende das pessoas que atendem.
Somente telefone fixo.
Sim, uma parte significativa é sim telefone fixo.
E perguntam: "Ouviram rádio ontem?"
Não mede escuta efetiva de rádio. Submetem as pessoas durante 40 minutos a um longo interrogatório. Só quem aguenta isso tudo é que de facto é contabilizado de alguma forma. Eu suspeito que muita gente ou não atende números que não conhece, ou mesmo que atenda sem saber o que é. Em contraponto, de facto, está aqui algo que eu acho que é um bem em si para o mercado. Todos os meses, a partir de agora, vai haver este ranking que vai divulgar.
É mensal.
É mensal. Em que lugar surge cada podcast. E isto é um bem para todos, não é só para nós, é um bem para a Joana Marques do Extremamente Desagradável, que lidera, para o Marco, que está em segundo, para o Contas Poupança do Pedro Andersen. É um bem para todos. E claro, eu acho que é um bem para nós, tendo em conta o investimento que fazemos nisto, sobretudo pela forma como isto mostra o trabalho de equipa que está aqui. Nós temos 70 podcasts nos 200. Isto é um top de 200 e nós temos 70. Imaginem, isto é toda a equipa do Observador, do jornal, da rádio, produção, sonoplastia, toda a gente está envolvida nisto. Isto não depende de uma pessoa, nem de duas, nem três. Quase toda a gente tem dedos nalguns dos podcasts que estão aqui neste ranking. E eu acho que é uma bênção, de facto, toda a gente ter acesso a estes dados. Isto vai ser muito dinâmico, seguramente, todos os principais concorrentes estão a investir muito nisto e vamos ver como é que isto vai evoluir nos próximos tempos. Mas noto isto, de facto, temos 10 no top 30, 35 no top 100, 70 no top 200. Vamos ver o que é que isto nos traz.
Espera aí, nós temos 70 podcasts?
Nós temos mais de 70 podcasts. Sim, depois no meio disto tudo, até há podcasts que são intemporais, nomeadamente os Podcasts Plus, tem sido um sucesso, obviamente. Quem descobre um, depois vai ouvir os outros. Isto é bom também para o mercado, para os anunciantes, as empresas, tomarem decisões informadas sobre onde é que põem o seu dinheiro.
Mas também influencia quem ainda não ouve, não é?
Claro. Lá fora há uma corrida enorme ao patrocínio de podcasts. Cá isto ainda não é exatamente assim, mas a partir deste momento eu creio que não há desculpas para que não passe a ser de outra forma, e não passe a ser algo precisamente mais atraente também para os anunciantes, que também é preciso para todo este mercado.
Claro. Vamos lá agora ao outro esplendor. Ora, para o esplendor da semana, queres aproveitar a aparição dos pré-candidatos presidenciais num evento promovido pela SEDES na Faculdade de Direito de Lisboa.
Sim, vejam lá se também vos fez lembrar esta música.
Os cavalos de corrida dos HF, que estes meninos aqui não se devem lembrar, se calhar.
Como não?
Não, é que ela também se lembra.
Lembro-me, sim.
Os candidatos não são cavalos, bem entendidos, mas esta música também não é sobre cavalalos, e ele próprio diz que é um cavalo de corrida. Qual é que te pareceu vir a ser a aposta, se tivesses que apostar aqui em cavalos, que é uma coisa que eu não aconselho, mas se tivesses que apostar, qual era a aposta mais esplendorosa?
É difícil ver. Há uma resposta para isso, que era mais daqui a bocadinho, mas isto fez-me lembrar aquele e-mail do Musk. Já viram o e-mail do Elon Musk?
Vi, sim.
Desafiou todos os funcionários norte-americanos a responderem um e-mail dizendo cinco coisas que conseguiram alcançar na semana anterior. Aqui ninguém tem que responder esse e-mail, porque é evidente aquilo que a gente faz. Somar a tudo o que já toda esta equipa faz, um e-mail a responder aquilo que fazem, seria redundante. Mas se aplicarmos este e-mail aos candidatos presidenciais, há um que consegue responder e outros que não conseguem. Quem consegue responder é Marques Mendes, claro, é o que já anunciou a candidatura. E caramba, não é muito difícil nós elencarmos cinco coisas que ele tenha feito nos últimos tempos. Já tem diretor de campanha, convidou o Poiás Maduro para coordenar os Estados Gerais.
Que é um grande convidado.
Definiu 12 temas para marcar a sua campanha, marcou um primeiro grande comício para julho e voltou a criticar o Almirante.
E já deu entrevistas.
Esta aparição. Este, se calhar, é o único que conseguiria responder a este e-mail, das cinco coisas que conseguiu alcançar na última semana. Todos os outros não conseguiriam
Falas do PS, sobretudo, não é?
Nada disso, isto é um grande tabu, um grande mistério.
Porque temos os Antónios, sendo que Vitorino ontem parecia um bocadinho mais para frente do que tem aparecido. Seguro continua a pairar sobre a corrida, mas não há nenhum sim definitivo.
Certo. E estão a perder tempo, estão a demorar muito, na verdade, porque se há alguém que tem que fazer pela vida são estes dois candidatos.
Sobretudo se forem os dois.
Seja se forem os dois, seja mesmo que vá só um, porque ambos estão de facto muito desaparecidos há muito tempo. Se calhar, não há ninguém com menos de 30 anos, ou 35, que ainda tenha uma memória política de António Vitorino, se calhar tem uma ideia de quem é.
E nesse campeonato Seguro já está a ganhar, porque já tem comentário na previsão e Vitorino não.
Pelo menos está a aparecer, está a fazer pela vida desse ponto de vista, mas também não colhe.
Há 10 anos que não estava a candidato.
Ele estaria à espera de uma vaga de fundo que não parece surgir.
Nem do seu próprio partido.
Ontem ouvimos Marcelo Rebelo, que não é militante socialista, mas foi governante socialista, e claramente ele já tentou que fosse Centeno, não conseguiu que fosse Maria Centeno a candidato. E claramente ele já deu a entender que tudo menos Seguro, porque António José Seguro até corre o risco de levar alguns apoiantes de área socialista a escolherem Luís Marques Mendes. Portanto, o candidato, apesar de tudo, que parece mais entusiastamente para aquela área, seria António Vitorino, que tem este passado trágico de se cortar sempre à última hora e portanto deixa sempre grandes suspenses sobre o que ele virá a fazer, mas é a última vez que ele poderá fazer isso. Com este balão que está a encher, é de facto a última vez que poderá fazer isso, sendo que António José Seguro também fica numa posição complicada, porque se recuar agora, apesar de ser mais novo, ele ainda tem tempo para outras coisas e já recuperou um bocadinho, regressa à vida política com a sua carreira de comentador, pode vir a ocupar daqui a cinco anos, daqui a 10 anos, ainda tem lá espaço e tem 10 anos, se calhar, para mostrar uma nova forma de fazer política.
Sim, e a sua faceta...
Não está a mostrar para já, embora tenha sido dos candidatos que esteve mais à vontade no contacto com os jovens neste evento da candidatura.
Chegou a fazer muito rua, ao contrário de António Vitorino.
Repara, se houvesse um grande entusiasmo, já se tinha manifestado. Não há, na verdade, esta espera. Há pessoas que manifestaram o seu apoio a António José Seguro, claro, mas são religionários, apoiantes de sempre, indefectíveis, mas o povo não está a aclamar por Seguro. Também não está a aclamar por Vitorino. Apesar de tudo, Vitorino chegou a demonstrar dotes políticos, de graça e de capacidade de comunicação e tem um currículo internacional que pode vir a fazer transformá-lo num candidato que quando as pessoas o descobrirem pode ser temível e pode vir a ter condições de disputar a primeira volta contra o Marques Mendes e depois se passar ele à segunda volta, não é impossível que consiga fazer frente ao Almirante.
E o que te pareceu, Pedro, esta aparição do almirante? Apesar de ainda não ter formalmente avançado, o certo é que foi o que tinha a sala mais cheia para o ouvir.
Exato. E na verdade ele já avançou, como diz Luís Marques Mendes, só falta de facto marcar o dia para dizer: "Sim, eu sou candidato", mas não há nenhuma surpresa já quanto a isto. Não há nenhuma dúvida de que ele vai ser candidato.
Se ele não avançar seria que era giro.
Seria a coisa mais estranha. Isso até faria ressuscitar muitos candidatos que ficaram na retranca, digamos assim, com medo do almirante. Portanto, que ele vai avançar, não há dúvida nenhuma. E de facto ele está com uma distância tão grande nas sondagens. Para o debate público, seria melhor que ele avançasse quanto antes, porque há muito por escrutinar no almirante, há muitas perguntas para lhe fazer, há muita curiosidade para ver as respostas que ele terá a dar. Aliás, prova disso é a sala cheia para o ouvir ontem. Mas do ponto de vista dele, especificamente, ele está bem. Ele não precisa de fazer nada. Ele vai tendo estas intervenções que vão servindo para ir esvaziando um ou outro receio, um ou outro temor, para continuar naquele filão que pode agradar a toda a gente, agradar ao centrão, sem se colar muito a nenhum dos extremos, sem nenhuma ideia muito radical. Vai desfazendo as ideias radicais que ele próprio possa ter lançado no passado, como o serviço militar obrigatório. Mas portanto, para já, claro que é o mais esplendoroso, com esta distância toda nas sondagens, com esta curiosidade à volta dele para o ouvir e com a falta de deslizes em público que está a manifestar, parece para já o candidato mais fácil. Perfeito não digo, porque eu tenho dúvidas sobre como é que vai correr a segunda volta.
Esse era o príncipe perfeito, que era uma outra coisa.
Mas para já, para a vitória na primeira volta, parece o melhor cavalo de corrida para fazer uma aposta.
Isso é não é?
E vamos agora correr para a infâmia.
Pedro, sei que tiveste algumas dúvidas, mesmo sem sair da política nacional.
É verdade. Há duas histórias que não queria deixar de referir aqui, muito en passant. Uma é esta ideia do núcleo duro do governo de que a RTP e os órgãos de comunicação estão a fazer campanha contra o governo, mostrar alguma hostilidade, como forma de retaliar pela falta de apoios que teriam sido prometidos ou pelo anúncio de emagrecer a RTP. Isso parece uma coisa completamente tonta. Só de imaginar como é que isto se faria na prática. Alguém, um presidente da RTP, a administração da RTP chamaria os jornalistas e diria: "Agora vamos atacar o governo, vão fazer isto assim." Os jornalistas aceitariam?
Façam o seu escrutínio, agora.
Como se precisassem. Isto demonstra um total desconhecimento da forma de funcionamento das redações em geral.
Ou demonstra grandesia.
O mais provável, se alguém se atrevesse a dar uma ordem dessas a qualquer jornalista, seria imediatamente contrariado, quanto mais não seja por topete. Parece-me uma coisa absolutamente delirante. E coisa diferente é o facto de haver pessoas que possam ser interessadas, possam ter um interesse específico em passar determinadas informações comprometedoras para um adversário político. Isso é outra coisa. E quanto a isso, batata. Isso depois compete precisamente aos jornalistas verificar se essa informação é pertinente ou não, se é rigorosa ou não, se é fiável ou não, e decidir se é de interesse público e avançar. Quanto a isso, que não haja equívocos, são duas coisas completamente diferentes. Isto entronca noutro dilema que tive, que era esta história extraordinária das acusações do Bloco de Esquerda, que foi ao portal da Secretaria-Geral do Ministério da Justiça pesquisar as informações e limitou-se a dizer aquilo cá para fora. Acusando sete governantes e 20 deputados de terem ligações a empresas imobiliárias. É certo que não são jornalistas, mas a partir do momento em que põem determinadas informações no espaço público, de facto arriscam-se a que sejam acusados de estar a difamar e a lamear pessoas. Isto para ser desmentido poucas horas depois e Mariana Mortágua vir fazer esta figura hoje um pouquinho triste de agradecer as correções.
Sendo que as correções estavam lá.
Claro, eu não sei se vos acontece isto, mas há uma viragem aqui. Sempre que se ouve agora o Bloco e o Chega a fazer certas denúncias, certas acusações, eu não consigo não me lembrar, no caso do Bloco, e neste caso então de imobiliárias, de Robles, sempre Robles.
Começam a ter passado.
Mas também este caso dos despedimentos internos. Isto retira muita legitimidade. É como se o dedo apontado perdesse força e ficasse trêmulo. Eu não consigo ouvir as denúncias sem olhar para quem está a apontar o dedo e para as fragilidades de quem está a apontar o dedo. E no caso do Chega, claro, Miguel Arruda. Repara que isto nem retira pertinência ao tema. O tema é pertinente, mas é preciso ver-
Tratá-lo de outra forma.
É preciso ver muito bem por onde é que se vai, quais são os ataques políticos que faz sentido fazer, onde é que eles baseiam e quais é que não são e que acabam por fragilizar precisamente a posição do escrutínio.
Entretanto, querias que eu colocasse aqui uma musiquinha, não é, Pedro?
Queria, sim senhora.
Vamos lá.
"It's Not Funny" do Randy MC. Eu estava a dizer que hesitei nas outras coisas, mas depois ficou absolutamente evidente que teria de ir para este tema chocante do influencer. Esta história tem tudo menos graça. O influencer que foi a um podcast gabar-se de ter atropelado uma pessoa há um ano à porta do Bingo da Amadora, porque lhe teria ido ao telemóvel.
Me importa aqui recordar que a PSP estava há um ano à procura do suspeito desse atropelamento, com fuga, e já confirmou que enviou a confissão ao Ministério Público, mas entretanto esse influencer, Tiago Grila, já veio dizer que afinal era tudo mentira e que é um génio do marketing e que fez tudo isto para se promover.
It's funny because it's true.
É tudo menos genial isto. Basta comparar as declarações dele no podcast, o ar de gozo e desprezo com que ele falou sequer de uma coisa destas. E depois comparar isto com a entrevista da vítima, que ele alegadamente atropelou. Eu ainda vou pôr aqui um alegadamente.
Até prova em contrária, até julgado.
Apesar da confissão do próprio.
E que falou à SIC, com ar absolutamente constrangido. Marina Braga, é o nome dela. Ela ainda nem sequer recuperou das sequelas graves do acidente. Eu não sei o que é que a Justiça vai conseguir neste caso, mas acho que isto será sempre uma infâmia de uma das duas formas. Mesmo admitindo o cenário de ele ter inventado esta história.
É muito mau gosto.
Para ter likes dos seus 50 mil seguidores, isso não é melhor. Não é o melhor retrato.
Denegação de auxílio é sempre o pior.
Sobretudo, não é o melhor retrato da personalidade e da figura. Mas sim, claro, uma pessoa gabar-se de ter feito uma coisa destas. Também a troco de likes e de mais seguidores ou seja lá o que for. Isto é uma infâmia.
É engraçado como apesar de ser influencer, achou que podia contar esta história e ninguém-
E ninguém reparar.
Reparar.
É inacreditável.
E no Esplendor e a Infâmia há sempre o Baú. Trazes hoje um tema que também podia ter sido esplendor.
Para não dar um rasgo de fecho a uma vergonha tão grande, decidi trazer as estrelas Michelin.
Foram conhecidos oito novos restaurantes com uma estrela, entre eles está a Marlene Vieira, com o Marlene, precisamente em Lisboa. Torna-se a primeira chefe mulher a liderar uma cozinha que vence uma estrela Michelin em 30 anos.
Parece difícil de acreditar. Tínhamos estado 30 anos sem uma mulher neste grupo restrito de chefes. Sem nenhum demérito para os homens que conseguiram, não é isso que está em causa, mas como é que não houve nenhuma mulher que conseguiu esta distinção?
Aconselho-te um podcast do Observador em que há uma grande entrevista em que precisamente o Avillez explica porque é que não há tantas mulheres chefes de cozinha, porque normalmente os horários de trabalho são, como sabemos, à noite, quando as outras pessoas se divertem. E muitas escolhem ser mães e depois não têm essa disponibilidade. E ele diz que só isso explica o facto de ele ter perdido tantas boas funcionárias e colegas de trabalho, exatamente porque tomaram opções diferentes de vida em termos de vida pessoal.
Parece o mundo à pervertida, em que ainda são as mulheres que ficam em casa com os filhos e os homens não se descartam disso. Não compreendo. Mas a propósito disto, eu fui procurar os primeiros restaurantes em Portugal a receber estrelas Michelin e recorremos quase 100 anos, até 1929.
Daí o Baú.
Não sei se conheciam isto, mas os primeiros dois foram o Hotel Santa Luzia, na altura ainda se escrevia com S, em Guimarães.
Maravilhoso.
Que hoje é uma Pousada de Portugal.
Lindíssima.
Certo. E o Hotel Mesquita, em Vila Nova de Famalicão. Na altura não era só até três estrelas, era até cinco estrelas. Depois a classificação seguinte foi em 1936. Surgiu a primeira atribuição de duas estrelas a um restaurante português escondidinho no Porto. Conheces, dizia lá fosse.
Claro que sim.
Recomendas?
Recomendo com a carteira. Quer dizer, recomendo que levem a carteira. Levem a carteira de alguém, não levem a vossa.
1936 foi o ano da Guerra Civil de Espanha, depois meteu-se a Segunda Guerra Mundial e o guia desapareceu e voltou em 1973 com uma edição para Espanha e Portugal. E então em 1974, ano da revolução, é atribuído uma estrela aos restaurantes Avis e Michel em Lisboa, o Pipas em Cascais e Portucale no Porto.
Portucale no Porto, houve uma altura em que era o edifício mais alto da cidade do Porto. O que na altura era dizer muito, porque não havia edifícios muito altos no Porto. E que se chama Cooperativa dos Pedreiros. É engraçado, porque é um edifício criado por uma cooperativa de pedreiros.
Muito bom.
Já aprendi aqui algumas coisas com vocês.
E o restaurante fica no último andar, tem uma vista incrível. Temos que marcar um jantar.
É com esta viagem aos primeiros restaurantes com estrela Michelin em Portugal que fecha este O Esplendor e a Infâmia, sempre com o Pedro Jorge Castro. Até para a semana, Pedro.
Até para a semana.