Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Ouve-se o segundo toque na Rainha Dona Leonor, mas nesta escola secundária são poucos os alunos que voltam a sair. Ali perto, na Escola Básica Eugénio dos Santos, também poucas perturbações. Os pais aguardavam do lado de fora do portão, à chuva e com expectativa, como Andreia Gomes, mãe de alunas do quinto e sexto ano, que nem sabia da greve.

Não disseram nada para mim. Nada, não sei de nada.

Carla Machado e Diogo Aresta Branco também foram deixar os filhos à escola. Sabiam da possibilidade de greve, mas não se iria afetar as aulas de hoje.

Nós tivemos indicação ontem, por alto. Depois, ao longo do dia é que vamos saber se realmente vão fazer ou não.

Apenas e só no grupo de pais que temos no WhatsApp, que havia a informação que poderia haver greve, agora depende de professor a professor.

As reivindicações dos professores prendem-se com motivos anteriores à pandemia e outros criados pela Covid-19, mas nestas escolas do centro de Lisboa, a greve passou despercebida.