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Olá, Rita. Olá, tudo bem com vocês?
Bem-vinda, Rita.
Está tudo. Tudo impecável.
Dia bonito.
É verdade. Está uma manhã bonita. Não está nada mal. Eu vi um arco-íris.
É bom.
E fui atrás para ver se estava lá o tesouro. Não estava.
Não estava?
Não.
Isso é mais chato.
Como prometido, e depois de ter pela primeira vez Covid em 2024, quando já ninguém quer saber e ninguém sabe o que há de fazer.
Foi com delay.
Vou trabalhar, não vou. Mas não foi, por acaso. Fui fazer um treino com o Pedro Henriques. Grande árbitro.
O Pedro Henriques.
Vocês estão a par da carreira dele? Eu estou. Sim.
Vocês sabiam que ele tem 27 anos de exército?
Essa parte já não sabia.
Sabia que ele tinha sido militar, não sabia os anos. Muitos.
E daí ter feito os 27 anos de tropa. Destes 27 anos, sabes que os militares andam sempre também um pouco como as pessoas, andam sempre a mudar de unidades e de locais. Dezesseis desses 27 anos, não seguidos, mas alternados, foram feitos neste sítio onde nós vamos. Nós temos o Convento de Mafra, que é mais ou menos aquilo que é conhecido, e de um lado do convento tínhamos uma unidade militar chamada Escola Prática de Infantaria, muito importante quanto foi o 25 de Abril. Do outro lado temos a tal unidade onde eu fiz grande parte do meu tempo, que é o centro militar, na altura chamava-se Centro Militar de Educação Física, Equitação e Desportos.
E foi aí que eu fiz o treino. Basicamente, aquilo é à beira do Convento de Mafra, de onde saíram, mas o Pedro Henriques já vai explicar melhor. Aquilo é muito bonito, mas já lá vamos. Sabem que idade tem o Pedro Henriques?
Não sei. Não quero olhar.
Perto dos 60, diria eu. Oh, Tio André, nunca se faz isso!
Dá para baixo.
Mas não sei, tens razão.
50?
58. É verdade. O Pedro Henriques está um senhor. Ótimo. O Pedro Henriques vai estar melhor aos 70 do que aos 30.
É aquela expressão em inglês: "aging like fine wine".
Sim, sem dúvida.
Envelhecer como um vinho.
Muito bem. Filipa, não me queres perguntar nada?
Quero.
Não tens nada aí no guião para dizeres agora? Desculpa, deixei-me. E que tal acudares o próprio guião?
Vocês também estão a me tratar desta maneira, não percebo porque é que vocês... Enfim. Rita, Pedro Henriques dá aulas de personal trainer.
Não é uma afirmação, é uma pergunta.
Eu mandei-me dizer.
Sim, tens razão.
Olha, malta, eu vou-me embora.
É verdade. Ele foi personal trainer. No exército, ele de facto especializou-se em desporto e foi ali naquela tapada lindíssima, junto ao Convento de Mafra, que ele trabalhou e deu aulas. Vamos ouvi-lo então.
Agora é tudo escola de armas. De um lado temos a parte mais operacional, de onde no 25 de Abril saíram tropas, foi exatamente deste lado, que é uma parte que é do convento, que é a parte militar, e depois do outro lado temos onde nós vamos entrar, a tal escola de armas, que agora tem também a educação física e os desportos. Aqui nisso tudo temos campo de futebol relvado, temos piscina, temos pistas e temos esse tal ginásio, que não era ali onde nós vamos agora, mas agora está colocado ali, onde eu conseguia não só dar os treinos também aqui no contexto militar, mas eu naquela altura em que também me tornei árbitro e na fase de crescimento, em que ainda não estava na primeira divisão, e também tinha um ginásio onde comecei a trabalhar. Dava aeróbica, steps, fazia assim uma série de coisas.
O Pedro Henriques a dar aulas de step, incrível.
Não é fixe? Eu gostava muito.
Tu me ter uma imagem na minha cabeça.
Bom, este treino começou logo com quase um quilómetro a andar para ir ao ginásio e no caminho perguntei-lhe o que é que ele gostava de receber como presentes, no fundo, como desfruta a vida, até porque está reformado, o que me parece ser a melhor profissão do mundo. Sim, sem dúvida.
Olha, podes fazer isso no próximo episódio, a melhor emprega do mundo.
Já fiz. É reformado, mas ele faz muita coisa. Para reformado, faz demasiadas coisas, até porque continua a trabalhar.
Agora é só subir. É lá cima.
Estava para trazer uma trotinete elétrica.
Mas a ideia aqui é fazer exercício.
Qual é a melhor prenda que podem dar?
Prenda? Eu gosto mais de dar do que receber, mas não sou assim muito.
Simpático.
Quando viajas, por exemplo.
Não, quando é Natal e coisa assim do gênero, as pessoas já sabem que para mim aquilo que resulta é darem perfumes, géis de banho, cremes, pronto, é o que eu mais gosto. Em termos de prendas, assim coisas.
Pega mal, André. Claro.
Eu e a minha filhota, aquilo que planemos muito o nosso ano é férias, gostamos muito de ir de férias.
Gostam de ir juntos?
Gostamos de ir juntos. Gostamos muito de sítios que envolvam praia. Curiosamente, quando nós fazemos a escolha do hotel, isto pode parecer um bocado estranho à maior parte das pessoas, a primeira coisa que ela vai procurar é se tem ginásio. Pronto, a partir daí escolhemos o hotel.
Já viram?
Sim, eu também.
Não me surpreende. Eu também. E André, este ano é ano de Euro. É verdade. É o Euro 2024. Finalmente coincidimos. Andamos aqui, por causa da pandemia, era 22, mas 23, depois 21, 22. Finalmente estamos a bater certo. Estás entusiasmado para o Euro? Estou, eu vou. Vais?
Eu vou passar o meu ano em Alemanha.
Não sabia se era oficial, se podias dizer ou não. Parabéns! Espetacular. E quando acompanhas um jogo, preferes estar no estádio ou em estúdio? Claramente em estádio. Já sabia que ias dizer. É muito diferente e muito pior em estúdio. Achas? Sim. Já para o Pedro Henriques, se houvesse vídeo-árbitro na altura dele, não ia querer outra coisa.
Eu trabalho melhor se estiver em estúdio, porque eu vivo de repetições. Uma coisa é ver o jogo, outra coisa é analisar se ele realmente rasteirou ou empurrou, aquelas coisas da arbitragem.
O que se me diz é que é muito melhor ver o jogo, vê-se melhor na televisão.
E eu para ver esses pormenores, tenho que ter uma televisão, tenho que ter um comando às vezes para passar atrás. E portanto, trabalho, funciono muito melhor ou quando estou em estúdio, na Rádio Observador, ou mesmo quando estou em casa.
Muito bem, então se houvesse vídeo-árbitro. Gosto desta frase: "Eu vivo de repetições." Exatamente, eu vivo de repetições.
Pode ser o título já.
E na altura dele ainda nem dava para ser árbitro em full time. É verdade. Se não estou em erro. Ele até fala que muitos bancários tinham de ajustar o seu horário por serem precisamente árbitros.
Porque nem podia ser de outra maneira. Agora, não era a profissão, era algo que tu fazias Em que a tua profissão tinha que estar adaptada.
Complementar.
Complementar. E tinha que estar adaptada, porque se tens um curso a meio da semana ou fim de semana, ou o que quer que fosse, tinhas que não poder dizer: "Olha, eu não vou, porque o meu patrão não deixa." Não podias fazer isso. Tinhas que ter uma profissão. Por isso é que, por exemplo, tínhamos alguns árbitros que eram bancários, na altura havia vários, que tiveram que fazer essa adaptação, nomeadamente, só trabalhavam de manhã, só trabalhavam de tarde, ou seja, tiveram que se readaptar dentro do próprio trabalho.
É por isso que a tesouraria no banco é só até ao meio-dia, não é?
Se calhar é. A malta depois dedica-se à arbitragem.
Por acaso não é até ao meio-dia, é até às 15h. Depende, não, por acaso, a tesouraria, eu acho que pra pagar coisas, não sei o quê, eu acho que é só até ao meio-dia.
Capaz.
Bom, também quis saber se se fazem muitos amigos na arbitragem. Fazem-se muitos amigos na arbitragem?
É aquela fronteira, tu és da área que melhor, és da psicologia, sabes melhor. Sabes que uma coisa são conhecidos e pessoas com quem a gente, por uma questão de ocasião, acaba por ter uma boa relação. Outra coisa é amigos. O amigo já é aquela pessoa que se calhar, se tiveres um problema qualquer, já lhe ligas ou já confidencias. Aí não se fazem muitos amigos.
Se bem que nós aqui temos alguns, não é?
Sim.
Mas eu tenho uma teoria em relação a jantares de trabalho. Ai, mãe!
Esta está difícil.
Querem saber esta teoria? Ir embora depois do jantar. Logo, não há cá mais conversa pra ninguém. Acabou. Caso contrário, a probabilidade de alguém nos chatear é gigantesca. Porque depois, no dia seguinte, temos que voltar a ver a pessoa e é um bocado complicado.
Portanto, é jantar e ir embora. Pronto.
Porque, não é?
Vou ver se faço isso no próximo jantar.
O que é que há mais pra falar? Estamos cá, todos os dias vemo-nos.
Já não é preciso mais conversa.
Daqui a umas horas já estamos juntos outra vez.
Exato.
Exato.
Olha, Rita, eu quero é saber uma coisa, quando é que te vamos ouvir a treinar?
Já vai. Primeiro quis saber se ele fizesse uma barrita de cereais, que ingredientes usaria?
Para mim é assim, o chocolate para mim é a base, sob o ponto de vista de sabor. Depois tento não abusar das calorias, aquelas coisas por aí fora. Eu gosto de frutas e, portanto, dentro das frutas seria o ananás, que é a fruta que eu mais gosto em termos de sabor, e a banana. E depois o chocolate. Se tivesse que fazer uma coisa ao meu gosto em termos de sabores, era o chocolate, banana e ananás.
O Pedro Henriques foi pegar as duas frutas que eu mais detesto, banana e ananás.
Como é que é possível?
Desculpa, eu não consigo.
É verdade. E pra quem não sabe, a Filipa vomita a comer banana, não é verdade?
Eu só estava a esperar que a Rita fosse sacar.
Foi essa a cara que ela fez quando eu disse que o Pedro Henriques gostava de banana.
Até mesmo o cheiro.
Como é que é possível? Não consigo.
Agora perguntem, malta, qual é o segredo para ter um corpo são e sarado?
Qual é o segredo para ter um corpo são e sarado, Rita?
André, eu quero ouvir o André dizer sarado.
Queres que eu dê a frase?
Quero, claro.
Qual é o segredo para ter um corpo são e sarado? Não é só exercício, é exercício, nutrição e descanso. São as três componentes. O segredo, se é que se pode dizer que é um segredo, não há segredo, são essas três componentes. Muito bem.
Descanso, comer bem. E ele sugere comer um bom pequeno-almoço.
Pronto, eu aí já estou a falhar.
Então e é agora que vais treinar? Como é que é?
Comecei por fazer um aquecimento, depois exercícios mais multifuncionais, como ele lhes chama, agachamentos, entre outros.
Muita coisa. Lá vamos nós.
Mas o Pedro Henriques faz um treino de acordo com a pessoa, é muito parecido com o CrossFit, mas eu queria era saber qual o tempo ideal de descanso entre cada exercício.
Não é só exercício, é exercício, nutrição e descanso.
Desculpem, enganei-me. É este. Agora sim. Entre cada exercício.
Já estavas ofegante.
Entre cada exercício, quanto tempo de descanso? Uma hora. Não, não era uma hora, ele responde.
Normalmente aqui o que a gente faz é 30 a 45 segundos a trabalhar e às vezes 20, 30 segundos de descanso. Nos tabatas, são mais intensos, fazemos 20 segundos a trabalhar, 10 segundos de descanso. Mas aqui não é essa a preocupação. A nossa preocupação aqui é respirar, recuperou, então agora vamos para o próximo.
Ok, e agora vamos para as cordas de pesca.
Para as cordas de pesca, muito bem.
Sabem qual é? São aquelas grandes.
Sim, exatamente.
Não, mas tu estavas realmente muito cansada. E estavas só tu cansada ou estava lá mais alguém?
Era só eu cansada, por acaso, sim.
Das três pessoas.
Exatamente, éramos só três. Era eu. Éramos eu. Éramos eu?
Éramos eu.
Éramos eu. Que sou eu?
Era eu. O Pedro Henriques. Éramos. Era eu e mim própria. Era eu, o Pedro Henriques e a filha dele, a Andreia. Porque eles costumam treinar juntos, aí têm uma relação incrível. Também experimentei aquele exercício da corda, lá está, que era bom se fosse saltar, como na primária, mas era só sacudir. Só sacudir. Estamos a ouvir.
Não é preciso baixar, só essa imposição que estás a fazer. Estás a fazer bem. Isso. Isso.
Quanto mais levanto os braços, mais...
Mais difícil se torna. Respira, descansa. Ok, pronto. Pronto, aqui a ideia é normalmente fazermos tempo de 10 a 20. E depois, só para teres uma noção.
Eu fiz para aí uns cinco. Fiz cinco. Foram cinco.
O pânico.
E já estavas a morrer.
Já estava.
Pronto, a Rita já estava aqui a dar as últimas nestas cordas, mas olha, nas máquinas saíste melhor, é por isso?
Não, mais ou menos. Também já não treinava há um ano, pra aí. Isso é normal. Perguntei a diferença entre homens e mulheres. Ou seja, o que é que merece mais atenção? Vamos lá ver onde é que está a gordura. Era isso que eu quero saber. Onde é que está a gordura? Tanto nos homens como nas mulheres, o que é que é mais difícil?
A gente queima gordura fazendo exercícios gerais, mas naturalmente que a maior parte das células adiposas, as células que acumulam gordura, nos homens é em torno da cintura abdominal, das senhoras, é pior pra senhoras.
Por todo lado.
Abdominal e sobretudo glúteo, zona das coxas. É onde vocês também têm tendência a acumular mais, sobretudo depois de terem mães, quando começam a mudar o sistema hormonal, que é onde têm maior capacidade de retenção de líquidos e tudo mais.
E beber água também.
E descanso.
Atenção ao descanso. Rita, olha, já agora, quem não gosta de exercício físico, eu vou incluir-me neste grupo
Como é que se faz para passar a gostar? Porque dizem que quando começares a treinar com regularidade, vais ver que passas a gostar.
Eu não sei bem.
Isso é uma coisa que vos dá prazer?
Dá prazer.
Como é que se muda isso? Ou seja, para uma pessoa que não quer mesmo, como é que se incentiva?
Desculpa ter repetido a pergunta outra vez.
A pessoa olhar para isto não ser um castigo nem algo penalizador. Tu tens que vir aqui e ter prazer. Se eu chegar aqui ao pé de ti, um exemplo, tu não gostavas nada disso, é para fora. Chegar-te aqui, espetar-te um treino hoje que te rebentava todo, tu não punhas cá mais os pés. E portanto, a ideia aqui é que a pessoa sinta prazer naquilo que está a fazer. E os primeiros treinos têm que ser uma coisa mais leve, com muita respiração pelo meio, com recuperação, com descanso e que a pessoa depois no dia até sente aquela dor, mas é a dor boa, a dor de que esteve a fazer um agachamento, isto ou aquilo. Depois, durante o dia, estás mais tranquila, estás mais calma, estás menos enervada, libertaste algum do estresse.
No fundo, é fazer devagarinho.
E o descanso ali no meio, outra vez.
E o descanso. Descansar é um ginásio. No fundo, já tenho meio feito, já tenho mais de metade feito. Já respiro e já descanso e já tomo o pequeno-almoço. Ainda nem vos perguntei, vocês fazem exercício?
Atualmente não faço tanto como gostava. Eu antes dançava.
Pois é.
Fazia dança.
E davas aulas.
Dava aulas também de dança, mas depois deixei. Mas gostava de um dia voltar. Agora é só pilates em casa.
Nada mau. E vícios, vocês têm?
Vícios de que tipo?
Açúcar.
Açúcar, eu gosto muito de comida com açúcar.
E vais me perguntar, não é? Se eu perguntei isso ao Pedro Henriques.
O Pedro tem?
Sim. Querem adivinhar qual é o vício do Pedro Henriques?
Chocolate. Ele disse há bocado.
Não. Querem outro?
Treinar. Não, ele treina muito.
Vamos a isso. Espera lá, deixem-me só dizer-vos. Houve uns tempos que ele foi patrocinado por uma bebida energética.
Acabei por sentir que de repente estava um pouquinho dependente. "Epá, tenho que ir beber a minha bebida."
Estava a falar de outras coisas. Estava a falar de charritos.
Nada.
Tabaco.
Nunca experimentei nada disso.
Muito saudável. É assim mesmo. Vamos a isso.
Nem experimentou.
Nem experimentou. E é assim mesmo. Metam os ouvidos no Pedro Henriques. Portanto, o Pedro Henriques não tem vício nenhum. Atenção, o treino ainda foi para aí de uma hora.
Grande.
E ele queria continuar.
É o melhor de todos. Se nós tivéssemos de dizer o melhor exercício de perna, este é o melhor exercício de perna, porque realmente mete-se uma carga, depois aqui a questão da estabilização e o ir lá baixo. Trabalha a perna toda em geral, mas sobretudo aqui a parte dos quadríceps.
Sabes que eu sinto que já abaixaram para ir buscar o microfone?
Pronto, já o peguei. Então vamos aqui passar às máquinas que eu aqui safo-me melhor.
Sabes lá. Sabe lá. Sabe lá ele. Sabe lá o Pedro.
Até aí, resultado, como é que ficaste nos dias a seguir?
Doente, com COVID, mas não apanhei ali, atenção, foi na guarda, tenho quase certeza. Eu já vos disse que o Pedro Henriques tem 58 anos, mas claro, não parece nada.
Nada.
E ele diz onde é que se nota. Já ficam todos a saber. Querem dar palpites onde é que se nota mais a idade?
Não sei.
Nas costas, não é?
Não sei. Nas costas? Não sei.
Não, dá duas costas. Mais palpites.
Não sei.
Na face, na cara?
Na face? Talvez a pele. Não sei.
Na recuperação.
E às vezes sentimos isso, sobretudo na recuperação. Ou seja, enquanto se eu fizer um treino muito puxado, eu tenho mesmo que recuperar e descansar, eu há 20 ou 30 anos atrás, se fosse fazer outro treino igual à noite ou no dia seguinte, já podia fazer.
São mais ressacas, no fundo. Pioram com a idade, demora mais tempo a recuperar. É isso. Está tudo dito.
Não mentiste.
Não menti, é totalmente verdade. E foi o melhor emprego do mundo.
Olha, grande episódio.
Obrigada ao Pedro Henriques. Obrigada a vocês por estarem sempre aqui.
Obrigada a ti por seres a melhor.
Obrigada ao Pedro Henriques por ter disponibilizado a manhã de domingo para fazer um treino que ele acabou por não fazer, não treinou praticamente nada. Depois entrou "E o campeão é..." É engraçado que eu estive ao lado do Pedro Henriques.
Sim. Nós ouvimos.
Obrigada também à filhota, Andreia, e boa sorte para os exames dela, que está em nutrição, é o segundo ano e dizem que é o mais difícil.
Que bom!
E foi o melhor emprego do mundo. Beijinhos.
E para os ouvintes, beijinhos.
Está feito. Só não há mais. Beijo .