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O prometido é devido. Eu disse que ia trazer aqui uma polêmica do mundo do tênis, ainda que isso tenha passado fora dos cortes. Prometi aqui na terça-feira e estou aqui para cumprir. Eu prometo, eu cumpro, sou homem de palavra. O prometido é mesmo devido e não de vidro. É uma polêmica que envolve Daniel Collins, uma tenista norte-americana, e Corentin Moutet, um tenista francês. E qual é a polêmica? Isso resultou de uma entrevista da tenista, em que ela falou sobre o tenista francês e disse: "Eu disse-lhe que se ele queria cortejar, tinha de ter um serviço mais forte. Há pessoas que valorizam a altura, outras a personalidade. Para mim, importam mãos grandes e serviços fortes". Ainda nesta conversa, a tenista norte-americana disse que Corentin Moutet tinha deixado de a seguir nas redes sociais depois de ela dizer que não tinha interesse em homens mais baixos. Ela tem 1,78 m e disse: "Não tenho culpa, é uma preferência minha, não tenho nada contra os homens baixos, mas é uma preferência". E ela tem todo o direito. Agora, o rapaz ouviu estas declarações e respondeu, também nas redes sociais: "Mas como é que eu posso ter deixado de te seguir, se nunca te segui?"

É difícil.

É difícil. Isso é como aquelas obras que não podem ter acabado antes de começarem. Aqui temos um caso de alguém que alega que nunca seguiu aquela pessoa, pelos vistos, não poderia ter deixado de seguir. E ele diz mais: "Não, tu é que me seguiste."

E ela está chateada, porque ele não a segue.

E diz mesmo que ela propôs que jogassem duplas mistas.

Isso quando há duplas mistas.

Duplas mistas.

Há aí uma história.

É um grande problema. Ele é o número 33 do ranking ATP atualmente, e disse que Collins, que já esteve aqui em várias polêmicas. Não sei se lembram que há uns tempos ter feito uns gestos para a bancada, de dar umas palmadinhas no traseiro. Daniel Collins gosta muito de polêmicas dentro e fora dos cortes. E Corentin Moutet diz mesmo: "O que tu queres é que fale em ti e aproveitas tudo. Devias ter mais amor-próprio para deixar de fazer coisas estúpidas para que as pessoas gostem de ti". Grande nível. De facto, parece uma discussão um pouquinho infantil. Ou seja, já são adultos. Não parece, mas são adultos. Mas isto nas redes sociais ganha dinâmicas próprias e depois temos estes comportamentos um pouquinho infantis ou juvenis. Vamos ver no que isso vai dar. Vamos esperar pela resposta ao serviço forte de Corentin Moutet, de Daniel Collins. Vamos ver o que ela vai dizer.

Mas isso das duas, uma: ou tem história já ou então algum dos dois quer que tenha história e ainda não tem história.

Eu diria que já há história aqui, já havia aqui qualquer coisa, quer tenha sido ela a propor a dupla mista, quer tenha sido outra história qualquer, há aqui qualquer coisa que se passou antes para os dois estarem tão entusiasmados nesta troca de palavras nas redes sociais.

O que se passa com o equipamento da seleção brasileira?

Passa-se várias coisas com os equipamentos, com o preço dos equipamentos, das camisolas, não só da seleção brasileira, mas das outras seleções. Muitos adeptos a queixarem-se que os preços não são para adeptos normais.

É a inflação.

É a inflação. É verdade, todos nós. Por exemplo, oferecer uma camisola de um clube a alguém que faz anos ou um miúdo, nós sabemos que não está nada barato. Agora, estes novos equipamentos das seleções ainda são mais caros, mas essa não é a principal polêmica com o equipamento do Brasil, mas o fato de nas meias estar bordada a palavra "brasa". E isto levantou aqui uma série de discussões etimológicas sobre a origem da palavra Brasil, com a própria designer dizer que é preciso eliminar o conteúdo tóxico da palavra Brasil e substituir Brasil por brasa.

Isso também não é que fosse ser o melhor. Claro, de maneira, de facto.

Brasa, Brasil, enfim. Há uma grande polêmica sobre a origem da palavra. Sempre se discutiu qual seria a origem, se seria a árvore de pau-brasil, se seria outra coisa qualquer, se já existia antes dos portugueses chegarem, se já era essa a designação daquele território antes dos portugueses chegarem ou não. Enfim, aquelas polêmicas que nós sabemos que são muito modernas e também um pouco identitárias, e agora que se transportaram para a questão dos equipamentos e se devia estar brasa. A CBF, Confederação Brasileira de Futebol, disse que é uma forma também de revigorar a marca Brasil, dando-lhe aqui um novo nome. Tudo bem. Eu acho que nestas coisas há sempre um pouquinho de tendência para fazer tempestades em copos de água. Por quê? Enfim. Com isso tudo, claro, ganha também a marca, neste caso, a Nike, e ganha porque divulga o equipamento. Se falar do equipamento, haverá certamente mais gente disponível para o comprar, apesar destes preços muito elevados. Por último, vamos a Madrid, onde Cristianinho Júnior, Cristiano Júnior, está a realizar testes na equipe do Real Madrid. É verdade, podemos ter aqui o regresso de um Cristiano, neste caso do Inho, do Cristianinho, a Madrid. Ele tem sempre jogado nos clubes onde o pai está a jogar e esta pode ser a primeira vez em que os dois se separam. Ele tem jogado no Al-Nassr, já foi convocado e jogou já nas seleções de sub-15 e sub-16 de Portugal e agora está em testes, porque o departamento das camadas jovens do Real Madrid Futebol Formação tem acompanhado também a carreira de Cristiano e agora ele foi fazer testes. Só nesta coisa dos testes, isto era uma coisa que se fazia antigamente, eu acho que ainda se faz. Os clubes abrem as portas para os mais jovens irem fazer testes e ver quem é que fica. E eu achei um pouquinho estranho, isto não é nada de Nepo baby. O Cristianinho a fazer testes no Real Madrid. Antigamente passava um filme para o amigo: "Olha, tenho aqui o meu filho." Testes. Bom, pelo menos é democrático. Boa sorte para o Cristianinho e que se chegar lá, que seja pelo mérito próprio.