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Olá, como é que estamos nesta segunda-feira cheia de sol, espero.

Neste segunda-feira?

Nesta segunda-feira.

Queres recomeçar?

De sol. Não.

Faz outra vez.

Não. Olá, como é que estão nesta segunda-feira?

Excelente, agora sim.

Espero que estejam bem. Espero que o fim de semana vos tenha tratado bem. Espero que estejam prontos para mais uma semana. Eu tenho a certeza que estou. E quero, primeiro, desde já, pedir desculpa se ouvirem muitos gatos, porque eles estão loucos.

Vocês não têm a noção, eu neste momento olho para o corredor da nossa casa e estão três gatos a olhar fixamente para mim. Achas que eles têm fome?

Acho que têm. Tenho uma curiosidade para ti, Guilherme.

Vamos embora.

Tu sabias que as pessoas que se deitam tarde, as consideradas night owls, ou seja, as pessoas que preferem funcionar à noite e que depois se deitam tarde, têm maiores níveis de uma coisa chamada a dark triad dos traços de personalidade?

Ok.

No fundo, a tríade negra de traços de personalidade.

Qual é a tríade?

Psicopatia.

Ok.

Narcisismo e maquiavelismo, não sei se é assim que se diz.

Ok, maldade.

Ou seja, maldade. Pessoas que preferem ser ativas à noite e deitar-se mais à noite, têm maior tendência de ter estes traços de personalidade.

Por que será? Porque estão acordadas numa altura em que estão mais solitárias e as pessoas estão a dormir?

O que os cientistas dizem ou sugerem é que pode ser uma adaptação quase evolucionária.

Ok.

Que faz com que eles explorem um ambiente com menos luz, quando os outros estão a dormir e a função cognitiva dos outros também está a dormir, está mais adormecida. Portanto, é quase como se as pessoas se tornassem uma espécie de predadores.

Ok. Isso é interessantíssimo. Então não há serial killers que acordem cedo. Não há serial killers que acordem às 6h30 da manhã prontos para o dia, para fazer ovos mexidos e treinar.

Calma aí.

Estou a brincar, obviamente, estou a exagerar.

Basicamente, esses estudos foram quase todos feitos com estudantes universitários, o que também pode significar que eles estejam mais acordados, até mais tarde, pelo estilo de vida e não pelos traços de personalidade. Portanto, é uma limitação destes estudos. Mas ainda assim, sugere que pessoas que têm tendência a deitar-se mais tarde e fazer a vida durante a noite, podem ser um bocadinho mais psicopatas.

Ok, muito interessante. Sabes que na minha área, na comédia, nós não temos propriamente horários, eu não tenho que entrar às 9h e sair às 17h. E então eu tenho muitos colegas que são muito notívagos, ao ponto de eu ter, às vezes, respostas no WhatsApp de coisas que mandei durante o dia, às 3h da manhã, que é a hora em que as pessoas estão: "Pronto, olha, agora vou responder aqui aos WhatsApps".

A nossa coordenadora do MEG, a Maria Eugénia, que tu também já conheces, deita-se super tarde. Ela sempre se deitou muito tarde. Então às vezes tenho mensagens dela às 5h da manhã, ainda ela se vai deitar, a dizer-me: "Boa noite ou bom dia para ti. Não sei o quê". Que ela sabe que eu me levanto muito cedo.

E que horas é que é isso, normalmente?

Acabei de dizer.

Não, mas a janela.

Por volta das 5h da manhã.

5h, pois, exato.

Tu não estavas a ouvir.

Estava a ouvir.

Tu já não me amas.

Isto começou enviesado.

Tu não me amas mais, já não ouves o que eu digo.

Isto começou enviesado. Eu vou começar a deitar tarde.

Não percebes o que eu digo, não percebes o que eu falo.

Vou começar a deitar tarde, que é para tu veres.

Isto não vai correr bem.

Por acaso, quando eu me deito tarde, sinto que me desregula aqui tudo. Ou seja, eu não sou mesmo uma pessoa muito notívaga. Eu preciso de ter a minha janelinha de sono ali entre a 1h e as 8h.

Mesmo assim, isto já é bué tarde para mim.

Meia-noite e meia.

Para mim é 22h30, 23h, 19h.

22h30, 23h, 19h. Ya.

22h30, 23h, 19h30.

Mas é engraçado, tu és psicopata à mesma. Portanto, tu és a exceção à regra deste estudo.

Eu sou a exceção à regra, claro. Todas as regras têm uma exceção e eu sou a exceção desta regra.

Exatamente. Muito giro. A ciência tem que te estudar a ti também.

É verdade. Tiveste uma boa semana?

Tive uma boa semana. Acho que temos aqui uma história muito engraçada para contar, mas antes eu queria picar duas coisas mais pequeninas que eu acho que têm graça. Uma é a maneira como tu falaste com o robô há bocado. Eu não sei se vocês sabem, mas a Rita teve uma questão com o banco, teve que ligar para fazer, não sei o quê.

Não, vocês não sabem que eu tive uma questão com o banco.

Pronto, calma. Mas não sei se vocês sabem, não é isso. Estás a ver? Estás a ver essa energia.

Não sei se vocês sabem, mas a Rita teve uma questão com o banco, está de milhões.

Posso? A Rita foi apanhada num esquema de lavagem de dinheiro. Não sei se vocês sabem, mas a Rita tem uma atitude muito diferente das pessoas normais com os robôs. Neste caso, com o robô do atendimento, porque antes de chegar a uma pessoa de carne e osso, do outro lado do atendimento do banco, teve de pôr uns códigos pedidos por um robô. E o robô dizia: "Digite não sei o quê. Agora coloque não sei o quê. Carregue não sei o quê. Faça três flexões". Não sei o quê que o robô estava lá a dizer. E então, a certa altura, tu metes lá um código qualquer que ele te pediu, mas puseste cedo demais. E o robô disse assim: "Código não válido. Por favor, introduza outra vez". E foi muito engraçado, que tu estás com o telefone em alta-voz a carregar nas teclazinhas, e quando o robô disse: "Não, errado, colocou mal o código", tu: "Ai, desculpe".

Desculpe, senhor robô.

Já estás preparada para a inteligência artificial mandar nisto.

Duas coisas. A primeira é: eu acho que a minha atitude está a mudar, porque eu já percebi qual é que é. Quando são coisas com comando de voz Ou seja, eu estou a falar para uma máquina e ela não me entende, perco a paciência.

Ok. Pois, porque já te vi a falar com o nosso carro.

Às vezes nós vamos no carro, eu quero procurar um álbum e a porcaria do Spotify naquela aplicação do carro não dá para escrever, só dá para falar.

E bem, porque no carro não podes escrever, estás a conduzir.

E às vezes eu digo bem os nomes das coisas.

É tão engraçado, tu dizes assim: "Harry Styles, Kiss All the Time, Dance Occasionally".

Disco.

Disco Occasionally. E o carro diz assim:

"Ok, playing..." uma cena qualquer que não tem nada a ver.

"Playing Valesca Popozuda, Vai Que Vai, Que Baixa, Que Bate, Que Na Peida". E tu: "Não!" Tu passas de uma maneira.

Portanto, se as máquinas não percebem o que eu digo, eu fico irritada. Mas depois nestas coisas, se for a escrever ou nestes comandos que eu é que tenho de pôr códigos, eu acho que sou um bocadinho mais subserviente.

Pois, é assim que os robôs te apanham.

Pois.

"Digita o código. Está errado". E tu: "Desculpe". "Está errado". E tu: "Desculpe". E levam-te com o sentimento de culpa.

Se forem eles a falar comigo, eu fico subserviente. Se for eu a falar com eles, eles não percebem. Fico irritada. Às vezes com a nossa televisão também.

A nossa televisão, às vezes, nós estamos a conversar um com o outro e a televisão acha que a conversa é com ela.

Ela diz: "Ok" e tu: "Não".

"Não, ninguém está a falar contigo. TV, xiu"

Xiu. Mas uma vez também tive um ataque com a Alexa, nas férias de verão com os meus irmãos.

Pois foi. Tu foste muito bruta com a Alexa.

Tipo: "Alexa, cala-te"

"Alexa, ninguém está a falar contigo, pouco barulho".

"Cala-te. Já não te aguento".

Porque ele tem um comando de voz. Nós não temos uma Alexa, eu não me lembro bem como é que é, mas acho que é: "Ei, Alexa".

Sim, mas o que aconteceu é que eu tinha lhe pedido para ela se calar e ela continuou a falar.

Pois foi.

E eu fiquei ditadora.

"Alexa, shut up" e ela: "Yes, ok" E tu: "Não, Alexa, shut up, cala-te" E ela: "Ok". E sugestões. E tu: "Não, Alexa, não estás a perceber".

Eu só disse: "Cala-te, estúpida". Estava mesmo irritada.

Ya. Portanto, tu não tens meio-termo com os robôs e com os entendimentos robóticos.

Não.

Tu ou és muito subserviente, pedes desculpa e o robô pede.

Peço imensa desculpa, senhor robô.

Ou és uma bruta montes.

Portanto, o que compreendemos aqui é, quando a inteligência artificial tomar conta disto tudo, os robôs mandarem em nós. Se eles tiverem um bom sistema de reconhecimento de voz e perceberem tudo o que eu digo, já fui, porque eu vou-me sentir compreendida. Não vou sentir que há ali uma barreira em que eu falo e ele não percebe o que eu digo.

Exatamente.

Olha, também é o que acontece em muitas relações. Há barreiras e não se percebe o que as pessoas dizem.

Sem dúvida nenhuma e também se grita muito e depois pede-se desculpa. No fundo, nós estamos numa relação com robôs e não sabemos.

É verdade.

O outro tema que eu gostava de trazer para aqui é a nossa nova obsessão. Nós temos uma obsessão cá em casa nova e eu acho que é importante nós mencionarmos aqui, porque eu sinto.

Não sei o que é a nossa obsessão.

Aquelas merdinhas de fruta com chocolate à volta.

Ya.

Neste momento há um problema cá em casa.

Já comemos todas. Na verdade, nem temos.

Já nem há, acabou.

Vou dar-te este contexto.

É FruNui.

Não, Franuí.

Franuí?

Calma. Franuí ou Franuí.

Franuí.

É uma marca, é como Gillette.

Mas nós não comemos da marca.

Não, nós comemos de marca branca, porque nós somos o quê?

Somos pessoas normais.

Pobres fitos.

Não. Há muito mais pobres do que nós. Nós somos pobres de espírito.

Isso somos, muito. Eu, então, sou paupérrima de espírito. Sim, portanto, Franuí é a marca original.

É o Kleenex desta situação.

A Gillette, tu quiseres, o Black & Decker.

Exatamente.

Posso continuar aqui durante mais tempo. Nós comemos o da marca branca e, de facto, comemos da marca branca daquele supermercado que começa com "com" e acaba em "nante".

É o Continente.

A sério?

Eu queria ganhar este jogo.

Achas que é o Continente?

Sendo que eu vou lá, portanto eu sei qual é que é.

Ó gatos, concordem.

Um dos imposentos agora é isto.

Eles têm bué coisas, tipo manga, banana, não sei o quê, tudo com bocadinhos de chocolate à volta, congelado. Eu é frutos vermelhos, tudo o que for frutos vermelhos eu vou.

Pois é, nós temos comido um que é framboesas.

As framboesas são as melhores.

Com chocolate à volta. Temos comido morangos com chocolate à volta.

E mirtilos.

E mirtilos com chocolate à volta.

O meu top de baixo para cima é mirtilos em terceiro, morangos em segundo e framboesas em primeiro.

Eu acho que é morangos em terceiro, mirtilos em segundo, framboesas em primeiro.

Não. O mirtilo não foi bem feito para ser congelado assim.

Mas é que é mais tipo pipoca, vai tudo.

É mais maneirinho.

O problema do morango é que é grande e tu tens que morder. E traz-me aqui a outra questão sobre o FruNui, que é: aquilo está no congelador. Imagina que te apetece um Mini Magnum. Tu vais ao congelador, pegas no Mini Magnum, abres o papelinho, vai comer. Qual é o problema do FruNui? É que tu vais buscar e aquilo diz: "Agora espera quatro minutos e está perfeito para comer". E é do género: eu não quero esperar quatro minutos.

Vou te dar a mão enquanto digo isto, que é: tu podes quatro minutos antes, se quereres comer, ir tirar.

É a meio do prato principal, eu já tenho que estar a pensar na sobremesa e ir tirar e interromper.

Que chatice a meio do prato principal estar a pensar na sobremesa, ou a pessoa que ao almoço já está a pensar no que é que vai almoçar no dia seguinte.

Isso é completamente diferente. Mas se uma pessoa no início do jantar se lembrar logo de trazer o Frunoí para a mesa, depois já não está muito bom, já derreteu.

Não, eles dizem que até 15 minutos está bom.

15, né?

Tu não leste lá nada.

Eu não li. Eu sei que são uns minutos antes, mas eu não sei exatamente quantos minutos. Mas é chato uma pessoa não poder comer logo. Eu quero comer logo.

Que chatice, coitadinho. Eu como logo. Assim congelado.

Lá está. Depois não está bem ainda. Aquilo está mesmo bom é os tais quatro a cinco minutos depois.

Então vai. Olha, gosta de jaquezinhos fritos de um dia para o outro? Então passe cá amanhã que eu estou a fritá-los hoje. É a mesma questão.

Eu não faço ideia do que está a acontecer.

É uma anedota muito conhecida.

Eu não conheço essa anedota.

É isto, é só de um senhor que passa no restaurante e a senhora diz: "Gosta de jaquezinhos fritos de um dia para o outro?" E o senhor: "Gosto, sim." "Então passe cá amanhã que eu estou a fritá-los." Só isto.

Ok, eu nunca tinha ouvido essa anedota e honestamente, agora que ouvi...

Não tem muita graça.

Não acho muita graça a essa anedota.

Eu também não disse que tinha graça, disse só que...

Pensaste que era uma anedota muito conhecida.

Sim, espero que as pessoas conheçam.

Mas pronto, é a nossa obsessão nova cá em casa, os Frunoís.

Estamos muito obcecados. Não lhes chames assim, porque eles não são Frunoí. Diz frutinha coberta.

Frutinha coberta.

Frutinha coberta.

A frutinha que está abraçadinha por um chocolate.

Sim, dois tipos de chocolate, chocolate branco e chocolate de leite.

Pois é, porque os mirtilos é chocolate branco.

Não. Estás a ver? São tudo chocolate branco e chocolate leite. Só que os mirtilos é primeiro uma camada de chocolate de leite e depois uma camada de chocolate branco.

Por que tu estás a cagatar nas merdas?

E os outros são chocolate branco primeiro e chocolate leite.

Tem sempre as duas camadas, a ordem é que muda.

Que eu acho que também faz com que nós gostemos destes de marca branca.

Pois, e é uma boa sobremesa, porque a pessoa pica ali uma frutinha vermelha com um bocadinho de chocolatinha à volta. É uma maravilha.

É frutinha, mas ao mesmo tempo é um docinho.

É doce, para mim está excelente.

Para esta altura do ano, então, está maravilhoso.

Foi frio, que é bom aqui para o calor. Olha, eu vou te dizer uma coisa. Frunoís do Continente, estamos a ganhar.

Está a ganhar.

E ninguém pagou um único cêntimo para nós dizermos isto. Para mim, eu nem ia dizer Continente, eu ia dizer só as frutinhas congeladas com o chocolate à volta.

Eu também não disse.

Se fizeste aquela brincadeira...

É caso as pessoas queiram saber onde é que podem comprar. Como não frequento outros supermercados, não sei se há noutros supermercados.

Mas é que agora vai escutar. Nós temos que apagar este segmento todo, porque agora vai escutar.

Não, as pessoas comem o de banana e o de manga, e o de ananás.

Não, o de banana é de experimentar.

Deve ser de experimentar, que nojo.

Não, o de manga eu gostava de experimentar.

Não. Para mim manga, ananás e banana são coisas que não.

Ananás deve ser bom.

Que nojo. Ananás com chocolate é nojento.

Mas posso experimentar? Como é que sabes que não gostas até experimentares?

Não. Só estou a pensar nisso e dá-me... não.

Estás com arranques de vômito?

Não, não estou com arranques de vômito, mas não combina. Não joga.

Ok.

Ananás é muito ácido e não.

Com chocolate fica ótimo.

Não. Mas compra para ti e eu como os outros.

Está bem. Combinado.

Tu compras os de ananás, só comes os de ananás e eu só como os outros.

Está bem. Fica combinado que eu vou buscar mais Frunoí para comer com outras frutas.

Muito bem.

Rita.

Guilherme.

Por falar em coisas que nós comemos, tu queres contar a história da moca épica que nós tivemos esta semana?

Eu não quero é contar tudo.

Porque não podemos contar, porque tem outras pessoas envolvidas. Eu quero contar a nossa história.

Só nós, só o que aconteceu conosco.

Vamos falar de nós.

Ok.

Fomos a um sítio.

Fomos à casa de uma amiga nossa.

Fomos à casa de uma amiga e essa amiga disse: "Olha, eu tenho ali no meu congelador uma coisa."

Umas space cookies.

"Tenho umas space cookies, que são ótimas, aquilo é forte."

Caseirinhas.

"São caseirinhas, é que vocês vão adorar aquilo se vocês quiserem. Como nós estamos aqui neste jantar", e depois havia jogos de tabuleiro, "se vocês quiserem, nós comemos aqui esta cookie, mas isto é muito forte, não podemos comer uma inteira." E então cada um comeu um quarto de cookie. Comemos um quarto de cookie. E depois isto é uma moquinha divertida, estamos aqui agora com os jogos de tabuleiro, não sei o que, não sei que mais. E nós: "Então não, vamos embora".

Vamos embora lá.

O que é que acontece? Nós comemos cada um, um quarto de uma bolacha. Houve pessoas nesse jantar que quiseram, outras que não quiseram. Normal, o consentimento é importantíssimo e cada um faz com o seu corpo o que quiser. E o que é que acontece? Rita, eu tive uma moca como eu não tinha...

Vocês não têm noção, nós comemos a bolacha às 8:00 da noite.

Foi por volta das 8:00 da noite, sim.

Nós deitamo-nos à 1:30 da manhã. Sabem quando os miúdos estão numa... Já sei exatamente o que quer dizer. Sabem quando os miúdos fazem festa do pijama em casa uns dos outros e vão todos dormir. E a mãe já disse: "Meninos, já é muito tarde, vão todos dormir."

É a hora da estupidez.

"Meninos, já é muito tarde, vão todos dormir."

É "giggle", sabe? Tipo...

Exato.

Foi espetacular. Tu alguma vez tinhas tido uma moca deste género?

Não. Olha aí, o gato está a arranhar o sofá.

Risoto.

Está tudo louco.

Ya.

Não, nunca tinha tido uma moca tão divertida como aquela. Juro-te.

Tu estavas épica. Tu rias imenso. E sabes do que eu tinha medo? Eu vou te ser muito honesto. Sabes do que eu tinha medo? Eu tinha medo de eu ficar com moca de rir e tu não ficares com moca de rir.

E eu bater mal.

Se nós não estivéssemos no mesmo comprimento de onda, eu acho que não ia ser tão divertido. Como nós os dois e outras pessoas, uma pessoa em particular, que estava do outro lado da mesa.

Estava incrível. Duas.

Duas, mas a que estava no meio.

Sim.

Do outro lado da mesa. Há aqui mesmo pessoas que não estamos a mencionar porque podiam ser reconhecidas. Que também estava. O riso dessa pessoa dava-me mais vontade de rir. Essa pessoa estava super divertida e eu sinto que essa pessoa estava 100% no mesmo comprimento de onda que nós.

Não, e o mais giro é que às tantas, nós estávamos a jogar A merdas.

Estávamos a jogar jogos, exatamente.

E nós estávamos tipo...

Vou dizer assim: obviamente, quando nós comemos uma space cookie e estamos com a moca a jogar jogos de tabuleiro, há dois caminhos diferentes, que é: ou levamos a sério o jogo e ficamos hiperfocados e queremos é jogar, ou ficamos os meninos do fundo da carrinha.

Estamos a cagar completamente para o jogo.

Estamos completamente a cagar e queremos é divertir. E então houve uma divisão na energia de pessoas que queriam só rir e estar a curtir e estavam com a moca, a curtir a moca, e pessoas que queriam muito jogar o jogo com as regras certas e cumprir tudo. E essa discrepância.

Deu bué da vontade de rir.

Deu-me tanta vontade de rir, como havia gente a cagar-se para as regras e a rir só do que estava a acontecer, e outras que estavam a tentar que toda a gente cumprisse as regras escrupulosamente. E não ia acontecer.

Teve muita graça.

Não ia dar para cumprir as regras com todos.

Teve muita graça. Nós estávamos os dois hilariantes.

Ya. Isso é uma grande falácia dos ganzados. Neste caso, não é ganza, é erva, está na bolacha.

Tudo teve bué da graça.

Acham que estão a ser engraçados e que as coisas estão a estar engraçadas, mas na verdade estás só com a moca.

Sim. Mas tu e eu estávamos com bué graça. Não era bué graça, mas tudo nos dava graça.

Sem dúvida nenhuma.

E eu às tantas estava tipo: "Cala-te, não rias." E tu rias. E eu estava tipo: "Para de te rir." E ria-me em cima de ti.

Que boa moca. Eu acho que há anos. Porque a mim faz-me um bocado de confusão o fumar. A cena de ter um cigarro na boca. Eu gosto de charutos, mas o charuto eu gosto do cheiro. Tanto a erva, como a ganza, como o tabaco, é-me desconfortável a cena do fumo. Ou seja, não é uma cena que eu adore. Mas a moca é uma cena gira. Tu não estás propriamente a perder as tuas capacidades, estamos divertidos. Nós tivemos uma meca. Uma meca? Bom, não quero entrar por aqui. Tivemos uma moca na medida certa de diversão e estávamos ali a curtir. Acho que foi bom. E eu acho que space cookie e space cake é mesmo a medida certa.

Mas também tens de saber comer na medida certa.

Exatamente. E esperar pela moca.

Não começar tipo: "Isto não está a bater, por favor, dá mais."

Tivemos que esperar ali um bocadinho, uns 45 minutos, uma hora, para começar a fazer um efeito bom, mas eu adorei. Eu há anos que não tinha uma moca assim.

Não, eu há anos que não me ria assim.

Exatamente. É que é mesmo isso.

Tudo estava com bué graça. Eu sei que não, mas para mim estava.

Estava com graça para nós que estamos ali. Quem nos estivesse a ver de fora: "Olha estes ganzados de merda que estão aqui a rir." Para nós.

Divertidíssimo.

Foi espetacular. Eu lembro-me de há muitos anos, fui com o meu amigo Pedro, com quem eu faço o private show, com o nosso padrinho de casamento. Fomos a casa de um amigo nosso, que é o Circon, e fomos jogar poker. E fumámos antes. Fumámos uma que era fortíssima. Aquilo era mesmo muito forte. E eu tive uma moca de tal ordem, que o Pedro ficou mal disposto e a mim deu-me para rir. E o Pedro estava branco. Estava muito branco e estava quase a vomitar. E eu acho que a coisa mais engraçada do mundo, fica aqui dito, é pessoas quase a vomitar.

Ya.

Mais do que pessoas a cair, pessoas a magoar-se, nada. Pessoas quase a vomitar é a coisa mais engraçada do mundo. Nada tanto dá graça como isso. E o Pedro estava muito branco, continuou a jogar poker, mas estava tipo: "Estou um bocado mal disposto."

O Pedro é muito engraçado quando fica assim nesses estados de o corpo dele está contra ele. É muito engraçado.

Ya. E então, na mesma mesa, estava o Circon, que estava com uma moca meio apática, desligou e foi à vida dele. Desligou do wi-fi. O Pedro que estava branco e com arranques de vomito, como nós estávamos a dizer há bocado, e eu que estava com vontade de me rir do desconforto do Pedro de quase vomitar. E aí ninguém colou bem a moca. Eu estava a me sentir mal de rir, mas estava com muita vontade de rir. Esta moca foi perfeita.

Pois foi.

Porque tu estavas exatamente na mesma sintonia que eu com o space cookie, e nós estivemos os dois só a rir, exatamente na mesma sintonia.

Sendo que depois quando nos deitámos, eu queria dormir e tu estavas tipo: " ", só sentia a cama a tremer, porque tu estavas mesmo tipo...

Pois foi.

E eu: "Dorme."

Ia repetir coisas que tinham acontecido. "E quando aconteceu o quê? E quando nós dissemos não sei o quê?"

"Cala-te, só dorme." Depois tu: "Ok, vou dormir". E depois passado um bocadinho eu sentia a cama a tremer e eu, Guilherme, só a ouvir.

Foi hilariante, foi muito divertido.

Muito fixe.

Foi uma boa experiência. Onde é que se arranjam?

Não vamos perguntar. Não, Guilherme. Vamos passar para-- não. Segue. Também fomos ver o musical "O Senhor Engenheiro", foi muito giro.

Então vamos falar disso. Mas eu ia perguntar.

Não! Foi muito giro o musical do "Senhor Engenheiro". Divertimo-nos muito mais.

Não posso perguntar onde é que é?

Não! Divertimo-nos muito mais do que achávamos que íamos divertir.

Tu achaste que íamos começar a mudar completamente a nossa vida porque íamos começar a comer space candy.

Não, segue. Não, Guilherme. Segue. Gostaste do musical do "Senhor Engenheiro"?

Mandem só para mim, então.

Não!

Mandem só para mim.

Não! Gostaste do musical do "Senhor Engenheiro" ou não?

Gostei muito. O que é que tens a dizer sobre o musical do José Sócrates?

Tinha sido mais giro com uma bolacha.

Estás a ver? Se tivéssemos comido uma bolachinha antes.

Não.

Mas depois era desconfortável, porque havia duas pessoas a rir de tudo e o público a rir das piadas. Ou seja, íamos estar desfasados do resto do ambiente.

Eu pedi para tu levares uns restinhos que a gente tinha cá, mas tu não quiseste.

Pois foi, nós temos que dosiar muito bem o que temos ali, porque nós temos ali dois quartos, um para cada, para nós comermos numa altura que nos apeteça.

Olha, vamos aos e-mails? É que eu não quero abrir a porta para dealers, no fundo é isso.

Claro, começamos a receber mensagens: terapiadecasalpodcast@gmail.com. Não é para mandarem onde é que vocês arranjam boas bolachas.

Meu Deus.

É para mandarem perguntas sobre as vossas relações, dúvidas, questões, etc.

Vamos ser presos.

Ninguém vai ser preso. Quem é que está a ser preso?

Vamos ser presos. Depois vêm as máquinas e eu vou ter de dizer desculpe.

Queres falar sobre o musical do senhor engenheiro?

Ou queres ir aos e-mails? E falamos do musical. Não, para a semana vamos ter muito para falar.

Vamos ter imenso para falar, para a semana vai ser um episódio-

Muito rápido. Achei que não ia ser tão bom quanto foi. Foi divertido.

Eu temi que fosse cringe. Eu temi que fosse ser uma coisa meio um sketch do "Estado de Graça" com uma hora e um quarto. Eu estava com um bocado de medo de que piadas é que iam fazer e qual era o tom daquilo. Mas diverti-me bem. As músicas estão um bocado desequilibradas umas das outras, porque eu acho que há músicas muito melhores e músicas um bocadinho piores.

E há músicas que se calhar até nem deviam estar ali.

Ya. Eu tenho um problema específico com uma das músicas, cuja mensagem é: "Ya, porque estes ricos destes políticos querem todos é gamar e nós aqui o povo estamos na pobreza por causa dos políticos". Há um undertone de uma das músicas que eu não gostei, mas no geral, aquilo está muito divertido. Tem bons momentos de musical.

Tem bons momentos de piadas.

Bons momentos de boas piadas. Tem bons callbacks e tem uma boa estrutura de um início ao fim de musical. Eu gosto muito da maneira como eles conseguem colar todas as coisas que se sabe sobre a história do José Sócrates no musical, e usando aquilo, as namoradas, os inimigos, o melhor amigo que empresta dinheiro, o cofre, a maneira como o cofre aparece, a procuradora, que é uma espécie de espinha dorsal daquilo que vai investigando ao longo da história.

Para mim as partes mais engraçadas eram sempre quando aparecia o advogado do Sócrates, que não sabia nada nunca.

Sim.

Claramente era o Sócrates que estava, o Sócrates não, o senhor engenheiro.

O senhor engenheiro.

Que estava a mandar naquilo tudo. E o advogado ficava tipo: "Ai, não".

E a namorada que nunca quer saber de onde é que vem o dinheiro. E que está a pôr os ouvidos. "Não, eu não quero saber, não me digam". E uma coisa que eu não estava à espera e que eu acho que é a minha piada favorita do musical é o amigo que empresta dinheiro, o Carlos Santos Silva da peça, do musical, que está sempre a justificar à mulher porque é que está a dar dinheiro ao melhor amigo. A mulher a dizer assim: "Mas que despesas são estas?" E ele: "O meu amigo estava a precisar de dinheiro".

"Então eu agora não posso emprestar dinheiro ao meu amigo?"

Sim, não posso emprestar dinheiro a um amigo. E a certa altura está a dizer assim: "Não consegues mexer nessa conta porque esse dinheiro não é nosso". É muito engraçado, porque nunca tinha visto, comicamente, explorar-se a ideia de que o Carlos Santos Silva tem de justificar à mulher. Isso é muito engraçado. Há ali coisas novas, há coisas mais batidas, há piadas mais batidas, mas eu acho que é uma boa mistura de coisas mais originais e coisas mais divertidas.

E acho que é uma coisa 100% portuguesa. Ou seja, é mesmo giro ver que esta peça noutro sítio qualquer não tinha referência.

Ya.

As pessoas não iam achar a graça que nós achamos, porque de facto conseguiu mesmo capturar muito bem o universo à volta de José Sócrates.

Ou do senhor engenheiro. Não se diz Sócrates em lado nenhum.

Pois é.

Não há Sócrates em lado nenhum.

Lado nenhum. Vamos aos e-mails?

Vamos a um e-mail. Acho que podemos ir a um. Tu queres ir a qual?

Ao "Falta de paciência para conhecer pessoas", do Gru, mal disposto.

Do Gru, mal disposto. Então vamos embora.

Dás-me aí?

Dou, sim, senhora. Com a tua voz, que a tua voz é mais bonita.

É. "Bom dia, Guilherme e Rita." Já não quero. Pus-te a ti primeiro.

Mas é por ordem alfabética. O G vem antes do R.

"Já ouço o vosso podcast desde o início, sem falhar um. Ao ouvir o episódio 311, deparei-me com o mesmo problema que a Queen. Tenho 24 anos e estou constantemente a ser pressionada a arranjar namorada, e na realidade até quero. Já tentei ir para o Tinder, falar com raparigas pelo Instagram, mas rapidamente perco o interesse. O que estarei eu a fazer de errado? Eu quero ter uma namorada, só que ao mesmo tempo não tenho paciência para andar em dates ou trocar mensagens durante dias ou semanas. Será isto um problema meu? Já tive interesse em algumas raparigas e sabia que elas também tinham em mim, só que facilmente as coloco em segundo plano. O que posso/devo fazer para mudar esta minha maneira de ser? Será que ainda não apareceu a rapariga certa? Obrigada e continuai com essa vossa energia".

Continuai.

Continuai.

Continuai. Então o Gru não tem paciência para pessoas e não quer conhecer pessoas. Rita, eu acho que tu és a pessoa indicada para responder a isto, porque desde que eu te conheço, tu não gostas muito de pessoas. Tu tens uma aversão a pessoas.

Eu percebo perfeitamente o que ele está a dizer.

Pois, eu já sabia.

Porque imagina que nós agora acabávamos.

Exatamente.

Acabávamos.

E se tudo correr bem, há de acontecer em breve.

Mas super amigável. Tu vais à tua vida, eu vou à minha, tu ficas miserável, eu fico ótima.

Exatamente.

O normal.

O normal, o costume.

Só a ideia de ter de ir escarafunchar as apps e conversa e então gostas mais de vinho ou de cerveja.

Qual é o teu filme favorito?

Qual é o teu favorito?

E bandas, o que é que costumas ouvir?

Se fosses um animal, qual é que eras? Não.

Tu perguntavas isso nos dates?

Não.

Nunca me perguntaste se eu fosse um animal qual é que era. Eu acho que era um golfinho.

Bem, que resposta estúpida.

Não é, vou-te justificar porquê. Por causa do movimento. Eu adorava ser um golfinho para andar dentro de água e saltar. Ao mesmo tempo que são muito simpáticos, estão sempre a rir, tiram fotografias e depois violam, são violadores. E portanto, eu acho que é uma boa mistura de coisas. O golfinho é um animal fascinante

Muito bem.

E tu serias que animal?

Espero que sejas um golfinho e que vás parar aos Jardins Zoológicos.

Ou ao Zoo Marinho, para sofrer o resto da vida.

Eu percebo perfeitamente.

Não vais dizer que animal é que eras. Eras um polvo, não é?

Estás a adivinhar. Era um polvo que era para te matar se fosses golfinho. Eu percebo isto perfeitamente e acho também que quando aparece uma pessoa que mexe contigo de alguma forma, a conversa torna-se mais fácil.

Exatamente, sim.

Por isso também acho que ele pode até ter tido interesse numa ou outra, mas eu concordo com esta última pergunta que ele faz, que é: "Será que eu ainda não conheci a pessoa certa?"

Não, não conheceste. Eu acho que a grande questão é tu ainda não conheceste a pessoa certa, porque quando tu conheces a pessoa certa, há coisas que são chatas, como por exemplo tu pensares assim: imagina que tens um date qualquer que marcaste no Tinder e há um jantar hoje às 20h00. E tu estás no teu sofá e pensas assim: "Épa, são 18h30, agora ainda tenho que me vestir para ir para um date, não me apetece nada ir para aquele restaurante e falar com aquela pessoa que eu conheci no Tinder". É uma seca. Se fosse uma pessoa que te mexia de uma maneira diferente, tu dizias assim:

"Ainda só são 18h30".

"Fogo, nunca mais são 20h00, eu quero estar no restaurante com aquela pessoa, porque quero ir conversar e quero estar com aquela pessoa". E eu acho que te falta ainda isso, tu ainda não conheceste a pessoa. Se bem que eu percebo que seja chato estar nas aplicações e conhecer gente, e a conversa chacha do início de um date.

Não, tudo justo, mas também acho que esta pessoa, o Gru, está a fazer bem em não deixar de procurar, mesmo que seja chato.

Isso é que é o importante. Tu podes é procurar noutros sítios que não sejam aplicações. Nós falamos várias vezes aqui neste podcast que eu percebo que as aplicações sejam mais fácil. No outro dia fui fazer uma atuação a Torres Novas e um dos humoristas estava no Tinder a ver em Torres Novas, porque ele disse assim: "Eu não sou de Torres Novas, sou de Lisboa, agora deixa-me ver o que é que me calha aqui".

Que Pokémons é que há aqui nesta área.

Que Pokémons é que há aqui nesta área. E eu percebo que seja mais fácil estar nas aplicações.

Sim, até porque sabes que aquelas pessoas, à partida, estão ali ou estão solteiras.

E que têm os mesmos interesses que tu. Ali tu sabes que as pessoas também andam à procura. Mas há outras maneiras de tu conheceres pessoas e de te interessares por pessoas que não sejam as aplicações, em que a conversa, o tom e a maneira das pessoas se falarem umas com as outras, tende sempre para a mesma lengalenga. Acho que é isso.

Sim, tu podes ir fazer atividades de que gostes, ir a museus.

Junta-te a grupos com interesses iguais a ti. Desde Dungeons and Dragons até colombofilia.

Clubes de leitura.

Até Pokémons, clubes de leitura, ioga, cycling. Junta-te a grupos de pessoas que tenham mais ou menos o mesmo interesse que tu e conhece pessoas aí e, se calhar, em vez de estares a fazer uma conversa de chacha para conhecer uma pessoa, para tentar encontrar pontos em comum, partes de um ponto em comum e depois conheces a pessoa.

Exato. Muito bonito.

terapiadecasalpodcast@gmail.com é para onde vocês podem enviar todas as questões que vocês tenham sobre a vossa relação, que pode ser relação amorosa, vocês têm um problema, o vosso namorado tem X, a vossa namorada é uma chata porque faz não sei o quê e vocês têm que carpir mágoas e precisam de ajuda e querem que nós estejamos do vosso lado numa teima, podem mandar para aqui. Podem ser coisas de família, já falámos de sogras, de irmãos, de primos, de cunhados. Podem ser coisas de amizade, a minha amiga tem este hábito, o meu amigo tem esta namorada, etc.

Ou pode ser sobre a vossa relação com o vosso dealer.

Exatamente. Não fui eu que trouxe esse tema. Eu não ia falar mais de bolachinhas. Eu não ia falar mais. Foste tu que trouxeste. terapiadecasalpodcast@gmail.com

.com.

terapiadecasalpodcast@gmail.com

Com bolachinhas.

Não é para onde vocês mandam... Ninguém pediu isto. Quem é que está a pedir isso? Alguém pediu isso para o nosso e-mail?

Acabou esta conversa já, até para a semana.