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Happy birthday to you. Happy birthday to you.
André Ventura faz anos e recebe uma prenda da atriz Maria Vieira.
Não, dançar não sei, mas vou-vos mostrar outra coisa.
O líder não se fica e depois de apagar as velas do bolo de aniversário, salta para o órgão.
Eu sei que alguns ainda estão em estado de choque, mas isto vai passar.
Depois da música, o candidato apressa-se a afinar a mira. O alvo do dia é o Governo.
São as golas, é Tancos, é Pedrógão, é um procurador europeu, é o governo mais corrupto da história de Portugal e não cai? Como é que não cai? E por isso, sim, é um elevar de fasquia. Se eu vencer as eleições presidenciais, António Costa terá o caminho da rua apontado em Portugal.
André Ventura passou o dia em Viseu. As críticas ao governo foram feitas num jantar-comício com várias dezenas de apoiantes, que acabaram a dançar. Antes, durante a tarde, o candidato visitou uma esquadra de polícia para agitar uma das bandeiras desta campanha e para atirar pedras aos adversários.
Ana Gomes tem estado sistematicamente contra a polícia e custa-me dizer isto de um presidente em quem eu votei, que foi Marcelo Rebelo de Sousa, que também tem estado sistematicamente contra a polícia.
André Ventura olhou ainda para a polêmica dos últimos dias, que ele próprio criou.
A campanha que eu gostava de ver do batom vermelho, era o batom vermelho contra a corrupção, era o batom vermelho contra as esquadras de polícia abandonadas e era o batom vermelho contra o clientelismo em Portugal. Esse era o batom vermelho que eu gostava de ver.
A campanha segue para Vila Real.
Tínhamos que vir aqui, que Viseu é parte do nosso caminho