O selecionador brasileiro, Luiz Felipe Scolari, considerou esta sexta-feira que o holandês Arjen Robben foi o melhor jogador do Mundial 2014 de futebol, na véspera de lutar com a Holanda pelo terceiro lugar.

“Penso que Robben tem sido o melhor jogador do Mundial”, disse Scolari, confirmando que o Brasil tem treinado uma forma de parar o extremo do Bayern de Munique no encontro deste sábado, no Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília.

Sobre o encontro, Scolari garantiu que não se sente nervoso, porque já não é possível alcançar a final, que era o principal objetivo do Brasil, que jogava em casa.

“Já não estou nervoso, porque o principal objetivo desapareceu”, afiançou o treinador, em conferência de imprensa, na qual admitiu que, nos últimos dias, trabalhou “aspetos psicológicos para enfrentar o jogo como se fosse o último”.

Em relação ao “onze” que vai apresentar frente aos holandeses, Scolari disse que, “por necessidade”, fará “duas ou três alterações”, que não se deverão tanto a questões técnicas, mas porque “alguns jogadores jogaram pouco ou nada”.

“Além disso, acho que farei outra alteração, porque há um jogador que seria importante pôr na sua posição e também porque gosto da sua atitude”, disse Scolari, garantindo também o regresso à titularidade do capitão Thiago Silva.

O selecionador não adiantou muito sobre o seu futuro à frente da seleção “canarinha”, muito questionado depois da goleada sofrida com a Alemanha (7-1), na meia-final, dizendo que o trabalho só “termina amanhã [sábado]”.

“Depois disso farei os meus relatórios, falarei com o novo presidente [Marco Polo de Melo] e veremos o que acontece. Fizemos coisas boas nos últimos anos e não posso limitar a análise do meu trabalho a um jogo só”, advertiu.