Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

E arranca agora o novo "Três Toques", que também pode acompanhar em direto no YouTube, Facebook e site do Observador.

É verdade, começa-se bem.

A respirar fundo.

Não é tão raro isto. Eu nem estou habituado.

Mas hoje mereces.

Super relaxado.

Hoje é aquele dia.

É para falar de milhões. E do Manchester United, não é, Júlio? Vamos falar desse grande clube inglês.

Vamos falar do que tu quiseres.

Júlio, alguns desses clubes ingleses têm tido problemas com investimentos e li que o clube de Bruno Fernandes-

Quem é o Bruno Fernandes?

É o do Manchester United.

É aquele.

É aquele. Não sabia que ele estava no Manchester. O clube assumiu que estragou dinheiro. O clube, não o Bruno Fernandes. Atenção. Eu já te passei a informação toda sobre mais esta tragédia que se abate sobre o futebol.

É verdade, mais uma. São números impressionantes. O Manchester United, há uns anos, contratou Paul Pogba por 110 milhões de euros.

Lembras-te de Paul Pogba?

Paul Pogba.

Também me lembro.

Foi um desastre. E contratou recentemente este Antony, um brasileiro, do Ajax, era a grande figura.

O Antony é brasileiro.

Era a grande estrela, vinha do Ajax, tinha brilhado durante dois anos no Ajax, um jovem jogador que custou 100 milhões de euros e está de saída, porque o Manchester United reconheceu que estes 100 milhões que deu pelo brasileiro, que fazem dele a segunda contratação mais cara do clube, foi desastrosa. O jogador já está lá há dois anos e tem números muito curtos para aquilo que vale: nove gols em quatro assistências em 73 jogos. Não tem contribuição direta para um gol desde maio do ano passado.

Do ano passado.

É verdade.

Não é guarda-redes, ele não.

Ainda por cima, ficou marcado por graves acusações da ex-namorada, uma Gabriela Cavallin, que garante que o extremo a agrediu várias vezes. Também está ligado a agressões, a violência doméstica. E, portanto, a direção do Manchester United veio agora dizer que assumiu um flop de 100 milhões de euros, sendo que o Manchester United já não é a primeira vez que faz isto. É um clube que tem gasto muito dinheiro e ganho pouco nos últimos anos. E esta é só mais uma história de um jogador que custa 100, e às vezes compra-se um por 1 milhão e vale muito mais.

É o que se chama apostar no cavalo errado.

Apostar no cavalo errado.

Os sócios têm que-

Antony, que é muito conhecido, está de saída do Manchester United.

Os sócios têm que tomar conta do assunto.

Isto não está fácil.

É, mas só por causa disso eu quero trazer aqui um clássico mundial e fui mesmo muito longe para descobrir este clássico mundial, fui até ilhas longínquas. É o que eu faço para encontrar água neste deserto de notícias que nos está a marcar esta semana. Júlio, os nossos ouvintes esperam por este resultado. Vamos a ele.

Vamos a ele.

Com coragem.

Isto não está fácil, como eu vos disse, mas isto é um clássico mundial, é um banho de cultura também. Vocês sabem que as Ilhas Salomão é um país do Oceano Pacífico, na Melanésia.

Vai ser um banho de cultura.

É um banho de cultura.

Geografia.

Tem muitas ilhas à volta, inclui muitas ilhas mesmo, tem fronteiras marítimas com a Papua Nova Guiné, o Oeste, com Nauru, com Vanuatu.

Vatu. Vatu também.

Vatu também. Vocês não sabem é que aquilo é uma monarquia constitucional e o rei deles é o Carlos III.

Sabiam?

Não sabiam.

Rei Manuel.

Não sabiam. Pois claro que não sabiam. Isto é as Ilhas Salomão.

É com a Manuelta?

Deve ser.

Se têm rei.

Pois é, claro.

Se é o Carlos III.

É o Carlos III.

Sim, é esse mesmo.

É a República. Entretanto, as Fiji também.

Vê se quero outro deles.

Uns dizem Fiji, outros Fiji.

Outros Fiji.

Cada um conforme. Já teve também várias denominações. Também é outro país cuja língua oficial é o inglês. Este é uma república constitucional democrática, parlamentarista, não sei se vocês querem saber. Está independente do Reino Unido já há muitos anos. É uma ilha onde se passam umas belas férias.

Pois, e deve ser banhada pelo mar.

Exato. Está numa área de atividade vulcânica. Vale a pena ir às Ilhas Fiji. Posto isto, deste banho de cultura, vamos ver o quê? As Ilhas Fiji e as Ilhas Salomão empataram 1 x 1, que é um resultado que nós-

Isto era para dizer-

É tudo para dizer que eles jogaram um controlo.

Não estiveram em Seixal e Risos.

Não. Foi um clássico mundial.

O que é que se chama a um jogo entre equipas de duas ilhas? Tem que ter um nome. Isto podia ter um nome.

É verdade.

Ó Carla.

Não sei. Temos que arranjar uma forma.

Temos.

Tipo derby, mas para as ilhas.

É, mas um derby entre ilhas tem que ter um nome.

O derby é na mesma cidade.

O derby é na mesma cidade.

É isso, essa parte eu já aprendi.

Um clássico. Mas entre ilhas isto tem que ter um nome.

Temos que arranjar aqui o nome.

Os nossos ouvintes vão ajudar-nos.

Vão ajudar-nos, vamos contar com eles.

E os nossos ouvintes são muito ativos.

Isto foi porque havia aqui muitos ouvintes a queixarem-se porque é que nós não dávamos este resultado, a estas seleções.

Portaste a receber e-mails e mensagens.

Receber aqui e-mails e, portanto, foi o que aconteceu. Mais?

Mais. Bem, eu andei a ler a imprensa italiana e descobri que os jogadores também têm vícios tecnológicos. A sério.

Quem diria?

Quem diria?

É verdade. Quem diria?

Isto agora deixa-nos-

Não, e os jogadores italianos da seleção têm um problema sério para resolver. Têm um problema sério. E que problema? Júlio, avança?

Não agarrados aos telemóveis, queres dizer?

Se fosse só isso.

Se fosse só isso. O Spalletti, que é o treinador.

Spalletti ou Spaghetti?

Spalletti. É o selecionador italiano.

Mas há quem lhe chame espaguete.

É, também.

É o nome fofinho. À carbonara.

Agora há cerca de um mês teve com a seleção e fez uma-

Ele chama-se Spalletti. Carbonara da parte também. O Spalletti.

Estamos a ajudar, Júlio. Se está difícil, estamos a ajudar.

Estão a ajudar, continuem. Estava a dizer que o Spalletti é o sensor italiano e há cerca de um mês ficou irritado com os jogadores e disse taxativamente que vai proibir as PlayStations nos estágios. Os jogadores são viciados.

Por que os jogadores são tão viciados nas PlayStations?

É verdade.

Jogam futebol no PlayStation, de FIFA.

Conclusão: agora voltou para o estágio, já não vai proibir, diz que vai restringir. Ou seja, não se pode ter opiniões definitivas hoje.

Isso passa-se mesmo lá em casa.

Passa-se o mesmo.

Passa-se o mesmo. Proibir o limão. Pode ser radical, não é?

Já viste a ansiedade, agora a sério, a ansiedade que isso causaria se eles todos de facto fossem viciados.

Tem que ser vício.

E ele diz que os jogadores ficaram acordados a noite inteira antes de um jogo com a Ucrânia, há algum tempo, e que agora vai fazer uma sala de jogos num sítio e à meia-noite tem que ir tudo para a cama. E sem PlayStation, diz que ficam a noite toda a jogar.

PlayStation ou Xbox.

Deve ser. E que a avaliação da performance do jogador não pode ser feita apenas nas duas horas em campo. Tem que ser também no que eles fazem antes.

No todo.

Então diz que depois perdem e os treinadores é que são culpados, mas entretanto eles estiveram a noite toda a jogar PlayStation. E então está uma polémica em Itália.

Furtíssima.

Furtíssima. Ele diz que contra os telemóveis já não pode fazer muito.

Claro, que são equipamentos pessoais.

Contra a PlayStation pode é que pode fazer alguma coisa. E portanto, vai uma polémica.

Eu oferecia a cada um oito almofadas.

Ora mais nada. Estás a ver? Sentavam-se ali, tinha conversa.

Estava resolvido.

Ora bem, de resto, o que é que vocês querem que nós discutamos mais?

Já tenho aqui uma resposta do Pedro.

Das ilhas?

Das ilhas. Um dérbi entre ilhas é um dérbilhéu.

Dérbilhéu.

Era assim que vai.

É giro.

E um abraço para o Pedro.

Ao Pedro.

Um beijinho, Pedro.

Pronto, de resto, esta semana vamos ter seleção. Quinta em Guimarães, depois Belverna. São jogos de preparação. O campeonato está parado para os jogadores descansarem.

A Patrícia Oliveira diz que pode ser um insuelo, um jogo entre equipas.

Também é bem.

Amanhã já temos três toques.

Insuelo.

Só com uma lista de nomes fazemos isto.

Vai haver mais listas de nomes de ilhas para ministros.

São jogos da seleção e mais.

Mais nada. E dar conta da morte um grande corredor de automóveis, Joaquim Santos.

Foi dos meus primeiros ídolos. Foi um grande piloto de rali, o Joaquim Santos. Foi o melhor, claramente, dos anos 80. E quando eu acompanhava os ralis, andava cinco dias atrás deles, o Rally de Portugal.

Eu também acompanhei alguns, por acaso.

E no dia em que ele tem o acidente fatídico em Sintra, precisamente no Rally de Portugal, logo ali na primeira classificativa, eu tinha vindo de Viseu com um amigo para ver o rally. Vi-o passar e duas curvas à frente ele espetou-se, basicamente, e acabou ali. Não acabou a carreira dele, mas a partir dali nunca mais foi o mesmo. E foi um acidente importante porque acabou com uma classe de carros que eram umas bestas autênticas, mil cavalos, uma coisa do género, e aquilo só podia acabar mal. E só podia acabar mal não só por causa dos carros, mas também pelo comportamento do público, que na altura era absolutamente indisciplinado.

Aliás, o Rally de Portugal fica marcado também por vários acidentes, ali em Sintra, sobretudo.

Sem dúvida. E Sintra, não sei se tu na altura-- tu eras muito--

Era pequenina.

E aquilo era uma peregrinação naquele dia inteiro da Ronda de Sintra. E o Joaquim Santos morreu ontem. Entretanto, já se tinha afastado muito das corridas, porque imagino também que o acidente daqueles não seja fácil de digerir depois, mas foi claramente o melhor. Era o mais talentoso daquela altura. Ele e o Miguel Oliveira, que era o copiloto do Team Diabolic, que era uma marca de perfumes, precisamente o Miguel Oliveira.

Só me lembro da Michelle Mouton.

Também é contemporânea dessa altura.

Era o grande sucesso.

Sem dúvida.

E pronto, fica a referência também nestes três toques. Amanhã estamos de regresso.